História O pai do meu filho é Ruivo! - Capítulo 5


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel
Exibições 197
Palavras 1.209
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oieee! Quem sentiu minha falta?
Podem tacar pedras, desculpe pela demora ok?
Eu também amo v6!

L
O
V
E


Capítulo 5 - Eu não sou qualquer uma!


Fanfic / Fanfiction O pai do meu filho é Ruivo! - Capítulo 5 - Eu não sou qualquer uma!

- Por quê você está aqui?
Fingi raiva dele, mas parecia que ele estava verdadeiramente com raiva de mim.
Ou é isso ou ele é um ótimo ator.
- Dá pra parar de ficar tirando a paciência da MINHA namorada?
O Nath falou, irritado.
- Claro, ela não vale nada mesmo, ela é vadia como qualquer uma!
Ele disse aquilo com um rosto que esboçava repugnância minha pessoa.
Me segurei pra não chorar, não queria mostrar pro Nathaniel que tínhamos alguma coisa, mas também não queria que ele me tratasse assim.
- V-vem, ele não importa pra gente.
peguei na mão do meu namorado e o puxei pro lado de fora da casa de festa.

POV'S CASTIEL

Fui pegar bebidas rindo um pouco do que Alana tinha dito.

'' Da última vez que eu aceitei uma bebida sua eu engravidei! ''

peguei dois copos de whisky e me virei para voltar, mas a mulher do balcão segurou meu pulso, me virei e falei:
- O que você quer?
fechei a cara.
Ela tinha cabelos castanhos e olhos azuis, além de roupas... extravagantes.
- Ei gatinho, aquela ruiva ali é sua namorada?
Ela perguntou e se virou pra sair de dentro da área de bebidas.
- Ela... Errrr, é, ela é minha namorada.
falei.
- Você não acha que merece algo melhor?
Ela se enroscou de costas ora mim e deu uma leve rebolada.
- Acho que eu estou muito bem com a Alana.
Ela sorriu de um jeito estranho.
- Então vá ver por que ela está conversando com aquele loiro e volte pra me ver, meu nome é Debrah.
Me virei e constatei que era verdade.
Fui meio alterado e pisando fundo até ela.
- Alana?
- Castiel?
Ela olhou pro nathaniel e fez uma cara de brava pra mim.
- Dá pra parar de ficar tirando a paciência da MINHA namorada?
Aquele representante de merda falou.
- Claro, ela não vale nada mesmo, ela é vadia como qualquer outra!
falei e olhei pra ela com nojo.
Ela fez que ia chorar mas manteve  a pose, pegou o Nathaniel e saiu correndo.
Voltei pro balcão de bebidas e achei outra atendente, uma loira de nariz empinado.
- Em que posso ajudar?
Mais duas meninas vieram atrás dela, uma de cabelos pretos lisos e outra de cabelos castanhos amarrados.
- Quero ver a atendente Débora.
- Aqui não tem nenhuma Débora,  só Debrah.
- Essa mesmo.
Ela olhou para as outras meninas e disse.
- Charlotte, Li, levem ele até ela.
Elas saíram do balcão e me guiaram até pra fora da casa, pra um lugar ali perto.
Pararam na porta do lugar e apontaram para a porta.
Depois saíram e voltaram para a festa.
Entrei e vi luz neon por todos os lados, gritos e risadas.
Caminhei até a recepção e perguntei:
- Aonde eu acho a Debrah?
- Mesa 13, sente-se e aproveite a diversão.
A moça falou e me entregou uma fichinha.
Fui passando pelas portas até achar o número treze em uma delas com uma brecha ao lado, pra colocar a ficha.
Pus ela é a porta abriu.
Vi uma mesa com cinco cadeiras e no centro dela, um ferro alto.
Sentei na cadeira do meio, e apertei um botão que tinha na minha frente.
De repente, as luzes se apagaram e a luz neon se acendeu.
A barra de ferro começou a brilhar, e eu olhei para o teto, aonde a barra terminava, de onde uma mulher descia.
Uma mulher não, Debrah.
Ela estava com uma langerie beeem pequena pro corpo dela e os olhos vendados.
Mesmo assim ela passou a língua pelos lábios, e disse
- Oi gatinho, encontrou o caminho até mim?
- Como sabe que sou eu?
- Fui avisada.
Ela respondeu simples e começou a rodar na barra, até enroscar uma perna no ferro e tirar o sutiã.
Ela avançou até mim e percebi que era uma distância perigosa.
E, confesso, eu estava bem animado, mas o problema não era esse: o problema é que pra mim, a Debrah só estava ocupando o lugar dela temporariamente.
- Vamos pra minha casa.
falei rápido e a puxei da mesa, coloquei minha jaqueta nela, já que a langerie vermelha já estava sumida, e saí de lá.
Ela puxou a venda dos olhos enquanto saíamos pela escada de emergência.
- Você tem consciência de que eu só estou com uma jaqueta e uma calcinha prestes a sair pela rua?
- Tenho. Vamos.

No dia seguinte, abri os olhos e vi ela se espreguiçando, o cabelo bagunçado e sem nenhuma roupa.
- Pelo visto a noite foi boa né?
Alguém disse na porta do quarto.
Eu e Debrah nos viramos e ela cobriu o corpo com os lençóis que sobraram da cama.
Vi Alana batendo o pé, com olheiras e o nariz vermelho, acho que ela estava chorando.
- Passe bem, e... Não se preocupe, eu também tive uma ótima noite.
Ele falou depois de pegar todas as suas coisas do quarto e sair.
Mas o pior veio depois, quando eu vi com quem ela estava indo embora.
Nathaniel.
- Tchau, tchau gatinho.
Debrah piscou pra mim e saiu do apê.
- Imbecil, você perdeu a temporária, perdeu a definitiva e perdeu seu próprio filho!
Eu estava me xingando e passando a mão no rosto.
Passei pela minha prateleira e vi um desenho que Alana tinha feito, um bebê ruivo de olhos cinza.
Embaixo estava escrito : Valérie.
deixei uma lágrima molhar o papel.
- E perdi a confiança da única que eu precisava.

POV'S ALANA

Entrei no carro e Nathaniel perguntou :
- Por quê suas coisas estavam na casa dele?
- Depois te explico.
- Você tá bem? Quer dizer, ontem à noite... Eu não quis me aproveitar de você tá, eu só...
- Relaxa, foi uma boa noite. Posso morar com você daqui pra frente?
- M-morar comigo?
- É.
- T-tudo bem...
- Valeu.
Ele começou a dirigir pensando em alguma coisa.
E agora era só dizer que o filho era dele, afinal minha barriga, ''barriga'' de verdade, só vai aparecer lá pro mês que vem.
- Nath, eu tava pensando, você usou preservativo?
Fiz meu melhor teatro.
Na Hora ele parou o carro e olhou pra mim.
Sinceramente, qual é o problema dos homens de aceitar um filho?
Mas aí eu notei uma coisa.
Os olhos dele estavam brilhando.
- Você... Você... Eu não acredito! Talvez tenhamos um bebê!
Ele parecia animado.
BEM diferente do Castiel.
Ele voltou a dirigir comentando sobre nomes e se seria menino ou menina.
- Se... Se nós tivermos um bebê, e se for menina, eu quero que se chame Valérie.
Ele me olhou por um tempo e disse.
- Certo. Valérie. Gostei.
Ficamos quietos por mais um tempo.
- Nath, me responde uma coisa.
- O quê?
- Eu sou como qualquer uma?
- Não, Alana,  não ponha isso na cabeça. Você sequer se compara com qualquer uma. Você é especial.
refleti um pouco e sussurrei:
- Eu não sou qualquer uma.
Levantei a cabeça e falei:
- Eu não sou qualquer uma! E não é por causa de um homem que não me merece que eu vou me abater.

continua


Notas Finais


comentem😄


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