História O Park e a Russel. - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin
Tags Bts, Crystal, J-hope, Park Jimin
Visualizações 21
Palavras 1.278
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieh gente! Espero que gostem, beijos de Toddynho. (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧

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Capítulo 2 - Notícia.


Fanfic / Fanfiction O Park e a Russel. - Capítulo 2 - Notícia.

Uma semana havia se passado após a visita de Park Yujin e com isso, os resultados de todos os seus exames já estavam nas mãos da Dra. Russel. Crystal os analisava pela décima terceira vez, lendo e relendo-os. Vez ou outra até se levantava e caminhava de um lado para o outro com o diagnóstico de Yujin em mãos, sua sala já estava até ficando pequena para tanta caminhada. Crystal sabia que tinha que resolver aquela situação o mais rápido possível, mas precisava arrumar as palavras certas para falar com a senhora Park, e assim, ler o diagnóstico com toda clareza.

Decidida, a Russel deixou os papeis em sua mesa e saiu da sala. A mesma caminhou até a recepção da clínica e esperou que a responsável do local viesse lhe atender. Enquanto esperava, aproveitou para dar uma boa olhada na escala da semana e sorriu ao ver que teria o mesmo turno com sua melhor amiga, a Dra. Kim.

— Dra. Crystal, o que deseja? — Perguntou a senhorita da recepção assim que retornou ao seu posto.

— Seong, por favor, telefone para a senhora Park e avise-a que hoje à tarde, farei a leitura do diagnóstico dela. — E dito isso, a loira se retirou.

As dores de cabeça que Crystal sentia já fazia algum tempo, havia aumentado, talvez devido a tensão que levava ou simplesmente por ter em mãos o caso da mulher do magnata de Seul, e para piorar, tinha também seus problemas pessoais e de outros pacientes.

— Crystal! — Saudou o farmacêutico da clínica, Taeyang. — Qual é o de hoje? — Questionou enquanto ajeitava as arestas dos óculos que usava.

Crystal não sabia explicar, mas não se sentia à vontade na presença de Taeyang, o rapaz lhe causava um certo receio, e ao seu ver, Taeyang não era muito amigável ou até mesmo confiável, embora tentasse fazer de tudo para ganhar a amizade e confiança da mesma.

— Me dê algo para dor de cabeça, por favor. — Pediu simplesmente.

— Claro, é pra já. — E virou-se para a prateleira lotada de analgésicos, antibióticos e todos os tipos de remédios que possam imaginar. — Desculpe-me a intromissão, mas, já me intrometendo, a doutora não me parece muito bem. Conheço uma massagem que cura qualquer coisa, se quiser...  — E dito isso colocou alguns comprimidos sobre o balcão da farmácia e esperou para que a loira os pegasse.

 Crystal nada disse, afinal, não era a primeira vez que Taeyang lançava seu “charme” para cima dela. A loira apenas agradeceu e pegou o remédio sobre o balcão, mas assim que ia se retirando, Taeyang a segurou pela mão e sorriu, tentando parecer o mais simpático possível.

— Pense no que eu te disse, doutora. — E por fim a soltou, não deixando de lançar uma de suas costumeiras piscadelas escondidas por trás dos óculos, mas que Crystal reconhecia muito bem, apesar de ignorá-las sempre.

— Você não desiste nunca, não é mesmo, Taeyang? — Perguntou para si mesma, baixinho, enquanto se afastava. Era simplesmente desgastante ter que aturar todas as “gracinhas” do mesmo sempre que ia a farmácia retirar algum medicamento.

Como já estava próxima da sala de Momo, uma das médicas pediatras da clínica, Crystal aproveitou para vê-la. E após duas leves batidas na porta, a morena de olhos grandes e claros abriu a porta sorridente.

— Crystal, entre por favor. — Pediu simpática.

A sala de Momo era linda e aconchegante, um verdadeiro paraíso para as crianças. As paredes eram bem decoradas e havia diversos ursinhos de pelúcia e carrinhos pelos cantos da sala, tudo para que as suas amadas crianças não se acanhassem em suas consultas.

— E então, onde pretende almoçar hoje, Momo? — Perguntou a loira enquanto ia diretamente no armário onde Momo escondia os “brindes” que entregava para cada criança após uma consulta, optando por pegar um pirulito e roubar algumas balas.

— Bem, hoje Hoseok e eu vamos almoçar juntos. Você sabe, quando se está prestes a se casar não falta assunto e coisas para se resolver. — A Kim sorriu gentil. Seu casamento com Hoseok a deixava nas nuvens, mais do que ela costumava viver. — Mas se quiser, pode vir junto com a gente, afinal, você é a madrinha.

— Mas é claro que não. Vocês mal têm tempo para ficarem juntos e não será eu quem irá atrapalhar o momento de vocês. — E dito isso, a loira fez biquinho, como se fosse uma das crianças que Momo costumava atender e riu em seguida.

As duas conversaram por alguns minutos, falaram de várias coisas, inclusive o casamento de Momo. Isso era tudo que Crystal precisava, se distrair. Mas, como nada é brincadeira, logo as duas se despediram e retomaram seu trabalho.

No almoço, Crystal foi onde era de costume, fez sua refeição, assim como todos os dias, e dado o seu tempo, voltou para a clínica. Já era hora de falar com Yujin que, para sua surpresa, já estava lá. A Park era pontual, tinha que admitir. Assim que a cumprimentou, a doutora a levou para sua sala e pegou algo para as duas beberem.

— Como tem se sentindo desde de nossa última consulta, senhora Park? — Crystal questionou após vê-la agradecer pelo chá com um sorriso tímido.

— Na medida do possível... Essa semana foi um pouco mais difícil do que das outras, tive enjoo e náuseas o tempo todo, fora as dores fortíssimas.

Vendo que Crystal nada dissera, parecendo estar analisando sua situação, Yujin simplesmente continuou, chegando exatamente onde Crystal queria chegar.

— Mas com a chegada dos meus exames, já posso ser medicada, aliás, podemos fazer a leitura agora, doutora?

Crystal respirou fundo, lembrando-se de tudo que havia pensado e concordou com a cabeça, pegando alguns papeis para ela e outros para Yujin.

— Bem, senhora Park, nesses papeis, estão escritas as causas de todos esses sintomas, e também o raio-x de todo seu corpo. — Crystal pegou uma caneta e a cópia do raio-x, apontando e mostrando cada ponto que falava.

— Doutora, o que é essa mancha preta no meu abdômen? — Indagou aflita, já imaginando uma suposta resposta.

— Essa massa escura que a senhora pode ver na região de seu abdômen, mais especificamente no útero, como vemos aqui. — A loira explicava mostrando um novo raio-x, o do útero de Yujin. — Significa que é um tumor alojado em seu útero... Por isso todo o sangramento, náuseas e as dores fortes...

Ao ouvir tais palavras, Yujin levou uma de suas mãos à sua boca, chocada e aos poucos, lagrimas começaram a brotar de seus olhos arregalados. Crystal apenas abaixou a cabeça, desconfortável com aquela cena, mesmo estando acostumava com aquele tipo de situação, não era nada fácil.

Depois de um tempo, com o pouco de força que lhe restava, devido ao choque, a mulher reuniu alguma, o que lhe sobrava de sua voz, e quase em um sussurro, perguntou para Crystal sobre a gravidade do tumor.

— Ele está num estágio avançado... Mas, iremos começar o tratamento o quanto antes, eu garanto à senhora. — Falou sincera pegando na mão livre de Yujin, a acariciando, tentando a reconfortar. — Farei o que for preciso para lhe ajudar, confie em mim.

As palavras de Crystal não foram boas o bastante para conter as lagrimas da mulher à sua frente. O desespero estava estampado em seus olhos e em cada lagrima que estes derramavam. Não havia nada a ser feito, muito menos a ser consolado, por isso, a loira soltou sua mãe e entregou-lhe uma caixinha com lenços e esperou que a mesma se acalmasse.

— Senhora Yujin, teremos de interná-la e começar os primeiros processos do tratamento.

— Crystal... — Começou tentando conter o choro. — Eu tenho um pedido e, espero que seja aceito...

— Ah, tudo bem, pode me dizer. — Respondeu acanhada.

— Eu quero ser tratada em minha casa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, (づ ̄ ³ ̄)づ kissus. <3


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