História O Prazer por trás dos Contos - Capítulo 19


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Categorias 50 Tons de Cinza, A Bela e a Fera, A Rainha da Neve, Branca de Neve, Cinderela, Delírio
Personagens Personagens Originais
Visualizações 45
Palavras 574
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 19 - Capitulo 3


Os pés de Cinderela, que haviam sido sufocados pelos sapatos de cristal, agora tinham uma sensação secreta que voltava, como uma espécie de alerta diante da maciez do magnífico material que invadia todas as terminações nervosas de seus pés. Ela sacudia os dedinhos aprovando, e a sensação deliciosa de sua pele em contato com a flexibilidade dos sapatos dava arrepios de deleite ao longo de suas pernas. Ela ficou radiante de alegria. Sentindo-se como se tivesse a habilidade e a graça de uma gazela, ela se projetou sobre os dedos, rindo alegremente ao abrir os braços para uma pirueta. Sua fada madrinha sorriu ao ver Cinderela. Talvez ela também devesse providenciar um par para si mesma...

Mais tarde, naquela noite, quando o príncipe regressou ao castelo, chamou por Cinderela repetidamente e acabou vendo que ela não estava. Ele ficou extremamente preocupado com isso, já que nunca havia acontecido antes e, além do mais, sempre havia perigos à espreita no reino. Havia ogros e bruxas e até coisas piores nas florestas próximas, só aguardando por uma oportunidade de penetrar o reino e causar prejuízo. Ao percorrer o castelo sem sinal de sua esposa, ele foi ficando cada vez mais preocupado. Teria algum percalço ocorrido a

Cinderela?

Quando certificou-se de que Cinderela não estava em lugar algum do castelo, o príncipe

montou em seu cavalo e partiu para encontrá-la. Ele circundou o castelo e depois o reino,

abrangendo áreas cada vez maiores, para que cobrisse cada centímetro até as fronteiras. Ao

fazer isso, ele parou em cada local habitado para perguntar se alguém teria visto Cinderela.

A busca continuou por muitas horas, até que o príncipe chegou a uma certa taberna da qual

se ouviu uma música ao vivo. Frustrado e exausto por seu profundo fracasso até então, ele

achou que a taberna não seria um lugar provável, porém, sem querer deixar cantinho algum

sem ser verificado, desceu do cavalo e entrou.

O príncipe perdeu o ar de estarrecimento assim que as portas da taberna se fecharam atrás dele. Ali, diante de seus olhos incrédulos, estava Cinderela, rindo e dançando como se não tivesse qualquer preocupação no mundo. Sua expressão era mais feliz do que ele vira em vários anos, e sua afronta foi temporariamente isolada pelas lembranças da última vez em que ela estivera exatamente assim, há muito tempo, no salão de baile onde eles se conheceram. Foi aquela expressão que roubou seu coração, e o fez cegar para tudo até encontrá-la novamente e

fazê-la sua esposa. Mas logo depois que se casaram, aquela fisionomia desaparecera de seu rosto, e a expressão franzida tomou seu lugar. Isto é, até agora. E, por mais que o príncipe tivesse desejado voltar a ver aquele semblante no rosto de Cinderela, este certamente não era o quadro que ele imaginara. Por que ela estaria ali? Com quem? Como poderia ter vindo até ali sem a menor preocupação com seus sentimentos, ou

mesmo um pequeno bilhete para avisá-lo onde estaria, que o pouparia do esforço e agonia das últimas horas que ele passara tentando encontrá-la? Ele estava chocado e confuso por seu comportamento surpreendente. Mas sua confusão logo deu lugar à raiva, à medida que ele entrou na aglomeração, em direção à esposa. Cinderela finalmente percebeu a presença do príncipe. Ao vê-lo se aproximar, seu rosto congelou de surpresa por uma fração de segundo, antes que ela corresse para seus braços. Ela estava ofegante e sorridente ao beijá-lo e sussurrou alegre:



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