História O Pianista - Lutteo - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Luna, Lutteo, Matteo
Exibições 263
Palavras 1.209
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem!

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 4 - Professor Particular?! Ta Bom.


Luna Valente

Assim que senti que não iria cair respirei fundo e entrei no carro respirando com calma. Como ele fazia isso vinha aqui me dava um beijão e me deixava sem dizer nada. O que ele pensa que eu sou?
Ok acho que aceitar os beijos dele, não me torna uma pessoa muito santa, OMG ele deve pensar que eu sou tarada, ou safada.

Assim que me senti mais calma liguei o carro e fui pra casa, estava um pouco nervosa com tudo que estava acontecendo, Matteo havia entrado em minha vida como um furacão.
Serio minha vida tava de pernas pro ar, aquele deus grego fica me jogando indiretas, e sei muito bem o que ele quer, e o pior é que eu daria pra ele.
Cheguei a casa e fui tomar um banho gelado, pra ver se apagava esse fogo que vem me consumindo esses dias, esses dias nada desde ontem mesmo.
Vesti um moletom velho, tava com preguiça de me arrumar e preferi ficar de pernas pro ar. Deitei no sofá da sala, a casa estava vazia e sem nada pra fazer, nada não né, tinha meu dever de italiano, mais sem vontade agora.
Meu celular tocou e o atendi, sem nem olhar, pelo horário devia ser Âmbar.
-Alooou.
-Alooou. – nós rimos, do nosso jeito louco.
-Fala miga.
-Que ta fazendo, já começou o dever de italiano?
-Adivinha. – ela riu baixinho.
-Sabia, tenho uma ótima noticia então.
-Medo das suas ótimas noticias. – ela riu baixinho.
-É serio Luna, arrumei um professor de italiano pra gente, mais pra você né.
-Medo desse professor. Não é nenhum nerd esquisito não né? – ela riu alto. – Ou pior o Sebastian. – rimos juntas, Sebastian era pior que eu em italiano.
-Não para todas as alternativas, ele é lindo e muito gostoso.
-Hummm gostei. Quando vou conhecê-lo?
-Que tal agora?
-Como assim agora?
-Estamos na sua porta.
-Caramba Âmbar, eu to toda bagunçada, e você traz um gato assim sem me avisar. – ela riu alto.
-Qual a graça?
-Abre a porta. – corri até a porta e estaquei ao ver Âmbar acompanhada de Matteo Balsano.
A peguei pelo braço e bati a porta na cara dele.
-Âmbar por que trouxe seu primo aqui? – ela rolou os olhos e abriu a porta puxando Matteo pela mão.
-Ele é nosso professor. – olhei feio pra ele que sorria torto pra mim.
-Então ta, já que não tem coisa melhor.
-Luna! – ele riu alto.
-Vamos logo pra essa aula.
-Aonde vai ser no seu quarto? – ele falou me olhando sugestivamente, lógico que eu corei violentamente.
-Claro que não. – Âmbar riu da minha cara e deu um tapa no peito de Matteo. – Não seja bobo Matteo, vai ser na sala né. – ele sorriu para ela e piscou pra mim.
-Vou pegar meus cadernos. – avisei e corri para meu quarto, assim que cheguei fechei a porta me encostando-se a ela.
OMG era perseguição como ele fazia isso comigo? Aquele... aquele cachorro, safado, sem vergonha, gostoso...
-Luna. – ouvi alguém chamar e abri a porta sem perguntar quem era, e dei de cara com o ser, e que ser gostoso, ele sorriu malicioso.
-Estamos te esperando, você esta bem? – olhei feio pra ele e virei às costas sem responder e comecei a pegar meus livros de italiano.
Ouvi a porta se fechando e virei rápido e ele já caminhava em minha direção, engoli em seco, ele sorriu e se aproximou cada vez mais ele andava lentamente como um leão pronto pra atacar sua presa.
E a presa era eu!!
Afastei um passo para trás e ele sorriu safado.
-Com medo de mim Luna?
-Eu, eu... De-de onde tirou essa idéia absurda? – senti a cama batendo nas minhas pernas me impedindo de andar mais pra trás, e ele sorriu sugestivamente.
-Que bom. – e ele me beijou, com calma, só tocando seus lábios nós meus, minhas mãos, as malditas como sempre adquiriam vontade própria perto dele e já estavam em seu pescoço.
Ouvi sua risada, e senti suas mãos em minha cintura e sua língua pedindo passagem em minha boca. Separei-me dele quando o ar se fez necessário, e vi seu sorriso safado e o empurrei.
-O que esta fazendo aqui?
-Vim te chamar pra nossa aula.
-Não se faça de bobo. – ele sorriu torto e passou a mão pelos cabelos os deixando mais bagunçados.
-Hei, não posso oferecer ajuda a minha priminha querida e sua amiga? – eu o olhei arqueando uma sobrancelha e ele fez carinha de inocente.
-Eu não sou boba Matteo, sei muito bem o que esta fazendo.
-Mesmo, e o que estou fazendo?
-Ok, eu não sei, mais não vou cair na sua. – ele sorriu malicioso e se aproximou de mim, congelei ao senti-lo tão perto, ele colocou uma mão em minha cintura e a outra na minha nuca, senti seus lábios soprando em meu pescoço e suspirei.
Sua boca tocou de leve minha pele e fechei os olhos, senti sua língua passando por minha pele e tremi de leve. Ele roçou os lábios no meu ouvido e sussurrou enquanto mordia o lóbulo da minha orelha.
-Você já esta na minha Luna. – e me soltou, fiquei meio mole e cai na cama sentada.
-Estaremos te esperando lá embaixo Luna. – e ele saiu do quarto sem me olhar.
OMG, eu sou uma safada, enterrei meu rosto em minhas mãos e suspirei pesadamente. Levantei e peguei meus livros e fui para o andar de baixo, lógico que antes tive que passar no banheiro e lavar meu rosto.
Quando cheguei lá ele estava sentado no chão conversando animadamente com Âmbar, fui até eles e coloquei meus livros sobre a mesinha de centro e me sentei ao lado dele no chão.
-Nossa demorou em Luna.
-Hummm, eu não estava achando um livro. – olhei para Matteo e ele sorria malicioso e corei de leve e olhei para minhas mãos.
Até que ele era bom professor, nos ensinou direitinho. Já era tarde quando ouvimos a porta da frente bater e meu pai entrar, ele olhou para nós três no chão meio confuso.
-O que estão fazendo?
-Oi pai, o Sr. Balsano esta ajudando eu e Âmbar com italiano, ele não é legal? – ele me olhou feio por causa do senhor, e sorriu para meu pai, se levantando e o cumprimentando.
-Como vai Sr. Valente?
-Bem, pode me chamar de Miguel.
-Então me chame de Matteo. – ele sorriu e os dois apertaram as mãos.
-Claro Matteo, fiquem pra jantar.
-Hummm não sei, se importa Âmbar?
-Não seja bobo Matteo, valeu tio Miguel. – meu pai riu, ele adorava Âmbar, eu sorri e comecei a recolher meus livros e Âmbar juntou os dela, meu pai sentou no sofá e ofereceu uma bebida a Matteo.
-Vem Âmbar, vamos deixar os mais velhos conversar. – ele me fuzilou com os olhos e sorri, reprimindo a vontade de mostrar a língua.
Ele parecia odiar quando me referia a ele como sendo velho. Subi com Âmbar, e ficamos batendo papo furado até ouvirmos meu pai gritar.
-Crianças jantar. – rolei os olhos e Âmbar riu.
-Serio tenho cara de criança?
-Nem um pouco miga.
-Eu sei. – ela sorriu e descemos a escadas juntas.
Chegando a mesa, quase xinguei o infeliz que arrumou os lugares, eu iria sentar ao lado de Matteo de novo...


Notas Finais


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