História O Pior Pecado Do Pastor - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Visualizações 147
Palavras 1.262
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 32 - Imagine


Angel Collins

Point Of View

Los angeles- California- Estados Unidos

O quarto estava totalmente escuro, a pouca luz que tinha era refletida pela lua, eu apenas sentia e via pouco. Ele tirou toda minha roupa lentamente, e eu ja me encontrava totalmente nua, e ele também.

O efeito do alcool ainda estava no seu auge em nos dois, ele estava no meio das minhas pernas, sugando meu pescoço, deixando marcas. Senti seus beijos subindo ate que seus labios se encontram com o meu e começamos um beijo, lento, intenso e muito prazeroso.

Minhas unhas apertavam com força sua nuca, eu sentia um prazer inexplicavel, e a necessidade de ter ele em mim como um só, aumentar gradativamente.

Sua mâo deslizou por todo o meu corpo, até que chegou em seu pênis, e ele direcionou o mesmo ate o meu sexo, e entao senti entrando pouco a pouco. Mordi meus labios e logo senti seu beijo novamente.

Os movimentos iam aumentando e a vontade de gritar era enorme, sentia nosso corpo jà ficando suado até porque tudo estava abafado, e fechado.

Justin segurou forte em minha cintura pegando mais impulso, sentia seu pênis na entrada do meu utero, agarrei o lençol com força e soltei um gemido fraco, o prazer era tanto que eu mal conseguia emitir som.

Justin aumentou ainda mais os movimentos enquanto apertava meus seios com muita força, provavelmente a marca de seus dedos ficariam ali.

Senti que meu gozo estava perto então apertei seus braços mordendo o labio, e ele entendeu porque começou a ir o mais fundo que podia.

Senti meu liquido escorrer e meu corpo todo formigar e logo após Justin a mesma coisa, ele se jogou ao meu lado com o corpo suado, e eu me deitei em cima dele.

- Eu ...- minha voz falhou- quero tentar uma coisa- ele franziu o cenho

- Oque?- sua voz saiu tão falha como a minha

Me levantei e coloquei minha perna de cada lado do seu corpo, e posicionei seu pênis em meu sexo, e então comecei a subir e descer lentamente.

Justin revirou os olhos, e mordeus os labios com força, eu sentia muito prazer mesmo cansada o que me motivava a continuar.

Comecei a rebolar lento também, e senti um tapa estralado em minha bunda, se ficaria a marca? Sem duvidas.

Mas a dor do tapa foi prazerosa, o que fez ele me dar mais.

Ouvimos barulho na escada então sai de cima dele o mais rapido possivel, Justin ja ia levantar quando ouvimos a voz da Liza.

- Sou só eu, podem continuar- ela gritou e eu ri.

- Obrigado Liza- Justin resmungou e voltou a deitar. - Onde você estava?

- Na cama, porque agora cortou o clima

- Ta e o que eu faço com isso?- apontou para seu pênis totalmente ereto- Da um jeito nisso.

- Ok Ok- fui em direçao ao mesmo, direcionei ate minha boca e comecei a chupar com gosto, empinei minha bunda enquanto fazia isso e logo senti os dedos de Justin dentro de mim. Enfiava o maximo que eu podia na boca enquanto estimulava lentamente com a mão. 

Em minha boca senti suas veias engrossarem, então continuei, e senti o gozo em minha boca, engoli e Justin me olhou satisfeito.

- Tem um pouco no seu labio ainda- disse em um tom humorado e eu passei a lingua no mesmo terminando o serviço.

Me deitei em seu peito relaxando.

Ficamos em silencio ouvindo a respiração um do outro, então veio em minha cabeça quando ele disse que me amava, que largaria tudo. Tudo que eu fiz até aqui foi evitar. Evitar que eu criasse uma falsa esperança e que eu visse isso como parte do tratamento e tenho certeza que essa foi a ideia dele também. Mas esquecemos que somos humanos, que não adianta evitar, porque se fosse baseado em sexo, ou em beijos e nada mais ate poderia dar certo. Mas houve conversas, risadas, confiança e o real. Houve momentos que fizeram tudo isso passar de um simples caso e virar o que é agora. Por mais que eu evite dizer eu sinto, e quando ele diz o sentimento cresce e a confusão tambèm, porque pode ser mentira mas vejo em seus olhos a sinceridade. Sinto que cada dia que passa eu preciso mais dele, e nao consigo mais imaginar indo dormir sem antes ter falado ou beijado ele, sem passar o dia sem ter o tocado ou ouvido a sua voz. Mas eu terei que partir mas isso esta me dilacerando, uma coisa que era para me salvar, esta nos matando, aos poucos, lentamente e silenciosamente. 

E fica inevitavel não pensar, como teria sido, se caso fosse em outro tempo? Outra situação? Outra Angel outro Justin?

Sua respiração estava tão calma, que eu achei que jà havia dormido, mas eu queria tanto perguntar que arrisquei.

- Justin?

- Hm?- ele resmungou

- Como teria sido, se tivessemos nos conhecido, em outro tempo, outra situação?

Sinto ele suspirar pesado, e se ajeitar, ficando sentado na cama. Ainda nus ele me puxa para sentar em seu colo de frente a ele, e começa a fazer um carinho gostoso em minha coxa.

- Vamos imaginar, que eu era um homem solteiro que saiu em uma noite como essa com os amigos e foi para um bar- Sorri fraco, fazendo um carinho em sua nuca.

Era estranho e ao mesmo tempo bom, como nao sentia vergonha da nudez mesmo sem estar fazendo sexo.

- E ....- continuei- Eu sai com minha irmã para o mesmo bar, as duas solteiras.

- Quando você entra- ele para e pensa um pouco- O bar todo olha, voce esta usando um vestido preto bem colado e decotado, e todo mundo baba em você. - rimos- O ryan me cutuca e me faz olhar para você.

- Assim que você me ve- Sorrio- Vc vira o copo todo de tequila na boca e vai para perto de mim, minha irmã foi convencida a ir para a pista de dança com o Ryan.

- Quando eu chego perto de você, voce me olha e volta a olhar para sua bebida, eu te analiso de cima a baixo e penso, preciso dessa garota.

- Você fica um tempo me olhando atè que eu digo, quer alguma coisa?

- E eu respondo, se não for incomodo, queria te pagar uma bebida.

- Eu dou uma breve risada- como agora- e aceito.

- Eu te pago uma bebida azul com um gosto muito bom, sabe?- rimos- e ai voce adora e diz que passou a ser sua bebida preferida.

- Depois de uns drinks começamos a dançar, voce pega em minha cintura me cola no seu corpo e diz estar apaixonado.

- Saimos do bar e vamos transar, pegamos nossos telefones e começamos a sair- Justin sendo pratico

- Então você diz que me ama

- Te peço em namoro

- Eu aceito

- Depois em casamento

- E eu aceito

- Depois percebo que ter entrado naquele bar foi a melhor coisa que fiz.

-  E fim- suspiramos e ele me abraçou bem forte. Foi bom imaginar, mas não passaria disso, de imaginação. Teria sido muito bom.

Senti as lagrimas escorrerem mas nao me importei, deixei elas irem enquanto inalava seu cheiro que eu tanto amava. Até porque sentia as lagrimas de Justin molharem meus ombros. Em silencio iamos sentindo a dor de uma realidade impossivel.

Quando percebi ja era tarde

te amava sem saber

mas nao podia mais dizer

voce foi, sem isso entender"



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