História O Prazer por trás dos Contos - Capítulo 23


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Categorias 50 Tons de Cinza, A Bela e a Fera, A Rainha da Neve, Branca de Neve, Cinderela, Delírio
Personagens Personagens Originais
Visualizações 43
Palavras 521
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 23 - Capítulo 7


Cinderela continuou a pensar sobre a questão depois de se levantar da cama, e ver ali no
chão os sapatinhos cor-de-rosa. Ela se abaixou e pegou um deles, e uma estranha empolgação
correu pelo braço acima. Ela observou o calçado delicado. Era tão lindo e macio que ela não
pôde evitar calçá-lo. E novamente teve uma sensação de experimentar tudo de bom que a vida
tinha a oferecer. E, mais uma vez, ela esqueceu do castelo e de seu marido, o príncipe.
Nesse dia Cinderela sentiu um forte interesse por seu reino e, mais especificamente, pelas
pessoas que ali moravam. Ela estivera tão reclusa em sua vida até então, e desejava ver como
os outros viviam. Saiu passeando pelas cidades e lojas, buscando conhecer as coisas do
mundo, e a forma como se encaixava nelas. Havia tantas coisas intrigantes para se entreter, e
lá estava ela, enfurnada no castelo, como uma Rapunzel, constrangida e temerosa demais para
fazer parte de tudo aquilo. Ela descobriu que havia muitas coisas que lhe agradavam e o dia
passou voando; quando se deu conta, já era noite.
Enquanto isso, o príncipe mais uma vez voltou para casa e viu que Cinderela não estava
lá. Imaginando que ela tivesse voltado à taberna, ele saiu a cavalo para encontrá-la. Mas ela
não estava na taberna e ninguém por lá a vira, ou sabia de seu paradeiro. Mais uma vez o
príncipe se viu irritado com a \ esposa. Apesar de acabar ficando encantado com o seu
comportamento na noite anterior, ao pensar no que se passou, ele sentia que a forma como se
entregara aos desejos dela fora ligeiramente chocante, para que tudo sumisse na noite seguinte.
Ele pensou onde ela poderia estar e com quem, e um ressentimento invejoso o tomou. Teria
ela se esquecido dele novamente? Ele suspirou de frustração. Depois de seu empenho em
satisfazê-la, o fato de que ela poderia facilmente esquecê-lo e desfrutar a companhia de outros
o fez sentir-se um tanto inadequado!
Remoer todas essas hip6teses só serviu para dar combustível à sua raiva. Ele subitamente
se sentiu esgotado e resolveu ir para casa e pôr um ponto final em seus joguinhos infantis.
Mas, ao regressar ao castelo, descobriu que Cinderela havia chegado e estava num 6timo
astral, sorrindo e gargalhando, e nem notara o mau humor do príncipe. Ela contou
empolgadamente sobre seu dia, e as diversas coisas interessantes que vira. Tudo parecia
inofensivo e, assim, o humor dele melhorou. Até porque é impossível para qualquer marido se
manter zangado quando a esposa está tão feliz.
Mas o príncipe sentia uma ansiedade e inquietação persistentes. Era como se tudo
estivesse mudando. Seria para melhor, ou pior?
Ele esticou os braços para a esposa e a trouxe para si. Ela passou os braços ao seu redor
e o beijou apaixonadamente. Podia senti-lo rígido enquanto ele colocava a mão por baixo de
sua blusa, mas subitamente se afastou dele, ofendida por sua impulsividade excessiva. Nossa,
era como se o marido só precisasse de um pouco de energia.
-Estou com vontade de tomar um banho murmurou ela. -Você não poderia preparar para
mim?




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