História O Porão - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Black Pink, Got7, TWICE
Personagens BamBam, Jennie, Jisoo, Lisa, Rosé, Tzuyu, Yugyeom
Visualizações 4
Palavras 1.069
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Mistério, Suspense, Terror e Horror

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Tzuyu ?


Fanfic / Fanfiction O Porão - Capítulo 7 - Tzuyu ?

Chegamos em casa e todos ainda estavam dormindo. Guardei minha bolsa e fui até a cozinha preparar um suco. Quando eu descia as escadas , me encontrei com Yugyeom. 


- Bom dia Jisoo ! Ele disse sorrindo e continuando a subir os degraus.


- Bom dia Yugyeom.


Achei estranho , o que Yugyeom fazia acordado tão cedo ? Será que ele estava procurando pelo Bambam ? Ergui os ombros e continuei meu caminho até a cozinha. 


Preparei um suco de laranja e me sentei no sofá. Liguei TV e coloquei na KBS , onde passava um noticiário. Peguei meu celular e verifiquei as mensagens. Havia mensagens das meninas. Elas me perguntavam se eu havia descobrido mais alguma coisa sobre minha avó. Respondi dizendo que me encontraria com elas as quinze horas na praça próxima ao Rio Han. Coloquei meu celular e o copo de suco sobre a mesinha de centro e fui novamente a cozinha para pegar um pedaço de bolo. 


Ouvi um barulho mas não era ninguém. 


Voltei para a sala e me sentei novamente no sofá , quando ia pegar meu celular percebi que o mesmo não estava na mesma posição que eu havia deixado. Logo pensei na possibilidade de alguém ter mexido , pois eu tinha ouvido um barulho quando estava na cozinha. 


Voltei a prestar atenção no noticiário mas fui distraída por minha avó que descia as escadas me desejando um bom dia. Ela foi para a cozinha preparar o café da manhã. Alguns minutos depois desceram Yugyeom e Bambam e então percebi que Tzuyu tinha ficado no quarto , fui até lá para chamá - la. Quando cheguei no quarto , Tzuyu estava se olhando no espelho. 


- Bom dia Tzuyu ! Vamos tomar o café da manhã ? - eu disse sem entrar no quarto.


- Já estou indo prima , me espere na mesa que já vou descer. - Ela disse enquanto penteava os cabelos.


Fechei a porta e voltei para a cozinha me sentando a mesa e colocando um pouco de café em uma xícara. Em seguida Tzuyu chegou e se sentou ao meu lado.


Irei ao mercado comprar os ingredientes para o almoço vocês querem vir comigo ? - Minha avó dizia pegando sua bolsa. 


- Preciso fazer algumas tarefas do colégio. - Eu disse já me levantando da cadeira. 


- E eu preciso terminar um trabalho. - Meu irmão dizia dando um último gole em seu suco.


- Nós vamos com você. - Disse Tzuyu puxando Yugyeom pelo braço. 



Aproveitei que meus primos e minha avó tinham saído e chamei meu irmão para irmos ao porão.


Desta vez para nossa surpresa , a porta estava sem nenhuma corrente o que nos pareceu bem estranho. Entramos e começamos a olhar tudo o que tinha no local. Encontramos discos antigos em uma caixa , alguns sem nome e sem capa. Um deles possuía um título : 


"Conjura de Proteção de Papa Justify e Mama Cecile"


Pegamos o disco e fomos procurar por uma vitrola. O disco começou a reproduzir uma voz grossa , mesclando frases em inglês e um outro idioma em que não conhecíamos. Junto ao disco havia um pedaço de papel com as instruções da conjura escritas a mão e em coreano o que me fez perceber que poderia ter sido escrita por minha avó. Após ouvir metade do disco , guardamos de volta na caixa e saímos do porão. 


Uma hora depois minha avó e meus primos voltaram. Minha avó preparou o almoço e nos sentamos para comer. Percebi que Tzuyu não parava de cochichar com Yugyeom. 


No fim da tarde fui para a casa de Lisa para fazermos juntas as tarefas do colégio. Já estava ficando tarde , voltei para casa , tomei um banho e fui dormir. O dia seguinte era segunda feira , acordei cedo para ir ao colégio. Não consegui prestar atenção nas aulas pois tudo o que aconteceu no fim de semana ainda rodeava minha cabeça. No fim da aula me encontrei com minhas amigas e contei para elas o que tinha acontecido.


Cheguei em casa e não vi ninguém , Bambam não tinha chegado , minha avó não estava em casa e meu primos também pareciam ter saído. Me joguei na cama fitando o teto e comecei a pensar no porque minha avó fazia esse tipo de coisa. Em meio a meus pensamentos percebi que alguém havia chegado em casa. Desci as escadas e vi meu irmão jogado no sofá com o celular na mão. Deixei cair meu batom que se encontrava no bolso do meu uniforme fazendo um barulho e chamando a atenção do meu irmão. 

 

- Jisoo , onde estão todos ? - meu irmão dizia se levantando do sofá. 


- Eu não sei , devem ter saído. 


Fui até a cozinha pegar algo para comer e encontrei um bilhete de minha avó colado na geladeira em que dizia que ela havia saído para ir a feira. Resolvi ir a biblioteca pegar um livro como de costume quando vejo um brinco caído no chão. Era o brinco de Tzuyu , dei mais alguns passos e encontrei a porta do porão entreaberta com as correntes jogadas no chão. Rápidamente percebi que Tzuyu tinha entrado no porão. Voltei para a sala e chamei meu irmão , fomos até o porão e encontramos nossa prima revirando as prateleiras. 


- O que faz aqui Tzuyu? - Eu perguntei em um tom alto assustando a garota que deixara um livro cair das mãos. 


- Vim até a biblioteca procurar um livro para passar o tempo e encontrei essa porta e então resolvi ver o que era.


- Como conseguiu abrir ? Estava trancada com correntes. - disse meu irmão. 


- Não , não estava , estava destrancada , eu só retirei as correntes. Afinal o que é isso tudo ? Que lugar esse ? Isso é da vovó ?


- É o que estamos tentando descobrir eu disse interrompendo as mil e uma perguntas de Tzuyu. 


- Bom , por enquanto descobrimos que isso tudo são instrumentos religiosos e que a vovó passa um tempo trancada nesse lugar. Por favor não diga nada a ninguém , vovó nem imagina que viemos aqui. - Disse Bambam olhando em volta do local certificando de que Tzuyu não tinha quebrado nada.


Saímos do porão e deixamos as correntes como estavam. Eu e Tzuyu procuramos os livros que queríamos e nos dirigimos até o jardim para ler e apreciar o dia.




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