História O pior romance do mundo - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia Romantica, Triângulo Amoroso
Visualizações 16
Palavras 1.248
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, FemmeSlash, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Notas finais

Capítulo 9 - Ausência


- 40°! Meu Senhor, tu tá queimando - mãe de Umi diz verificando o termômetro - tá sentindo alguma coisa? - passa mão na testa da Umi. A mesma não falou nada, só apontou pra cabeça, indicando que doía - vou pegar o remédio. Eita febrinha pra vir num domingo hein! Acho que você vai faltar amanhã - felicidades - mas é só pedir pro seu amigo entregar as tarefas - infelicidades.

- Espera, qual amigo? - Umi de 1 ano atrás jamais imaginaria dizer isso.

- Aquele que mora aqui em frente, o... Treinador poste! - ele se chama Viktor, jovem mamãe.

- Ele não é da minha sala, é do 2° - diz com dificuldade.

- Então vou pedir pra aquele outro - Paulo - tem o número dele? - assente - pois vou anotar e ligar - pega o celular da Umi e sai do quarto. Umi estava sentindo dor no corpo todo, sem contar a enxaqueca de matar. Se não fosse sua mãe trazendo os remédios, ela iria cometer suicídio bem ali. Que dor horrível! Toma os remédios fazendo careta - vou fazer uma sopa bem gostosinha pra tu, acho bom comer - olha ameaçando - e eu já liguei pra seu amigo Pablo - pelo visto aprendeu o nome dele - ele disse que vai vir deixar as tarefas amanhã - sai do quarto. Seria bem melhor não pegar as tarefas, mas ok.

[Quebra de tempo: segunda de manhã ]

Nossa heroína ainda não melhorou e, como previsto, teve que faltar. Saindo de casa, Viktor estranha a ausência dela. Vai acordar tarde de novo? Eu deveria esperar? Pega o celular pra ver a hora, 6:23. Olha novamente pra casa da Umi e nada dela sair. Até parece que eu vou esperar essa pirralha de novo. Começa a andar, ainda olhando pra casa da Umi. Pensando bem, ela disse que iria passar o final de semana aqui em casa. Vira o olhar pra calçada. Mas ela não veio aqui nenhuma hora...

Será que aconteceu alguma coisa? Ela ficou com raiva de mim por eu ter chutado ela sexta? Mas eu nem chutei forte, por que ela ficaria com raiva? Tsc ela é fresca a esse ponto? Chuta uma pedra do caminho. Não é como se eu tivesse me importando, ela que me acostumou com essa porcaria de rotina de ir com ela! Isso, meus amigos, é uma tsundere pensando. Chegando no portão da escola, se esbarra em Paulo.

- Olha por onde anda - Paulo fala se virando, fica surpreso ao ver que era Viktor.

- E você olha como fala - os dois começam a fazer um duelo de quem encara por mais tempo. Esses dois definitivamente não vão se dar bem - tsc - segue reto ignorando Paulo. Ele foi o culpado da pirralha ter machucado o nariz. Cerra os dentes. Não quero ver a dimensão dessa treta. Deve ter sido isso, o nariz ficou tão machucado que ela faltou hoje... Ainda não me parece convincente, mas que merda. Enquanto nosso pedaço de raiva fica com saudades da Umi, vamos ver como ela está:

- E NÓS SOMOS SEEEEUS AMIGUINHOS OS BACKYARDIGAAANNS!! - Umi cantando e dançando de frente à tv, estava vendo Backyardigans. É, essa é nossa protagonista, a que com 15 anos assiste Backyardigans. Ainda por cima, se orgulha disso.

- Tá bem animada pra alguém que tá com febre, viu bichinha - sua mãe diz, desconfiada - vou já te mandar pra escola.

- 'Qué isso mãe, faça uma coisa dessas não - ri - quer spoiler desse episódio, mãe? - pra chegar ao ponto de ter que falar do episódio de Backyardigans com a mãe, deve ser muito tédio mesmo. Já que é assim, melhor voltarmos pra escola:

Nada de extraordinário estava acontecendo, o lugar de Umi estava vazio e Paulo se coçava de vontade de gazear aula. Mas, já que ele prometeu que levaria as tarefas, tinha que ficar lá. Afinal, não dá pra saber quais são as tarefas se gazear aula, certo?

- 2 semana, aposto que alguns de vocês já se conhecem - professor fala - mas ainda não deram chance pros novatos. Assim, vou passar um trabalho em dupla. Quantos alunos tem aqui? 30? Vai ser em dupla mesmo - se senta na cadeira, pegando a cardeneta - alguém faltou hoje? - Paulo diz quase que de imediato "Umi Pumbles" - alguém pode fazer dupla com ela? - Paulo e Nátali levantam o braço. Um olhar mortal é lançado para Paulo, ela havia levantado primeiro - se resolvam aí, vou explicar como vai ser o trabalho.

Enquanto o professor explicava, a 3° guerra mundial estava prestes a começar lá no fundão da sala. Nátali e Paulo estavam um do lado do outro, não que Nátali quisesse aquilo.

- Eu levantei primeiro - diz séria, parecendo uma pessoa totalmente diferente. Paulo franze o cenho intimidador, tinha que mostrar quem é o melhor amigo, isso mesmo!

- Foda-se se levantou primeiro ou não, eu que vou fazer dupla com ela - Nátali dá uma risada alta de deboche, chamando um pouco a atenção de alguns alunos ao redor.

- Eu sou a melhor amiga dela, ela mesma já disse isso - sorriso de superioridade.

- Eu conheci ela primeiro - um duelo de encarada começa. Não sei dizer se Paulo se dá ruim com todo mundo que conhece ou se é uma mera coincidência, mas eles definitivamente também não se dão bem. Primeiro o Viktor, segundo a Nátali.

- Escuta aqui, eu que vou fazer dupla com ela - Paulo apenas dá um sorriso sarcástico e ignora ela. Por conta da discussão não prestou atenção na explicação do professor, ficou sem entender o trabalho. Belo amigo, Paulo. Durante o resto do dia, eles não se falaram mais. Tanto para Nátali quanto para Paulo o dia estava um tédio, sem a Umi por perto pra animar as coisas fica complicado.

Podemos dizer o mesmo de Viktor, ao sair da sala sentiu a ausência dela o esperando. "Treinador poste, pode me acompanhar até em casa?" "Nem adianta negar, moramos na mesma rua!" "Só vim desejar um ótimo dia!" "Não tava me escondendo, queria te fazer uma surpresa", memórias começam a passar em sua cabeça, mas a que mais se destacou foi o sorriso. Sim, o sorriso de sexta-feiro junto com o "obrigada por se preocupar". Viktor estava com saudades dela e, além disso, apaixonado por ela. Por incrível que pareça, ele não sabia de ambas.

Durante o caminho de volta ele chutou umas pedras, além de assustar uma criança com "saia da frente". Pobres pedras e pobres crianças. Quando reparou o outro lado da calçada, viu Paulo. Ele tá me seguindo?

- Ei - grita com raiva - o que está fazendo?  - Paulo percebe que é com ele, mas não dá atenção - virou surdo agora?!

- Nada que seja da tua conta - diz sem desviar o olhar do próprio caminho. Viktor se irrita com isso, estava prestes a falar outra coisa quando viu ele bater na porta da casa da Umi. Pela primeira vez, Viktor vê a mãe dela. Ela também é bonita. "Também", é? Observando mais, vê Paulo entregando um papel a ela. O que caralhos ele tá fazendo? Suspira fundo, tentando se acalmar. Bem, isso não é da minha conta. Finalmente entra em casa.

- Como foi o dia? - uma mulher de cabelo longo e preto pergunta. É sua mãe.

- Chato.


Notas Finais


Ironicamente esse capítulo fala sobre a ausência da Umi e eu estava ausente pra caramba
Desculpem por isso, é q 2° semestre de aula é mais corrido. Sem contar q E.M é tenso
E eu até já tava com os capítulos prontos, só n postei por falta de tempo msm
Mas enfim, vou tentar voltar à rotina normal de postar, td dia, um capítulo novo
N desistam de mim, comentem aqui em baixo :')


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