História O Poder Do Amor - Capítulo 45


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Categorias Luan Santana
Personagens Luan Santana, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Festa, Hot, Luan, Luan Santana, Luanete, O Poder Do Amor
Exibições 58
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi!
Mil perdões pela demora, peguei uma doença e contaminei a minha família inteira. E só agora, consegui me recuperar hahaha <3
Enfim, como ainda estou meio zoada o capítulo não saiu do jeito que eu esperava, mas prometo que o próximo fica bom.
Bj, boa leitura.

Capítulo 45 - Capítulo 45 - Bruna faz milagre.


Fanfic / Fanfiction O Poder Do Amor - Capítulo 45 - Capítulo 45 - Bruna faz milagre.

– O Luan ele... Ele tá namorando a Jade e... Vai casar com ela.

Assim que eu falei, pelo seus olhos dava pra perceber a sua fúria. Ela se levantou, arrumou a roupa e calçou o sapato. É, Bruna. Você só causa a discórdia mesmo. Pensando direito, dessa vez foi uma discórdia do bem.

– Bruna, me espera aqui por favor.

Ela bateu a porta. Eu abri a mesma novamente e ela ia em direção a sala daquele rapaz. Ah, meu Deus.

P.O.V's Alice.

Eu não consigo acreditar que o Luan fez isso, que palhaçada. Bati na porta de Lucas duas vezes, três, quatro e nada.

– ABRE LOGO. - berrei, empurrando a porta.

Parece que o jeito é gritar mesmo, não pode ter um mínimo de educação com esse povo. Ele estava sentado, mexendo em uma montanha de papeis.

– Eu tô saindo.

– O QUE? CLARO QUE NÃO.

– Claro que sim, não vou falar nada. - prometi – Mas tenho que sair, é urgente.

Ele franziu o cenho e falou um monte, tampei os ouvidos e voltei pro quarto. Bruna estava mexendo no celular, espero que ela não esteja se comunicando com ninguém.

– Bruna... - coloquei um óculos – Vamos agora no Alphaville.

Ela rapidamente me olhou apreensiva, sabia que o que eu queria fazer não era boa coisa. É, Bubu. Se você pensou isso, está coberta de razão. Bruna se levantou e pegou suas coisas, descemos as escadas e avisei a todos que estavam lá que eu iria sair e bati bruscamente a porta. Me recusei a ir no carro de Bruna, eu amo dirigir o meu e caso eu faça algum estrago, que seja com o meu carro.

– Você está levando uma arma dourada, Alice?

– É. - dei de ombros – Eu gosto dela.

Ela revirou os olhos e cada uma entrou no seu próprio carro. Fui seguindo Bruna até o caminho do Alphaville, eu não lembrava nem como era.

[…]

Havíamos chegado. Respirei fundo. Estávamos em frente a casa dos Santana, cara. Bruna foi primeiro, abriu a porta e entrou. Arrumei o óculos e me olhei no retrovisor do carro. Logo, desci e travei o mesmo. O barulho do salto era suave, fui caminhando devagar, com o braço pra trás, lá, eu segurava a arma. Quando abri a porta, Marizete picava alguns legumes e ao me ver deu um sorriso enorme.

– Alice! - falou em um tom alto, quase gritando.

A abracei e dei uma desculpa esfarrapada subindo junto com Bruna. O seu quarto era ao lado do de Luan, estava tudo quieto por lá. Com certeza Luan ainda não havia chegado. Afinal, aonde aquele bosta foi?

– Cadê a Becca e a Anna? - perguntei a Bruna, olhando em volta.

– Estão na creche. Se eu não me engano, o Luan foi na casa da Jade.

A fitei, como ela sabia que eu iria perguntar aquilo?

– Caso você pergunte. - deu de ombros.

Ri, uma risada irônica. Procurei o banheiro, eu não me recordava muito bem dos cômodos que tem por aqui. Finalmente, achei o tão sonhado banheiro e entrei lá pra arrumar o cabelo. Lavei o rosto e me olhei no espelho, eu não mudei absolutamente nada. Não engordei nem uma grama, muito menos emagreci.

– Bruna... - sai do banheiro, batendo a porta – Fica aí dentro do seu quarto e manda o endereço da casa da Jade por mensagem e...

– Mas espera! - ordenou – Você vai assim, com essa roupa?

Me olhei no longo espelho do corredor e voltei o olhar a ela, não tinha nada demais.

– A por favor, né Alice. Eles não tem bom gosto naquela casa não, vai trocar de roupa, vai.

Eu não concordei com aquela ideia, fiquei até meio entediada mas como havia algumas peças de roupas minhas lá, acabei trocando as mesmas. Fui obrigada a arrumar o cabelo novamente. Não sou uma pessoa vaidosa, pelo contrário, odeio me arrumar. Ainda mais pra situações que poderiam ser evitadas, como por exemplo essa.

– Pronto, agora pode ir! - sorriu.

Dei um beijo em sua bochecha e me despedi dela. Desci as escadas e dona Marizete estava cochilando no sofá. Mais fácil pra mim. Fechei a porta lentamente e parti pro carro, Bruna já havia enviado a mensagem. Ah, Luan... Luan, Luan. Você está completamente ferrado.

[…]

“Bruna, acabei de chegar aqui.” enviei uma mensagem, indicando que estava em frente a casa de Jade.

“Ok. Faz o que eu te falei, tá?” ela respondeu.

Apenas visualizei a mensagem e bloqueei o celular, não sei se eles estão realmente aí. Bruna não tem a completa certeza, mas provavelmente estão. Desci do carro, arrumei a roupa e respirei fundo. Toquei a campainha e uma mocinha que aparentava ser empregada ou alguma coisa de lá, veio me atender.

– Oi! - sorriu fraco.

– Oi. Eu gostaria de falar com o Luan, namorado da Jade.

– Ah, claro. Qual seu nome?

– Meu nome é Barbará Azevedo, sou amiga de escola dele. - menti.

Ela abriu o portão tranquilamente e me levou até a casa, indicou aonde era o quarto de Jade e foi em direção a cozinha. Subi as escadas lentamente, mas a cada degrau um barulho agudo saía da escada. Ao chegar em frente a porta, dei dois toques e logo a porta foi aberta, por Luan com a cara amassada.

– Barbára? - perguntou, esfregando os olhos.

Tive vontade de estapear aquela cara maldita até ele morrer, mas sorri falso.

– Quem é, amor?

A loira azeda já estava se aproximando, meu sangue estava fervendo.

– Oi, Lu! Que saudades. - o abracei, tinha nojo só de sentir aquele perfume.

Ele retribuiu o abraço, mas logo Jade separou com o cenho franzido.

– É uma amiga de escola - explicou – Que por sinal, mudou muito.

É, parece que meu plano funcionou. Ele me deu entrada e ficamos conversando, percebi que Jade estava desconfortável. Puta que pariu, Bruna faz milagre. Luan ainda não percebeu que sou eu conversando com ele? Ou ele é lerdo mesmo?

– É... Eu vou visitar a Bruna. Aonde é o Alphaville?

– Eu levo você. - Luan respondeu.

– Amor? - Jade fez bico.

– Já volto.

Ele fechou a porta e eu fui descendo as escadas, não é possível. Luan é muito lerdo. É, mas agora que ele me levar pro Alphaville, vamos ter uma conversinha.

– Vou no meu carro. - avisei.

[…]

– Bruna, cheguei com ele.

– Ué? - falou, confuso.

Me virei a ele e Bruna desceu sorrindo, assim que Luan olhou diretamente nos meus olhos soube do que se tratava.

– Pois é, Luan. - Bruna riu – A Alice voltou.


Notas Finais


Continuo com 7 comentários.
Bj <3


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