História O Orfanato (Imagine Jungkook) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jungkook, Personagens Originais
Tags Hentai, Jungkook, Yaoi, Yuri
Visualizações 12
Palavras 1.181
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente me desculpem a demora, quando tive a ideia de escrever essa história e estava na casa da minha avó e lá tinha Wi-Fi...

Aqui em casa não tem e fica muito difícil de continuar.

Mais aí vai mais um capítulo

Espero que gostem.

😊😊😊😘

Capítulo 2 - Primeiro dia


Quando acordei, a enxaqueca me atacou com muita força que mal consegui abrir os olhos. Me levantei e percebi, olhando a janela que já estava de manhã. Fui em direção a minha mala no chão e peguei roupa íntima, uma calça jeans preta, uma regata branca, minha jaqueta de couro preto que tanto amo e por último um tênis branco da Adidas. 

Vizualizei melhor o quarto e resolvi que mais tarde eu arrumaria um jeito de deixa - ló ao meu gosto. Entrei no pequeno banheiro do dormitório, tomei um banho relaxante e não muito demorado, me sequei e me vesti. Me olhei no espelho e meu rosto estava inchado e vermelho, acho que pela noite passada. Arrumo meu cabelo em um coque bagunçado e saio do banheiro. Vou direto a minha mala, a ponho na cama e começo a tirar as minhas roupas, abro o quadra - roupas e fico um pouco surpresa ao me deparar com algo bem estranho. 

O que um chicote estaria fazendo em um dormitório de um orfanato?

O chicote era de um couro marrom trançado, tinha uma forma bem peculiar, nunca peguei num desses em toda a minha vida. Quando peguei senti sua leveza e maciez. Era lindo. De quem será isso? E por que deixaria aqui onde qualquer um pudesse pegar?

De repente me lembrei da carta que tinha caído do quadra - roupa. Olho para o chão a sua procura e vejo a pontinha branca do papel aparecendo abaixo do móvel. Deixo o chicote no lugar, pego a carta e me sento na cama, a abro e o que leio me deixa confusa, bastante confusa.

"Caro novo órfão (ou órfã) que ficará com esse quarto...

Sugiro que você não saia durante a noite e nem se incomode em abrir a porta depois das 20:00 quando alguém vier abrir. Se você o fizer, ou peferirar nunca ter sido levado à esse orfanato ou se juntará aos outros órfãos e cometerá atos que talvez você se arrependa um dia. Não deixem que o(a) corrompam. Fique na sua. Não faça amizade com esse tipo de gente. Fique longe deles. Eu não direi o que acontece apenas para não assusta - lo(a), eu poderia escrever tudo aqui mais eu sei que você ficaria horrizado(a) se ainda tem sua mente consevarda e não perversa. 

P. S.: Não toque nesse chicote, ele é um tipo de instrumento que você usa durante as aulas da noite. Ou depois que você já aprendeu."

Abri minha boca mais fechei novamente. Sem palavras. Minha mente por conta própria voou para longe tentando imaginar o que possivelmente acontece durante a noite. 

Balanço a cabeça e amasso o papel. Sem sentido. Provavelmente nada aterrorizante. Eu acho. Passo meia hora arrumando minha cama e colocando minha roupas dentro do armário. Resolvi sair. Se aqui tem uma escola, com certeza deve estar tendo aulas. Passo por vários corredores que estão vazios, assim como ontem, e sigo direto pra recepção. 

Quando chego, avisto uma garota, a secretária  e acho, secretaria da que estava aqui ontem sentada no colo de um cara. Ele passava as mãos por todo o corpo dela, apertava sua bunda e murmurava coisas sem sentido enquanto ela se remexia em cima dele e o beijava. No instante eu queria desaparecer mais eu precisava que alguém me desse informações e ela era a única aqui que podia me responder e bom, agora tem esse cara. 

Tosso de leve mais eles não me escutam, aumento mais o tom e eles param o que estão fazendo e se viram em minha direção, a garota me olha perplexa enquanto o cara que agora se encontrava em baixo dela tentava se levantar. 

- O que você quer garota? - ela pergunta, sua voz está rouca e quando se levanta percebo que está sem sutiã, ela abaixa a saia e arruma o cabelo. 

- Eu já vou indo. - diz o cara ajeitando a calça e a camisa amassada, ele sai porta afora deixando apenas eu e a secretária. 

- Eu te fiz uma pergunta? - ainda sem tirar os olhos de mim, se senta e fica me encarando. 

- Eu só quero fazer algumas perguntas. - me aproximei do balcão. - Os alunos agora estão em aula, né?

- Sim, e você devia estar na sala de aula agora não? 

- É que eu cheguei ontem e ainda não tenho os meus horários. - respondo e ela levanta as sombrancelhas como se estivesse lembrado de algo.

- Ahhhh, você é a órfã novata... - ela pega uns papéis e me entrega. - Me avisaram de você. Assine esses papéis aqui... - ela aponta para uma linha com um nome "Aluno(a)" -  E assine aqui. - ela apontou para outra linha com o número do meu quarto.

Peguei um caneta ali perto e assinei. Já foram tantos papéis que tem meus dados que já perdi a conta. Quando termino a mulher me entrega um uniforme, acho que da escola, meus horários e o papel da sala em que eu vou estudar. 

- Seus livros e cadernos estão no armário 48, aqui está a chave. - ela me entrega a chave, eu pego e vejo seus detalhes. Tinha rosas desenhadas na chave. Perfeita. Deve ter sido de alguma garota.

Olhei para os horários e vi que a segunda aula era de biologia às 11:00, procurei por um relógio de parede logo o encontrando e vendo que já era 10:47. 

Eu apenas peguei minhas coisas de cima do balcão, corri, gritei um obrigada a secretária e em disparada cheguei em meu quarto. Joguei as coisas na cama, tirei minha roupa, vesti o uniforme, uma saia preta que ficou no meio das minhas coxas, uma blusa branca de mangas compridas com uma gravata azul, meias pretas até abaixo do joelho, um sapatinho preto fofinho e um casaco azul com preto com um símbolo no peito, o símbolo da escola. Passo um perfume e me olho no espelho. Incrível. Tô parecendo uma prostituta da cintura pra baixo.

Antes de sair do quarto, fico com um encomodo no pescoço, afrouxo a gravata até a altura dos seios e abro dois botões. Agora sim estou parecendo uma prostituta. Saio do quarto, o tranco, coloco a chave do armário no meu chaveiro que ganhei da minha mãe, e corri para a escola. 

Saio do orfanato e atravesso o campus. Chego na escola e logo vejo um relógio de parede. 10:58. Procuro meu armário achando o mesmo, o destranco e vejo uma mochila, a minha mochila, olho dentro rapidamente e lá encontro o livro de biologia com um caderno é um estojo. Tranco o armário e pego o papel da sala. 

Triiiiiiiiiimmmm

O sinal tocou. Vejo vários alunos saindo das classes. Todos órfãos. 4 - C é a sala que terei aula de biologia. 8 - B, 2 - C, 4 - C. Achei! Já estava tendo aula. Bati e entrei.

Todos que estava sentados e outros que estavam entrando comigo, me encararam. Meus olhos passearam pela sala e pararam subitamente sobre os olhos negros que vi ontem. A minha respiração trava e já não sei mais onde enfiar a cara.


Notas Finais


Feito!!!!
Continua????

Amo vcs😘


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