História O Passado Sempre Volta - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Dark Lemon, Drama, Lemon, Romance, Sadismo, Sexo, Violencia, Yaoi
Visualizações 457
Palavras 1.989
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que estejam gostosa, as coisas estão esquentando bastante :3

Capítulo 4 - A qualquer hora, em qualquer lugar


- Quem é esse? - O rapaz que andava com o Aki perguntou. Fui obrigado a comer com eles no intervalo, o que causou algum alvoroço, tanto na minha turma quanto alguns que passavam por nós. Aparentemente o amigo dele era popular, como nunca me importei em sair procurando celebridades, então não me interesso.

- É meu amigo de infância, Matsumoto Yuki. - Aki sorriu na minha direção como se escondesse um segredo, creio que seja esse o caso, pois não éramos mais amigos, estava sofrendo chantagem para aceitar e chamar uma atenção que nunca quis.

- Entendi. - O rapaz que tinha cabelos negros espetados sorriu simpático. - Sou Tsukushima Taiji.

Já havia ouvido falar daquele sobrenome, eram das linhas de restaurantes luxuosos, inclusive tínhamos contratos com algumas filiais. Fico encarando o rapaz por alguns momentos, porque os dois eram amigos afinal? Aki tinha o enganado ou queria fazer algo contra o rapaz?

- Tsukushima-kun, como você conheceu o Aki? - Tento parecer mais curioso do que investigativo, contudo, nunca fui bom em contato mentiras, então, provavelmente meu suposto melhor amigo de infância desconfiava, o que era ruim. Ainda não sabia o que ele poderia fazer.

- Foi mais como uma ajuda, como Aki é bolsistas e ele precisa se manter em Tokyo, ajudo ele com a alimentação, enquanto mantenho minhas boas notas com a mente brilhante que tem. Foi um acordo com minha família. - Taiji comentava como se fosse algo comum e habitual. Então era uma troca de interesses? - E pode me chamar de Taiji, é meio complicado o sobrenome.

- Já está falando demais Taiji. - O tom dele no nome do amigo era intimidador. Contudo Tsukushima não parecia ter percebido e deu de ombros sobre isso.

Os dois começaram a conversar sobre aulas, não entendi bem outros assuntos, então fiquei calado, olhando minha comida. Como sairia dessa situação? Talvez Taiji pudesse ser um aliado se contasse tudo a ele, no entanto, também poderia ficar ao lado do Aki, ou se prejudicar se metendo nisso. Então descartei logo a possibilidade de pedir ajuda a ele.

- Vem Yuki. - Aki simplesmente cortou a conversa, se erguendo, esperando que fizesse o mesmo. Fiz isso rápido demais, acabei derrubando a cadeira atrás de mim.
- Até mais Matsumoto. - Taiji sorriu simpático enquanto acenava, terminando seu suco de maçã.
- Foi um prazer Taiji-kun. - Minha voz sai baixa. Não me sinto à vontade entrando em contato com pessoas que não conheço.

Vou andando atrás do maior de cabeça baixa, deixando os cabelos cobrirem meu rosto. Estou nervoso, tenho medo do que possa acontecer comigo, mas mesmo assim o sigo resignado. O que poderia fazer para impedir que Aki deixasse de me influenciar? Tinha que deletar aquelas imagens e impedir que fizesse novas. Será que agindo de forma mais amorosa ele pararia?

- Onde estamos indo Aki? - Indago quando noto que estamos no corredor mais vazio.
O maior não diz nada, entrando na sala vazia que servia de deposito. Não esperou nenhum minuto, colocando meu corpo contra a mesa, me assustei tão de repente.
- E-espera... Na escola não. - Tento afasta-lo, mas como sempre Aki não cedia a meus pedidos e simplesmente fazia o que queria, enquanto cheirava meu pescoço, mordendo meu lábio inferior em seguida. Dando um beijo tão intenso que deixou minhas pernas bambas. Enquanto descia a mão até minha bunda, adentrando minha calça e cueca, a mão dele estava fechada, era estranho, parecia que tinha algo, até que notei que era o mesmo objeto que estava no dia anterior dentro de mim.
- N-não. - Mas Aki foi penetrando, estava gelado de algo melado, enfiando o dedo para empurrar bem fundo.
- É para deixar você sensível e brincarmos depois da aula, não se preocupa. - Beijou o topo da minha cabeça como se quisesse me tranquilizar.

Me senti quente e por alguns momentos não entendi, até ouvir o intervalo tocar, o maior se afastou de mim, ajeitando minha roupa aos poucos.
- Eu não posso ficar com isso na sala. - Digo com urgência e medo, parecia que estava passando dos limites.
- Você vai Yuki, não se preocupe, vai se sentir tão bem que vai esquecer que está com isso. - Aquele sorriso assustador no seu rosto, fazia com que pensasse duas vezes antes de questionar qualquer coisa que aquele rapaz dissesse.

- Não chore, meu doce. - A ponta dos dedos dele seguiram na lateral dos meus olhos. O carinho que ele fazia e todo seu cuidado só contribuíram para me deixar confuso. - E, antes de ir, não se aproxime do Taiji, converse com ele apenas quando estiver comigo.

- Mas, porque? - Pergunto, ainda sentindo aquela coisa dentro de mim, nem consigo pensar direito sobre as coisas ao redor. Como sobreviveria até o final da aula?
- Simples, tem a mim, não precisa ninguém falando contigo. - Aki tirava as pontas dos meus cabelos da frente. - Possivelmente Taiji deve te achar estranho o suficiente para não chegar perto.
- Ah. - Aquilo me machucou um pouco. 
- Vai, se não chegará atrasado. - Aki ficou me encarando enquanto caminhei de forma estranha até deixar a sala.

Aquela amizade por interesse dos dois estava longe de ser foco dos meus pensamentos no momento, tudo parecia girar enquanto andava. Aquela coisa dentro de mim estava roçando no meu interior, me deixando estranho, excitado.

Respirei fundo, sentando na minha cadeira, fechando os olhos por alguns momentos. Juro que tentei me concentrar, até depois de um tempo fazendo exercício consegui esquecer, foi quando aquilo vibrou, não parando. Aki controlava o vibrador. Abaixei o corpo, tentando não fazer barulho, aquilo me deixou mais quente que o normal.

Parecia que todos estavam me encarando ou sabiam o que acontecia. Comecei a suar, tendo pequenos espasmos, sobretudo quando a velocidade aumentou no máximo. Levei a mão até a boca, tentando não emitir sons, aquilo tocava em um ponto extremante sensível.

Estava prestes a ejacular, no entanto de repente a vibração parou, me senti extremamente frustrado, estava duro e totalmente melado.
É quando noto a mensagem no celular.
"Venha no banheiro do corredor."

Peço para ir ao banheiro. Caminho com dificuldade, estou tão excitado que não consigo pensar direito. Todo meu corpo trêmulo. Quando finalmente cheguei Aki estava me esperando.
Puxando meu corpo na direção de um dos boxes vazios. Retirando minha calça, ficando apenas de cueca. Isso me deixou humilhado e envergonhado, pois estava totalmente melado de pré-gozo.
- Que lindo, você é muito sensível, não é? - Aki segurou meu membro começando a fazer movimentos lentos demais, segurando forte.

O vibrador voltou a estar em potência máxima, mas nunca iria gozar assim, os movimentos eram lentos e provocativos. Minha mente parecia parar de funcionar enquanto estava sentado no vaso de pernas abertas para que Aki tivesse livre acesso ao meu ânus.

- Aki... - Falo choroso. As lágrimas desciam desesperadas, enquanto soluçava pela humilhação, trêmulo de vergonha.
- O que foi Yuki? - A voz dele baixa próximo da minha boca, sussurrando, provocando, lambendo a saliva que escorria na lateral se misturando com as lágrimas.
- E-eu preciso vim, por favor. - Minha voz sai melosa, entre soluços por ceder aquela provocação. Passei praticamente duas aulas sendo estimulado.
- Claro. - Aki sorriu triunfante, penetrando dois dedos, incomodou rapidamente. Mas como estava naquele estado senti o prazer tomar conta do meu corpo. 
O maior acelerou a masturbação, não demorou um minuto para ejacular, melando minha barriga. Ofegando, ainda sentia os espasmos por todo o corpo, sobretudo no meu ânus que Aki ainda brincava, até tirar o dedo, deixando o objeto dentro de mim.

- Você é um bom menino. Agora minha vez de sentir prazer. - Aki se encostou na porta do box, abaixando a calça e a cueca só o suficiente para deixar o membro para fora, duro e pulsando.
Me apoio na parede e vou me ajoelhando contra o azulejo frio, com o controle na mão Aki coloca no máximo o vibrador.
- Faça a mesma coisa de ontem Yuki, se masturbe até gozar enquanto me chupa. - Ordenou.

Estava com medo do prazer e o quanto me sentia sensível, parecia que estava me perdendo naquela sensação que Aki me provocava, no entanto, obedeci. Levei a mão até meu membro, começando a masturbação cada vez mais intensa.

Enfiando seu falo na minha garganta, chupando-o com certa ânsia. enquanto o maior segurava meus cabelos, guiando o ritmo que desejava. Apenas lambi e suguei.
Minha mente foi divagando por qualquer outro lugar, pois o prazer de novo estava se apossando de mim. Não queria ceder, contudo, aquilo era bom.
Até que sinto algo quente se derramar na minha garganta. Enquanto ele goza, acabo vindo da mesma forma, salivando no seu membro, me afastando.
- Logo vai fazer isso perfeitamente Yuki. - Aki sorri me olhando, vendo-me tão cansado e confuso.
Estou arfando. Me sinto tão envergonhado por tudo aquilo.
Aki finalmente tira aquela coisa da minha bunda, estou mais aliviado que acabou.
- Depois da escola você vem pra minha casa. - O rapaz ordena enquanto coloca o pequeno vibrador no bolso, saindo do banheiro primeiro.

Fiquei alguns minutos, limpando meu corpo, ajeitando meu uniforme e me sentindo envergonhado. O prazer que aquelas coisas que Aki fazia comigo me deixavam fora de mim.

Meu corpo tremia por vários motivos, medo, vergonha, a impressão de prazer, mas consegui me recuperar. Contudo, não pude prestar atenção na aula. Estava tão perdido, tudo aquilo era obviamente errado, fiquei traumatizado por anos, odiava o inverno, não queria me aproximar de pessoas, não posso simplesmente deixar o Aki entrar na minha vida e achar que tá tudo bem, por outro lado tenho medo dele, do que possa fazer comigo, contudo, mesmo o amor doentio que sente pode simplesmente terminar em tragédia. Não quero ficar preso a alguém que me considera uma posse, não tenho como negar o prazer, nas não o amo e mesmo que o amasse ainda sentia medo, muito medo. Era assustador.

Quando o sinal bateu indicando o fim da aula, senti o coração bater mais rápido. Será que teria que fazer todas aquelas coisas de novo? Estava me sentindo inseguro novamente. 
Apenas mandei mensagem ao meu irmão, avisando que ficaria aquela tarde na casa do suposto amigo.

Dispensei o motorista, não poderiam saber que iria para o subúrbio, meus pais tinham medo que fosse sequestrado, então era melhor manter em segredo, por isso peguei o metrô. Aki estaria me esperando lá, preferia que não fossemos juntos para não haver desconfiança fora da escola ou alguém avisar meus pais, todo cuidado era pouco.

O complexo de prédios era humilde, parecia mais abandonado do que realmente era. Quando caminhei na direção do apartamento, acabei, por falta de atenção esbarrando em um rapaz muito grande.
- D-desculpe. - Digo envergonhado, olhando meus próprios pés. 
- Não olha por onde anda seu merda? - A voz dele era grossa, indicando que era um adulto. Parecia um brutamontes.

Segurando a camisa do meu uniforme de repente. Acabei estremecendo, nunca tinha apanhando na rua e era assustador. Antes que ele fizesse qualquer movimento, Aki segurou o corpo dele, virando o homem.
- Larga ele. - Disse friamente. Por instinto fui para trás do maior, segurando no seu moletom.

- Crianças ridículas. - O homem que nem mesmo vi o rosto saiu de lá, caminhando na direção do ponto de trem.
Fiquei mais próximo do Aki. Fechando os olhos, por isso odiava pessoas, não tinha como saber o que esperar delas, poderiam simplesmente ser violentas, te batendo ou fazendo coisas piores contra sua vontade. Pior, estava usando o Aki como se ele fosse meu protetor, quando percebi isso me afastei imediatamente.
- Que fofo Yuki. - O maior sorriu, pegando minha mão, me levando na direção do complexo de apartamentos. - Diga aos seus pais que vai dormir fora hoje.


Notas Finais


O que será que acontecerá nos próximos capítulos com Aki e Yuki? Não percam e.e


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