História O Pianista - Lutteo - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Luna, Lutteo, Matteo
Exibições 273
Palavras 1.391
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero que gostem!

B
O
A

L
E
T
U
R
A

Capítulo 6 - Isso é Tipo Um Encontro?


Luna Valente

Caminhei em direção ao prédio da escola, e vi Âmbar acenando para mim. Corri até ela que assim que me viu enlaçou seu braço no meu.
-Como esta?
-Bem. – falei murmurando e ela sorriu.
-Liga pro seu pai não.
-Ai Âmbar eles me irritam, onde já se viu eu e Xavi, nada a ver.
-Eu sei miga, você precisa de alguém... – ela pareceu pensar, e eu pensei em Matteo.
Alguém como ele não seria nada mal, só que teria que ser menos idiota, e se achar menos, ok ai não seria ele, e eu gosto do jeito dele, por que afinal ele é gostoso, não tem como negar.
-Luna, ta me ouvindo?
-Desculpa Âmbar, tava pensando em como matar Xavi Almeida. – ela riu e fomos para nossa aula.
A manha passou rápido, rápido até demais para meu gosto, logo já era hora do almoço, eu e Âmbar caminhamos pelo refeitório e pegamos nosso lanche assim que sentamos, eles apareceram.
-Hei Luh.
-Oi Luna.
-Ola Sebastian. – mordi a maça que estava em minha bandeja e Xavi sentou ao meu lado.
-Não vai me falar oi Luna?
-Estou te ignorando Xavi.
-Eu por quê? O que eu fiz?
-Pergunte ao seu amiguinho Miguel. – ele fez uma careta e voltei para minha maça.
Simón chegou acompanhado do pessoal e sentou colocando Âmbar em seu colo. Xavi sentou amuado ao meu lado, mais nem liguei, ia dar um gelo nele, pra ele aprender a não ficar de ti ti ti com meu pai.
-O que o Xavi tem? – Simón perguntou pra Âmbar, que riu baixinho.
-Culpa. – ela falou e ele riu.
-Sinto amigo. – Xavi fez cara de cachorro pidão pra mim, e o ignorei, o que foi ruim, pois Sebastian achou que isso era deixa pra ele me paquerar.
Acabei o ignorando também. Olhei para um cartaz que cobria grande parte da parede do refeitório.
BAILE DE PRIMAVERA.
Suspirei olhando a parede, lógico que eu não ia né. Minhas opções de pares era horrível, e o cara que eu estou a fim, nunca iria a um baile de colégio, seria ridículo.
Alias já é ridículo só de eu pensar que um pianista famoso, iria querer algo comigo, ok ele quer algo comigo, mais não vou dar a ele. Ou vou?
OMG estava virando uma pervertida, maldito Matteo Balsano. Fui tirada de meus pensamentos quando o sinal bateu, Âmbar me cutucou e fomos juntas para a sala.
-Até quando vai dar gelo em Xavi?
-Não sei, quando eu sentir que ele esta arrependido.
-Você viu a carinha de cachorrinho que caiu da mudança dele né? – eu ri.
-Sim, provavelmente amanhã ele já esta perdoado.
Nós rimos juntas e sentamos em nossos lugares.
-E o baile, você não vai?
-Acho que não.
-Ah Luna, vai ser chato se você não for.
-Âmbar, você vai ter Simón pra te distrair, nem vai dar por minha falta.
-Você sabe que não é verdade miga.
-Eu sei. Mais Âmbar, ir pra ficar de vela, não rola. – ela riu.
-Simón disse que dança com você.
-Valeu miga, mais prefiro ver um filme e tomar sorvete.
-Mais Luna... – olhei pra ela e ela suspirou. – Tudo bem, vou ficar quieta.
-Obrigada.
Assim que a aula acabou, me despedi dela, avisando que ia sair depois das aulas, pra ela não me procurar, fui pra aula de educação física, que foi um pesadelo, pelo menos sai viva.
Já estava no estacionamento, quando o vi recostado no meu carro, os braços cruzados, ele estava de óculos escuros, definitivamente ele é lindo. Suspirei e me aproximei dele.
Entrei no carro sem falar com ele e destravei a porta. Ele entrou e comecei a dirigir em silencio.
-Aonde vamos? – falei já que ele não falava, e eu estava ficando nervosa.
-Pare o carro. – o olhei confusa e o vi sorrir, parei o carro no acostamento, e ele tirou seu cinto, depois soltou o meu.
-Vamos trocar de lugar?
-Por que? – ele rolou os olhos.
-Por que eu vou dirigir?
-Não entendi. – ele suspirou e tocou minha perna com sua mão, e quase pulei.
-Por isso, eu não vou conseguir me controlar e não te tocar, e quero chegar vivo lá. – corei furiosamente e sai do carro.
Ele saiu também e me esperou com a porta aberta do lado do carona, já ia entrar quando ele segurou meu pulso e me prensou contra o carro. Suas mãos seguraram em minha cintura e seus lábios ficaram sobre os meus sem tocar.
Fiz um biquinho involuntário, para tentar beija-lo, mais ele sorriu e negou, sua boca fez um caminho por todo o meu rosto, sem realmente me tocar e eu estava já respirando com dificuldade.
-Vai ficar só provocando? – acabei falando e ele sorriu e jogou a cabeça pra trás.
Quando ele voltou a me olhar, seus olhos estavam sérios, e ele encostou os lábios na minha orelha e mordiscou o lóbulo.
-Isso é pra você aprender a não me chamar de senhor.
-Ok. – falei fraquinho, e ele me beijou com urgência, sua língua sugou a minha, seus dentes mordiscando meus lábios, minhas mãos já agarravam seu cabelo, ele me soltou de repente e desencostou de mim.
-Entre Luna. – ele mandou e não me movi, ouvi sua risada baixa, e me senti ser empurrada pra dentro do carro, ele afivelou meu cinto, e fechou a porta.
Caminhou lentamente ate o lado do carona sem tirar os olhos de mim, e sentou no banco do motorista colocando seu cinto, e, pois o carro em movimento.
Ficamos algum tempo calados, ainda estava sobre o efeito do seu beijo, e do seu castigo, que OMG fiquei sem fôlego, senti sua mão em minha perna e olhei pra ele.
-Esta tão calada
-Eu... Nervosa acho.
-Não se preocupe, eu não farei nada que você não queira.
-Ok. – falei fraquinho de novo, na verdade esse era meu medo, eu o queria demais, estava difícil me controlar e não pular no colo dele, mesmo com o carro em movimento.
-Aonde vamos? – perguntei de repente, vendo que ele dirigia há algum tempo.
-Daremos uma volta, o que você prefere tomar um sorvete, ou ir ao cinema? – o olhei confusa, e ele sorria.
-Que é isso, tipo um encontro? – ele deu de ombros.
-Já decidiu?
-Acho que um sorvete esta bom.
-Sério, eu preferia o cinema, assim poderia tirar uma lasquinha. – ele piscou divertido e corei.
-Você é pervertido. – ele riu alto.
-Eu sei que você gosta. – rolei os olhos e ele parou o carro em frente a uma sorveteria.
Entramos e ele pediu uma casquinha de morango pra ele, e eu pedi uma de chocolate, sentamos em umas mesinhas que tinha dentro e lambi meu sorvete, olhando tudo em volta, e evitando olha-lo.
Já estava quase acabando o sorvete, quando ele se debruçou sobre a mesa e lambeu o canto da minha boca, corei furiosamente, e o vi sorrir malicioso.
-Estava sujo de sorvete.
-Por... Por que não usou o guardanapo? – ele sorriu.
-Me deu vontade de experimentar o de chocolate.
-Da próxima vez, compre o sorvete como qualquer pessoa normal.
-Mais assim é mais divertido. – desviei os olhos dos dele, e senti-o tocar minha mão.
-O que vai fazer no sábado a noite? – me surpreendi com sua pergunta, e pensei por um momento.
-Acho que é o baile de primavera da escola.
-Você vai? – bufei ao lembrar do idiota do Xavi.
-Não.
-Quer fazer algo mais divertido?
-Tipo?
-Ir a uma festa comigo.
-Esta falando sério?
-Claro que sim.
-Oh, eu não sei.
-Não se preocupe temos tempo. Pense, tem até sexta pra me responder.
-E se eu não for? – ele deu de ombros.
-Convido outra pessoa. – sua resposta me magoou, e sem pensar me levantei da mesa e sai da sorveteria, antes que alcançasse a porta senti a mão dele em meu pulso.
-O que foi?
-Eu... Eu preciso ir pra casa.
-Tudo bem. – assenti e comecei a andar em direção ao meu carro, ele não me deixou dirigir de novo.
-Esta chateada comigo? – ele perguntou e eu neguei, como dizer a ele, que eu pensava que era a única pra ele, coisa que eu já devia imaginar que não era.
-Sei que esta.
-Eu estou bem Matteo. – ele suspirou.
-Se importa de passarmos em meu hotel antes? – arregalei os olhos, no hotel dele?
-Na... Não. – ele sorriu e colocou o carro em movimento...


Notas Finais


O que acharam? Á noite eu posto outro


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