História O passado - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lendas Urbanas, Originais
Tags Drama, Terror, Violencia
Visualizações 5
Palavras 1.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 7 - Amélie Portland


Fanfic / Fanfiction O passado - Capítulo 7 - Amélie Portland

P.o.v: Andrew

As vezes penso em Charlotte, o que ela estaria fazendo agora, o que já aconteceu com ela. Mas isso não é muito importante, daqui alguns anos ela morre, e ficarei sozinho novamente.

Eu deveria pensar em como me fortalecer mais, e tentar mais ser como meu pai deseja, mas algo dentro de mim diz que isto está errado, que deveria fazer as coisas por mim mesmo. Sinceramente, não sei como aquele velho ainda não morreu, ele caça demais, deveria já ter chamado atenção de alguma coisa.

Os anos passam, passam e passam, mas as coisas nunca mudam, as histórias são as mesmas com apenas alguns detalhes diferentes. Eu deveria fazer algo novo...

Droga. Estou atrasado para a aula. Corredores, se eu correr mais um pouco chego a sala dois. Filosofia, eu até que gosto da matéria de humanas.

As horas e aulas parecem se arrastar, Intervalo finalmente, sento-me   na escadaria dos fundos, quase totalmente vazio espero que ninguém apareça.

- Você é o garoto novo não é? - uma menina de cabelos castanhos presos aparece perto do corrimão da escada- bem, não faz tempo que você entrou aqui, mas não te vejo socializando..

- não gosto muito de pessoas. - Tentarei não usar muito contato visual, talvez assim ela vá embora - é sempre o mesmo tipo de gente, sempre o mesmo tipo de grupo..

- você deveria pensar positivo, vai que conhece alguém diferente dos outros? Parecido com você? - Ela chega um pouco perto de mim - Posso me sentar ao seu lado?

- hnm..- examino o lugar aonde ela poderia sentar e mais um pouco de espaço que tem ao meu lado - okay, sente-se

- Obrigada - ela abre um pequeno sorriso em seu rosto - Você veio de onde? Saio do outro colégio porquê? Qual sua idade? Altura? 

- Argh, perguntas, não gosto disso.

- Estou de incomodando muito? Se quiser eu paro - ela começa a ficar vermelha - desculpa.

- ok, quem é você? - começo a olhar para o rosto dela, talvez eu conheça ela.

- Sou Amélie Portland - Ela da mais um de seus sorrisinhos e uma leve corada.

- Eu te conheço de algum lugar? - Seu é muito familiar.

- Bem..eu acho que não.. Você já estudou na Rafael Sanzio? 

- Não, não me interesso tanto por arte renascentista.

Ela dá uma risada leve e suave, mas não deixa de ser divertida.

- Não é uma escola de artes, é a escola que fica ao lado sudoeste da cidade.

O sinal toca. 

- Você deveria voltar para a aula.

- VOCÊ VAI MATAR AULA? - Seu rosto parece de surpresa com raiva.

- talvez, se você continuar gritar alto desta jeito, alguém vai te escutar e não vou conseguir sair. 

-  NÃO VOU DEIXAR VOCÊ MATAR AULA DE JEITO NENHUM, ISTO AQUI É SEU FUTURO, PARE DE SER IDIOTA - Ela está realmente furiosa.

- Calma, é apenas biologia- tento colocar a mão em seu ombro para tentar acalma-la.

- BIOLOGIA? EU TENHO SUPER DIFICULDADE EM BIOLOGIA, E VOCÊ VAI NESSA AULA - Ela se levanta rápido e pega em minha mão e tenta me puxar.

- Amélie, eu não quero ir nessa aula. 

- Por favorzinho, vai, apenas essa, amanhã eu não peço para você ir. - ela se acalma rapidamente..

- hnm, ok. 

Ela me deixa na 5° sala e sai correndo pelo correndo, olha para trás e sorri. Abro a porta

- Está atrasado, Senhor Andrew, já se passaram 5 minutos.

- Espero não ter perdido muita matéria nestes cinco minutos. - minha ironia não foi percebida.

Me sento ao lado de Charlotte, ela está com outro hematoma no braço, com o calor, é difícil usar blusas com mangas.

- oi - ela parece ter voltado que uma realidade paralela em poucos segundos, aonde sua cor ainda está voltando

- oi - pisco para ela e me sento. - você aprontou alguma coisa agora? 

- por que está perguntando? - a respiração dela se altera um pouco.

- machucado -  aponto com o dedo.

- Nhaaaaa, isso não foi nada demais, apenas meu irmãozinho, ela ontem quase caiu da escada mas eu salvei ele, porém fiquei com o esse roxo enorme.. - ela me aparecia apavorada.

- Sabe, não precisa mentir sempre para mim.

O resto da aula nós ficamos em silêncio apenas copiando algo relacionado a células. O sinal toca, vou para alguma loja passar o tempo antes de ir para casa.

- Ei, você ficou até as últimas aulas, que menino bonzinho - Amélie, sorria com bastante alegria, ela era carismática.

- Você me obrigou, não pude fazer nada. - deixe ombros e voltei para meu caminho de saída.

- hnm.. você tem alguma coisa para fazer agora? - Ela parecia tímida.

- Não.

- você quer ir tomar alguma coisa comigo na lanchonete? - ela está mais vermelha do que nunca.

- se não demorar tanto, eu aceito. 

Ela soltou um grande sorriso e tentou pegar na minha mão

- Você tem que experimentar o Sunday deles, é supimpa. - ela estava muito alegre.

- Supimpa? Sério? Ainda falam isso? 

- Se não falam, eu falo. 

Passei uma ou uma hora e meia na lanchonete com Amélie, ela é uma menina dócil e boa, talvez muito carente, mas dá para suportar.

Peguei meu carro e voltava para pela cidade quando Charlotte apareceu. Aproximei o carro e abaixei o vidro.

- quanto é a hora?

- MAS O QUE????? ANDREW? TA ACHANDO O QUE???? - Em meio ao susto e raiva dela, algo me fazia rir.

- Relaxa aí, Charlottinha dos peitinhos duro. - comecei a rir sem parar da cara de raiva de Charlotte.

-Aaaargh, desça desse carro, queria ver se aguenta lutar contra mim. - ela estava furiosa.

- Relaxa, quer uma carona para casa? - tentei ser o mais adorável possível.

- Não, não entro em carros de pessoas esquisitas - ela não olhava em meus olhos, alguma coisa teria acontecido.

- Deixa de ser cabeça dura e entre. - Queria ser doce, mas meu tom era meio rude.

- Não, não queria mais saber de você, vaza.

- já que você insiste..

Acelerei meu carro o máximo que pude, cheguei rápido em casa. Fico deitado em minha cama por um tempo até escutar uma batida em minha porta.

- Andrew, você deveria ser mais adorável com as mulheres, trate elas melhores - Meu pai, a que ponto será que ele quer chegar?

- O que você está insinuando? - tento olhar ele o mais bravo possível, com aquela cara desprezível dele, não era difícil.

- Aghartar, não não AMÉLIA, sim Amélia e.. qual a outra mesmo? Que veio aqui ? - Como ele sabia de Amélie?

- Charlotte? Ah, não é AmeliA é AmeliE, agora se possível pode parar de me seguir ou espionar.

- Sou seu pai, seu querido pai, me preocupo com meu doce filho. Olha para esta linda carinha de metade Vampira e metade Lobisomem, sua genética é maravilhosa - quando pude notar ele estava tocando meu rosto.

- Pare de me seguir, eu sei me cuidar, aah, você arrumou inimigos novamente - comecei a rir da cara de ass face de meu pai.

- Eu não faço inimigos, eles morrem antes de eu criar ódio deles. - seu tom ficou sério e sombrio

- Convenhamos, todos nós sabemos dos 3 prisioneiros que você tem na masmorra, são de alguma gangue da cidade e não querem dar seu sangue a você? - tentei igualar nosso tom de voz

- Não me menospreze garoto, você ainda tem muito o que aprender. - ele estava saindo do meu quarto - ah, o nome da gangue que estou torturando é amigos dos lobisomem que matou sua mãe.

O som da porta batendo com força fez eco em minha mente, enquanto tinha lembranças do rosto de mim mãe. Se eu não tivesse levantado...se eu não fosse tão curioso... Ela estaria viva..

 











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