História O Ponto Final Second Season - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Família, Obsessão, Possessão, Psicopata, Relacionamento, Tentativa De Suicídio
Exibições 47
Palavras 1.629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 13 - Ameaças



Point Of View Khaterine Jonhnes 



— Por que todo esse mal humor? — pergunta Rayan batendo no meu nariz, seguro seu dedo o levando para trás, o mesmo começa a gritar de dor.

— Se fosse do seu interesse eu diria o por quê — Ryan faz cara de ofendido enquanto segurava seu dedo. Os meninos riram da sua cara fazendo piada.

Não entendia a questão do meu mal humor, só sabia que queria todos eles longe de mim naquele momento. Eu estava me sentindo a docinho das garotas super poderosas; ignorante, irônica, fofinha e doce como um limão. 

— Devem ser os hormônios femininos — diz Nolan.

— Aqueles que tu injeta na tua corrente sanguínea — Nolan segura na sua própria bunda.

— Aí! Doeu até no meu cu — diz o mesmo fazendo cara de ofendido.

— Deu demais ontem? — os meninos caem na gargalhada com a frase de Justin.

— Não, palhaço. — Nolan sabe nem retrucar. Que tragédia! 

— Querem parar com isso? Quem me ajudar a descer eu dou um beijo — todos eles vieram em minha direção me ajudar. Mas o maravilhoso bicho loiro vem em suas direções socando a barriga dos próprios amigos.

— Vão nessa — Justin me ajuda a descer da bancada de granito, sinto minha bunda gelada. 

— Que foi? Pelo menos a gente tentou, na próxima tem beijo né, Khate? — pergunta Chaz. Dou uma piscadela. 

— Quem sabe? — Justin me olha mortal, bato de leve no seu braço.

— É brincadeira, barbiezinha — ele revira os olhos. Chris desce com Rubi no colo, minha pequena estava com o rosto vermelho e as lágrimas escorriam pelo mesmo, a mesma desce do colo de Chris e quando penso que ela iria correr em minha direção ela pula no colo de Justin. Engulo a seco.

— O que houve, Rubi? — pergunta Jus. Ela não consegue terminar a frase pela quantidade de soluços que soltava. O que havia acontecido com a minha filha?

— Tinha um home no meu quarto, papai — os meus olhos se arregalam e minha garganta seca.

— Vão no quarto dela, agora! — Justin ordena aos meninos, os mesmos sobem de uma vez correndo até o quarto da minha filha. O bebê dentro de mim se remexerem ao me notar desconfortável. Me viro em direção a Justin.

— E se for o Josh? — os olhos cor de mel se transformam em negros, completamente negros. Ele protege ainda mais Rubi com suas mãos, praticamente a deixa presa ao seu corpo. Ele nega com a cabeça diversas vezes enquanto me olhava. 

— Nem que eu vá preso, mas eu vou matar ele. Ninguém mexe com o que é meu e principalmente quando se trata de você e das minhas filhas, Khate — Justin estava se pondo na posição de marido possessivo e pai protetor, eu já estava acostumada, mas nunca o vira como está nesse exato momento. 

— Vamos subir — diz o mesmo segurando a minha mão. Justin, Rubi e eu subimos em direção ao quarto da mesma. Ao ver que os meninos pareciam um tanto preocupados, entro no quarto. Nunca temos algum tempo de paz. 

— O capeta deixou isso aqui para você, Khate — Chris me entrega uma pequena carta. Olho à todos com a esperança de aliviar o ar pesado em que nos encontrávamos. Depois de alguns longos minutos eu decido abrir o envelope e ler o que havia escrito no papel.


Bom dia, meu amor.



     Você realmente é uma vadia, Khaterine. Como pode me trocar pelo meu irmão? Mas tudo bem, eu não vou deixar isso barato. Vou infernizar a sua vida até o último segundo, até que seja completamente minha novamente. Nenhum de vocês estão seguros, nem Nolan, Chris, Chaz, Ryan, Justin e principalmente suas doces filhinhas… Acho bom você não andar sozinha por que eu vou seguir todos os seus passos, esteja onde você estiver.

                                 Com amor e ódio Josh Nicols XoXo Obs: Que Justin morra atropelado por um caminhão de entregas. 

— Sério que ele quer que eu morra? Como ainda não percebi? — pergunta Justin irônico. — E ele ainda quer a minha mulher? DE NOVO? — Rubi já estava no colo de Chaz nesse momento, a mesma comia sua comida enquanto fungava com os olhinhos vermelhos. Me aproximo da mesma entregando seu pratinho a Justin. A pego no colo.

— Ele fez algo com você? — pergunto. Rubi assente levantando os fios finos loiros do seu cabelo, vejo os pequenos pingos de sangue escorrer, havia um corte na sua nuca. Aquilo foi o suficiente para me fazer chorar. Justin soca a parede fazendo um buraco no gesso. O que estava acontecendo novamente?

— Filho da pu… — o corto no momento certo. Justin respira fundo enquanto os meninos tentam acalma-lo. Mas o mesmo se via furioso novamente. Parecia que iria matar a todos somente com seu pensamento. 

— Nolan faz por favor a Rubi dormir lá no seu quarto. Vou falar com o Justin — o mesmo assente pegando minha menina no colo.

— Boa sorte, pequena — beija o topo da minha cabeça, agradeço por tal ato.

— Justin vem cá — o mesmo vem em minha direção com seus passos ligeiros e assustadores. Mais parecia um ogro prestes a me matar. Vamos em direção ao seu escritório onde ele logo corre para a sua bebida, mas tomo o copo da sua mão. 

— Essa não é a melhor solução para os seus problemas, Justin — digo jogando o álcool pela janela. Ele com seus olhos arregalados e vermelhos de ódio vem em minha direção. Não recuo em nenhum momento.

— Sério que você quer me aconselhar sobre problemas e suas soluções, Khaterine? — ele argumenta amargo. Não vejo problema.

— Só acho que precisamos ser mais pacientes. Enfrentar isso de verdade ao invés de apenas ficar com raiva e assustados. Isso irá faze-lo sentir mais prazer. — digo.

— É SÉRIO ISSO, KHATERINE? Esse cara, o mesmo que saiu da vagina da minha mãe tá ameaçando as minhas filhas e a minha mulher, como você queria que eu me sentisse? Queria que eu estivesse sorrindo até o fim do mundo? Isso não é um conto de fadas, Khaterine, cai na real, ele não vai parar até ter você de volta. Mas pelo o que me parece você realmente quer voltar pra ele, não quer? Deve ser por isso que me quer calmo, por que você quer acobertar o seu garotinho de merda, sua vad… — dou um tapa na sua cara. Chego perto do Justin sentindo a lágrima quente escorrer pela lateral do meu rosto. Puxo-o pelo colarinho fazendo-o ficar perto demais de mim.

— Eu acho bom você calar a sua boca e deixar de falar tanta merda de uma só vez. Por que se não eu vou embora pela aquela porta com as minhas filhas e você nunca mais verá nenhuma de nós — sussurro sentindo a amargura descer pela minha garganta. Justin me puxa para frente deitando sua cabeça de leve na minha barriga, ele respira fundo, mas logo noto suas lágrimas escorrerem pela minha pele.

— Só não fala nada — ele murmura entre as mesmas. Justin aperta mais um pouco a minha barriga deslizando suas mãos pelas minhas costas. Ele beija a minha barriga respirando o mais fundo que seu pulmão podia. O mesmo sussurrava palavras na qual eu não entendia, mas sabia que eram pedidos de desculpa. Respiro fundo imaginando por quanto mais tempo isso poderia durar. 


[…]



Depois de alguns dias Justin resolveu que iríamos nos mudar. Deixamos tudo para trás na antiga casa e resolvemos seguir para outro baixo do outro lado da cidade. O que particularmente foi o melhor que já fizemos até agora. Justin também contratou alguns seguranças para mim e Rubi, ele disse que nossa segurança deve ser maior do que a dele, já que somos a única coisa realmente importante na sua vida.

— Bom dia, Sra. Horkts — Hanna vem em minha direção me entregando um café quentinho. Sorrio.

— Obrigado, Hanna. Justin está no escritório? — pergunto. 

— Não senhora. O Sr. Horkts mandou avisar para a sra que ele está na sala de reuniões do segundo andar — diz a mesma logo depois correndo para atender um dos telefones da importante mesa de Justin Horkts. Concordo com a cabeça agradecendo mais uma vez pelo café. 

Ando em direção ao corredor principal do quinto andar, me dirijo ao elevador o vendo abrir no mesmo instante. Os olhos castanhos claros e um pequeno sorriso no rosto me fizeram desconfiar de algo. Quem era ele? Entrei no elevador com a sua ajuda.

— Quantos meses? — pergunta com seu pequeno sorriso.

— Seis — aliso minha barriga.

— Qual seu nome? — desta vez a pergunta é feita por mim. Ele põe seus braços para trás como se fosse um guarda.

— Shawn Mendes, Sra. Horkts, seu novo segurança pessoal — meus olhos são direcionados a ele maia uma vez. Oh então é ele? Não esperava alguém assim.

— Senhora — ele estende o braço para que a porta não se feche quando eu passar. Ao continuar andando em direção a sala de reunião do segundo andar sinto o seu olhar sobre mim, quente, quase rasgando minha pele. Ignoro e continuo a andar em direção a sala do meu marido.

— A quanto tempo chegou? — pergunta Justin vindo em minha direção. Ao notar o rapaz atrás de mim ele faz questão de me beijar na frente do mesmo. Não reclamei, afinal, não havia pelo que reclamar. Mas, talvez ele estivesse fazendo aquilo de propósito. Conheço meu marido. 

— Onde está, Rubi? — pergunto deixando minha bolsa sobre a mesa.

— Com Ryan — sua voz transmitia formalidade e seriedade. Sabia que ele estava tendo mais um de seus ataques de ciúmes repentinos, isso nunca irá acabar. Justin rodeava a mesa o olhando do lado de fora da sala. Ele parecia furioso com o rapaz lá fora.

— O que você vai fazer? — pergunto parando ao seu lado.

— Por enquanto nada, mas se eu descobrir algo que não irei gostar, eu acabo com ele. Você é minha — ele segura meu queixo de forma bruta.

— Totalmente minha. 
 



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