História O pai do meu filho é Ruivo! - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel
Exibições 209
Palavras 1.169
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi morangos!🍓
cap novo pra v6!

Capítulo 4 - A confused party


Fanfic / Fanfiction O pai do meu filho é Ruivo! - Capítulo 4 - A confused party

-Sente- Se ao lado do sr. Collins, Srta Hevews.
Sorri imensamente, mas depois fiz uma careta por sentir uma leve tontura.
- Oi tábua. Pra quê cara feia?
Pus a mão na cabeça e sentei.
- O bebê.
- Ah.
Ele fez uma cara meio decepcionada.
- Eu convenci minha mãe e já arrumei as coisas. Você preparou o apartamento?
Ele fez uma cara de bravo.
- Eu? arrumando coisa? Ah, vai se catar!
ri baixo.
- Eu arrumo pra você então.
- Tá vendo? Por isso que eu adoro o fato de você estar na minha vida.
Ele me abraçou de lado.

Eu estava fazendo a redação proposta pela professora... Amanda, acho.
enquanto eu fazia a redação, uma bolinha de papel veio parar na minha mesa.
abri ela e vi um bilhete:

"o ruivo do seu lado é o seu namorado?"

Olhei o tal de Dakota e vi ele piscando pra mim.
Do nada Castiel pegou o bilhete, leu, escreveu algo e jogou na mesa do Dakota.
Ele fez cara feia e voltou a escrever a redação.
- O que você escreveu?
perguntei.
- Vá tomar no cu.
Ele respondeu e eu deixei escapar uma risada.
A professora me olhou desconfiada e eu fingi olhar para folha de papel.
Senti uma forte tontura e minha visão embaçou.
- Castiel, eu não tô bem.
Ele só bufou e disse:
- Eu falei que filho só serve pra atrapalhar a nossa vida.
- Castiel, é sério.
- Ah, legal, e o que você quer que eu faça?
Eu vi que um garoto com uniforme de basquete me olhava curioso.
- Pode pegar um copo de água pra mim?
- Se quiser eu pego,mas depois vai ter que me pagar.
Ele jogou um olhar malicioso.
- Contanto que não prejudique meu bebê.
Ele revirou os olhos, foi até a mesa da professora, falou algo com ela e saiu.
Depois de uns seis ou sete minutos ele voltou com um copo de água na mão, sentou, e me entregou.
Bebi, respirei fundo e bebi mais um pouco.
- Tá melhor?
Ele perguntou num tom de ironia.
- Tô,  por quê?
- Porque eu tive que ir até o outro corredor pra achar um bebedouro.
- Idiota.
- Collins e Hevews, chega de conversa! Façam a atividade! AGORA!
Ficamos quietos o resto da aula.

Chegamos no apartamento dele.
- Meu Deus! aconteceu a quarta guerra mundial aqui?
Eu gritei.
- Deixa de drama! É só uma baguncinha!
Ele respondeu.
- Eu vou arrumar isso agora!
larguei a minha mala pequena na porta e comecei a arrumar tudo, eu meio que tinha fobia de coisa desarrumada.
- Isso aqui vai aqui, aquilo vai ali...
comecei a falar até que a campainha toca.
Eu e Castiel olhamos para porta.
- Está esperando alguém?
perguntei.
- Não, por um acaso você chamou alguém pra vir pra minha casa?
- Não.
Fui até a porta e abri, vendo uma pessoa de quem gostava muito.
- Valérie!
A abracei.
- Oi querida! É bom te ver também, mas, o que você está fazendo no apartamento do meu filho?
- Seu filho? O Castiel é seu filho?
- É,  ele é meu filho.
- Eh,eu, bem... Pode vir aqui rapidinho?
perguntei e ela entrou.
Valérie é amiga de anos da minha mãe, e ela ia me visitar muito quando eu era pequena. Ela era como uma segunda mãe pra mim.
E ela era ruiva! Mais um motivo pra eu achar que meu filho ou filha nasceria ruivo!
Bom, na verdade, eu não sei se o ruivo dela é natural... Quer saber, não importa!
- Castiel, sua mãe está aqui, e ela é uma grande amiga minha, e eu não sei dizer o porque de eu estar aqui, e eu pensei que você era emancipado.
Disse entrando no quarto dele.
- Eu SOU emancipado, e eu não sei por quê ela está aqui.
- Tá, e o quê eu falo pra ela?
- Conta ué, ela sempre quis ter um neto mesmo.
- Certo.
- Contar o quê?
Ela perguntou entrando no quarto.
- MÃE?
- TIA?
- Calma gente, só vim ver por quê estavam demorando.
- Tia, errrr, bem, é que eu tinha que te contar uma coisa...
- Ela está grávida.
Castiel falou de uma vez.
Ela pareceu estar digerindo a informação.
- De você?
Ela perguntou meio duvidosa.
- É mãe, de mim.
Ele respondeu e ela pareceu surpresa.
- Vocês são namorados?
Pronto.
Bagaçou tudo.
Eu e Castiel ficamos quietos, um olhando pro outro.
- Sim.
- Não.
Ela ficou ainda mais confusa.
- Sim ou não?
- Sim.
- Não.
Eu olhei feio pra Castiel.
- Não, tia Valérie, nós NÃO somos namorados.
- Castiel...
- É mãe. Nós não somos namorados.
Ele suspirou.
- Muito bem, então, é menino ou menina?
- Ainda não sabemos.
Eu respondi.
Ela parecia animada com a ideia de eu estar grávida, e eu tive uma ideia.
- Tia! Claro! Valérie!  Vai ser esse o nome se for menina!
- Perfeito!
Ela pareceu ainda mais animada.
juntamos as mãos e fizemos uma pequena comemoração dando pulinhos.
- O que acha Cassy?
Ela perguntou quando paramos.
- Cassy?
tinha um ponto de interrogação na minha cabeça.
- Sou eu.
Castiel levantou a mão.
Tive que me segurar pra não rir.
- E então?
Valérie insistiu.
- Tanto faz.
- Ótimo, minha neta vai se chamar Valérie, vai ser igual a avó!
Ela disse orgulhosa.
Castiel pareceu meio ofendido.
- Mas ainda pode ser menino!
Ele disse.
- Vai ser menina e pronto.
Valérie disse, irredutível.
- E se for menino?
- Vai ser menina!

Ah, meu Deus, vai ser uma longaaa noite.

- Uma festa?
- Uma festa.
- Pra quê dar uma festa durante o feriado?
- Porque é feriado  ué.
- Mas no feriado podemos fazer muito mais do que dar uma festa.
- Deixa de ser chata! É só uma festa, não vai matar ninguém!
- E se matar?
- Não vai. Vá se arrumar.
Fui meio a contragosto.
pus um vestido branco folgado, porque se fosse justo, ia aparecer minha "barriguinha".
Coloquei meu cabelo num rabo de cavalo e fui pra tal festa.
Chegando lá, Castiel foi comprar bebidas.
- Vai querer uma?
- Da última vez que eu aceitei uma bebida sua eu engravidei.
- Vai querer ou não?
- Não,  Obrigado.
Fui até a varanda que tinha no final daquele salão.
Sentei ali e fiquei pensando em tudo que aconteceu nos últimos quatro meses.
Em um mês fui parar na Sweet Amoris, briguei muito com o Castiel, virei namorada do Nathaniel, transei com o Castiel e acabei engravidando.
E nos últimos três meses, eu me   dediquei única e exclusivamente ao meu bebê.
Os últimos quatro meses que eu traí o Nathaniel.
E como se eu tivesse feito macumba, ouvi aquela voz atrás de mim.
- Lana?
Me virei e forcei um sorriso.
- O-oi Nath.
- Alana?
- Castiel?
   


Notas Finais


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