História O Pai da garota que sou Babá - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Romance
Exibições 9
Palavras 1.202
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLÁ POVOS, trouxe mais um capitulo espero que gostem e não fiquem com raiva plz. Aproveitem

Capítulo 6 - Monstro


Fanfic / Fanfiction O Pai da garota que sou Babá - Capítulo 6 - Monstro

POV Nicole

Acordei de manhã e fui me arrumar para ir para aula, tomei café e arrumei meu material e fui à garagem para pegar minha moto. Chegando à faculdade vir Ana sentada em um banco lendo um livro.

-oi Ana. Disse sentando no lado dela.

Ela não respondeu, mas colocou a mão na minha cabeça e revirou os olhos como se tivesse ficando possessa.

-que foi menina?! Perguntei assustada.

-tu ta afim de um boy que eu sei. Disse ela voltando ao “normal”.

-PARA DE FICAR COM ESSAS COISAS DE BOY. Falei meio que gritando com ela.

-sei ,você é muito na sua, mas vejo no seu andar no seu vestir e no seu falar, a Nicole de verdade não ia dar a mínima importância para o que eu falo, mas você ta se importando. Disse ela levantando e indo embora, mas antes de ir ela se aproxima perto do meu ouvido.

-não pode fugir de seus sentimentos, eles vão te persegui. E depois ela entra na escola.

Sei que Ana não fala muita coisa boa, mas dessa vez ela falou uma coisa certa eu realmente não posso fugir de meus sentimentos, mas mesmo que estou sentindo algo por Chris, sei que isso nunca daria certo, ou daria?

A campa do sinal toca e entro para escola, vou diretamente para sala. Quando entro o professor não demora á chegar, e começa sua disciplina de ciências.

-bem turma, vamos... . Alguém bate na porta interrompendo ele.

Ele vai ate a porta e a abre, pergunta o que essa pessoa queria, ela disse que queria fala comigo, o professor pede para que eu fosse falar com ela, saio da sala e a pessoa não está mais lá. Rapidamente vejo alguém dobrar no corredor então começo a seguir essa pessoa. Quando chego onde ela estava, sinto alguém puxar meu braço, e me colocar contra a parede.

-agora você não escapa de mim. Disse a única pessoa nesse mundo que não queria ver, Kevin.

-me solta ou se não eu vou gritar. Falei com um tom de voz sério e empurrado ele.

-bobinha. Disse ele e me empurrando para um deposito que estava tinha do lado.

Parecia que ele havia armado isso para me pega.

-por favor, Kevin, me deixa ir em paz tem tantas outras meninas querem que você desse uma chance, por que eu que nem te quero. Falei dando pequenos passos para trás em quanto ele caminhava lentamente em minha direção.

-eu não quero outras...quero você. Disse com uma voz rouca e segurando meu queixo.

Fiquei paralisa sem reação com o que ele havia dito então ele me beija seu beijo era violento como se isso dependesse da vida. Empurro-o contra a parede e rapidamente tento abrir a porta, mas o cretino trancou com a chave. Sinto ele me pegar pelo braço com força e ele me joga no chão e fica em cima de mim.

-agora você não escapa desse. Vejo que ele esta tirando seu cinto.

-NÃO POR FAVOR. Meus gritos não adiantavam de nada, meus socos eram em vão.

Senti sua língua passar pelo meu pescoço, me arrepiei não sabia o que fazer ele era mais forte que eu suas mãos passando pelo meu corpo era nojenta até que ele...

30 minutos depois.

Estava caia no chão, dolorida, violentada pelo meu professor de ED. Física, me sentia péssima minha costa, minhas pernas e minhas partes de baixo estavam doendo, Kevin tinha saído e me deixado ali como um trapo qualquer. Sair daquela sala quase desmaiando voltei para sala de aula e pedir para o professor de ciências sair, porque estava sentindo muitas dores.

Voltei para casa subir pelas escadas entrei no meu apartamento e comecei a gritar e quebrar as coisas, estava muito ruim péssima com ódio dele se eu pudesse, eu o matava. Entrei no chuveiro e tomei um banho para tira seu cheiro de mim não aguentava ficar naquele estado, comecei a chorar, chorar muito mesmo cair no chão do banheiro em prantos, tudo o que eu queria era mata-lo. Deitei em minha cama e comecei a pensa no que Kevin foi capaz de fazer, mas ele não vai ficar em punir por isso.  Fiquei deitada na cama começo a me sentir cansada então eu adormeço.

Acordei e vir no relógio era 13h40min tinha quer cuidar de rose, não estava me sentindo muito bem, mas resolvi ir, desci as escadas indo para a garagem. Subir em minha moto e fui até a casa de Rose quando cheguei em frente a casa dela, vir que ela estava sentada em frente a sua casa.

-oi Nicole tudo bem com você? Perguntou ela com um sorriso amigável.

-não aconteceu algo que eu jamais queria que acontecesse. Disse com ódio na voz e sentado na cadeira ao lado dela.

-o que foi?! Perguntou ela preocupada.

-o Kevin me violentou. Falei com a cabeça baixa e a voz baixa.

-O QUE?! Falou ela levantando da cadeira rapidamente.  -como pode deixa isso acontecer, você espancou ou bateu nele?! Perguntou ela extremamente nervosa.

-nada. Falei ainda com a cabeça baixa e com um tom de voz triste.

-COMO ASSIM? VOCÊ TINHA QUE DAR PELO MENOS UM SOCO, NÃO, UM SOCO É POUCO. Disse ela revoltada.

-eu vou fazer algo pior que isso. Falei levantando a cabeça.

-o que? Falou ela um pouco mais calma.

-eu vou matar ele. Falei friamente olhando para Rose.

-ei matar ele é algo muito forte, não é melhor da uma surra e depois chamar a policia. Falou ela um pouco assustada pelo que eu falei de matar Kevin

-não, quero eu mesma acabar com ele, ele fez uma coisa que não tem volta tirou algo de mim que não queria que fosse com esse cretino. Falei completamente revoltada

-eu sei, mas matar ele vai ser...desnecessário, melhor tenta algo com que faç1)a ele nunca mais fazer isso com nenhuma outra .

-o que você sugere? Perguntei para ela erguendo a sobrancelha esquerda.       

-bem, podia tortura ele. Falou ela rindo.

-eu quero só ver ele morto e você que tortura?  Falei um pouco confusa.

-não fisicamente, que tal da um susto nele, vamos supor que você morreu no porão da escola por fraqueza tipo assim, então o seu “fantasma” vai fazer uma visitinha a ele. Falou ela sorrindo com uma cara de psicopata.

-e como vamos fazer isso?

 -bem, meu pai trabalha com computação é podíamos projetar hologramas de terror, para ser mais tenebroso.

-é...boa ideia, vamos fazer isso amanhã de noite. Falei com um sorriso no rosto.

-certo esse monstro vai pagar pelo que fez com você.

-ele não vai só pagar...vai sofrer.

-bem então temos que fazer logo os hologramas e a sua roupa. Disse ela levantando da cadeira.

-ta certo. Falei levantado em seguida.

Fomos até o escritório de Chris, Rose pegou o computador e pesquisou algumas fotos de fantasmas e coisa do tipo, e depois ela pegou um kit de maquiagem e fez uma daquelas maquiagens artística, e ficou bem assustador, em seguida ela foi a uma gaveta e pegou um par de lentes de contato brancas, então foi que ficou mais sinistro ainda.

-pronto mal posso esperar para amanhã à noite. Disse Rose olhando para mim.


Notas Finais


pois é até o próximo capitulo deixem nos comentários


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