História O Policial e a Prisioneira! - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Dean Winchester, Ellen Harvelle, John Winchester, Mary Winchester, Ruby, Sam Winchester
Visualizações 85
Palavras 2.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa madrugada!
Era pra eu tá dormindo né mas faze o que? Kkkkk

Capítulo 21 - A busca!


Fanfic / Fanfiction O Policial e a Prisioneira! - Capítulo 21 - A busca!

                     Ruby

Aqueles homens mal encarados de terno nos arrastaram para fora do apartamento até um carro preto,Cristal e eu estávamos nos debatendo aos prantos tentando nos soltar daquele homem que nos segurava com tanta brutalidade para voltármos correndo para os braços de nossos policiais.

Aquela mulher fria e sem sentimentos fez aqueles homens machucarem nossos namorados,os deixando desacordados no chão.

Sam...meu policial... meu Sam...

Fiquei desesperada em ver meu moreno jogado no chão machucado e indefeso, eu queria correr até ele...cuidar dele e dizer que eu jamais ia embora. Aquele olhar triste e magoado em nossa despedida me doeu muito.Eu prometi a ele que eu jamais ia deixa-lo...que eu nunca ia abandona-lo...nunca... 

Mas infelizmente eu não pude cumprir essa promessa,graças a essa...MULHER!...

Me perdoa Sam...

Cristal não estava diferente de mim,passou a viagem toda escorada em meu ombro,derramando lágrimas pelo seu rosto avermelhado enquanto eu acariciava seus cabelos confortando minha amiga.

Ela estava triste... muito triste... Ela sentia falta daquele delegado, queria estar nos braços dele,assim como eu queria estar nos braços daquele envestigador que quase me estapiou quando eu invadi aquela delegacia.

Aquela mulher nos levou a Assistente Social e nos pediu que realizassimos exames...

Tiramos amostras de sangue e urina. Segundo ela era para comprovar se éramos usuário de drogas, se caso for comprovado nos mandaria para o reformatório junto a aqueles animais que chamávamos de ''irmãos''.Esperamos apreensivas em sua sala enquanto ela ia até o laboratório com as amostras. Meia hora depois ela sai do laboratório e diz que estávamos ''limpas'' e que tinha tomado a decisão de que ia nos mandar para o Orfanato.Cristal e eu encaramos aquela mulher enfurecidas.

Maldita...

Ela nos levou a um orfanato em um bairro bem distante de onde nossos namorados moravam.Era um orfanato religioso de freiras.O lugar era bonito e bem cuidado mas nada se comparava a vontade enorme de querer estar nos braços do meu policial. As meninas usavam vestidos azul-claro de alcinhas até acima dos joelhos,sapatilhas, cabelos soltos e sem maquiagem,já os meninos usavam camisas moleton,calça comprida,sapatos sociais e cabelos penteados.

A ruiva nos apresentou a Madri e depois saiu dizendo que íamos ser felizes aqui em nossa nova casa...mal sabia que já estava planejando em fugir desse lugar ''ridículo'' e com certeza Cristal ia concordar comigo.Depois que aquela ruiva azeda saiu,ficamos paradas como estátuas na frente daquela mulher toda tampada dos pés a cabeça que parecia ser rígida,ela aparentava ter uns sessenta anos e nos analisava dos pés a cabeça com uma cara nada satisfatória,Cris e eu nos olhamos confusas e depois voltamos a encarar aquela senhora.

-Isso lá é jeito de se vestirem mocinhas? (Perguntou incrédula fitando nossas roupas com as mãos dadas em frente ao corpo)

Cris e eu somos rockeiras e temos um visual gótico.Adoramos usar preto,couro,militar, jeans,coletes, enfim gostamos de parecer duronas mesmo sendo só duas adolescentes rebeldes,mas acho que essa velha não gostou nadinha do nosso ''visu''.

-Hein? (Cris se manifestou arqueando uma sobrancelha incredula com a repreensão da senhora)

-Não é assim que duas meninas decentes devem se vestirem.Aqui no WOLTENFROSST não permitimos esse tipo de vestimento! (Falou rígida fitando Cris e eu nos olhos)

-Woltenquem? (Perguntei incrédula e confusa para aquela mulher)

-WOLTENFROSST menina!. Esse é o nome de nosso amplo para louvar a deus! (Cantarolou abrindo os braços em saudação)

-Aaaa...

-Beleza! (Cris falou simples entediada e sinceramente eu estava igual)

-Agora subam para o quarto junto as demais,vistam seus uniformes e tirem essa coisa orrivel e vulgar dos rostos de vocês! (Ordenou autoritária e depois deu as costas)

Espera... ela nos chamou de horríveis e vulgares?...

Reviramos os olhos até que chegou uma moça perto de nós também de vestido longo e pano na cabeça. Ela era branca,com olhos castanhos e bem bonita, aparentava ter uns 25 anos.

-Olá meninas,sajam bem vindas ao WOLTENFROSST,sou a irmã Laura e vou lhes mostrar o quarto de vocês! (Se apresentou gentilmente e demonstrou desposta a nos ajudar)

Gostei dela...

-Oi Laura, sou Ruby,prazer em conhece-la! (Disse geltil a cumprimentando ,apertando sua mão e Cris rolou os olhos cruzando os braços)

-O prazer é todo meu...e você princesa? Qual é o seu nome? (A mulher perguntou gentilmente num sorriso a Cris)

Cristal apenas se permaneceu com os braços cruzados,uma sobrancelha arqueada e um bico enorme no rosto encarando aquela mulher muda sem responder a sua pergunta deixando um silêncio constrangedor.

Que coisa Cris...

-Cristal!...O nome dela é Cristal! (Respondi no lugar dela um tanto nervosa porque Cris não queria responder a boa moça)

-Cristal!.É um nome muito bonito.WOLTENFROSST é um lugar ótimo para crianças, vocês vão ficar muito bem aqui e...

-Nós não vamos ficar aqui por muito tempo...entendeu?...não vamos! (Minha amiga diz grossa fuzilando aquela mulher e sai pisando duro em direção ao jardim)

A moça me olha confusa e eu peço desculpas saindo correndo atrás dela.

-Cris...espera...CRIS!...(A chamo correndo atrás dela enquanto ela se distância em passos rápidos,até que ela para se vira para mim e me encara dura com os punhos serrados)

-O que é? (Pergunta grossa com os olhos marejados)

-Você não podia ter tratado ela daquele jeito...

-Ela acha que a gente vai morar aqui By...AQUI...e eu não quero ficar aqui By...eu não quero...(abaixou o rosto depois que acabou de desabafar e começou a chorar deixando lágrimas escorrerem por seu rosto)

Eu por extinto a abracei depositando seu rosto em meu ombro a confortando e começo a acariciar suas costas de baixo para cima consolando minha amiga escutando seus soluços durante o choro.

-Eu quero o Dean By...eu quero...(soluçou em meu ombro e eu marejei os olhos)

Eu sabia o que ela estava sentindo, eu também estava morrendo de saudades do Sam e queria estar em seus braços nesse momento.

-E você vai ter Cris...nós vamos voltar para eles,você vai ver...(sussurrei em seu ouvido a acalmando)

Eu vou voltar para você Sam...eu prometo...

                   Autora

Dean e Sam estavam desesperados, possessos, nervosos e extremamente raivosos com a agente por levarem as garotas que tanto amavam e adoravam.Estavam extremamente preocupados com suas pequenas.Como sera que elas estavam? Estavam assustadas? Com medo? Com fome? Com sede? O que estavam fazendo? A onde estavam? Estavam no Reformatório?.Essa possibilidade os assustavam.Não conseguiam imaginar suas amadas em um lugar horrivel desses,lá só ficam adolescentes mal intencionados que fizeram coisas horriveis como sequestro,assalto a mão armada,assassinato,tráfico de drogas e estrupo.Assim que despertam do golpe que levam dos seguranças da assistente, descutem e decidem ir até a Assistente Social com propósito de arrancar de Charlie onde as garotas estavam. Dean dirigiu em alta velocidade descontrolado pelas ruas apertando as mãos no volante,com os olhos cerrados e extremamente furioso. Dean pensava em mil e uma maneiras de torturar a ruiva para arrancar o que queria daquela mulher sem coração. Sam permanecia em silêncio no banco do passageiro extremamente preocupado com a segurança das garotas.Dean estaciona brutalmente na frente da Assistente Social e os dois saem nervosos batendo as portas do Impala.

Eles andam pisando duro até a recepcionista que tomava seu capuchino enquanto lia uma revista de moda.

-Nos queremos falar com a Charlie! (Dean fala ríspido batendo com o punho no balcão fazendo a pobre mulher engasgar com o capuchino que passava em sua garganta)

-Oh Sim...desculpe...(A mulher se desculpa batendo em seu peito com o punho tossindo)

A mulher rechonchuda que aparentava ter 40 anos ajeita seus óculos, arruma seus papéis e depois volta a olha-los para atende-los.

-Os senhores tem hora marcada?

-Não! (Sam responde ríspido e Dean revira os olhos impaciente com a pergunta da mulher)

-Então não posso ajuda-los senhores, eu...

-Qual é o seu nome senhora? (Sam perguntou ríspido fazendo a mulher estremecer)

Agora ele que estava sem paciência...

-Sônia!

-Sônia... (Sam pega seu distintivo e Dean faz o mesmo mostrando a mulher) Eu sou o investigador Samuel Winchester e esse é o Delegado Dean Winchester. Temos um assunto muito importante para tratar com a senhorita Charlie e se por a caso a senhora nos impedir vai ser detida por desacato a autoridade. Estamos entendidos? (Sam perguntou sério tentando parecer profissional) 

Mas a verdade é que estava tão louco quanto Dean e a vontade insana de virar aquele lugar do avesso até achar Charlie para enforca-la era enorme.

-S-Sim (A senhora respondeu tremendo porque ficou com muito medo de ser presa pelos policiais furiosos)

-Ótimo!.Onde fica a sala da Charlie? (Dean perguntou grosso sem a mínima paciência)

-Terceiro andar,terceira porta a direita!

-Obrigado! (Os dois agradecem ao mesmo tempo e saem pisando duro até o elevador)

                  Charlie

Agora estou em minha sala organizando papéis de adoções em minha mesa.Abro a gaveta de minha mesa e de lá pego as fixas das meninas que eu acabei de colocar no Orfanato e me deparo pensativa.

Será que eu fiz a coisa certa?...Elas ficaram tão tristes quando eu as tirei de perto daqueles dois...Não... Eu fiz a coisa certa. Elas são crianças órfãs e o lugar de crianças órfãs é no Orfanato. Eu fiz a coisa certa...

Sou interrompida de meus pensamentos pois escuto batidas fortes na porta.

Mas que diabos...

Me levantei da mesa e caminhei até a porta a abrindo mas levo um susto  em ver quem era.Dean invade minha sala,me pega pelo colarinho de meu terno e me empurra até a mesa olhando mortalmente em meus olhos e Sam vai atrás de si acompanhando seus atos sem dizer uma palavra me olhando torto com os braços cruzados.

NÃO VAI ME AJUDAR IDIOTA?...

-Onde elas estão? ONDE? (Gritou em meu rosto me chacoalhando pelo colarinho)

-Mas o que...ME SOLTA DEAN! (Exigi nervosa e incrédula com essa situação devastadora)

-Charlie!.O Dean só vai te soltar quando falar onde voce enfiou as meninas!. ENTÃO FALA!

-Em um Orfanato... (Respondi gemendo de nervoso pois Dean estava me intimidando com aquele olhar)

-QUE ORFANATO? (Dean esbravejou)

-Eu não tenho autorização para dar esse tipo de informação! (Respondi séria marejando os olhos e Dean estreitou ainda mais os olhos e agarra meus ombros os apertando)

-Escuta aqui sua ruiva dos infernos,ou você fala onde elas estão OU EU...

-DEAN! (Sam repreende o irmão segurando seu braço, acho que ele estava próximo a me bater)

Dean o olha torto e depois os dois voltam a me encarar em uma expressão dura no rosto.

-Eu as mandei para um Orfanato dessa cidade.É tudo o que eu posso dizer,agora me solte! (Pedi com uma voz embriagada pelo medo segurando seus pulsos)

Dean me encara duro por alguns segundos e depois me solta bruscamente dando as costas saindo de minha sala sem ao menos esperar o irmão.

Sam me encara arqueando uma sobrancelha e me dá um sorriso irônico

-Parece que você não tem tanta coragem assim,quando não esta com aqueles brutamontes! (Falou sarcástico enquanto eu ajeitava minha blusa amassada por Dean)

-Dá o fora da minha sala! (Mando-o sair da minha sala sem paciência nenhuma)

Ele sai rindo baixo da minha sala por minha reação.

Idiotas...Malditos Winchester...

                     Dean

Mesmo sendo frustrante ter que voltar a ver aquela ruiva nojenta, sai de sua sala satisfeito, peguei o elevador e sai do prédio em passos rápidos até o meu carro e fiquei esperando Sam descer. Já estava tudo em mente,só tinha três Orfanatos nessa cidade...três e eu pretendia revirar cada um deles,agora nesse momento. Sam estava demorando muito.O que será que ele estava fazendo?.Sou interrompido por esses pensamentos quando vejo Sam saindo do prédio com uma cara nada boa.Vejo meu irmão entrando no carro batendo a porta  bufando e eu fico confuso.

-Que cara é essa? Olha cara descobrimos que elas foram para um Orfanato dessa cidade e...

-Dean precisamos ir a Delegacia...

-Como é que é? (Perguntei incrédulo e indiguinado)

Eu não quero ir a Delegacia. Quero virar essa cidade de cabeça para baixo atrás das garotas...

-Castiel me ligou furioso dizendo que nós abandonamos a delegacia e que nos estávamos lotados de casos,ocorrências,mandatos de prisão para imprimir, queixas etc...etc...

-Mas Sam...

-Dean.Nos descobrimos que as meninas estão amparadas em um orfanato e que estão bem...Mas precisamos voltar para a delegacia resolver tudo aquilo,é nossa obrigação não a do Castiel,não é justo deixar todos aqueles problemas na mão dele! (Sam falou sério olhando em meu olhos e eu abaixei a cabeça suspirando pesado)

-Tem razão... (Admito derrotado)

Eu me dediquei de corpo e alma a Cristal que deixei de cumprir minhas obrigações como delegado.Eu nunca tinha feito isso por mulher nenhuma. Antes da Cristal chegar eu era um delegado frio e arrogante que só vivia para prender bandidos e maltratar a minha equipe me achando superior por ser ''O Delegado'' mas meu mundo virou de cabeça para baixo depois que aquela menina de olhos negros chegou em minha delegacia me desacatando.Me encantei completamente por aquela garota.Seus olhos negros como a noite, seu cabelo sedoso e comprido, sua risada infantil,sua rebeldia,sua fofura, seu jeito de menina travessa...

Ah Senhorita Castanhelos...Estou completamente a seus pés...

Aquela loirinha também mudou muito meu irmão depois de sua chegada.Antes ele era um investigador tristonho,seco e sem vida mas depois que ela apareceu...ele fez uma coisa que nunca mais foi feito des que Jessica morreu.Voltou a sorrir...a amar...a acreditar na vida e isso me alegra muito.

Se não fosse essas garotas,nós íamos continuar sendo dois policiais frios,sem amor e sem alegria.E por essas garotas estávamos dispostos a qualquer coisa...qualquer coisa...

Obrigado por me amar meu anjo...Obrigado por existir...

-Vamos voltar para a Delegacia e resolver tudo primeiro. Amanhã de manhã procuramos elas Dean! (Disse determinado e eu assentiei)

Um dia sem você marrentinha...Não sei se poderei suportar...





Notas Finais


E aiiii?


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