História O Orfanato - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Death Note, Naruto
Personagens Deidara, Kakashi Hatake, L Lawliet, Naruto Uzumaki, Obito Uchiha (Tobi), Sai, Sakura Haruno
Tags Drama, Naruto, Revelaçoes, Romance
Visualizações 17
Palavras 1.557
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shounen
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Mais um capítulo pra vocês XD
Sei que fiquei muito tempo sem atualizar, por isso, estarei me explicando nas notas finais.
Boa leitura :)

Capítulo 12 - Gesto Inesperado


Fanfic / Fanfiction O Orfanato - Capítulo 12 - Gesto Inesperado

Depois do café da manhã, todos vão para a sala e se sentam no sofá. Deidara fica mexendo com argila; Tobi encara o que o loiro faz com admiração; eu escuto música e Konan faz um origami, sem muita vontade, enquanto Zetsu a observa.

— Esqueci de falar... — Konan fala e todos, inclusive eu, prestam atenção. — Recebi uma mensagem da Vila da Pedra hoje. — Deidara bufa e revira os olhos. — Não faça isso, Deidara. A Pedra é a Vila que mais nos dá dinheiro atualmente. — Suspira. — Enfim... O Tsuchikage quer que matemos um shinobi da Vila da Areia que está perambulando por lá. Ele não sabe a intenção desse ninja, mas tem receio do que ele quer. — Faz uma pequena pausa. — Ele não quer desgastar os preciosos shinobis da Pedra — ela diz, irônica, o que me surpreende, já que ela não demonstra emoções, muito menos ironia —, por isso mandou a mensagem.

— E quem vai matá-lo? — Tobi pergunta passando a mão pela cabeça.

— Você e Amaya — Konan afirma, fazendo o mascarado se desesperar.

— Mas, Konan-senpai, por que a gente? — Tobi pergunta, na tentativa de se livrar da missão.

— Amaya acabou de se unir à Akatsuki. Quero ver como ela se sai em sua primeira missão.

Sinto meus músculos se tensionarem e minhas pernas começam a balançar sem parar. Preciso me sair bem nessa missão, apesar de que terei que matar uma pessoa sem um motivo aparente. Odeio fazer isso, mas será necessário, já que sou um membro da Akatsuki agora.

— Quando vamos? — pergunto ainda receosa.

— Agora. Quanto antes, melhor. — Ela pega uma foto e nos mostra. — Este é o shinobi. Seu nome é Yoshiaki Murakami.

Concordo com a cabeça, me levanto do sofá e sigo para o meu quarto, acompanhada de Tobi. Após arrumar minha mochila e me equipar, saímos da caverna andando tranquilamente.

 

.   .   .

 

O sol já está se pondo e eu fico fascinada com a paisagem, enquanto Tobi anda com as mãos atrás da cabeça. O lugar onde estamos está assustadoramente calmo, o que é preocupante.

Ignoro a paisagem e ando à passos largos, com pressa de chegar à bendita Vila logo. Estou ansiosa para ver como será meu desempenho nesta missão!

Será que esse shinobi é muito forte? Preciso fazer um plano...

Quando estou prestes a bolar o plano perfeito, vejo que tem kunais vindo em minha direção e pulo na direção de Tobi, afim de protegê-lo do ataque. Caímos no chão e eu fico por cima dele.

— Você tá bem? — eu pergunto preocupada.

— Sim... — Ele responde passando a mão pela cabeça. — Humm... Amaya-san...

Percebo o que fiz e saio imediatamente de cima dele. Sinto minhas bochechas esquentarem enquanto ele se levanta do chão.

O que deu em você, Amaya?! A principal habilidade dele é atravessar os objetos! Por que raios você fez isso?!

— Devemos tomar mais cuidado da próxima vez — comento na tentativa de disfarçar o ocorrido.

Ele não responde e continuamos a andar tranquilamente, com pausas para comer e ouvir as teorias sem sentido dele.

 

.   .   .

 

Após três dias de caminhada intensa, chegamos na Vila da Pedra. Meu principal objetivo agora é achar esse tal shinobi. Depois de perguntar para diversas pessoas sobre o paradeiro do ninja, encontro-o num bar bebendo solitário. Me transformo numa garota bonita enquanto Tobi se esconde em uma árvore, um pouco distante do bar, e deixo um clone junto com ele. Corro até o shinobi, desesperada.

— Moço, me ajuda?

— Claro — ele diz antes de se levantar. — Quer ajuda com o quê?

— Minha irmã machucou a perna e eu não consigo carregá-la. — Falo com o tom de voz alterado.

— Onde ela está? — Ele pergunta preocupado.

Acho que nunca atuei tão bem em toda a minha vida!

— Perto da entrada da Vila.

Corremos até um lugar um pouco distante da entrada da Vila da Pedra. Ao chegarmos lá, ele pergunta, já em desespero:

— Onde está sua irmã?

Continuo minha atuação, mantendo o semblante inocente e indefeso, enquanto meu clone desce da árvore.

— O que é isso? — Ele questiona já com uma kunai na mão. — Akatsuki... O que vocês querem?

— Matar você. — Respondo, fria.

Faço o jutsu "Argila Explosiva: Modelo de Centopeia" e uma enorme centopeia de argila sai da palma de minhas mãos e enrola o corpo dele. Consigo ver o desespero em seu olhar e, apesar do meu receio, grito "Hatsu*" e o corpo dele é completamente despedaçado.

Minha consciência pesa por eu ter sido tão insensível, mas tento me acalmar para Tobi não perceber nada.

— Parabéns, Amaya-san! — O nukenin fala, batendo palmas. — Você é mesmo muito forte!

— Ah... Obrigada, Tobi — agradeço, ainda disfarçando meu verdadeiro sentimento em relação ao que fiz. Desfaço o meu clone e o Henge no Jutsu.

Deixamos o corpo ali e voltamos para o esconderijo, andando sem pressa, como se não tivéssemos feito nada grave, quando um pingo d'água atinge meu rosto. Mal termino de tirá-lo da minha bochecha e começa uma fraca chuva, acompanhada de um vento forte. Após alguns minutos andando, começo a sentir frio e a chuva aumenta ainda mais.

— Vamos parar em algum lugar? — Eu pergunto, tremendo de frio.

Tobi concorda e encontramos uma caverna logo a frente. Após entrarmos nela, me sento no chão, encolhida por causa do frio. Ele se aproxima de mim e pergunta:

— Quer meu manto, Amaya-san?

— Ah... não precisa, Tobi. Você vai passar frio.

— Tobi não sente frio.

— Tem certeza?

— Claro! — Ele afirma com tanta certeza que eu aceito o manto, vestindo-o por cima do meu.

— Obrigada — agradeço com um sorriso amigável.

— De nada — ele fala após se sentar ao meu lado.

Ficamos assistindo os intermináveis pingos d'água caírem do céu em completo silêncio. Olho para Tobi de soslaio e mordo os lábios.

Preciso perguntar à ele...

— Tobi, seu rosto... Por que nunca o mostra para as pessoas?

Ele fica em silêncio e eu sinto um peso sobre os meus ombros. Acho que não deveria ter perguntado...

— Você é bem curiosa, não é? — Ele indaga com a voz alterada, muito mais grave do que de costume.

Um frio percorre minha espinha e eu fico paralisada. Meus olhos se arregalam e sinto as batidas descompassadas do meu coração.

Seria essa sua verdadeira voz ou ele está fazendo mais uma de suas brincadeiras estúpidas comigo?

— Q-que voz é essa? — pergunto, ainda assustada. Nunca o vi alterar a voz desse jeito!

— Esta é a minha verdadeira voz — ele afirma e se levanta, o que me provoca medo.

Ele se vira para a entrada da caverna e não se pronuncia mais. Tento amenizar meu pavor e minha curiosidade fazendo uma pergunta:

— Seu nome é mesmo Tobi?

Após longos segundos, ele responde:

— Não.

— Então como você se chama?

— Não vou dizer.

Após infernizá-lo, ele finalmente responde:

— Cada coisa no seu tempo.

A frustração me corrói e eu fico emburrada.

Maldição! Qual o problema dele?! Me atiça mostrando sua verdadeira voz e não quer me dizer seu nome?!

Fico emburrada, até que a frustração dá lugar à curiosidade — novamente.

— Posso ver seu rosto? — Pergunto após me levantar do chão. Me aproximo cautelosamente, não sei qual a sua intenção.

 Ele se vira para mim e eu me aproximo ainda mais, ficando há milímetros de distância de seu corpo. Passo minhas pequenas mãos pela máscara espiral, me segurando para não tirá-la.

— Não — ele responde, seco.

— Qual o problema?! Eu não sei o seu nome mesmo!

Minha agonia cresce a cada segundo que passa. Quanto mais ele demora para dar uma resposta, mais minha vontade de arrancar sua máscara aumenta.

Quando estou prestes a arrancá-la, ele questiona:

— Tem certeza de que quer vê-lo?

— Claro!

Ele me encosta na parede e meus músculos se tencionam. Nos encaramos por algum tempo, até que ele profere as palavras que mais ansiei ouvir até o momento:

— Faça o que quiser.

Passeio minhas pequenas mãos pela sua máscara: uma fica paralisada em um ponto fixo, enquanto a outra a levanta. Sinto meu coração bater rápido e minha respiração ficar instável. O semblante pelo qual esperei tanto para ver está prestes a ser mostrado para mim!

Depois de momentos de aflição, finalmente tiro sua máscara. Analiso seu rosto alvo e... Oh, Deus... Mesmo com a enorme cicatriz que constitui metade dele, ele é simplesmente encantador! Ignoro o Sharingan em um dos seus olhos e, guiada pelo impulso, puxo-o para mim, quebrando a distância entre nossos corpos. Nossos lábios se encostam e eu passo uma de minhas mãos pela sua nuca, enquanto a outra acaricia seus cabelos espetados. Nossas línguas ficam dessincronizadas a princípio, devido ao nervosismo dele, mas logo entramos em sincronia e nos beijamos lentamente. Ele me encosta na parede e passa as mãos pela minha nuca e cintura, enquanto me beija com paixão. Não esperava que ele fosse ter essa reação!

Paramos o ato por falta de fôlego e nos encaramos enquanto recuperamos o ar.

Ao perceber o que fiz, fico envergonhada e ele ri. Seu sorriso é tão lindo quanto ele próprio! Ele sela nossos lábios várias vezes e, após o momento romântico, nos sentamos no chão. Encosto minha cabeça em seu ombro e não pronunciamos palavra alguma.

Me sinto anestesiada ao lembrar do momento que tive instantes atrás. Ele correspondeu o meu beijo! Isso significa que... ele está apaixonado por mim! E eu... não sinto mais uma mísera atração por ele; agora o que sinto é realmente paixão!

Será que devo arriscar?


Notas Finais


Então, pessoal, a história está há um tempão sem atualizar porque fiquei sem meu computador (portanto, não poderia fazer a capa) por um tempo e a inspiração simplesmente se esvaiu! Me desculpem por isso, farei o possível para que não aconteça novamente! :)

Enfim... O que acharam do capítulo? Adoraria saber a opinião de vocês XD
Beijinhos <3


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