História O Prazer por trás dos Contos - Capítulo 3


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Categorias 50 Tons de Cinza, A Bela e a Fera, A Rainha da Neve, Branca de Neve, Cinderela, Delírio
Personagens Personagens Originais
Visualizações 143
Palavras 679
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - A visita da fera


Capitulo 2


Na mesma hora meu coração disparou e eu não queria casar com ele mais tinha medo de enfurece ló e ser morta por isso, mas mesmo assim ainda consegui abaixar minha cabeça e dizer em voz baixa: - Eu não posso.
No mesmo instante a fera se levantou dizendo: - Tudo bem, eu entendo. Como se já soube se que aquela seria minha resposta abaixou a cabeça e se retirou da mesa. Naquela hora eu soltei um ar de alivio por não ter enfurecido a fera e me retirei para meu quarto, chegando ao meu quarto reparei que ao lado da cama havia um buque enorme de flores rosa e depois daquela noite toda noite eu recebia um buque lindo como aquele.


***
E todo dia era assim, eu andava pelo castelo o dia todo entrando e saindo de todos os cômodos da casa conhecendo todo castelo enquanto a fera sempre ficava em seu quarto trancado e eu nem me atrevia em chegar perto da porta para não incômoda ló, a noite nos jantávamos depois cada um ia para seu quarto dormir, ate que uma noite cheguei ao meu quarto e o buque ao lado de minha cama era de rosas vermelhas e tinha pétalas das rosas por todo canto, no chão, encima dos moveis, e principalmente encima da minha cama e os lençóis de algodão azul abordado havia sido trocado por um lençol de pura seda vermelho que ate dava vontade de dormir nua encima dele porem eu coloquei uma camisola a mais fina e transparente que havia no guarda – roupas e me deitei sentindo aquela seda em minha pele e foi me subindo um prazer inexplicável, uma vontade de me despir e me tocar, foi então que percebi a porta de meu quarto de abrindo lentamente, puxei o lençol para cima de mim e perguntei que era e ouvi uma voz rude porem baixa e calma que respondeu: - Sou eu a fera, posso entrar?
Claro que pode. Respondi no mesmo instante e ele abriu a porta.
E não vou mentir toda vez que eu olhava para ele me assustava com sua aparência horrível ate mesmo vendo somente sua sombra na escuridão que estava meu quarto dava para se assustar a fera era realmente horrível.


Ao abrir à porta a fera disse: - Só vim perguntar se gostou de como mandei que deixassem seu quarto hoje?
Descobri-me sentado na cama e acendendo o abajur para vê-lo melhor e falei: - Claro que sim eu adorei o jeito que meu quarto estava hoje, muito obrigado eu disse sorrindo e me levantando da cama e então percebi que a fera me olhava com olhos arregalados ele ficou imóvel me olhando de cima a baixo, eu não entendi sua reação será que teria sido algo que falei fui andando para perto dele e disse: - não precisa se preocupar sempre gosto do quarto independente do jeito que ele esteja.
Então antes de chegar perto dele parei de andar porque ouvi um rugido que vinha dele, era um rugido de animal prestes a atacar, eu não estava acreditando nisso e fiquei ali parada olhando para ele esperando sua reação então ele se foi sem dizer uma palavra fechando a porta, eu voltei e me deitei na cama ainda sem acreditar no que tinha acontecido porque ele ficou assim foi então que reparei na transparência da camisola que eu estava vestida e vi que meu corpo ficava todo nu sobre ela.


No dia seguinte eu não vi a fera durante o dia todo só na hora do jantar, eu fiquei envergonhada lembrando-me da noite anterior, mas ele nem tocou no assunto agiu como se nada estivesse acontecido.
Acho que ele percebeu que eu estava envergonhada, mas ficou agindo tão naturalmente que ate consegui deixar a vergonha de lado e conversar mais solta com ele. Eu gostava de conversar com ele nossas conversas eram sempre agradáveis e amistosas e naquela noite quando ele terminou de comer veio ate mim se ajoelhou novamente e disse: - Bela você aceita se casar comigo?




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