História O Prazer por trás dos Contos - Capítulo 25


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Categorias 50 Tons de Cinza, A Bela e a Fera, A Rainha da Neve, Branca de Neve, Cinderela, Delírio
Personagens Personagens Originais
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Palavras 657
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - Capítulo 9


Ainda de joelhos, ele acarinhava-lhe a pele, tão macia e rosada, e sensível pelo banho. Ele a
abraçou com todo carinho e beijou sua barriga, enquanto suas mãos percorriam as costas, num
abraço firme, porém amável. Cinderela tremeu.
Segurando seus quadris, o príncipe virou o rosto para beijar-lhe o abdômen
repetidamente, depois mais abaixo, no calor em meio às pernas, mergulhando a língua em
busca do lugarzinho do prazer secreto que ele descobrira na noite anterior.
O príncipe lambeu com firmeza a parte da frente entre as pernas de Cinderela,
repetidamente e, ao deslizar a língua, ele agitava a língua dentro de suas cavidades, passando-
a por todos os lugares sensíveis pelo caminho. Toda a sua energia estava centralizada naquela
parte que ela havia explorado, e parecia que todos os seus sentidos existiam apenas em sua
língua, e era como se ele pudesse ver, cheirar, sentir, . saborear e ouvir Cinderela.
Por fim, o príncipe encontrou o que estava procurando e cautelosamente começou sua
busca implacável pelo prazer de Cinderela. Ele lançava a língua em golpes e a circulava ao
redor do pequeno ponto mágico, de maneira lenta e minuciosa. As mãos dela instintivamente
foram para a cabeça dele e os dedos se embrenharam em meio aos cachos escuros. Ele podia
sentir seus tremores enquanto a tomava, e leu ego se enchia triunfante. De vez em quando ele
não resistia em mergulhar a língua no local mais profundo de seu corpo, para saborear seu
delicioso conteúdo. Isso fazia com que ambos gemessem de prazer.
Mas Cinderela subitamente desejou que o marido a acompanhasse em seu prazer. Em sua
mente ela havia idealizado uma imagem e queria experimentála com suas outras faculdades.
Então, ela pegou o príncipe pela mão e o conduziu para a cama. Sem nenhuma palavra, ela
tirou suas roupas, desfrutando de seu porte musculoso, depois finalmente o empurrou para a
cama. Seu corpo estava rígido e tenso, ao ceder à vontade dela. Ela se posicionou ao lado
dele, de forma que não deixasse dúvidas sobre o que ela pretendia. Ela rolou para o lado e
dobrou uma perna o suficiente para se expor para ele, e tomou toda a sua rigidez na boca. Ele
enlaçou seus quadris e a puxou para seu rosto, colocando a língua em seu centro de prazer,
voltando a lambê-la.
Cinderela nunca se deleitara tanto ao ter o príncipe em sua boca. Havia sido cansativo, no
passado, estar sobre ele, tentando satisfazer sem saber se ela deveria fazer mais rápido ou
mais devagar, ou quando era o bastante. Agora, ela simplesmente saboreava ao tê-lo em sua
boca, e não se preocupava com o seu desempenho, porque ela subitamente percebeu, que era
muito fácil fazer com que ele desfrutasse.. Dessa forma ela apenas se permitia ter o prazer
dado, por ele, acarinhando-o com sua língua e lábios, maravilhada com sua rigidez masculina.
O simples fato de saboreá-lo, deixando por conta dele o movimento de entrar e sair de sua
boca como quisesse, a fazia' se sentir extremamente sensual. Ela tinha arrepios pelo corpo
quando suas estocadas forçavam-na ai abrir mais a boca, ou quando o sentia pressionando no
fundo de sua garganta. E durante todo o tempo ele jamais parava de lambê-la, fazendo com que
ela quase se perdesse em meio às sensações de tê-lo preenchendo sua boca e garganta,
enquanto continuava a saciar suas partes íntimas. Cinderela cada vez mais mergulhava em si,
mesmo passando os momentos de maior comunhão que já tivera com o marido.. Ela
simplesmente perdeu a consciência de tudo que não estivesse relacionado ao seu próprio
prazer, sensual.
Lábios e línguas lambiam e chupavam. Pernas estavam escancaradas, para que olhos
ávidos pudes
sem olhar lá dentro. A pele era para ser tocada; cada parte, cada célula parecia gritar com
uma pressão acumulada para alcançar o fervor da liberação. Nesse momento, isso era seu
motivo de viver.
Aquilo a percorreu e envolveu. No momento seguinte já havia passado.




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