História O Pianista - Lutteo - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Sou Luna
Personagens Luna Valente, Matteo
Tags Luna, Lutteo, Matteo
Exibições 291
Palavras 1.609
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Um aviso: gente a idade da Luna não é 18, eu acabei trocando com uma outra fic que eu estou escrevendo, ela tem 17. Espero que gostem!

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

Capítulo 8 - As Coisas Que Ele Me Faz Fazer


Luna Valente

Levantei e senti minhas pernas bambas e teria caído se ele não tivesse me sustentado. Eu corei e ele riu beijando meu pescoço.
-Nunca deixei uma mulher zonza depois de fazê-la gozar. – ele se gabou e eu ri sem humor
-A falta de equilíbrio é meu. Não fique se achando. – ele riu e me colocou de pé.
-Sei. Mais seu equilíbrio pareceu pior depois que eu te beijei.
-Ok, já entendi você é o cara. Podemos ir agora? – ele riu alto e me levou até a garagem onde peguei meu carro.
Entrei no volvo e ele me entregou a chave depois, de fechar a porta para mim.
-Tem certeza que consegue dirigir?
-Há, Há muito engraçado. – ele sorriu e me deu um selinho.
-Já estou louco de saudade do seu corpo – eu fiz cara feia e ele riu – De você também. De você toda – ele sussurrou no meu ouvido e mordiscou o lóbulo.
-Também estou de você – seu sorriso aumentou
-É claro que esta.
-Idiota – eu o empurrei e ele riu
-Gostosa. – virei à chave e o carro ronronou e ele se afastou me dando um aceno. – Pensa no meu convite. – ele gritou enquanto eu manobrava para fora do estacionamento.
O caminho ate em casa foi agonizante, sentia meus seios pesados e roçavam na camisa por estar sem sutiã e toda vez que lembrava corava. Eu dirigi rápido e assim que cheguei a casa corri a tomar um banho gelado.
Vesti uma roupa confortável e sai do banheiro, quase infartei ao ver minha mãe sentada na minha cama.
-Nossa mãe que susto. – ela sorriu e me chamou até lá, sentei e ela me puxou colocando a minha cabeça em seu colo e afagou meus cabelos.
-Me diga querida, você não vai mesmo ao baile?
-Mãe!!
-Não temos visitas agora. Conte pra mamãe. – eu suspirei.
-Eu não quero ir mãe, eu não gosto de ninguém em especial, e Xavi e Sebastian estão fora de cogitação.
-Tudo bem, mas não existe nenhum rapaz que te faça sentir especial? – eu corei ao lembrar de Matteo, e agradeci por minha cabeça estar em seu colo, impossibilitando de ver meu rosto.
-Bem, é ninguém que me lembre agora. Mais sabe, Âmbar disse que eu podia ir com ela e Simón.
OMG, o que eu estou fazendo?
-Mesmo?
-É Simón disse que dança comigo. E tipo eu teria hora pra voltar?
-Claro que não, na verdade já que vai com Âmbar achei que você dormiria lá.
-Verdade nem pensei nisso. – ela riu.
-É só você deixar o celular ligado, todo o tempo. – eu sorri e agradeci.
-Eu acho que vou comer, estou faminta.
-Oh claro, bebê sempre que quiser fale com a mamãe.
-Obrigada mãe.
Senti-me mal por não ser totalmente honesta com ela, mais como contar que um musico famoso, estava tentando me levar pra cama.
Ela ia proibi-lo de se aproximar de mim, talvez exigir uma ordem de restrição, e isso não. Apesar de tudo eu estava me apaixonando por ele. Sabia que ia me arrepender, mais já não podia evitar.
Assim que minha mãe saiu me joguei na cama, e peguei meu celular, e procurei a ligação dele e nomeei o numero dele. Meu Matteo, sério tinha que esconder esse celular, ri do meu pensamento e me assustei quando o telefone tocou, e identifiquei a chamada.
Meu Matteo, piscou na tela, e sorri atendendo.
-Alooou. – ouvi a risada dele.
-Pensou que fosse Âmbar?
-Não, sabia que era você.
-E fez o alo pra mim?
-Sim. – falei corando e ouvi sua risada.
-Se soubesse que você ficaria tão gentil assim, teria te beijado antes.
-Ew, seu... Seu...
-Amor pode falar.
-Pervertido, tarado, safado.
Desliguei o telefone na cara dele, e suspirei frustrada, o celular voltou a tocar e “Meu Matteo” piscou na tela.
-Alo. – falei mal humorada.
-Luna, não desligue na minha cara novamente, ou vou castiga-la de novo.
-Ora seu...
-Desculpe. – ele falou com voz mansa, e eu suspirei.
-Matteo, eu... – eu era uma idiota, era só ele amansar a voz que eu amolecia.
-Então pensou no meu convite? – suspirei.
-É eu pensei.
-E?
-Eu vou. – falei de uma vez.
-Tudo bem, eu vou te buscar...
-Nem pensar.
-Então?
-Você quer que meus pais saibam?
-Luna eles me adoram... – o interrompi.
-Matteo, uma coisa é serem seus fãs, outra bem diferente é saberem que um homem mais velho esta de agarra, agarra com a filha de menor deles. – a ligação ficou em silencio, depois de um minuto, eu não agüentei mais. – Ainda esta ai?
-Sim, acho que tem razão. – ele falou por fim, e suspirei aliviada.
-Posso ir pro seu hotel, só me diga a hora.
-Tudo bem. – voltamos a ficar em silencio, e acho que ele ficou chateado com o negocio dos meus pais, ou será que ficou com medo por estar se envolvendo com uma menor? Senti-me desconfortável e acabei falando baixinho.
-Se você quiser desfazer o convite, por mim tudo bem.
-Não seja absurda, esteja as sete no hotel.
-Ok. – falei mais animada e ouvi sua risada baixa. – Bem melhor desligar agora.
-Tudo bem, sei quando não sou querido. – rolei os olhos.
-Tchau Matteo.
-Até amanhã Luna.
-Amanhã, como assim amanhã?
-Amanhã Luna, eu vou te buscar na escola.
-Mas... – ele desligou antes que eu argumentasse. Inferno. Desci a escada e fui para a cozinha e fiz um sanduíche, não estava a fim de jantar, e amanhã ainda tinha que falar com Âmbar, e pedir sua ajuda sem revelar muito.
Cheguei na escola e logo vi Âmbar acenando pra mim, liguei o alarme do carro e corri até ela.
-Oi miga.
-Bom dia Âmbar. – caminhamos em silencio, ate nossa primeira aula e eu torcia minhas mãos nervosamente.
-Quer me contar algo Luna?
-O que?
-Bem, você esta torcendo as mãos, e parece muito nervosa, e esta um pouco corada.
-Hehehe. Sabe o que é Âmbar, eu bem, eu...
-Sabe que pode me contar tudo não é?
-Eu sei miga, na verdade eu queria te pedir um favor.
-Pode falar.
-Ok, bem eu não vou ao baile, mais pra minha mãe parar de me encher eu disse que ia, ai você podia fingir que eu fui com você e Simón? – falei tudo de uma vez e ela sorriu.
-Claro que sim Luna, mais agora respira e me diga. O que você vai fazer enquanto estou no baile. – eu corei e evitei olha-la.
-Miga eu, você se importaria se eu não te contasse agora? – ela suspirou.
-Você não esta fazendo nada de errado, não é?
-Claro que não.
-Então sem problemas.
-Obrigada. – falei baixinho, antes que ela me respondesse, o professor chamou nossa atenção e não conversamos mais.
Na hora do intervalo nem parecia que pedi algo a ela, fui em silencio ate a cantina e comprei meu almoço, assim como Âmbar, nós sentamos e logo vieram Xavi e Sebastian.
-Oi Luna.
-Hei Luh, então estou perdoado?
-Ola Sebastian. – fiz um charminho e depois joguei uma bala pra ele.
-Sim, por enquanto. – ele riu alto e conversamos sobre bobagens, logo Simón chegou e o resto do grupo.
Assim que o sinal bateu, eu e Âmbar começamos a levantar, mais Xavi segurou meu pulso. Âmbar saiu andando com Simón, e eu olhei confusa para Xavi.
-O que foi?
-Eu queria falar com você – dei de ombros e caminhamos juntos até minha sala.
-Luna, eu bem, você vai ao baile com quem?
-O que? Eu não vou ao baile. – ele coçou a nuca e me olhou confuso.
-Mais sua mãe disse... – olhei brava pra ele, ele levantou as mãos em sinal de rendição.
-Hei, eu não fiz nada, ela somente falou ao seu pai, que contou pro meu.
-OMG só tem fofoqueiro nessa família. – ele deu uma risadinha, e suspirou ao ver meu rosto serio.
-Desculpe, eu só fiquei curioso.
-Xavi posso confiar em você?
-Claro, sabe que sim.
-Bem, eu menti pra minha mãe.
-Então aonde vai...
-Eu vou sair com um cara. – ele me olhou desconfiado.
-Luna, eu acho que você devia pensar bem, ele não é pra você.
-De quem você esta falando?
-Do Balsano, sei que gosta dele.
-Xavi isso é ridículo. – falei meio nervosa, e podia sentir meu rosto extremamente quente. Já estávamos na porta da minha sala, e ele segurou meu pulso.
-Luna, eu falo sério, ele vai te magoar.
-Xavi me solte, eu já disse que não tem nada haver. Ele é um músico famoso, e eu estou no ensino médio, ele nunca olharia pra mim.
-Luna... – não o deixei terminar.
-Eu tenho que entrar. Xavi, se você é meu amigo de verdade, não vá contar a ninguém sobre o baile, e o que eu vou fazer. – ele suspirou e colocou as mãos nos bolsos da calça.
-Eu não sou fofoqueiro. – eu ri e ele também.
-Obrigada. – sussurrei e entrei na sala, Âmbar me olhou desconfiada e sorri pra ela.
As aulas passaram rapidamente, e assim que acabou educação física, e eu consegui sair de lá sem muitos arranhões e vitimas pelo caminho, corri para fora antes do sinal bater, e o vi recostado no meu volvo.
Ele sorriu quando me viu, e acabei sorrindo de volta, já me aproximava dele e joguei a chave do carro e ele a pegou no ar sorrindo. Abriu a porta pra mim e entrou no carro.
Ele se aproximou de mim, e o empurrei de leve, ele fez um biquinho, e ri.
-Aqui não, alguém pode ver. – ele me olhou arqueando uma sobrancelha. – Depois, eu prometo. – ele sorriu.
-Vou cobrar então. – ele pós o carro em movimento, e logo estávamos na estrada.
-Aonde vamos hoje? Cinema ou sorvete? – ele riu
-Não, hoje vamos para meu hotel.
OMG!!...


Notas Finais


Sou só eu que acho ou esse Matteo está muito safado? O que acharam?


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