História O Poder dos Sonhos - Capítulo 6


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Categorias Bethany Joy Lenz, Hilarie Burton, Hilary Duff, Jana Kramer, One Tree Hill, Shantel VanSanten, Sophia Bush
Personagens Bethany Joy Lenz, Hilarie Burton, Hilary Duff, Jana Kramer, Shantel VanSanten, Sophia Bush
Tags Alex Dupre, Amizade, Bethany Joy Lenz, Brooke Davis, Drama, Ficção, Haley James Scott, Hilarie Burton, Hilary Duff, Jana Kramer, Novela, One Tree Hill, Peyton Sawyer, Quinn James, Romance, Shantel Vansanten, Sophia Bush
Visualizações 20
Palavras 826
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Perdida na Encruzilhada


Fanfic / Fanfiction O Poder dos Sonhos - Capítulo 6 - Perdida na Encruzilhada

O período da noite nunca foi tão longo em toda minha vida. Aquele gosto amargo das palavras não ditas me consumiu o tempo todo. Por mais que já esperasse por aquele momento nunca imaginei que fosse doer tanto assim. No fundo não consigo entender porque tanto drama por uma turnê ou por um filme, será no máximo um ano fora, sem contar que ele pode ir comigo. Ao mesmo tempo me culpo por não conseguir abrir mão de algo pequeno se comparado ao que ele fez.

O relógio dele desperta e pela rapidez que desliga percebo que não fui a única a não dormir essa noite. Ele se levanta e faz exatamente as mesmas coisas, com exceção de não falar comigo. Continuo deitada na mesma posição até não aguentar mais e me virar para o lado da porta do banheiro. Ele termina de se arrumar e para minha surpresa me dirige à palavra.

- Você já resolveu o que vai fazer?

Não consigo ainda olhá-lo nos olhos.

- Ainda não. Você tornou um momento incrível em um pesadelo.

Pela pausa que fez me parece que mordeu a língua para não falar mais besteiras.

- Não jogue toda essa responsabilidade em cima de mim, não é justo.

- E o que você me falou ontem foi justo?

- É claro que não, você sabe muito bem disso, mas...

- Mas o que, Victor? - olho, finalmente, para ele.

- Não quero que você vá.

- E por quê? Não consigo entender tanta resistência.

Ele senta na beirada da cama, de costas para mim.

- Não sei explicar, mas sinto um aperto forte no coração só de pensar em você lá, sinto como se fosse te perder.

- Não vou morrer, Victor - abro um leve sorriso - vou apenas viajar.

- Desculpa! Não sei explicar direito. E também não é só isso.

- O que mais então?

- Sinto que as previsões da Cris começam a se cumprir.

A indignação é tanta que até mudo de posição na cama e me sento.

- Não sei o que é pior, você chamar essa sua prima carinhosamente de Cris ou ainda deixar que ela interfira em nosso casamento mais uma vez.

- Desculpa, não consigo chamá-la de outra forma, nós crescemos juntos, é difícil mudar isso. Mas também não posso negar que ela está certa sobre isso.

- Sobre o que exatamente?

- Sobre você querer conquistar o mundo, ser famosa e ter a vida tumultuada que nunca quis para mim.

- Victor, eu sou escritora e não uma cantora famosa. Faço sucesso em eventos literários, no mais continuarei anônima.

- Você, definitivamente, não sabe o seu potencial. Se for nessa turnê tudo mudará em nossa vida.

- Mudanças são importantes, Victor.

- Eu sei, mas essa mudança não sei se quero para minha vida. Casei para estar sempre com minha esposa e não como esses casais modernos que vivem cada um em um canto.

- Entendo você, mas uma coisa não vai mudar, continuarei sendo sua esposa e te amando, estando aqui ou em qualquer lugar desse mundo.

- Será?

Olho para ele incrédula.

- Primeiro você joga na minha cara o sacrifício que fez por mim, dá razão a psicopata da sua prima e agora duvida dos meus sentimentos por você, sinceramente, não estou te reconhecendo.

- Olha, Duda, para mim já chega. Se você quer ir, vá. Não vou te impedir. Só não me culpe depois pelo estrago que tudo isso pode fazer em nosso relacionamento.

- Se nosso casamento não consegue resistir a alguns meses separados é porque não devíamos ter nos casado, você não acha?

- Sinceramente? Não sei de mais nada.

Ele, então, se levanta da cama e vai trabalhar sem ao menos se despedir. No fundo ainda continuo sem entender o verdadeiro motivo dele não querer que eu vá. Alguma coisa ainda está mal contada, mas vou descobrir. Espero dar tempo de ele chegar ao trabalho e ligo em seu celular.

- Oi - atende ele.

- Fala a verdade, por que tanto medo?

- Deixa para lá, Duda.

- Não! Não posso simplesmente deixar para lá. Preciso saber a verdade. Mereço isso.

Ele faz uma longa pausa, como se pensasse se conta ou não tudo de uma vez para mim.

- Você sempre quis saber como meu namoro com a Cris acabou, então, foi assim.

- Assim como?

- Assim, Duda, nós estávamos noivos quando ela decidiu viajar e voltou de lá completamente diferente.

Agora é a minha vez de ficar em silêncio.

- Duda?

...

- Duda? Você ainda está aí?

Desligo o celular na cara dele, não tenho forças para continuar ouvindo. Noivos? Quando ele pretendia me contar? E outra, nós somos completamente diferentes, como ousa a me comparar com ela? Então é isso? Ele tem remorso por não tê-la impedido de ir? Tudo fica ainda mais confuso em minha mente, mas pelo menos agora minha escolha está feita. 


Notas Finais


Desculpa a demora.
Beijos...
Gabi Amorim


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