História O Prazer por trás dos Contos - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias 50 Tons de Cinza, A Bela e a Fera, A Rainha da Neve, Branca de Neve, Cinderela, Delírio
Personagens Personagens Originais
Visualizações 151
Palavras 886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 10 - Branca de Neve e os 7 Anões


Fanfic / Fanfiction O Prazer por trás dos Contos - Capítulo 10 - Branca de Neve e os 7 Anões

Sou BRANCA DE NEVE como todos já sabem, estou aqui para contar minha verdadeira história também...

Meus pais sempre tiveram tudo, só faltavam um filho até que eu nasci, com lábios vermelhos como sangue, cabelo escuros como ébano e pele branca como a neve, por isso minha mãe me deu o nome BRANCA DE NEVE.
Mais dois anos depois de meu nascimento ela faleceu de uma doença, alguns anos se passaram e meu pai como rei tinha que ter outra rainha então se casou novamente.

A nova esposa era uma bela rainha, e nos três vivemos felizes por um tempo. Mas antes
que eu completasse dez anos, meu pai também morreu, deixando - me para ser criada pela madrasta. No começo, a mulher era amável, mas, a cada ano, eu ficava mais bonita e, na mesma proporção, minha madrasta envelhecia e temia perder a própria beleza. Um dia, a rainha proibiu a compra de vestidos de festa e outros adornos aos quais eu estava acostumada, e me obrigou a trabalhar na cozinha. Mas, mesmo vestida de trapos, a minha beleza de não podia ser ignorada e, para a minha madrasta, que temia perder a própria beleza, parecia que eu se tornava mais bonita apenas para atormentá - lá.

No fim das contas, a rainha já não podia mais suportar minha beleza, então providenciou para que um criado que me levasse para longe e me matasse. Mas ele não me fez mal. Em vez disso, ele levou - me para a floresta e me alertou sobre às intenções da 
rainha. Eu fiquei aterrorizada, mas o criado me garantiu que, a apenas pouca distância dali, havia a cabana de sete anõezinhos que viviam juntos na floresta. Ele prometeu que os anões a manteriam segura.

Quando o criado se foi, eu me vi sozinha pela primeira vez em minha vida.
A floresta era cheia de barulhos estranhos, e eu sai correndo em busca da cabana dos anões.
Entrei floresta a dentro e encontrei uma pequena cabana, que só podia ser o lar dos anões, 
pois a porta era tão pequena que eu tinha de se abaixar para entrar.

Com a curiosidade superando meus medos, eu bati diversas vezes na pequena porta. Percebendo que os anões não deveriam estar ali, eu impaciente para ver lá dentro, abri a porta e entrei.
Uma vez dentro da cabana, não me restava dúvida de que era a casa dos anões, pois havia sete cadeirinhas ao redor de uma mesa. Ao caminhar dentro da casa, eu vi sete pequenas poltronas numa sala de estar e, mais adiante, sete caminhas caprichosamente arrumadas num quarto. Que tipo de homens são esses, eu pensei.

Sou BRANCA DE NEVE como todos já sabem, estou aqui para contar minha verdadeira história também...

Meus pais sempre tiveram tudo, só faltavam um filho até que eu nasci, com lábios vermelhos como sangue, cabelo escuros como ébano e pele branca como a neve, por isso minha mãe me deu o nome BRANCA DE NEVE.
Mais dois anos depois de meu nascimento ela faleceu de uma doença, alguns anos se passaram e meu pai como rei tinha que ter outra rainha então se casou novamente.

A nova esposa era uma bela rainha, e nos três vivemos felizes por um tempo. Mas antes
que eu completasse dez anos, meu pai também morreu, deixando - me para ser criada pela madrasta. No começo, a mulher era amável, mas, a cada ano, eu ficava mais bonita e, na mesma proporção, minha madrasta envelhecia e temia perder a própria beleza. Um dia, a rainha proibiu a compra de vestidos de festa e outros adornos aos quais eu estava acostumada, e me obrigou a trabalhar na cozinha. Mas, mesmo vestida de trapos, a minha beleza de não podia ser ignorada e, para a minha madrasta, que temia perder a própria beleza, parecia que eu se tornava mais bonita apenas para atormentá - lá.

No fim das contas, a rainha já não podia mais suportar minha beleza, então providenciou para que um criado que me levasse para longe e me matasse. Mas ele não me fez mal. Em vez disso, ele levou - me para a floresta e me alertou sobre às intenções da 
rainha. Eu fiquei aterrorizada, mas o criado me garantiu que, a apenas pouca distância dali, havia a cabana de sete anõezinhos que viviam juntos na floresta. Ele prometeu que os anões a manteriam segura.

Quando o criado se foi, eu me vi sozinha pela primeira vez em minha vida.
A floresta era cheia de barulhos estranhos, e eu sai correndo em busca da cabana dos anões.
Entrei floresta a dentro e encontrei uma pequena cabana, que só podia ser o lar dos anões, 
pois a porta era tão pequena que eu tinha de se abaixar para entrar.

Com a curiosidade superando meus medos, eu bati diversas vezes na pequena porta. Percebendo que os anões não deveriam estar ali, eu impaciente para ver lá dentro, abri a porta e entrei.
Uma vez dentro da cabana, não me restava dúvida de que era a casa dos anões, pois havia sete cadeirinhas ao redor de uma mesa. Ao caminhar dentro da casa, eu vi sete pequenas poltronas numa sala de estar e, mais adiante, sete caminhas caprichosamente arrumadas num quarto. Que tipo de homens são esses, eu pensei.



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