História O outro lado - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, espero que gostem desse cap. Deixem seus comentários e aproveitem a leitura 😍

Capítulo 4 - Hoje sim! Hoje não...


Fanfic / Fanfiction O outro lado - Capítulo 4 - Hoje sim! Hoje não...

Devido ao traumático encontro que vivenciei, passei todo o fim de semana meditando sobre a vida em geral. Mas não como os monges tibetanos e toda aquela enrolação de sentir a própria alma. A minha forma de meditar era jogar jogos ruins que ninguém conhece e pensar na vida. E o por quê de eu fazer isso? simples. Os jogos são tão ruins que imagino que poucas pessoas "zeraram", então perco meu tempo por fazer isso, ou tentar (é divertido, tentem). Porém, na noite úmida e nebulosa de um sábado qualquer meu telefone toca e corta minha linha de pensamento. Parecia um pouco um filme de terror, afinal quem estaria me ligando? Amigos? Haha que amigos? Namorada? Não viaja. O demo? Talvez. Ou pior, a Samantha? Não pode c. Peguei o telefone com calma, um pouco trêmulo confesso. Conferi o número que estaria me ligando (desconhecido) e calmamente atendi.
—alô, quem me solicita às 23:00 de um sábado?—fui educado para não insultar o possível estripador
—...—mas apenas uma respiração pesada responde
—novamente, quem é?
—eu não aguento mais, eu só quero sumir—responde uma voz baixa e trêmula, impossível de reconhecer
—oi? eu não tô reconhecendo, por favor apresente-se
—eu sei...
—hã?
—não me esqueça
—Samantha? Samantha? É você?
~biiiiip biiiiip biiiiip chamada encerrada~
E assim minha noite foi terrivelmente estragada. Samantha, deve ser ela. Eu devia pensar duas vezes antes de visitar um psicopata. Tranquei todas as entradas da casa e fechei todas as cortinas, estava oficialmente instaurado o protocolo anti-samantha ou BlueSam, tanto faz. Encerrei a rotina de jogos e refugiei-me em minha fortaleza (cama), permanecendo lá quase todo o domingo.
Na segunda-feira eu estava mais apreensivo do que nunca. Samantha compareceu, porém distante como sempre.
Todos ainda comentavam sobre o incidente e rodeavam a Rafa, a poeira tinha abaixado um pouco. Mas era terrível ver todos tentando aproveitar da situação. Entretanto, rebaixei-me aos porcos e tentei o mesmo.
Eu sabia que não podia ser qualquer ocasião. Para ser perfeito tinhamos que estar a sós, e então esperei o momento certo para atacar. E foi quando a minha musa se distanciou de todas aquelas garotinhas, que eu me aproximei. No primeiro momento ela não me notou (ou fingiu que não), mas meu orgulho não permitiu-me sair dali sem o trabalho feito.
—oi, como você ta?—cumprimeitei-a de forma clichê e tímida
—oi, to bem. Obrigada por perguntar—e ela respondeu generosamente. Eu sabia que ela não era como as outras
—eu soube do que rolou, pensei que talvez precisasse de alguém pra conversar ou sei lá
—ah sim haha. Obrigada. Você nunca falou comigo, mas eu aceito um ombro amigo—"ombro amigo? Masoq" pensei
—bom, você não parece ser como as outras. Então não tem problema
—é bom saber disso. Mas então, como se chama?
—Thomas
—prazer, Rafaela
—nome bonito haha. A gente podia sair um dia, que tal?
—talvez, vai ser meio difícil. Meu calendário anda uma loucura ultimamente.
—entendi, tá tudo bem...
—mas a gente pode voltar pra casa junto hoje. Me encontra no ponto perto da escola, eu vou pra lá depois de resolver algumas coisas aqui. Aí podemos ir, tá bom?
—serio? seria ótimo.
—pegamos o mesmo ônibus afinal
—otimo, até mais então
—até—despediu-se Rafa. Passei todo o resto da aula esperando a saída. Contei os minutos por aquele momento.
Cheguei ao ponto de ônibus e esperei Rafaela como o combinado. Ela demorou um pouco, mas eu ainda não perdi as esperanças. Demorou mais um pouco, e eu estava começando a desacreditar. E após 2 horas eu percebi que ela não compareceria.


Notas Finais


Obrigado pela leitura! esperam que tenham gostado e não se esqueçam de comentar. Até a próxima gente má! 😊


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