História O outro lado do lago sem fim - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Comedia, Drama, Romance, Sobrenatural, Suspense
Exibições 8
Palavras 1.161
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Famí­lia, Festa, Poesias, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Muitas coisas ainda irão acontecer, e talvez quem sabe te surpreender <3


Boa leitura!

Capítulo 2 - Sonho?


 

    Eu estou deitada, me remexia todo minuto, incomodada, virava de um lado para o outro. Nada parecia me satisfazer. Minhas costas começam a doer intensamente, como se eu estivesse em cima de uma pedra. Abro meus olhos paulatinamente, mesmo que abro meus olhos sinto que é como se eles ainda estivessem em plena escuridão, assim como quando estão fechados, eu levanto rapidamente, assustada, minha visão aos poucos vai tomando forma, a imagem torcida se destorce, enfim. O que era aquilo? Quase caí para trás, eu pensava que tinha  medo,mas era bem pior como quando você assiste um filme de terror e não o tira da mente, então você começa a ter medo da sua própria imaginação. Não era igual quando pequena que você adormecia no sofá e aparecia "magicamente" na cama. Aquilo? Aquilo era... Real. Não era um sonho, e se fosse, seria um dos mais reais que já tivera na minha vida desde então. Eu de fato estava em cima de uma pedra surpreendentemente descomunal, " como eu fui parar ali? Por que eu dormiria em uma pedra, em um lugar totalmente desconhecido?" Muitas perguntas vieram à minha cabeça, é claro. Estava escuro, eram aproximadamente 3h e alguns minutos... Estava em uma pedra em meio a uma diversidade de árvores, sons de grilos e cigarras que eram assíduos por ali. A lua iluminara, fazendo as sombras próprias se sobressaírem, o cheiro fresco, o ar estava úmido da neblina e me deixara com frio, já que minha veste era um pijama de seda, apenas.

Sentei-me na pedra colossal que dava à boca de um penhasco sem entender nada do que estava acontecendo, quando senti um bafo quente de um suspiro vindo de trás de mim, uma mão fria e suada pousara nos meus ombros me deixando tremula e desconfortável. Minha alma parecia sair do meu corpo e voltar, mal consigo me virar. 

- Não tenha medo, Cloe Peter!  Não vou machuca-la...

Era uma voz masculina, foi só o que eu consegui identificar naquele momento sobre quem poderia ser.

- Q-Quem é v...- Nem completei a frase e logo fui interrompida.

- Eu estou aqui para protege-la, por favor... Não tenha medo de mim- E então, ainda com as mãos no meu ombro, vira meu tronco, me forçando a ficar de frente com este, meus olhos semi-abertos rapidamente são desviados, era um homem alto de capuz preto, o mesmo cobria seu rosto, fazendo com que eu não conseguisse vê-lo , por um segundo eu quis saber sua identidade. Ele parecia tenso. Ele tira a mão do meu ombro. Mas os segundos de coragem em querer descobrir sua identidade se foram junto comigo, eu corri o mais rápido que pude, meu folego parecia quase se esgotar, eu avistei uma estrada de terra, angustiada gritei por ajuda o mais alto que eu pude, mas ninguém passou por ali naquele momento. Inquieta eu chorei com enorme aflição. Até que... Uma viatura passa,  fazendo meu desespero gritar por ajuda novamente. A viatura para, a janela é aberta, um policial de idade ajeita seus óculos de grau. 

- P-Por favor, me ajude! Eu não sei onde eu estou, acordei em uma pedra aqui perto sem entender, um cara estava lá também, eu não o conheço, por favor!! Preciso ligar para os meus pais, eles devem estar preocupados...

- Entre jovem! Vamos à delegacia, lá entraremos em contato com os seus pais, se acalme! - Então eu entrei na viatura.

Chegando na delegacia eu expliquei a situação, no primeiro momento julgaram que eu poderia ter usado algum tipo de drogas ou consumido bebidas em excesso, porque o que eu dizia para eles parecia soar uma coisa besta de uma adolescente maconheira "OI, meu nome é Cloe, tenho 16 anos, eu consumi drogas pesadas a noite toda, depois acordei em um lugar diferente, porque estou bem chapada", ou  "Olá, eu estou fazendo esse showzinho, porque eu fugi de casa e gosto de chamar atenção", eu me recusei a fazer qualquer tipo de teste. Eu liguei para os meus pais, minha mãe atendeu e eu expliquei tudo para ela. Agora sabia minha localização pela DP que eu estava. Já eram 6h da manhã. Logo estavam à caminho do DP.

- Meu Deus, filha... o que aconteceu? - Minha mãe parecia muito preocupada, é claro!

- Nem eu sei mãe... Eu acordei em um lugar que não era minha cama, estou confusa mãe!! - Ela me abraça - Tudo bem meu amor, está tudo bem!

O policial que me jugara agora conversa com a minha mãe, eles ficam minutos e mais minutos dialogando, enquanto eu observo sentada no banco da mini van. Minha mãe expressa em sua face a tremenda decepção que sentiu com o que ele disse à ela, eu ainda de longe, não escuto nada, mas percebo suas reações. Ela por fim entra no carro e bate a porta com força. -Eu não acredito que você mentiu pra mim Cloe! Pensava que era diferente do resto dos seus colegas de escola, você fugiu de casa tarde da noite para se embebedar? Eu não estou acreditando!!

- Mãe... Eu que não estou acreditando, que você está confiando nas palavras daquele policial!! Eu estou falando a verdade!!

- Por que recusou os testes?

              ... 

- Mãe você é enfermeira,  você mais que ninguém sabe que eu não estou bêbada, o.k. ? Pensei que me conhecesse...

- Chega!

...

Não entendi mais ainda o que estava acontecendo, minha mãe de repente parecia ter respirado o ar da discórdia, foi só ele falar com aquele policial para mudar totalmente o jeito de me tratar...

...

A mini van finalmente dá partida até a estrada de volta, olho pela janela, o policial observa o carro, seu  rosto deforma completamente, e ele parece rir de mim e logo some. Congelo e fico sem reação, não falo absolutamente nada, pois isso só iria afirmar o que minha mãe parecia desconfiar. Quando chego em casa, meu irmão já tinha ido para a escola, meu pai já estava na ativa do trabalho, e eu? Bom, eu acabei não indo à escola, já estava tarde, eu perdi o horário por conta desse acontecimento.

Caixa  de mensagem

- Olá, Cloe Peter! Peguei seu número com a Alex, sua amiga... Ela tem um gosto bem peculiar afinal, me deu meias de presentes de boas vindas, disse que foi você que falou para me da-las 

- QUÊ??? Alex Harper é uma garota morta!!! Afinal quem é você? 

- O Chris!! Martin, tropeço... palavras chave? sacou?

- AAAH... Que Chris? Não to lembrada...  

- O novato da sua sala...

- AAH CLAROO... VOU MATAR A ALEX!! 

- Por que você não veio hoje?

- Sentiu minha falta né? Eu sei! Tive uns problemas ai... Perdi muita matéria?

- Entendo se não quiser falar, perdeu algumas coisas... Amanhã eu te passo, beleza?

- Beleza... Vou tomar um banho aqui, flws...

- Nudes... ? Brincadeira..

- Cala os dedos Chris!! kkkk :) 

- flws :)

 


Notas Finais


Espero que gostem!


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