História O Pianista - Lutteo - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Luna, Lutteo, Matteo
Exibições 360
Palavras 1.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Fic nova. Eu estava aqui sem fazer nada e acabei tendo a ideia pra essa fic. Espero que gostem!

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 1 - Um Estranho Excitante


Luna Valente

Caminhei pelo estacionamento e vi minha melhor amiga Âmbar Smith em frente o prédio da nossa escola. O Blake South College, ela acenava freneticamente para mim. Eu ri e caminhei ate ela.
Âmbar era minha melhor amiga desde que éramos pequenas. Sempre estudamos juntas desde o pré. Continuei caminhando até ela, mais acho que a distancia era muito longa, pois ela veio ate mim.
Ela andava dando pequenos pulinhos animados, Âmbar parecia uma fada com seu corpo pequeno e feições miúdas, seus cabelos eram loiros, um pouco abaixo dos ombros e com pequenos cachos nas pontas
Ela me alcançou antes que eu chegasse até metade do caminho e enlaçou seu braço junto com o meu.
-Luna como vai? Alguma novidade?
-Vou bem Âmbar, e você?
-Bem, e ai alguma novidade? – eu ri quando ela falava assim era que ela tinha uma novidade e estava louca para me contar.
-Bem... – enrolei um pouco e vi seu pé batendo impacientemente. – Não Âmbar nenhuma novidade e você?
-Já que você tocou no assunto eu tenho sim. Sabe o meu primo?
-Você tem primo? – nem lembrava que Âmbar tinha primos. Ela rolou os olhos como se eu fosse louca.
-Claro que eu tenho, o pianista lembra?
-Você tem um primo pianista? – ela me deu um chacoalhão
-Terra para Luna. Acorda mulher eu já te mostrei uma foto dele. – tentei lembrar e finalmente me veio à mente a foto de um garotinho de cabelos pretos e olhos castanhos a pele era pálida e suas bochechas rosadas a coisa mais linda.
-Atah, lembrei era M... Alguma coisa. – ela riu
-Matteo, Matteo Balsano.
-Nome bonito. Mais o sobrenome é diferente.
-É ele é filho da irmã da minha mãe.
-Hummm, e quantos anos ele tem?
-Vinte e tantos.
-E é pianista?
-Sim, ele vai fazer um concerto aqui em Buenos Aires, e meus pais vão dar uma festa para ele. Você vai não vai?
-Se eu for convidada com certeza irei.
-Mais estou te convidando sua louca.
-Calma Âmbar eu vou sim. – ela sorriu e me puxou para nossa primeira aula.
Eu e Âmbar tínhamos todas as aulas juntas menos a ultima por isso cada uma vinha em seu carro, pois sempre nos desencontrávamos na saída.
A professora de trigonometria passava alguns exercícios para fazer em casa, eu estava realmente curiosa para conhecer o tal primo de Âmbar.
Fomos para o intervalo e Âmbar tagarelava sobre a festa que seus pais iriam dar e que levaria Simón.
Simón era o namorado de Âmbar ele era do time de futebol do colégio, era alto, tinha olhos castanhos cabelos pretos arrepiados de forma bagunçada.
Âmbar era louca por ele, antes de chegarmos a nossa mesa o vimos acenando para nós.
Fomos nós sentar e logo ele veio, bufei irritada ao ver meu primo e o Villalobos ao seu lado.
Sebastian Villalobos era uma mala, vivia me perseguindo querendo que eu saísse com ele. Não entendia por que ele era tão obcecado por mim.
Eu era tão comum com cabelos pretos que batiam até o começo dos ombros e pele branca, sem contar os olhos verdes sem graça. Eu sou muito magra pro meu gosto e um desastre ambulante.
Mais mesmo assim ele insistia, ele não era feio tinha olhos e cabelos pretos curto em um penteado arrumadinho e rostinho de bebê.
Mais não conseguia gostar dele. Outro grudento era meu primo Xavi Almeida, ele era o maioral na escola, mais eu sempre o via como meu primo bobão que puxava meu cabelo quando éramos pequenos.
Não que ele fosse um pirralho, ao contrario ele era enorme, muito mais do que eu, seu rosto era lindo com lábios carnudos e olhos negros sua pele era branca e seus cabelos negros e um corte curto.
As meninas morriam por ele. Mais eu ainda via o Xavi idiota que arrancou a cabeça da minha boneca me fazendo chorar por três dias.
Mais para minha infelicidade ele não me via assim. Ele gostava de mim e já havia se confessado. É lógico que eu disse a ele que não tinha nada a ver.
Mais ele continuava me enchendo. Eu fingia ignorar afinal Xavi era da família. Seu pai Marcus era irmão de minha mãe, então nós éramos amigos há anos, mais Xavi sempre foi só o meu primo idiota.
Nunca o vi mais que isso. Eles se sentaram na nossa mesa, vi Simón dar um selinho em Âmbar e sorrir para mim. Retribui o sorriso, e comi um pedaço de pizza que Simón trouxe para Âmbar.
Adorava Simón ele era como um melhor amigo, um irmão nós dávamos muito bem.
-Hei Luh.
-Oi Xavi – ele sorriu radiante e me senti mal por não corresponder seus sentimentos. Mesmo ele sendo um idiota eu gostava dele como um irmão.
-Ola Luna – Sebastian parecia um cachorrinho doido por atenção.
-Ola Sebastian – ele sorriu radiante e rolei os olhos, logo nossos outros amigos começaram a se espalhar pela mesa. Yam veio junto com Jim que namorava Nico, veio também a Jazmin uma metida que só se sentava em nossa mesa por causa de Xavi.
Terminamos nosso almoço e fui para minha próxima aula, Âmbar ainda tagarelava sobre a festa, mais agora estava preocupada sobre o que vestiríamos. Ri enquanto ela falava.
Nossa aula de historia passou sem incidentes, estava chata e me dando sono, ao final me despedi de Âmbar prometendo ir mais tarde até sua casa para a festa.
Minha ultima aula era de educação física, meu inferno pessoal, diga-se de passagem. Eu sempre me machucava ou machucava alguém.
Dessa vez a vitima havia sido eu mesma, torci o pulso e o treinador Mariano me deu um pouco de gelo. Sai do ginásio em direção a enfermaria.
Já era conhecida por sempre ir parar na enfermaria então entrava sem bater e não foi diferente dessa vez.
Adentrei a secretaria sem cerimônia e estaquei ao ver um homem alto que estava recostado no balcão, ele tinha cabelos pretos meio cacheados e seu rosto era anguloso e muito bonito, parecia que suas feições fossem esculpidas.
Seus olhos eram de um castanho muito forte, brilhantes que me deixaram sem fôlego, e seu sorriso me causaram borboletas em meu estomago e meu equilíbrio estava indo para o espaço.
Assim que ele me libertou do seu olhar perturbador, parecendo notar minha mão, sobre o gelo ele se aproximou de mim.
-Ola.
-O... O... Oi – ele riu baixinho e senti meu rosto pegar fogo, se tinha uma coisa que eu odiava em mim era que meu rosto sempre me entregava.
-Sua mão esta doendo? – ele perguntou se aproximando de mim, sentia que iria ao chão a qualquer momento.
-O... O... Que? – ele riu mostrando todos seus dentes brancos e perfeitos e tocou minha mão. Uma corrente elétrica pareceu ter passado por nós esquentando todo meu corpo.
-Sua mão, esta doendo? – ele fazia pequenos círculos com polegar no meu pulso e sorria.
-Não. – suspirei por fim e ele sorriu, mais não soltou minha mão.
-Bom, a algo em que posso ajudar?
-O... Onde esta a Srta. Hernández? – ele deu de ombros.
-Quando cheguei à secretaria estava vazia. Agora estou esperando.
-Oh, - sussurrei e ele riu de novo, serio qual era o problema dele só ria o tempo todo, eu tenho cara de palhaça?
-E o que causou esse machucado? – ele olhava em meus olhos ainda fazendo círculos com o polegar em meu pulso, podia sentir meu rosto pegando fogo.
-Eu... Eu educação física.
-A machucaram? – me apresei a negar
-Não, eu me machuquei sozinha. – vi suas sombracelhas se unirem e tive vontade de passar meus dedos em sua testa para desanuviar seu semblante, mais me contive.
-Como isso é possível? – dei de ombros se ele visse meus hematomas, Berni o pai de Âmbar é medico, ele havia tirado uma chapa de mim, depois de eu ter rolado a escada da casa dele e ficou assombrado com a quantidade de antigos machucados que já tive.
-É muito comum eu me machucar, caio com muita facilidade. – ouvi seu riso baixo e ele se aproximou mais de mim.
-Eu posso te segurar se você quiser? – senti meu coração bater violentamente contra meu peito e mordi o lábio com força.
-Co... Como assim? – ele sorriu mais e colou seu corpo ao meu. Não sei como aconteceu mais ele mantinha uma mão em minha cintura e a outra soltou minha mão e colocou em minha nuca.
Ele deu um leve puxão em meu pescoço e seus lábios passaram por lá me causando arrepios. Fechei os olhos e mordi o lábio com força para conter o gemido.
-O que esta fazendo? – murmurei de olhos fechados e senti um arrepio ao sentir sua risada em meu pescoço.
-Evitando que você caia.
-Eu não ia cair. – resmunguei mais pareceu não fazer efeito nenhum, pois seus lábios subiam e desciam pelo meu pescoço.
-Não foi o que pareceu, quando eu a toquei – ele apertou minha cintura e me puxou mais contra ele, deixando seus lábios do meu pescoço soltei um gemido de protesto.
Abri meus olhos e ele me fitava, seus olhos ardiam nós meus e meu ar faltou. Ele estava perto, perigosamente perto, e quando seus lábios roçaram nós meus eu morri.
Mais ressuscitei rápido, ele somente roçava seus lábios nós meus me causando tremores por todo meu corpo, sentia vontade de agarrá-lo e de empurrá-lo tudo ao mesmo tempo.
Parte da minha mente me dizia que ele era um estranho, e não era certo se agarrar com estranhos.
Mais a outra parte gritava para eu agarrá-lo, mais antes que eu pudesse decidir qual parte era mais forte, som de passos me alertaram para o que eu estava quase fazendo me separei dele com um empurrão e lhe dei um tapa com toda minha força.
Ele me olhou atônito e antes que pudesse me chamar de louca a porta se abriu...


Notas Finais


Então pessoinhas do meu coração, o que acharam? Devo continuar?


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