História O poder para mudar os ceús - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Aquarius, Aries, Cana Alberona, Capricórnio, Carla (Charle), Erza Scarlet, Evergreen, Gajeel Redfox, Gildartz, Gray Fullbuster, Happy, Horologium, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Nikora "Plue", Pantherlily, Personagens Originais, Taurus, Virgo, Wendy Marvell
Tags Fairy Tail
Exibições 28
Palavras 968
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá...

Capítulo 1 - Reflexão sobre um pesadelo


Fanfic / Fanfiction O poder para mudar os ceús - Capítulo 1 - Reflexão sobre um pesadelo

Fairy Tail x784

Cadeiras sem rumo, mesas em chamas e projeteis humanos davam, à Guida número 1 de Fiore, um ar alegre e desengonçado, mas, aparentemente, ‘normal’ para os que lá estavam.

 

Num canto afastado, na esperança de não serem atingidas, estavam Lucy e Wendy, fazendo pouco caso situação.

 - Esses idiotas não param mesmo, né?- inquiriu Lucy passando um olhar entediado pela confusão.

 - É, o Natsu-san, o Gray-san e a Erza-san estão sempre cheios de energia. - concluiu Wendy despreocupada, as confusões explodiam com frequência.

Lucy concordou silenciosamente com a Dragon Slayer, mas um pouco surpreendida, se a Erza já se tinha juntado à luta, como é que esta ainda não tinha acabado? Afinal das contas, a Titânia sempre punha um ponto final nas brigas.
Desistência provocada pelo medo.

- Wendy, - chamou Charle ao aproximar-se da mesa onde as duas magas estavam, tinha estado ausente até aquele momento – se quisermos apanhar o comboio para Urulu é melhor irmos agora.

 - Sim, Charle. – respondeu enquanto se levantava – Vemo-nos depois, Lucy-san.

 - Ok, até depois. – respondeu às duas enquanto estas acenavam. Pelo que Wendy dissera mais cedo, ela e a Exceed iam até a uma cidade próxima em missão, algo sobre obter a água medicinal de um lago de difícil acesso, nada que, com a ajuda de Charle, se provasse difícil.

 

 Agora sozinha, a maga celestial esticou os braços e apoiou o queixo na mesa, os belos olhos castanhos contemplavam a bagunça que era Fairy Tail. Ficou assim algum tempo, até que deixou de focar no que se passava à sua volta, a sua mente estava noutro lugar.
A situação já era recorrente, apanhava-se a pensar naquele assunto.
Começara, mais ou menos, a uma semana atrás, quando a loira, uma noite, caiu num sono inquieto, nele alguns dos seus passados confrontos surgiam, momentos e vozes uniam-se num ruído distorcido:

 - Uma garotinha que nem mesmo sabe sobre os relacionamentos entre espíritos… não pode vencer-me!

 

 - Eu vou destruir esse teu lindo rosto.

 

- Tu és patética! E feia! E uma perdedora!

 

 - HAHAHA, que falha!

 

A dor e a impotência, sem os seus espíritos faltava sempre algo, algo, algo….

 

 

 - PAREM! JÁ!

Toda a guilda parou num silêncio incomum, a própria Lucy foi abruptamente chamada à realidade pela voz horripilante.
Erza parecia ter finalmente decidido restaurar a ordem no pedaço, ninguém, por um momento, pensou em contrariar:

 - Vocês estão a ver o estado em que deixaram a guilda? Comecem a arrumar, AGORA!

Ouviu-se um ‘’SIM!’’ em coro e todos começaram a limpar a trapalhada, expressões de medo eram vistas nos seus rostos.
No entanto, Lucy aproveitara a distração de todos para sair de fininho. Não estava minimamente interessada em consertar a confusão que não tinha provocado.

 

Assim, saiu pelas portas da guilda e caminhou pelas ruas da cidade, e foi para casa.

Mas durante o caminho não convocou Plue nem se equilibrou na margem do rio, estava novamente absorta em pensamentos, o pesadelo de uma semana atrás ainda ocupava a mente da maga celestial.
Na verdade, apos a primeira noite, tentara não pensar no assunto, afastando-o com todas as suas forças, mas este sempre acabava por vir-lhe à cabeça, tão frequentemente, que tais pensamentos tornaram-se rotina.

 

Quando se percebeu que estava em frente à sua moradia, aproximou-se desta, destrancou a porta e entrou.

 

Atirou-se para a cama em desistência. Quanto mais pensava no assunto mais ele se complicava. No entanto, tudo isto tinha chamado a atenção de Lucy para um ponto delicado:

A sua força.

Força em que dependia dos espíritos para ter, força que, na verdade, não tinha sem eles. Sempre que ficava sozinha ou fora do alcance dos amigos celestiais ficava, também, completamente indefesa.
Era frustrante:

 - Agrh! – exclamou enquanto se revirava na cama. Sentia que devia fazer algo em relação à sua falta de força urgentemente. Afinal, como é que iria ajudar a proteger os amigos e a guilda se nem sequer se conseguisse proteger? Como lutaria ao lado dos seus espíritos?

Contudo não fazia ideia do que fazer primeiro. Aumentar o seu poder mágico? Aumentar a sua força física? Talvez algum tipo de arma? As sugestões eram vagas.

Pôs-se a pensar nos outros magos celestiais que conhecera. Yukino e Angel apareceram na mente da loira. Infelizmente, nenhuma das duas dava-lhe ideia do que fazer.

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma luz surgiu repentinamente.

 

Angel e Yukino não foram as únicas magas celestiais que já havia conhecido.
Ainda tinha aquele tipo: o Duque Everlue, o antigo mestre de Virgo, tirando a sua mãe, ele foi o primeiro mago celestial que conheceu.

 

Um mago celestial que lutava usando a sua própria magia.

 

Era isso!
Lucy levantou-se da cama num pulo. Era isso que lhe faltava! Uma magia própria que lhe permitisse lutar ao lado dos seus espíritos. Faltava-lhe também poder físico e magico, é claro. Mas ter uma magia para se defender era prioritário. Assim poderia lutar contra os inimigos mesmo que estivesse sozinha e não seria tão dependente e indefesa.

A loira saltitava no seu quarto, feliz e satisfeita com a ideia que tivera. Este estado manteve-se ate surgir outra pergunta:

 

Que tipo de magia deveria aprender?

 

Suspirou, tal pergunta tinha tantas respostas como estrelas no céu. A quantidade de magias que existiam era imensa e ela nem sequer sabia por onde começar.
Bocejou, e olhou pela janela, ficou surpresa quando se apercebeu que já estava escuro lá fora, enquanto pensava o dia tinha virado noite e ela nem sequer notara.

 

Arrastou-se até à cozinha, comeu uma refeição leve e limpou o que sujou, antes de escovar os dentes, vestir o pijama e enfiar-se na cama. Felizmente, o sono não tardou a vir, desgastara muito a sua mente, alem disso, ter arranjado uma boa solução para o seu problema aliviou muito a consciência de Lucy.


Notas Finais


Caso vejam algum erro no capitulo avisem-me, Ok?



P.s.- Não sei quando vou postar de novo :v


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