História O Pianista - Lutteo - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Luna, Lutteo, Matteo
Exibições 290
Palavras 1.485
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem!!

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 3 - Desejo Que Nem Eu Sabia Que Tinha


A boca dele era uma delicia, seu gosto, seus lábios, sua língua, eu odiava negar mais eu o desejava ardentemente e o pior estava me apaixonando por ele.
Amava senti-lo me tocando, senti-lo me beijando. Adorava seu olhar, que me queimava, e vê-lo tocando só me fez querê-lo mais e mais.
Mais quando suas mãos desceram da minha cintura e afagaram minha bunda a coerência voltou e a vergonha veio junto, com as bochechas vermelhas e os lábios inchados por seus beijos eu me afastei dele.
Indignada por seu ato tentei lhe dar um tapa, mais ele previu e segurou meu pulso antes que eu tivesse a chance. Sem lagar meu pulso ele segurou minha mão e beijou meus dedos.
-Sabe fico imaginando. Será que você vai adquirir essa cor linda quando eu a tiver em minha cama. – ele disse afagando minha bochecha corada.
Como se fosse possível eu corei ainda mais e tentei me desvencilhar dele, o que o fez sorrir e me puxar para ele. Ele voltou a passar seus lábios no meu pescoço e subindo para meu queixo, minhas bochechas até minha boca.
Ele voltou a me beijar e dessa vez não dei passagem, lutei bravamente quanto as sua investidas de aprofundar o beijo, mais quando ele mordiscou meu lábio inferior e voltou a afagar minha bunda eu me entreguei.
Amaldiçoei-me mil vezes, mais foi mais forte do que eu. Eu não conseguia pensar com seus dedos me tocando e seus lábios nos meus.
Ele separou nossos lábios, quando respirar se fez necessário e deu um selinho em minha boca, mais não me soltou, a mão dele ainda estava na minha bunda e a outra em minha cintura, meus braços rodeavam seu pescoço e não sei como eles foram parar ali.
Eu mordi o lábio inferior e ele sorriu malicioso e apertou a minha bunda e roçou seu quadril no meu. Senti sua dura ereção e corei furiosamente me afastando dele.
Eu lhe dei um tapa e o vi me olhar furioso, antes que ele pudesse voltar a me agarrar, a porta se abriu e Xavi me olhou estranho, depois olhou para Matteo e fez cara feia.
-Luna sua mãe esta te procurando.
-Tudo bem, até logo Sr. Balsano – ele bufou e vi que olhava feio para Xavi. Ele se aproximou de mim e segurou meu pulso me puxando para perto dele e sussurrou em meu ouvido.
-Até amanha Luna – ele mordicou o lóbulo da minha orelha e voltou a sentar no piano.
Eu sai meio trôpega da sala e Xavi se postou ao meu lado como se eu fosse cair. Ignorei-o e fui até a sala, onde meu pai já estava de casaco e ajudava minha mãe a colocar o seu.
Xavi me ajudou a colocar o meu, e nos despedimos dos Smith, Âmbar queria que eu ficasse para dormir, mais minha mãe não deixou, por causa da escola. Mais estava liberado no fim de semana.
Saímos da casa e Xavi abriu a porta do carro para mim, acabei olhando para uma das janelas da casa e o vi, ele parecia estar de cara feia e segui seu olhar e vi que Xavi segurava minha mão, separei-me rápido dele e entrei no carro.
A viagem foi silenciosa de minha parte. Meu pai comentava sobre como Matteo era talentoso, e minha mãe só dizia como ele era bonito, Xavi me olhava estranho como se quisesse dizer algo. O ignorei ao sair do carro. E me despedi dele e fui direto para meu quarto.
Adormeci pensando nele e suas palavras ainda ecoavam na minha mente ”Até amanha Luna”. O que ele queria dizer com isso? Como nos veríamos amanhã? O que ele pretendia?
Demorei a pegar no sono, e sonhei a maior parte do tempo com ele. Seus lábios, seus sorrisos, suas mãos em minha pele, seu sarcasmo, ao mesmo tempo em que o adorava odiava seu jeito, ele era um idiota.
Levantei sem animo nenhum para ir à escola, tomei um banho rápido e vesti o uniforme, desci para tomar meu café. Sempre tomava o café sozinha. Meu pai saia para o banco cedo e minha mãe estava fazendo compras com certeza.
Tomei um copo de suco, e comi umas torradas, peguei minha mochila e a chave do volvo e fui para a escola. Âmbar me esperava na porta e corri até ela.
-Luna como você esta? – estranhei sua pergunta
-Eu to bem. Por quê?
-É que ontem você estava meio estranha. Não comeu muito e depois que o Matteo tocou você sumiu. – corei lembrando por que tinha sumido e pigarreei antes de falar.
-Estava um pouco zonza por causa do remédio, para dor sabe por causa do pulso, por isso não comi muito. E a hora em que sumi eu estava conversando com seu primo.
-Matteo! – ela arregalou os olhos e eu assenti.
-O que foi Âmbar?
-Bem, sabe é que minha mãe disse que o Matteo é meio safado. Ele não tentou nada com você não né? – eu corei furiosamente e neguei. Agora é que eu não ia contar para Âmbar, ela suspirou aliviada e enlaçou seu braço com o meu e seguimos para nossa aula.
-Ainda bem que ele não fez nada, minha mãe disse que o adora, mais Matteo é um galinha, tem namorada por toda parte. Pobre da mulher que se envolver com ele. – senti meu coração se apertar ao ouvir as palavras de Âmbar.
Eu já imaginava que ele me via só como mais uma, mais ter certeza de que ele era assim doeu. No fundo eu esperava que ele gostasse de mim de verdade.
Âmbar continuava tagarelando sobre como Matteo era safado, e que sua mãe disse que ele não se apegava a mulher nenhuma, e só queria transar com quantas pudesse afinal as mulheres viviam se jogando aos pés dele.
Meu coração ficava pequenininho a cada palavra de Âmbar, e segurei as lagrimas que teimavam em cair. E o pior eu tinha que admitir estava gostando dele, talvez até apaixonada.
No intervalo estava dispersa e nem percebi quando Xavi ou Sebastian me cumprimentaram. Estava saindo para ir a minha sala antes do sinal bater e senti alguém segurar meu pulso. Olhei para trás e Xavi me segurava com o cenho franzido.
-Esta assim por causa dele Luna? – torci o nariz
-Do que esta falando Xavi?
-Do Balsano. É por causa dele que esta triste? Ele fez algo com você? Por que acabo com ele... – não o deixei terminar e me soltei dele.
-Xavi Almeida em primeiro lugar o senhor não manda em mim. E segundo não tenho nada com o Sr. Balsano para ele fazer algo comigo. – ele me olhou desconfiado.
-Ontem não pareceu.
-Xavi o que eu faço da minha vida não é da sua conta.
-Luna eu... – o cortei antes que ele começasse.
-Escuta Xavi, meus sentimentos ainda são os mesmos, e se você não parar com isso eu vou começar a te evitar e nem amigos vamos ser mais. – ele me olhou triste e me cortou o coração, mais foi o certo não podia enganá-lo eu não sentia nada por ele.
-Tudo bem Luna, a gente se vê depois.
Dei um tchau para ele, e fui para minha aula. Tentei prestar atenção mais foi impossível. Aproveitando que a ultima aula era educação física, falei para o treinador Mariano que meu pulso ainda doía e ele me liberou para ir para casa.
Estava quase me aproximando de meu carro quando vi um homem recostado no volvo. Quase tive um AVC a reconhecer Matteo que sorria torto para mim.
Aproximei-me dele a passos rápidos olhando em volta pra ver se não tinha ninguém por perto.
-O que esta fazendo aqui? – perguntei assim que me aproximei dele e ele me enlaçou pela cintura me colando a ele.
-Eu disse que viria te ver. – eu neguei.
-Não você disse “Ate amanhã”, isso é meio vago, não quer dizer que você viria na minha escola. – ele riu e roçou os lábios no meu pescoço.
-Só queria te roubar um beijo e fazer um convite.
-Que tipo de convite? – olhei desconfiada para ele.
-Quer conhecer meu quarto? – ele piscou e sorriu malicioso, senti meu rosto e pescoço super vermelho.
-Nem pensar. – ele riu e me deu um beijo rápido
-Tudo bem eu sou um cara paciente.
-O que quer dizer com isso?
-Que vou esperar até você querer conhecer minha cama.
-Vai sonhando.
-Com certeza linda. – ele riu e me deu as costas indo embora e me deixando sozinha. Hei, ele não disse que tinha vindo me dar um beijo?
Antes que eu pudesse pensar ele voltou e me agarrou pela cintura colando seus lábios nos meus, seu beijo era ardente e senti minhas pernas bambas, ele me soltou e eu estava ofegante.
-Esqueci do meu beijo. – ele sorriu torto e se foi. Fiquei alguns minutos na frente do carro até minha pernas voltarem a me obedecer...


Notas Finais


O que acharam?


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