História O omega da destruição - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Todoroki Shouto
Tags Abo Universe, Bakugou Katsuki, Omegaverse, Todobaku, Todoroki Shouto
Visualizações 341
Palavras 3.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo novo!
A diva da minha internet ta sendo caridosa ultimamente, dá até uma emoção =')
Vou postar esse capítulo e me esconder ali pra não ser apedrejada XD
Boa leitura a todos.

Capítulo 30 - Terminamos aqui


Fanfic / Fanfiction O omega da destruição - Capítulo 30 - Terminamos aqui

Abriu os olhos lentamente ainda se sentindo meio atordoado, mas logo os fechou pelo incômodo da luz. Katsuki estava acordando do efeito da sedação e a primeira pessoa que viu foi Hitoshi, que por sua vez anunciava aos demais que ele havia acordado. Percebeu que os demais amigos encerraram o assunto de imediato, mas ouviu malmente algo sobre Shouto ter que conversar seriamente com o pai antes de ter toda a atenção voltada para si.

- Bakugou, como está se sentindo? - perguntou Todoroki preocupado.

- ... Não sei... Cansado...

- Deve ser pela medicação que você tomou.

- O que aconteceu?

- Você se sentiu mal depois da avaliação prática e eu o trouxe até aqui... Descanse mais um pouco.

- O que eu tive? - perguntou já um pouco mais acordado.

- Bakugou... Preciso conversar com você pessoalmente.

Dito isso, os demais amigos apenas desejavam melhoras e se despediam do casal, anunciando que iriam para suas respectivas casas por já ter passado do horário de saída. Com um pouco de dificuldade, Katsuki começou a tentar se levantar, sendo amparado pelo noivo que o ajudou a se acomodar, sentando-o na cama. Shouto aproveitou para se sentar na cadeira que ficava ali ao lado, assim estando mais próximo do loiro antes de começar a falar.

- O que houve? - perguntou o menor, preocupado - Seja honesto comigo.

- Chegaram os exames das suas duas mordidas... Infelizmente, somente uma é minha. - procurou ser direto, porém disse cada palavra com calma.

- Mas... E a outra? - Katsuki começou a se desesperar - Eu... Não te traí, né?

- Bakugou, acalme-se. - pediu não sabendo como dar todas aquelas notícias - Está tudo bem. Algum... Outro alfa mordeu você quando eu não estava por perto, mas tenho certeza de que foi só isso! Eu sei que não é pouca coisa e que eu deveria ter protegido você, mas isso acaba aí.

- Ele... Não fez mais nada comigo? - perguntou com receio - Porque eu não lembro de nada disso... Eu só lembro de estar em casa sozinho e... Depois... De estar com você.

- Acho que cheguei a tempo de o espantar. - disse aquilo que queria acreditar ser a verdade - Então, como você havia sido forçado ao cio eu cuidei de você. Cuidei muito bem... - disse passando de leve a mão contra a bochecha do loiro.

- Obrigado. - sentiu-se melhor por entender que não havia se entregado a outro alfa - Mas... Como assim cuidou muito bem de mim? - achou estranha a escolha de palavras do outro.

- Desculpe, eu sei que pedi que esperássemos... - começou a falar, vendo o menor já entender - Acho que me empolguei demais.

Katsuki não queria ter entendido errado, não queria que aquilo fosse mentira. Começava a chorar com somente a idéia de que seu desejo estivesse se tornando realidade, por imaginar que nunca mais ficaria sozinho. Se fosse mesmo o que imaginava, entendeu porque o noivo começou com uma notícia tão ruim, pois nada atrapalharia a felicidade que sentia no momento, mas precisava confirmar.

- Eu vou... Ter um mini-pavê? - perguntou já deixando algumas lágrimas brotarem de seus olhos.

- ... Não... - antes que o noivo se entristecesse prosseguiu - Você vai ter DOIS mini-pavês.

Aquele sorriso, mesmo que entre lágrimas, foi o mais puro e sincero que Katsuki jamais dera em sua vida. Estava se sentindo pleno, completo, e nada mais importava no momento. Pegou levemente na própria barriga, ainda custando a crer que aquilo não fosse somente um sonho, sendo incapaz de expressar em palavras o quão feliz estava, apenas conseguindo agora abraçar o maior com força, dando-lhe diversos beijos pelo rosto enquanto ainda chorava de alegria.

- Vamos ter dois bebês! Eu... Vou começar uma família com você!

- Está feliz? - perguntou o óbvio somente para desfrutar ainda mais daquele momento, se certificando de o guardar em sua memória.

- Sim! Muito! Eu... Não consigo acreditar! Vamos ter dois bebês!

- Bakugou... - afagou os fios loiros do outro - Mas ainda há algo que preciso te contar...

- Hn? - perguntou desfazendo o abraço unicamente para voltar a acariciar a própria barriga.

- Há um método de você se desfazer da segunda marca, mas não é recomendado que você o faça pelo bem dos bebês, então_

- Tudo bem.

- ...? - aquela resposta veio tão rápido que estranhou - Sério?

- Sim, minha prioridade máxima são meus bebês e nada mais. Faço esse negócio para tirar essa maldita marca depois, se der. Estou grávido, então nada de cios por enquanto, posso me defender se o babaca que me mordeu resolver voltar.

- ... Entendo... Isso é bom.

- Decepcionado?

- Não... É só que essa marca representa minha falha em te proteger... Então...

- Você não falhou e se repetir isso vou te bater! Essas coisas acontecem, ignore. Estou feliz e você também deveria estar. Vamos ter dois bebês! Dois!

De fato, nada abalaria a felicidade de Katsuki. Eram momentos como aquele que Shouto queria mais e mais na vida de seu loiro, momentos de extrema felicidade e de amor sincero. Aproveitou a boa conversa e disposição de Bakugou para fazer o melhor pelos bebês e lhe repassou as recomendações e cuidados que precisaria tomar dali em diante, destacando o fato dos três primeiros meses de gravidez serem os que mais precisariam de atenção e precaução. Foi inevitável lembrar da viagem que começava a planejar, vendo na descoberta daquela gravidez uma razão a mais para partir e libertar de vez o noivo de toda aquela desgraça que há anos o cercava, mas sabia que seria difícil anunciar sua partida.

- Bakugou, há mais uma coisa que preciso lhe contar.

- Tem mais?

- É sobre outra coisa, fique tranquilo.

- Certo, pode contar.

- Eu sinto muito, mas... Terei de me ausentar por alguns dias para_

- Você vai me deixar!?

- Não! Não é isso, eu preciso viajar até o local onde seus pais moraram para poder descobrir toda a verdade e acabar de vez com o Nightmare!

- Você prometeu nunca me deixar!

- Bakugou, fique calmo_

- Como espera que eu me acalme!? Você prometeu ficar sempre ao meu lado! Eu acabo de descobrir que vou ter dois bebês e você ainda diz que vai me deixar!?

- Eu preciso fazer isso por você e pelos bebês! Mas partirei em alguns dias, então não irei embora de repente.

- Você precisa ficar por mim e pelos nossos filhos!

- Mas, Bakugou, você não entende_

- Quem não entende é você! Não pode me deixar sozinho... - começou a chorar preocupado - Eu sinto que... Se você for nunca mais vou te ver...

- Eu vou voltar, prometo.

- Não vai... Fica comigo...

- Bakugou... - sentia o coração partir a cada palavra do noivo, sabia que ele estava se sentindo abandonado, percebendo agora que a transição acabara de se concluir.

- ... Por favor... Não...

- Eu já me decidi, não posso voltar atrás...

- Esqueceu minha promessa? - agora, além de estar triste, começava a se sentir irritado - Eu disse que, se você me abandonasse, eu terminaria com você.

- Bakugou! - esse detalhe o preocupou por perceber a seriedade da frase - Não diga isso!

- Você vai viajar?

- Desculpe, eu vou por você.

- Então terminamos aqui. - disse se levantando da cama enquanto tirava a aliança do dedo - Pode fazer a porcaria que bem entender da sua vida. - disse entregando a aliança a Shouto - Espero que se divirta longe de mim, tenha uma boa vida.

Após concluir a frase, Bakugou recolheu os papéis dos resultados de exames, pegou a própria mochila que algum dos amigos havia lhe trazido e saiu da enfermaria, sendo acompanhado por Todoroki que não parecia nada satisfeito com a atual situação da relação. Mesmo que Shouto sentisse que Katsuki falava muito sério, percebeu ocultamente que, na verdade, aquele era o método estranho do loiro de o libertar para que não mais precisasse partir ou para que, caso ocorresse algo grave, se sentisse livre para fugir em segurança.

- Bakugou, vamos conversar!

- Não há o que conversar, duas caras. Você tomou sua decisão e eu tomei a minha. Agora, se me der licença, preciso ir pra casa.

- Bakugou, olhe para mim! Não fale tão friamente comigo, eu sou seu noivo!

- EX-noivo! - disse parando de andar e o olhando diretamente nos olhos - Eu já devolvi a aliança, pode ir até pro inferno se quiser! Não preciso de satisfações.

- Katsuki...

- NUNCA mais me chame pelo primeiro nome! - após dizer isso, tornou a caminhar - Por mim, você pode ir embora hoje mesmo.

- ... Conversamos quando eu voltar.

Por fim, Todoroki disse, em tom alto o suficiente para que Bakugou o ouvisse mesmo que não recebesse nenhuma resposta no momento. Encostou-se em uma parede dali, respirando com calma para aliviar a tensão da conversa de minutos antes, pois mesmo que sentisse que o loiro o estava livrando da obrigação também sentiu que ele falava sério. Não tinha outra saída no momento, o que estava feito estava feito, e mesmo que se sentisse vazio por dentro, precisava prosseguir em sua jornada agora não somente por Katsuki, mas também pelos bebês que estavam a caminho.

Pegou o celular do bolso e prontamente ligou para Izuku, perguntando se haveria a possibilidade de partirem naquele mesmo dia, ficando um pouco aliviado com a afirmativa recebida. Ligou para Momo também perguntando emcima da hora se ela poderia os acompanhar e logo recebeu a afirmativa, e o lado bom era que assim evitaria o interrogatório do pai sobre para onde iria, pois bastava dizer que viajaria com a "noiva" para acalmar Endeavor e o fazer se calar. Por fim, ligou para Eijirou, informando brevemente o que a pouco aconteceu e pedindo com a voz sófrida que cuidasse muito bem de Katsuki.

Time formado, agora só lhe restava ir para casa e arrumar as malas para a partida. Mesmo que caminhasse com pressa, não conseguia se sentir animado apesar de estar incentivado. Era como fazer tudo "no automático", como se não estivesse realmente vivo mas ao mesmo tempo estivesse. Nunca imaginou que Bakugou terminaria o relacionamento, e somente levava o término a sério porque o loiro havia devolvido a aliança, mas já estava decidido. Viajaria, descobriria toda a verdade, acabaria com Nightmare e reconquistaria Katsuki, podendo assim esquecer esse capítulo sombrio de sua vida e seguir em frente com o amor de sua vida e seus filhos.

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Tendo acabado de chegar em casa, Katsuki foi diretamente para o quarto, jogando o material escolar em qualquer canto, mas ainda mantendo as folhas dos exames em mãos. Jogou fora com raiva a que falava sobre as duas marcas de mordida que possuía, somente olhando fixamente para a que confirmava sua gravidez. Estava encarando tantas emoções diferentes de uma única vez que sentia dificuldades em liberar qualquer uma delas, mas sabia que precisava se expressar de todas as maneiras pelo bem de sua nova família, aquela que a pouco descobriu que já se desenvolvia em seu útero.

- Eu... Vou ter dois bebês... - olhava para a folha, chorando e sorrindo - Maldito pavê, eu vou ter seus filhos... - embora magoado, se mantinha feliz - Você me deixou... Você foi embora... Você me abandonou... - agora a tristeza dominava as demais emoções - Mas... Eu ainda te amo... - sabia que provavelmente Todoroki podia ler seus pensamentos pela marca agora completa no pescoço - Eu ainda te amo... Então... Não demore a voltar... Shouto...

Enquanto falava todas essas palavras a si mesmo, deitou-se na cama e acabou adormecendo entre lágrimas. Estava cansado demais de tantas novidades e do término com o noivo, além de sua segunda marca de mordida ter voltado a doer, então talvez dormindo a dor passasse e se sentisse um pouco melhor. Não sabe quanto tempo dormiu, mas acordou com o toque de seu celular e olhando atentamente o aparelho viu que Denki era quem estava ligando para si, com muita preguiça o atendeu.

- Bakugou, como você está se sentindo? Quer que eu fique aí com você?

- Eu 'tô bem, sou um homem forte! - respondeu um pouco irritado - Não precisa vir, quero ficar um pouco sozinho!

- Tem certeza? Acha seguro?

- Ninguém vai aparecer, pára de ser tão preocupado!

- Você vai para a escola amanhã né?

- Acho que não... Quero um tempo pra mim... Te vejo na segunda...

- Bakugou, isso é muito tempo! Como acha que vou me sentir durante todo esse tempo? Quer me matar de preocupação?

- Caramba, você é o que? Minha mãe por acaso!? - se irritou com a insistência - Olha, prometo atender todas as suas ligações e responder todas as suas mensagens, mas por favor... Quero muito ficar sozinho agora.

- Promete? Eu não estou satisfeito só com isso mas já é alguma coisa...

- Se você viesse, eu sei que ficaria falando o tempo todo sobre aquele duas caras! Imagino que ele tenha te contado, né?

- Sim... Eu falei um pouco com ele e sei que terminaram... Sinto muito por isso...

- Então sabe porque quero ficar sozinho, né? Preciso desse tempo pra pensar e eu prometo conversar com calma com você na segunda.

- Certo... Mas a primeira chamada minha que você não atender eu vou até aí na hora!

- Eu sei, obrigado.

Chamada encerrada. Por ter chorado antes de adormecer, Katsuki se sentia mais aliviado, mas ainda estava muito triste e se sentindo ter sido abandonado por Shouto, mas também estava feliz por estar esperando dois filhos do ex-noivo. Sua segunda marca de mordida já estava doendo bem menos, então deduziu que dormir ajudava mesmo no alívio da dor.

Como também começou a sentir fome e sabia que precisava se alimentar adequadamente pelo bem dos bebês, foi com calma até a cozinha e preparou uma refeição, comendo-a ali mesmo e com certa pressa, afinal seu apetite já estava aumentando. Após terminar de comer, lavou todos os pratos, panelas e talheres que precisou usar, guardando-as devidamente em seguida para manter a casa limpa e organizada. Tendo terminado tudo o que precisou fazer na cozinha, foi até o banheiro do próprio quarto para tomar um banho relaxante e depois se preparar para dormir, querendo que aquele dia acabasse logo. Acabou, enquanto estava na banheira, lembrando o que aconteceu e chorou mais uma vez, permitindo que a sensação de abandono o dominasse com força naquele instante.

Quando saiu do banho, enrolado somente em uma toalha e ainda com uma expressão de tristeza na face, foi até o guarda-roupa para procurar algo confortável para vestir, se trocando ali mesmo em frente ao móvel. Pendurou a toalha que usava em um gancho que ali estava após enxugar os cabelos de qualquer jeito. Quando virou-se a fim de ir para a cama e descansar, foi surpreendido com o que viu ali. Havia alguém sentado em sua cama o observando atentamente e sequer saberia dizer a quanto tempo o intruso estava ali.

Era um homem aparentemente mais velho que Katsuki, com cabelos negros, algumas marcas aparentemente de costura na face e no que era visível de seus braços, era pálido, mas possuía queimaduras por algumas partes do rosto e braços em tons de roxo bem escuros, seus olhos eram profundamente azuis. Por impulso, Bakugou se encostou no armário enquanto ainda encarava o intruso, que agora se levantou e se aproximou do loiro sem pressa. Não sabia o porque, mas não sentiu vontade de fugir no momento, apenas sentia que já o conhecia.

- ... Pobrezinho... Se sentindo abandonado?

- Você... O que faz aqui?

- Eu vim cuidar de você... E do nosso filho.

- NOSSO FILHO!? - aquela parte o assustou - Quem diabos é você!?

- Eu sou... O responsável por essa segunda marca em sua nuca. Pensei que se lembraria!

- Me lembrar? - ficou irritado em descobrir que ele era o causador daquela mordida.

- É... Não lembra mesmo? Que cruel de sua parte... - se atreveu a tocar-lhe o rosto, acariciando-lhe a bochecha - Depois que eu te mordi... Fizemos amor tão apaixonadamente no sofá da sua sala que imaginei que você não conseguiria me esquecer...

- ... Fizemos... Amor..? - não queria acreditar naquele detalhe, não queria ter traído Shouto - Eu não... Eu nunca faria isso! - bateu na mão que lhe tocava o rosto, afastando-o de si - Eu... Nem sei quem é você!

- Sério? Mas eu me lembro muito bem de você chamando por mim... Me abraçando... Me beijando... Pedindo por mais... Foi incrível, ouvir dos seus lábios... Você dizendo "Dabi, eu te amo".

- ... Dabi...

Por um momento, a revelação daquele nome o fez lembrar de mais alguns momentos daquela noite. Lembrou-se de estar mesmo deitado no sofá da sala com o moreno sobre si, "fazendo amor" com Dabi por vontade própria, chamando por seu nome enquanto era feito dele por completo. Naquele instante, agradeceu mentalmente por ter rompido o noivado com Todoroki, pois já não se achava digno de continuar com ele, não depois de ter o traído daquela maneira.

Sentia-se sujo, imoral, um lixo, e em especial por ter, em uma mesma noite, se entregado para o "amante" e depois para o ex-noivo. Agora uma nova dúvida surgia em sua mente, pois lembrou-se que os dois alfas que o morderam também haviam, naquela noite, ejaculado dentro de si, e isso significava que qualquer um deles poderia ser o pai dos bebês que carregava em sua barriga.

- ... Lembrou agora?

- Desgraçado! - desferiu um forte soco contra a face do maior que não tentou esquivar - Eu não acredito! Eu nunca faria isso por vontade própria!

- Eu mereci essa... - disse referindo-se ao soco recebido - Mas tenho uma proposta a fazer para você.

- Proposta!? Que inferno, some da minha casa antes que eu te mate! - o loiro tentava a todo custo não começar uma briga principalmente pelo bem dos bebês - Eu quero que você desapareça da minha frente! - mesmo dizendo isso, Katsuki ainda se culpava por ter "aceitado" se entregar ao moreno - Não entendeu? Vaza!

- Me escute, loirinho... O que tenho a dizer é muito sério, e tem a ver com a segurança dos nossos filhos.

- MEUS filhos! - o corrigiu, já muito irritado - Esses filhos são MEUS e somente MEUS!

- ... Você não está me escutando... - disse bagunçando mais os próprios cabelos.

- NÃO QUERO TE ESCUTAR! EU QUERO QUE VOCÊ MORRA!

- Então não se importa com o que pode acontecer com os bebês?

- 'Tá me ameaçando? Ameaçando os meus filhos? - perguntou incrédulo.

- Não! Estou tentando te alertar!

- ... Tem um minuto da minha atenção.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Se encontrarem erros, já sabem!
Quem mais acha que o Kaminari não vai esperar todo esse tempo levanta a mão ○/
Até a próxima.
Bye Bye ~


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