História O outro lado - Capítulo 2


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Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Opaaaaa! estamos aqui mais uma vez para continuar-mos essa histórinha e por favor deixem seus comentários, me ajuda imensamente! Espero que gostem 😘

Capítulo 2 - Sem atraso!


Fanfic / Fanfiction O outro lado - Capítulo 2 - Sem atraso!

—Mas e aí, foi bem na prova?—perguntou Fernanda. Estávamos na escola estudando para a prova do dia seguinte. Não era um encontro nem nada do tipo, Estávamos apenas estudando como duas pessoas normais
—bom, acho que fui, não tenho muito problema com matemática—respondi enquanto olhava distraído pela janela. Fernanda parecia um pouco envergonhada, não parava de mexer no cabelo e parecia estar bem nervosa
—Thomas, eu... não sei como dizer isso, bem... não sei se reparou mas...—a imagem do rosto de Samantha passava pela minha cabeça constantemente, e quase que sem perceber interrompi Fernanda com um
—Samantha!
—o que?
—Samantha, aquela garota da 1200 que parece um fantasma, o que sabe sobre ela?
—bom, eu estudei na mesma turma que ela ano passado, ela era bem quieta e bem arrogante quando era cumprimentada
—ta, mas e a família dela? sabe alguma coisa?
—da família, deixa eu pensar... ah, eu lembro de uma coisa
—o que?
—eu lembro que um dia a Bia e a Ju chamaram ela para a festa que estavam organizando, não esperávamos que ela iria, mas surpreendentemente ela apareceu e...
—e?
—ela tinha chegado bem no início da festa, então ninguém pôde presenciar a cena, mas eu e a Bia vimos
—ta, mas o que tem de mais nisso?
—ela tava num carrão, é isso
—carrão? Então quer dizer que ela é riquinha?
—provavelmente, tirando o fato dela estar usando um anel lindíssimo
—e o que mais ela fez na festa?
—acho que não muita coisa, ela simplesmente sentou-se no sofá e ficou aguardando. Oferecemos bebida mas ela recusou de uma forma bem... estranha, e então ficou lá sentada até a festa de fato começar, depois disso eu não a vi mais, apenas soube que ela havia chamado uma outra garota de "verme insolente"
—nossa... você disse que ela recusou a bebida de uma forma estranha
—ah sim, ela simplesmente nos encarou e disse "tire essa merda da minha frente"
—que coisa estranha
—né, fora isso eu soube de uma história bem bizarra
—bizarra? Como as...—enquanto falava, fui interrompido por um barulho vindo de umas das carteiras do fundo da sala, Fernanda se assustou um pouco e disse
—é melhor a gente parar por aqui, eu tô ficando com medo
—ta bom, então vamos falar de outra cois...—novamente sou interrompido, mas agora é pelo celular de Fernanda. Primeiramente tomamos um susto daqueles, mas era apenas o pai dela
—meu pai tá me esperando la em baixo, até mais
—até mais—nos despedimos com um abraço e ela meteu o pé. Fiquei mais um pouco na sala para arrumar minhas coisas, dessa vez não fui abordado por uma maluca, mas ainda estava bem nervoso. Saí da sala e fui em direção a escada, quando escuto passos atrás de mim. Me viro rapidamente, mas não vejo nada. Nesse momento eu estava com o cu na mão e me virei em direção a escada planejando correr o mais rápido possível. Porém aquele mesmo fantasma do dia anterior apareceu para me assombrar. Era ela, estava com dois grampeadores prontos para grampear minhas bochechas
—do que estavam falando?—perguntou
—nada! nada!
—tem certeza? acho que escutei meu nome no meio da conversa?
—não era nada, nada de mais
—hum, é mesmo?
—sim! com certeza!
—ta bom—disse Samantha, afastando os grampeadores do meu rosto
—serio?—perguntei surpreso
—aham—e soltou um sorriso encantador. Eu estava quase acreditando que ficaria por ali mesmo, mas eu estava enganado. Samantha desferiu um soco no meio do meu estômago e me pôs os grampeadores nas minhas bochechas novamente
—acha que eu sou otária?
—não! não era isso
—quer saber, você realmente me decepcionou, me encontre atrás da farmácia meia noite, já sei o que farei com você—disse Samantha enquanto me fitava com aquele olhar misterioso. Ela ameaçou apertar o grampeador, mas graças a deus ela não o fez, apenas se virou e foi embora. E eu, bem, eu voltei pra casa correndo, não queria topar com ela de jeito nenhum. Fui para o meu quarto sem jantar e fiquei pensando no que aconteceria essa noite até que peguei no sono. Por sorte eu consegui acordar na hora, ou quase. Acordei exatamente meia noite e me arrumei rapidamente para encontra-la. Ao chegar reparei que ela carregava um bastão de beisebol e fiquei mais cagado ainda, não fazia ideia do que ela poderia fazer com aquilo
—você está atrasado—disse a garota com um olhar sério, enquanto batia levemente com o bastão na parede
—bom, eu acabei pegando no sono...
—ta bom, vamos logo para o plano
—plano?
—você vai ver—percebi um sorriso crescendo levemente em seu rosto. Caminhamos por um tempo e chegamos no destino. Estávamos em frente à uma casa bem grande, e sem titubear Samantha começou a forçar a tranca do portão
—o que está fazendo?—perguntei
—cale a boca!
Ela conseguiu abrir a fechadura com facilidade e entrou no local e eu a segui bem apreensivo, simplesmente não consegui sair correndo, algo naquela garota me fez continuar com aquela loucura e eu apenas a segui. Andamos pelo quintal e avistamos uma bicicleta
—perfeito!—disse Samantha com um sorriso malefico no rosto. Porém quando me aproximei eu percebi onde estávamos. Aquela bicicleta era da Rafaela, ou seja, Estávamos na casa dela
—o que está fazendo? temos que fazer sair daqui
—fica quieto ou vão nos ouvir—Ela parecia gostar daquilo. E em meio aquela discussão em voz baixa escutamos uma voz masculina de dentro da casa—hey! Quem está aí?
—temos que ir agora—disse Samantha
—não, eu vou contar pra ele o que aconteceu e vou me desculpar—respondi e antes que eu percebesse, aquela demonia havia algemado minha mão à bicicleta
—explica isso pra ele
—não... você não fez isso
—sim, eu fiz—respondeu Samantha. Não tive muita escolha e subi na bike. Ela também subiu, mas antes, arremessou o bastão no vidro da porta da casa e então subiu atrás e abraçou meu tronco. Pedalei o mais rápido que pude e quando percebi já tinha atravessado quase todo o bairro. Os seios de Samantha pressionavam minhas costas e por um momento esqueci que ela era completamente piradinha e de toda loucura em que estava me metendo
—isso foi foda!—gritou Samantha
—o que está falando?—eu ainda tava preocupado, mas não pude deixar se ser contagiado pelo seu sorriso
—o que está sentindo? no que está pensando?
—eu não sei, acho que medo
—isso te excita não é?
—hã?
—isso tudo! a bicicleta, meus seios
—bom... é... eu...
—não precisa responder hahaha, você é realmente um pervertido de merda, como eu imaginava hahahahaha

   


Notas Finais


Obrigado por lerem pessoal! Foi um pouco wtf, mas acredito que irão se acostumar. Deixem seus comentários e até a próxima gente má 😜😍


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