História O peso do destino - Jeff The Killer - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Lendas Urbanas
Visualizações 32
Palavras 863
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Capítulo 19 - III- Samantha, a maga


Fanfic / Fanfiction O peso do destino - Jeff The Killer - Capítulo 19 - III- Samantha, a maga

*Marie*

Senti meu sangue ferver em minhas veias quando vi Jeff encostar aquela asquerosa faca no frágil pescoço de Nicole.

-Solte-a Jeffrey! -gritei, minha voz saiu rouca e grossa, faziam-se anos que além de não falar não ouvia nada. A minha adorável filha chorava desesperada com toda essa situação.

-P-pare pai! Por favor -ela soluçava enquanto implorava para aquele miserável o chmando de "pai". O que ele pensa que está fazendo.

-Adeus pirralha inútil -quando ele apertou a faca contra sua garganta grande escorrer uma minúscula quantidade de sangue, uma corrente se prendeu no pescoço dele e o arrastou para trás o fazendo solta-la.

Uma melodia macabra reproduzida por assobio surgiu de dentro da floresta junto aos som de passos firmes e correntes tinindo. Em alguns segundo uma mulher de longos cabelos vermelhos usando um vestido longo preto e um guarda-chuva, surgiu acompanhada por um homem alto de sobretudo e cabelos grandes o suficiente para cobrir grande parte de suas feições, mas não me era estranho.

-Parece que pesquei um dos grandes -disse a mulher. Jeff se mexeu um pouco e puxando um alicate do bolso, cortou um elo da corrente se soltando e pondo-se em pé.

-Essa é novidade para mim -disse ele apanhando sua faca e passando a mão em seu próprio pescoço.

-Para trás de mim Nicole -falei, mas ela não me obedeceu, apenas olhava eles assustada  -AGORA NICOLE! - após o grito, finalmente ela veio.

-Burra como sempre, não é Nicole? -perguntou o desgraçado sorrindo feito um doente.

-P-por que? - ela perguntou gaguejando em prantos. Não chore por este filho da mãe.

-Cale a boca sua pequena vagabunda, eu ainda corto sua garganta uma hora dessas -ele falou com um grande tom de nojo e repulsa em sua voz. No mesmo instante, ele arremessou a faca em minha direção que não foi um problema segura-la. Quando me voltei para ele, o miserável havia desaparecido.

-Filho da mãe -resmunguei e me voltei para a ruiva a minha frente -Por que não o impediu de fugir?

-Já salvei a vida da sua filha. Não posso ir tão além assim -ela riu, fechou o guarda-chuva e o entregou para o homem.

-Filha? -disse Nicole  e eu me virei para ela.

-Isso mesmo querida Nicole. Este ser irreconhecível a sua frente, é sua adorável mãe -disse a ruiva. Ela estendeu a mão e uma grande quantidade de água veio em minha direção lavando quase todo o lodo em mim.
 

*Nicole*

Eu já não entendia mais nada, quer dizer que este ser estranho a minha frente é a minha mãe? Como assim?

A mulher de cabelos vermelhos que me salvou a pouco tempo atrás fez com que, quase todo o lodo e a lama saíram de cima dela, revelando aquela mulher. A mulher que sempre aparecia em meus sonhos. Aquela que preenchia todo o sentimento de solidão que sintia... apenas corri e a abracei com todas as poucas forças que me sobravam e como nunca chorei até não haver um pingo de lágrimas nos meus olhos.

-Eu sempre quis te conhecer mãe!... Eu sempre quis ver seu rosto!... Sempre quis que você estivesse comigo -disse em meio a soluços e pausas arrastadas, tentando me conter.

-Desculpe por lhe fazer sofrer tanto, por não te ver cresce, por ter deixado você para trás. Me desculpe minha filha -ela me falou chorando tanto quanto eu.

Permanecemos assim por um bom tempo. Eu não entendi muito bem, mas em um breve momento durante o abraço, olhei para cima e pude notar algo estranho entre aqueles dois, ele afagava o cabelo dela enquanto  falava algo. Quando nos separamos e secamos as lágrimas a ruiva se pronunciou.

-Foi lindo e emocionante, mas o tempo corre muito rápido para humanos, então sejamos breves -ela mostrava-se totalmente intediada e irritada -Marie, vá para casa no meio da floresta, proteja sua filha pelo caminho, amanhã à tarde estarei lá -ela se virou para seguir seu rumo -Desculpe por não poder te ajudar mais. Marie.

-Ru... -a minha mãe (que felicidade em pensar está palavra) iria falar mais alguma coisa, mas a mulher levantou a mão e a interrompeu.

-Eu não atendo mais por este nome. Me chame de Samantha. Sam Alba  - e continuou a andar até sumir de nossas vistas.

-Vamos Nicole -ela começou a andar em direção a densa floresta.

-Mas me explica por favor, eu não entendo nada -disse a segurando pela mão.

-Depois Nicole. Por enquanto vamos escutar o que aquela mulher falou -ela respondeu entrando na floresta.

-Certo...-disse a seguindo. O medo fazia minhas pernas tremerem, o clima estava muito frio durante todo percurso, a única coisa que me confortava era a presença dela que não me dirigiu a palavra nenhuma vez.

Andamos um pouco até chegarmos à uma cabana antiga onde havia alguns indícios de luz. Ao pararmos de frente a porta, uma mulher saiu. Aparentava estar cansada, era magra e possuía longos cabelos loiros misturados a alguns fios brancos. Ao  nos ver, seus olhos encheram-se de lágrimas e abraçou nós duas de uma vez só.

-Marie! Nicole! Por favor me desculpem -tive uma grande sensação de nostalgia e uma felicidade tomou meu peito.

-Mãe!...



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