História O Preço da dúvida - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Xerife Graham Humbert (Caçador)
Tags Swan Queen
Visualizações 572
Palavras 3.452
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente eu demorei neh?!
Não vou pedir desculpas porque é proposital. A fic já está acabando e eu não to pronta pra me despedir kkk
Eu espero que gostem deste capítulo por que o próximo AAAAAAAH não posso falar!!!
Boa leitura! Mmmmmmwha! 💋

Capítulo 14 - Coloque um sorriso no rosto!


Emma e Henry acabaram virando a noite no videogame, o menino se divertiu bastante a ensinando jogar, quando a loira pegou o jeito eles competiam entre si e algumas vezes Henry a deixou ganhar só para ver o brilho vitorioso nos olhos de Swan. Não pouparam risadas e piadinhas, também beberam muito chocolate quente, até que com o decorrer das horas o cansaço foi sentido e eles acabaram adormecendo no sofá da sala. Quando abriu os olhos, Emma sentiu o peso do braço do garoto sobre seu corpo e cabeça em seu ombro, ele ressonava tranquilo e ela ficou com pena de acorda-lo mas dormir no sofá não era tão confortável quanto dormir na cama. Então ela delicadamente passou a ponta dos dedos na face dele.

- Henry querido – sussurrou – acorde, vamos para a cama.

Piscando algumas vezes Henry abriu os olhos e vislumbrou os verdes amáveis de Emma. Sorriu admirado.

- Você é um anjo? – falou com a voz rouca de sono e Emma sorriu.

- ainda não.

- que horas são? – perguntou confuso.

- cedo, mas é melhor você ir pra cama o sofá não é muito confortável.

- tudo bem.

Os dois seguiram para o quarto do garoto, Henry foi abraçado a Emma o caminho todo, estava sonolento e não conseguia andar sem cambalear. Foi colocado na cama e logo voltou a dormir. Emma deu uma última olhada em Helena e Camila e só depois se dirigiu ao seu quarto.

Deitada no conforto de sua cama, embrenhada em seus lençóis e travesseiros, a loira parou um momento para pensar em cada momento do dia anterior até o presente. Cada palavra, cada gesto, cada sorriso, ela suspirou feliz e ainda desacreditada, doeu, foi difícil e árduo mas as coisas estavam entrando finalmente nos conformes, suas súplicas silenciosas estavam sendo atendidas e ela não podia estar mais satisfeita, é como se o mundo, o destino, ou qualquer outra coisa que fosse, estivesse finalmente deixando-a se reconstruir, se reinventar, reviver.

Se dissessem para ela a alguns meses atrás que ela estaria livre e com seus filhos, ela não acreditaria. A Emma de meses atrás não é igual a de hoje, e muito menos é a mesma de treze anos atrás, agora em seus 39 anos ela é outra, com suas qualidades e defeitos, com suas dores e alegrias, cheia de cicatrizes ela percebe que cada momento pelo qual passou a fez amadurecer, crescer, e ainda continuar a busca de sua felicidade. Sempre admirando cada pequeno momento e a passagem de cada dia agradecendo não somente as coisas boas, mas também as dificuldades pois sem elas talvez ela não seria a mulher que é hoje.

Adormeceu pensando nas surpresas que esse novo dia tinha preparado para ela.

O dia para Regina começou quando o toque estridente de sua campainha soou por toda a casa, ela ignorou no começo, mas quando percebeu que a pessoa não desistiria tão fácil soltou um gemido raivoso e amaldiçoou até a sexta geração de quem estivesse a sua porta. Com passos largos ela desceu as escadas indo em direção a porta, já odiando o barulho incessante que soava. Abriu a porta pronta pra gritar quando foi abraçada por uma ruiva eufórica.

- Zelena, o que faz aqui ? – perguntou confusa.

- Eu estava passando por aqui e decidi fazer uma visitinha sis – soltou uma risadinha ao passar o olhar pela irmã - mas vejo que cheguei em uma má hora, por que ainda está de pijama?

- Eu estava dormindo – bufou – quer café?

- Não obrigada.

A ruiva analisava os cômodos da casa que estava estranhamente silenciosa, geralmente quando fazia suas visitas a irmã era recebida por duas crianças muito sonolentas e igualmente famintas, Zelena observou a irmã se servir uma fumegante xícara, mas além disso ela a observou com os olhos de uma irmã mais velha, e viu em Regina um olhar de tristeza, ombros curvados e o aparente cansaço se demonstrava através de suas linhas de expressão e gestos da morena. Preocupou-se, a última vez que viu sua irmã nesse estado foi quando Emma fora pra cadeia.

- Gina, você está bem?

Com um sorriso forçado ela confirmou, mas sabia que de nada convenceu sua irmã. Zelena se aproximou a abraçando e depois tomou seu rosto com a destra fazendo a morena olha-la.

- Você sabe que de nada me convenceu, vamos me conte o que está havendo. Onde estão as crianças?

Os olhos de Regina inundaram em um segundo e ela engoliu em seco, abraçou Zelena fortemente escondendo o rosto na curvatura do pescoço da mais velha.

- Eles estão com a Emma – sussurrou – Eles descobriram tudo, e estão com raiva por eu nunca tê-los contado a verdade, Zel eu os fiz sofrer.

O tom doloroso na voz da morena fez Zelena estremecer e aperta-la em seus braços. Como irmã ela tomou as dores de Regina para si e desejou como nunca poder conforta-la e tirar tudo de ruim que a Mills menor sentia. Sabia que ela estava sofrendo por ter se enganado quanto a Emma, mas não imaginava sobre o que aconteceu com seus sobrinhos. Suspirou com a situação em um todo, muitos lados saíram machucados devido a decisões impensadas, e agora, o que Regina achou no passado estar protegendo, virou um motivo de dor.

- Hey! Não pense assim, eles só estão confusos e tristes com tudo o que aconteceu – falou enquanto acariciava as madeixas escuras – imagina só eles descobriram que a mãe que pensavam estar morta, esta viva. É normal que hajam dessa maneira.

- Eu sei, mas... – suspirou – Eu só queria poder mudar as coisas, com meus filhos, com a Emma, por Deus! Eu fiz tantas coisas a ela.

- Eu sei que quer mas você não pode, a única coisa que você pode fazer é ter paciência e esperar no tempo deles, de todos. Dói vê-los longe? Dói, mas você tem que aguentar firme e esperar que eles entendam o seu lado também. Deixe-os se adaptar a nova vida, não force nada, no tempo certo tudo acontecerá naturalmente.

Regina levantou o olhar e encarou os ternos olhos azuis de Zelena. Ficou feliz por tê-la por perto para dar-lhe apoio e aconselhar. A morena Estava se sentindo perdida no meio do turbilhão que sua vida acabou se tornando, e mais uma vez Zelena estava lá a ajudando e dando o suporte que ela precisava. Dedicou um sorriso sincero a ruiva que foi prontamente retribuído, junto de mais um abraço forte e reconfortante, as coisas continuariam sendo difíceis, mas Regina sabe que pode contar sempre com a irmã e isso era o suficiente, por enquanto.

Já se passava das nove quando duas meninas travessas atravessavam os corredores da mansão Nolan entre risadas baixas e passos silenciosos, elas entraram em silêncio num dos quartos vendo sua vítima deitada em sua cama ressonando tranquila. As meninas se aproximavam vagarosamente para não acorda-la, se posicionaram lado-a-lado e trocaram olhares cúmplices.

- Você tem certeza disso Cams? – sussurrou a loirinha – e se ela brigar com a gente?

Com um risinho a morena respondeu em sussurros também.

- Relaxa, ela não vai brigar – sorriu maldosa – Eu coloco a espuma e você passa a pena no nariz dela tudo bem?

Helena respirou fundo e assentiu com a cabeça.

- ok!

Com chantilly em mãos Camila depositou uma considerável quantidade na mão da vítima, ela se segurava para não gargalhar e acabar atrapalhando seus planos. Ela se afastou um pouco para que Helena pudesse fazer leves cócegas na face de sua vítima com a pena que tinha em mãos. Quando a loirinha chegou perto suficiente para fazer o que lhe fora pedido o som de latidos foi ouvido no quarto e as garotas pularam de susto vendo o pequeno Brutos denunciando seus atos.

- Shiii! – exclamaram em uníssono fazendo o cãozinho se calar.

A pessoa que estava dormindo apenas soltou um murmúrio raivoso e voltou a dormir, fazendo as meninas soltarem a respiração que seguravam.

- Brutos seu gorducho quase nos entregou! – Camila reclamou ainda sussurrando enquanto pegava o cãozinho.

Fez um sinal com a mão para que Helena continuasse e hesitante a menina se aproximou novamente de Ruby e passou levemente a pena sobre seu nariz. A morena sonolenta franziu o nariz mas não o coçou. Helena tentou novamente e Ruby balançou a cabeça. Segurando o riso a loirinha tentou de novo e dessa vez Ruby passou a mão com Chantilly pelo rosto, arrancando risadas baixas das meninas. Camila colocou novamente na mão de Ruby e Helena fez o mesmo processo. Ruby acabou passando por toda a face o creme e acordou logo em seguida.

- Mas o que...

Ela olhou para a mão e passou novamente em seu rosto comprovando que estava toda melecada. As meninas não se aguentaram mais e acabaram caindo na gargalhada chamando a atenção de uma Ruby furiosa.

- Ora sua pestinhas! Vocês vão se arrepender por terem feito isso.

As meninas se entreolharam e depois voltaram a olhar para a morena furiosa que se levantava da cama.

- CORRE! – Camila exclamou já saindo pressas do quarto.

Helena a seguiu ao risos enquanto Ruby vinha atrás, a morena não estava com raiva mas as garotas não precisavam saber disso. Elas desceram rapidamente as escadas e seguiram direto para a cozinha onde Emma e Granny conversavam.

- MAMÃE NOS SALVA!

Camila chegou ao tropeços e ficou atrás da loira a fazendo de escudo, Helena também chegou e agarrou com força Emma que não entendeu nada.

- Não deixa ela nos pegar, foi só uma brincadeirinha.

As meninas estavam ofegantes e se agarravam a Emma temendo por suas vidas. A loira e Granny não entenderam nada até Ruby aparecer o que levou as duas mulheres aos risos.

- Brincadeirinha? Olha só o que essas pestes fizeram comigo!!!

- Ah Rubs até que não ficou tão ruim assim – Emma argumentou.

- É querida, acho que até ficou melhor do que aquelas coisas que você passa na cara e fica parecendo um palhaço.

- Vovó! Até você?! – Ruby perguntou indignada.

A senhora deu de ombros e piscou para as duas meninas que sorriram.

- Isso não vai ficar assim! – com passos pesados a morena se sentou a mesa para tomar café da manhã.

Emma olhou para suas filhas com um sorriso radiante e depositou um beijo na bochecha de cada uma. Adorou o fato de Camila e Helena se darem bem e se tornarem amigas, esperava que elas fortalecessem a União e criassem um laço que ela não pôde ter quando jovem. Logo que perceberam que não iriam mais ser atacadas as meninas seguiram em direção a mesa ainda rindo e recebendo uma careta nada boa de Ruby. Tinker entrou na cozinha saltitante e arregalou os olhos ao ver o estado de Lucas.

- Não sabia que o Gasparzinho tinha se mudado pra cá – falou enquanto sentava-se a mesa.

- hahaha muito engraçada você – Ruby jogou um pãozinho nela que mostrou a língua.

As mulheres estavam todas na mesa tomando café, o clima harmonioso tinha se instaurado na casa e a manhã estava sendo agradável para todas, as brincadeiras, as risadas e até as implicâncias eram boas e as faziam sorrir. Henry foi o último a sentar na mesa.

- Bom dia! – saudou sonolento se sentando ao lado de Emma deitando a cabeça no ombro da mesma.

- Bom dia querido – sorriu – pensei que ia dormir mais um pouco.

- Não, eu quero aproveitar o dia com vocês e talvez arriscar jogar umas partidas de Just dance com você – sorriu sugestivo.

- Ah eu quero ver isso – Ruby se pronunciou zombeteira – Emma Swan dançando não é uma coisa que se vê todos os dias.

- Pois eu aposto que ela sabe dançar muito bem – Camila replicou – posso jogar com vocês?

- Claro!

- Eu também quero, vou deixar vocês todos no chinelo – Helena falou convencida.

- tudo bem, tudo bem mas só vamos jogar quando todos tomarem o café okay?

- ok! – as três crianças responderam em uníssono.

***

O que era somente um fim de semana, passou a ser uma semana, depois duas e logo estavam indo para a terceira. Emma ficou dividida entre felicidade e angústia, estava preocupada com Regina e o afastamento com as crianças, durante as semanas na empresa ela observou que a morena, mesmo tentando não demonstrar, estava abalada. A loira conversou com seus filhos sobre a outra mãe e eles ainda se mostravam ressentidos, Swan sabia que a situação não fazia bem a nenhum dos lados, e não desejava que os filhos tomassem suas dores, o que passou, passou. Imaginava a dor que a morena devia sentir ao ver os filhos tão longe. E ela se compadeceu de sua dor.

Durante muito tempo Emma guardou rancor, raiva e mágoa de Regina, mas percebeu que não valia a pena, se queria se ver livre e seguir em frente ela teria que desertar de todo sentimento ruim que guardava. Sim, quando a morena a procurou ela foi fria e rude mas não havia outra maneira se não aquela para se proteger. Quando se viu livre ela sentiu como se estivesse renascendo e não deixou que vibrações ruins atrapalhassem o seu “seguir em frente” agora ela apenas olha para o futuro e aproveita o presente, o passado mesmo tendo sido doloroso e tendo feito marcas irreversíveis nela, como diz o próprio nome é passado e é lá que deve ficar. Agora há somente o perdão que ela ainda não pode conceder, Swan sabe que parte da dor que a morena carrega é por não ter confiado nela, ela também sabia que quando se reencontrassem Regina pediria perdão e ela não aceitou, pois o perdão se consegue com atos de verdadeiro arrependimento, e Emma ainda está muito ferida para perdoa-la.

Na sala de reuniões, com o queixo apoiado em sua canhota, ela analisou a morena que estava sentada a sua frente atenciosa a cada pauta que era discutida. Os anos que passaram só fizeram bem a ela, pensou. Os detalhes sempre chamaram a sua atenção, e Regina sempre teve sua total devoção pois ela é cheia deles, por sua beleza Latina, como também por sua sensualidade natural e graciosidade invejável, continuava com as mesmas expressões sérias e decididas que lhe faziam bambear as pernas, a mesma voz firme e imponente que anos atrás a faziam estremecer, os olhos de castanhos penetrantes e expressivos, as linhas suaves de seu rosto, a mesma cicatriz que tanto amava. Tudo em Regina um dia lhe fez tremer e experimentar um delicioso arrepio na coluna, mas durou pouco e talvez não sentisse as mesmas coisas que sentiu anos atrás. Com um suspiro balançou a cabeça tentando desanuviar os pensamentos, não deveria estar prestando a atenção nesses detalhes, não podia deixar-se levar por esse caminho novamente. Ela deveria estar pensando numa maneira de ajudar a morena a ganhar de volta seus filhos. Por que apesar de tudo, ela ainda sentia aquela necessidade de vê-la bem, apesar dos pesares não queria ver a morena sofrendo, e, se ela podia de alguma forma ajudar, ela faria.

Reunião terminada, todos foram saindo, as duas mulheres foram as últimas a sair, na porta elas pararam frente a frente, os olhares se encontraram e por alguns segundos se prenderam, respirações presas e muitas coisas não faladas, permaneceram em silêncio apenas se olhando mas também é como estivessem conversando, explicitando aquilo que sentem e que está guardado em seus âmagos, também tentavam entender o que um diz ao outro. Uma pedia perdão e a outra estava em uma batalha entre o cuidar e o deixar para lá. Mas ainda não estava na hora.

Emma abriu a porta e fez sinal para que Regina saísse primeiro, ela o fez, andaram em silêncio até a recepção quando escutaram o som de vozes conhecidas.

- Mãe! Mamãezinha! – Helena e Camila  falaram em unissono, correram até Emma e a abraçaram.

O coração de Regina parou ao ver a cena, por um momento ela pensou que também receberia todos aqueles abraços e beijos que a loira estava recebendo. Seus olhos marejaram e ela permaneceu parada apenas olhando. Emma estava surpresa com a visita inesperada e feliz pois a alguns dias atrás Helena lhe deu a dádiva de ser chamada de mamãe ou mamãezinha como ela gostava. Retribuiu cada carinho que as meninas lhe deram com um sorriso de orelha a orelha.

- Meus bebês o que fazem aqui? Cadê o Henry?

- Mãe! Não nos chame de bebês fora de casa - Camila sibilou.

Ignorando o comentário da irmã Helena respondeu a loira.

- Nós viemos te buscar pra almoçar com a gente. E o Henry – Helena sorriu quando o irmão se aproximou de mãos dadas com uma garota.

Com um sorriso tímido nos lábios o garoto se aproximou conduzindo a namorada para perto de sua mãe loira. Emma e Regina estavam estáticas com expressões incrédulas revezando o olhar entre as mãos e os sorrisos apaixonados dos jovens. Limpando a garganta Henry corou com toda a atenção que recebeu.

- Emma eu quero te apresentar a Violet – Henry e a garota trocaram olhares e depois se voltaram para a loira – minha namorada.

Emma sorriu docilmente para a garota e também apertou a mão que ela ofereceu. Não estava acreditando que estava sendo apresentada para uma namorada.

- Violet esta é Emma Swan – sorriu orgulhoso – minha Mãe.

Pega de surpresa a loira abriu mais ainda o sorriso com as palavras de Henry, teve que segurar firme as lágrimas pois não queria chorar na frente da nora, emoção e alegria corriam por suas veias ao ser chamada de mãe pelo seu primogênito.

- É um prazer conhecê-la Violet.

- o prazer é meu Sra. Swan – sorriu amavelmente – fico feliz por conhecer a mãe de Henry.

- Mãe eu... – respirou fundo – Eu e a Violet queremos a sua permissão para o nosso relacionamento.

- Wow! Por isso eu não esperava – soltou o ar ainda sorrindo – Mas é claro que sim querido, o importante é que ela te faça feliz.

- Ela faz – confirmou – obrigada!

O casal abraçou Emma que os felicitou assim como as irmãs. Mas Swan sentiu que algo ainda faltava, ela olhou para trás e flagrou uma lágrima caindo pelo rosto de Regina, a morena também estava feliz pelo filho mas sentiu-se excluída de um momento tão importante como aquele. Sorriu fracamente quando viu a loira a olhar. Emma viu a oportunidade perfeita para tentar reaproxima-los, não deixaria que a morena passasse por fora do momento. Seguindo seus instintos ela andou até Regina que tinha certo receio com sua aproximação, sorriu sincera para a mulher e com o polegar enxugou suas lágrimas.

- O-o que está fazendo? – a morena perguntou confusa.

- coloque um sorriso no rosto – sussurrou se certificando de que não havia nenhum borrado na face da outra – É hora de conhecer sua nora – desceu com as pontas dos dedos pelos braços da morena sentindo uma familiar, mas fraca corrente elétrica e pegou em suas mãos apertando firmemente – venha.

Mesmo hesitante Regina deixou-se ser guiada pela loira, ela estava um pouco desestabilizada pelo toque dos dedos suaves de Emma e olhava para suas mãos juntas um pouco desacreditada, não entendia o que ela queria, mas fez o que lhe foi dito, sorriu e apertou um pouco a mão de Emma quando se aproximaram novamente do casal.

- Violet quero te apresentar Regina Mills – falou firme e olhou para Henry pedindo silenciosamente que aceitasse o que estava fazendo – a outra mãe de Henry.

Violet estava a par de toda a história que envolvia seu namorado. Ela sorriu igualmente amável para Regina e apertou-lhe a mão para logo depois a puxar para um abraço, mesmo surpresa Regina retribuiu.

- É um prazer conhecer a mães de Henry e eu também ficaria feliz se a Sra. Nos der a permissão para o nosso namoro.

- É claro que sim – alternou o olhar entre os dois – vocês fazem um lindo casal, espero sinceramente que sejam felizes.

- obrigada mãe – Henry sorriu fracamente.

- Regina você e Zelena estão convidadas para o almoço em comemoração ao jovem casal – Emma se pronunciou.

- Emma eu não...

- vamos logo sis que eu estou faminta – Zelena apareceu sorridente e abraçou seu sobrinho – parabéns neném!

E não houve outro jeito, Regina e Zelena os acompanharam ao restaurante. E para Mills, estranhamente ocorreu tudo bem, mesmo que ainda ressentidos seus filhos não deixaram nada atrapalhar o momento, as irmãs se encantaram por Camila que se divertiu com a personalidade extrovertida da Mills Ruiva. E por um momento Regina pensou que as coisas voltariam ao normal, ela olhou para Emma com um olhar de agradecimento. Mas ela não tinha idéia do que ainda estava por vir.


Notas Finais


Tam, tam, tam !!!!!
Um spoiler pro próximo: Quem assistiu a novela A madrasta, sabe de uma cena muito emocionante que eu tenho que colocar nessa fic, envolve chuva, lágrimas e um alguém saindo a procura do outro.
Caramba eu já digo pra preparar os lencinhos que vai ser Fod*
Até mais u.u


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