História O Outro Lado - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~AnnaEsttevao

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Colegial, Comedia, Escolar, Ficção, Mistério, Novela, Originais, Romance, Saga
Exibições 23
Palavras 1.562
Terminada Não
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


GENTE, PELO O AMOR DE DEUS, DEEM UMA OLHADINHA NA CAPA DA NOSSA HISTÓRIA.
ISSO MESMO.(1...2...3...).
ELA TÁ DIVAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA(morta).
OLHA, EU TÔ MEIO QUE PROCESSANDO ELA AINDA(pra quem não percebeu, é um gif).
TODOS OS CRÉDITOS PARA A LINDA E MARAVILHOSA tcat, DA Thaís Thomas Design Fanfiction.
AS PALMAS SÃO TODAS VOLTADAS EXTREMAMENTE PARA ELA, QUERIDOS! *Palmas, palmas e palmas.*
Ok, meu ataque de euforia passou. Enfim, espero do fundo do coração que tenham gostado do resultado final da NOSSA capa! Digam o que acharam nos comentários! <3
P.S.1.: Essa é uma das minhas surpresas! Vem vindo outra por aí. ;)
BEIJOOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

Capítulo 14 - Sombras.


*PIIIM PIIM PIIIM PIIM PIIM*

[Melissa]:- Aaargh!- Assim que o despertador começou a tocar, tampei meus ouvidos. Como eu odeio esse som! Peguei o travesseiro que eu abraço durante a noite e comecei a bate-lo em minha cabeça. PORQUE ESSA COISA COMEÇOU A TOCAR BEM NA MELHOR PARTE DO MEU SONHO?! Depois de soltar algumas palavras não muito legais, dei um tapão no despertador, fazendo-o parar de soltar os PIM PIM PIM irritantes dele. Sentada na cama, peguei o meu celular que estava no criado-mudo e fiz com que minha playlist de kpop começasse a passar; ao som de MAMA, do J-Hope(BTS) me levantei e comecei a cantar a música, bem alto mesmo. E eu estava ligando para os vizinhos? Não mesmo! ''Mas Mel, e sua vó?'' Primeiro: minha vó adora essa música, por mais estranho que seja. Segundo: antes de eu selecionar a música, tinha ouvido o barulho de umas coisas caindo lá em baixo, provavelmente na cozinha; minha vó já acordou, então por aqui não existe problema de eu estar gritando!- ''HEY MAMA!''- Entrei no banheiro e tirei minha roupa, dançando um pouquinho(não confiem em mim não. Eu tava é fazendo os passinhos de Street Dance mais legais que você poderia ver) enquanto me preparava para entrar em baixo da ducha. Girei a torneira, de modo que a pressão da água me atingisse com tudo.-''HEY MAMA!''- Peguei o sabonete e comecei a me esfregar ao som da música.-''HEY MAMA!''- Soltei a última frase da música, bem dramaticamente, com pose e tudo. Pra quem não a conhece, recomendo-a do fundo da minha alma. Como se fosse uma deixa, CYPHER PT.4(BTS) começou a passar, com toda a sua força imponente(tô dramática demais, socorro). Como essa e a música de antes são em coreano(deixando bem claro que a de agora é um rap bem louco), meu (suposto) coreano acabou virando alguma língua extraterrestre impossível de meros humanos como nós reconhecermos e entendermos. Pelo menos eu tento, meus amigos.-''YA PLAYA HATERS YOU SHOULD LOVE YOURSELF, BRR!''- Eu definitivamente berrei a última parte da música. Eu não tô brincando, sério. Como eu tinha acabado o banho e já estava do lado de fora do chuveiro desligado, tenho certeza de que ouvi uma vizinha minha gritando algo como ''CALA A BOCA GAROTA!'' Nha, vejo isso com ela depois. Por enquanto, vai ser só eu e minha felicidade matutina inexplicável. Me sequei, enquanto minha playlist passava e eu cantava junto com as músicas, claro. Hoje eu vou para o colégio com uma blusa azul e uma calça jeans rasgada. Fiz uma make básica, como todos os dias, peguei minha mochila, a coloquei nas minhas costas e peguei meu skate. Fiz com que as músicas parassem de tocar e peguei o meu celular, o guardando num bolsinho que estava ao meu alcance em minha mochila. Já que uma das minhas mãos estava ocupada com o skate, tive um pouco de dificuldade para abrir a porta mas depois de um tempo, finalmente consegui. Desci as escadas, esperando ver minha vó fazendo alguma coisa, mas o que eu encontrei foi o silêncio.- Ué...- Olhei em volta, e no meio de uma das minhas procuras, ouvi dois estalos altos. Levei um susto, pulando. Abri um pouco a porta do quarto da minha vó e apenas a encontrei dormindo com seus rolinhos nos cabelos. A fechei devagar, um pouco hesitante. Virei minha cabeça um pouco pro lado, e tenho certeza de que vi uma sombra pulando a janela. Com isso, virei minha cabeça para o lado brutalmente, correndo em direção a janela. Joguei meu skate no chão e me escorei na mesma, que estava aberta; Home Sweet Home é uma cidade segura, por isso eu e minha vó optamos por deixar exatamente essa janela aberta nos dias abafados. Bem, hoje foi o caso. Olhei para os dois lados e gritei para quem quer que tivesse entrado em casa.- Olha aqui, malandro! Nunca mais entre nessa casa, belê? Você não sabe com quem está se metendo.-Voltei com meu corpo para dentro de casa e fechei a janela com tudo, intimidando o ladrão, espero eu. Aproveitei e tranquei tudo que eu poderia trancar, rapidamente. Peguei meu skate novamente e abri a porta principal. Antes de sair, dei duas batidas nela; eu e minha vó temos esse código para darmos tchau uma a outra quando não estamos próximas e com pressa. Assim, ela saberia que eu me lembrei dela(se ela me escutasse, claro). Sai e tranquei a porta, me certificando se ela realmente tinha trancado. Desci as escadas da minha varanda e joguei o skate no chão com as rodas para baixo quando cheguei na calçada, subindo nele e dando um impulso com o pé. Como eu não fiz nada no meu cabelo, consequentemente ele estava solto. Com isso, ele ficou se balançado, sendo levado pelo vento. Não sei porque, mas me lembrei daquela cena que eu tive em minha mente no primeiro dia de aula. Uau... isso parece ter sido semanas atrás, mas foi anteontem. Dei mais um impulso com o pé, aumentando minha velocidade e espantando meus pensamentos. Acabei de me dar conta que não comi nada antes de ir para a escola, por causa do que aconteceu. Ah... vai dar tempo de comer alguma coisa na lanchonete, então ok. Depois de alguns minutos de trajeto, cheguei até a escola. Vi que já havia algumas pessoas no local, mesmo sendo relativamente cedo. Saí de cima do meu skate, indo até a lanchonete. Como a quantia de dinheiro que eu tinha era apenas para o lanche do intervalo, tentei pegar a coisa mais barata que tinha, melhor do que nada, não? Satisfeita, fui em direção a escola. Quando estava subindo as escadas, senti uma respiração atrás de mim. Olhei rapidamente para trás, gritando após receber um susto de... 

[Melissa]:- Thomas!- Metralhei Thomas com um olhar de ódio, enquanto ele estava rindo. 

[Thomas]:- Eu mesmo! Acho que essa minha vingança foi...bem sucedida.- Ele me olhou, levantando sua sobrancelha direita. Apenas dei uma risadinha, revirando meus olhos. 

[Melissa]:- Para mim você está carente de atenção mesmo.- Ele me deu um soco leve no ombro e eu fingi que tinha doído. Rimos que nem uns retardados durante alguns segundos, para logo depois percebermos que todo mundo que estava no momento na escola estavam nos encarando, provavelmente sentindo vergonha alheia de nós dois. Mesmo assim, começamos a rir ainda mais. Depois dessa clara confirmação de que somos doidos, retardados, qualquer coisa do tipo, fomos para o lado da porta de nossa sala, antes, parei no meu armário e deixei meu skate lá dentro. Eu e Thomas ficamos conversando durante um tempo, e preferi não comentar sobre o malandro que tentou invadir minha casa, afinal das contas, não queria preocupa-lo. Quando a porta da sala foi aberta, me sentei no lugar habitual, ao lado de Thomas. Depois de um tempo conversando, vi que...na verdade, quem estava entrando na sala? Olhei meio torto para a pessoa com olheiras profundas e um olhar cansado que estava entrando. O garoto estava com um cabelo desgrenhado e parecia que tinha escolhido qualquer roupa do guarda roupa. Eh...esse ''garoto'' é o Tom? Arregalei meus olhos, e acho que fiquei encarando Tom por tempo demais, porque ele começou a me encarar também. Não desviei o olhar, estava tentando entender o que raios tinha acontecido com ele para ficar assim. Quando eu estava quase caindo da cadeira, Thomas disse:

[Thomas]:- Eu vou ao banheiro, ok? Me espera que volto logo.- Ele estava se levantando, quando sussurrou: - Para de encarar esse novato, maluca.- E foi embora. Acho que ele não percebeu que o ''novato'' era Tom. Olhei para os lados, quando me certifiquei que ninguém estava na sala, e me levantei de minha carteira, chegando um pouco mais perto de Tom. Fiquei em silêncio durante um tempo, ainda o encarando, finalmente falando: 

[Melissa]:-Você tá bem?-Minha voz saiu fina de mais. Ele me olhou um pouco confuso, respondendo com uma voz igual a um sussurro:

[Tom]:-Pensei que me odiasse.- Ele olhou para o lado, meio nervoso. Percebi na hora, estava tentando mudar de assunto.

[Melissa]:-Eu não odeio pessoas que conheci não tem nem 4 dias. Apenas se me derem motivos.- Respondi rapidamente Tom, logo após falando:- O que aconteceu?- Apertei um pouco mais o olhar, tentando tirar algo dele.

[Tom]:- Só estava tentando salvar o universo.- Seu tom estava meio irônico, e me passou a possibilidade de eu dar um soco nele. Poxa, eu só estou tentando ser legal! Revirei os olhos, bufei, e voltei para minha carteira, falando alto:

[Melissa]:- Esse é um dos primeiros estágios para odiar alguém. Se não me quiser como inimiga, é melhor parar.- A expressão de Tom fechou, e quando ele ia abrir a boca para falar algo, Thomas chegou gritando:

[Thomas]:- VOLTEI PARA A ALEGRIA DE TODOS!- Parei de olhar para Tom, começando a ignora-lo. Tocou o sinal, e os alunos começaram a entrar na sala. Thomas já havia se sentado, e a professora de matemática chegou. Depois de alguns minutos, Jade e Joseph entraram na sala, meio envergonhados. Não escutei o diálogo com a professora. Como eu já sabia a maioria das coisas que a professora estava falando, fiquei lendo os comentários que estavam escritos em minha carteira. No meio da confusão de letras, vi uma frase meio estranha, em uma letra cursiva perfeita:

''Não estou sendo irônico.''

Opa.
 


Notas Finais


obregadinhan pela atençaum e leituran di todus, eu amar vocês


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