História O preço de uma amizade - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Criminal Minds
Visualizações 2
Palavras 1.106
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela, Suspense

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


o romance entre Luke e Garcia começa a ganhar forma, quando a mesma é sequestrada por alguém e motivos desconhecidos. O que Luke fará para achar a sua mais nova paixão?

Capítulo 3 - Lugar errado Agente Garcia!


Alvez estava esperando Penelope chegar na sede da BAU no dia seguinte. Já era nove da manhã e ela não havia chegado. Ela nunca se atrasava e mesmo que ela precisasse evita-lo ela ainda deveria vir trabalhar. Hotchner parecia nervoso com a demora de Penelope. Ele a conhecia há muito tempo para saber o quão responsável ela era.

- Já chega! – Gritou Hotchner. Ele foi até o chefe Cruz que estava no telefone.

- Sim.... Eu entendo.... Não.... Perfeitamente senhor.... Será o primeiro a saber. Posso garantir que as devidas providências serão tomadas. – E desligou. – Droga. Que cara chato. Hotchner. Entre por favor. O que posso fazer por você?

- Penelope Garcia. Onde ela está?

- Não sei de nada sobre ela Agente Hotchner. Eu não fiz nada com ela.

- Eu não acredito nisso. Ela sumiu desde ontem à noite. Nem em casa ela chegou.

- Do que está falando Agente?

- Encontrarão o carro dela abandonado na estrada. Algo ou alguma coisa bateu nele.

- Você sabe o que?

- Ela foi a um café depois que saiu daqui do prédio da BAU. A atendente disse que ela conversou com um cara. Ele começou a ir sempre quando a Garcia ia ele ficava vigiando ela. Ontem ela decidiu perguntar o porquê daquilo e ele disse que era um fã dela. Ela respondeu obrigado e saiu.

- E?

- O cara a seguiu. Ela pegou o carro dela e ele o dele, mas foram para direções diferentes.

- Vou mandar investigar.

Hotchner saiu da sala de Cruz e seguiu para um dos outros andares. O elevador parou, mas Hotchner hesitou em sair. Saberia que se pedisse ajuda achariam que ele era fraco. Mas ele precisava de ajuda.

- Ei. Agente Hotchner.

Uma voz conhecida o chamou e ele saiu do transe particular dele. Ele olhou para a pessoa. Era Jack Garrett que estava estranhando a presença de Hotchner naquele andar.

- Está tudo bem? Ou veio aqui fazer uma vista para um velho amigo?

 - Vim pedir sua ajuda Jack. É sobre a Garcia.

- O que houve com ela?

- Provavelmente foi sequestrada.

- Por quem Aaron?

- Não temos nada ainda. Queríamos ajuda da sua equipe.

- Sabe que não somos uma equipe domestica né?

- Sei. Mas a gente realmente precisa de vocês agora.

- Ok. Vou chamar a equipe. A gente se encontra lá embaixo daqui a 20 minutos.

- Ok.

Hotchner entrou no elevador com um aperto no coração.

Flashback 01- Noite anterior

Garcia Havia terminado seu trabalho e resolveu tomar uma xicara de café na cafeteria. Pegou sua bolsa, chaves e carteira além de seu copo preferido e saiu. Entrou no elevador e o celular tocou. Era Alvez.

- Ei garota. Onde está?

- No escritório. Provavelmente vou ficar mais algumas horas aqui terminando os relatórios. – Ela mentiu para Alvez pela primeira vez. – Por que?

- Queria saber se quer sair, sei lá para um café. – Alvez perguntou com uma ponta de esperança de receber um sim como resposta.

- Já está chegando?

- Quase no aeroporto. Mais uns vinte minutos até chegarmos na BAU. E depois o tempo de subir pelo elevador.

- Não sei, Alvez. Posso fazer café aqui e podemos conversar enquanto termino meus relatórios.

- Seria melhor para você?

- Com certeza. – Garcia tapou o microfone enquanto as portas do elevador abriam. – Hum, e quem sabe podemos atacar aquele pote de sorvete da geladeira.

Alvez abriu um sorriso e nem se importou com quem o olhava. Todos sabiam do clima que estava rolando entre ele e Garcia.

- Então está marcado, - Alvez deu uma risada baixa – Me espera.

- Claro. – Garcia desligou o telefone e ligou seu carro e saiu da BAU.

Estava querendo evitar Luke por causa do acontecimento do elevador. Ela saiu do estacionamento rumo a cafeteria de sempre.

Luke chegou a BAU e ficou decepcionado quando descobriu que Penelope já havia saído. Ele tentou ligar, mas ela não atendeu nenhuma das chamadas.

Penelope chegou a cafeteria e se sentou em uma das mesas com seu computador para tentar digitar algumas coisas que ela ainda deveria terminar, mas foi brutalmente interrompida por uma briga na cafeteria. Ela interveio mas acabou levando um tapa do homem que agredia a esposa por ter pedido um pedaço de um doce a mais. O homem pediu desculpas e se retirou nervoso da cafeteria. A dona não chamou a polícia por medo de perder a licença. Ela alcançou um saquinho de gelo para Penelope e pediu desculpas.

- É esse o preço da boa ação. – Ela riu e foi se sentar na frente do computador com sua xicara de café pela metade. – Bem.... Acho que posso voltar para meu trabalho se não houver mais nada. – E bebeu um gole de café.

Já passava da meia noite e no escritório da BAU Luke estava ainda chateado.

- Prevejo uma ruga de preocupação – Falou Reid para um distraído Alvez. – A quanto tempo está rolando?

- Rolando? O que você quer dizer?

- Você sabe… Você e Penelope. Vocês pareciam íntimos ao telefone.

- Há alguma coisa que eu possa esconder de você, Dr. Reid?

 - Não. Então me conta Alvez.... Você vem tentando ganhar a confiança da Garcia há um ano e meio. Parece ter evoluído para uma paixão.

- Por que diz isso? Eu e Garcia somos apenas amigos Reid.

- Sou um analista de perfil Luke. Você não consegue me enganar.

- Eu sinto algo pela Garcia, mas não sei realmente o que é. É como se eu fosse forçado a protege-la mesmo ela não querendo e eu gostando disso.

- Isso se chama amor Luke.

Enquanto isso Penelope começou a sentir sono e resolveu que já era hora de desconectar e ir para casa. Pagou a conta, pegou seus pertences e foi para o carro no estacionamento. Ligou o carro e deu partida. Dirigiu por alguns minutos até ser forçada a parar. O Sono estava muito forte para ser cansaço natural. Ela apoiou a cabeça no banco do carro e apagou.

Um carro parou e uma porta se abriu. Dois homens saíram do carro que era uma van grande e adaptada com algemas na parte vazia e pegaram Penelope e a levaram para dentro da van. A porta foi fechada após os dois homens colocarem ela dentro e ela foi algemada a van.

No banco da frente um dos homens falou para o motorista, que era o homem da cafeteria dar partida. Ele ligou a van e saíram em disparada.

- Lugar errado Agente Garcia.

O homem falou para uma Penelope adormecida em tom de piada.

 


Notas Finais


Desculpem por incluir a parte de sequestro mas achei que seria ótimo para apimentar a relação dos dois.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...