História O Príncipe de Gelo - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Black Veil Brides (BVB)
Personagens Andrew "Andy" Biersack
Tags Andy, Gelo, Nicole, Principe, Romance
Visualizações 82
Palavras 2.382
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey meus floquinhos, reapareci!

Nossa quase dois meses longe daqui não é? Bem, aqui vão os dois motivos principais por eu ter me afastado

1- Final de semestre na faculdade pode ser comparado ao inferno, então realmente não teve como eu escrever nada por conta dos estudos...

2- Acho que todos vocês já sabem que o vocalista da banda Linkin Park morreu por conta de suicídio...Então, ele era e continua sendo meu cantor favorito. Eu fiquei destruída quando soube o que aconteceu, e sinceramente ainda não to bem, a morte dele foi uma das piores coisas que já aconteceu na minha vida...
Diante dessa tragédia foi impossível conseguir escrever algo, mas finalmente eu consegui e aqui está cap novo!

Por isso apenas lhes desejo boa leitura e espero que compreendam os motivos por eu não ter postado antes.

Capítulo 22 - Delírio ou Realidade?


Fanfic / Fanfiction O Príncipe de Gelo - Capítulo 22 - Delírio ou Realidade?

As horas parecem se passar mais lentamente do que o normal quando o momento é aula, eu não faço ideia do porque isso acontecer, mas acho que o motivo é bastante obvio, além de eu não gostar nadinha de ficar lendo coisas complicadas ou ouvir sobre tais coisas, eu não consigo me concentrar em absolutamente nada quando meus pensamentos decidem fazer uma varredura dos últimos acontecimentos na minha vida. Acredite, quando coisas surreais acontecem diretamente com você, você fica a beira da loucura ou então entra em um estado de insanidade sem volta.

-vamos Nicole, o que está esperando pra arrumar suas coisas? - de repente a voz de Matt ecoa longe em meus ouvidos me fazendo voltar para a realidade no mesmo instante.

-o sinal pra ir embora tocou? - perguntei enrugando a testa surpresa em como estava absorvida em meus pensamentos. 

-sim. Cara, aonde é que você anda com sua cabeça? - Matt indaga com uma expressão de interrogação.

-em qualquer lugar que não seja na sala de aula - ironizei mostrando a língua enquanto ajeitava minha mochila a jogando sobre os ombros. 

Logo após sairmos da sala eu e Matt fomos apressados assim como os outros alunos até o portão do colégio a fim de nos livrar de uma vez do mesmo. Hoje a Hailey não veio, pois disse que ia fazer uma pequena viagem com a mãe já que não precisaríamos trabalhar na lanchonete mais tarde. E eu não podia esquecer mais um pequeno detalhe, Andrew não estava por perto, ele me avisou que não iria poder me buscar hoje na escola pelo motivo de seus amigos quererem fazer uma tour pela cidade e seus arredores, eu podia ver pela manhã o quanto ele estava contrariado em ter que me deixar sozinha, até mesmo insistiu que não iria com seus amigos e que ficaria comigo porque tinha receio que Hunter pudesse fazer algo contra mim. Mas como não sou tão egoísta a tal ponto, eu acabei o convencendo de que poderia ir tranquilo com seus amigos e que eu sempre manteria o Matt por perto. Não que isso vá fazer alguma diferença caso Hunter apareça e queira me fazer algum mal. 

-o almoço na casa da sua avó está de pé, não está? - Matt me olha divertido assim que começamos a caminhar pela calçada do colégio. Eu o havia convidado pra ir comigo na casa da minha avó por dois motivos: um, porque não quero andar sozinha por aí e dois, porque minha avó adora o Matt e mesmo assim já faz alguns dias que não a vejo. 

-claro que está. Espero que ela tenha feito algo de bom pra comer! - respondi sorrindo pelo fato de não ter avisado minha avó que iria pra lá.

-com a fome que estou, pode ser apenas salada, que eu quero - ele faz uma careta engraçada passando a mão na barriga. Ainda sorrindo eu apenas concordei com ele e então dividimos meus fones de ouvido enquanto seguíamos pelas ruas em direção à casa de vovó. Não demorou muito para que chegássemos ao nosso destino e então sermos recebidos pela minha tia Zoe que abriu a porta depois de duas batidinhas. 

-Nic, Matt entrem, que bom verem vocês - minha tia sorri dando espaço para entrarmos no interior da casa.

-desculpe vim sem avisar tia, é que eu o Matt resolvemos matar a saudade da comida da vovó.

-por acaso eu ouvi um chamado por aí? - logo minha avó aparece na sala o que me fez ir salteando até ela para lhe dar um beijinho na bochecha.

-ouviu sim. Vim fazer uma boquinha aqui na sua casa e de quebra trouxe o Matt - falei sorrindo apontando para meu amigo que no mesmo minuto se aproximou e deu um abraço em minha avó.

-por favor, senhora Grace, diga que tem comida para um pobre adolescente faminto - fazendo uma expressão dramática Matt junta as mãos como quem estivesse implorando por algo importante. Não pude conter uma gargalha nessa hora. 

-oh, mas é claro que tem... e não sei como, mas vocês vieram justamente no dia em que resolvi preparar uma lasanha.

-sério? - perguntei quase dando pulinhos como uma criança. 

-sim e eu sei como você adora querida. Por isso venham crianças, que já está quase no ponto - ela ordena saindo da sala rumando em direção à cozinha, a qual estava com um cheiro maravilhoso de queijo derretido e molho de tomate.

O almoço havia sido bastante agradável como sempre costuma ser quando minha avó está envolvida no meio. Matt já havia perdido seus avós paternos e maternos, então diante disso ele diz que minha avó é como se fosse sua também e pra complementar minha avó não vê problema nenhum nisso porque ela sempre o trata como se fosse seu neto de verdade. Tudo estava muito bom, depois do almoço comemos bolo de chocolate que minha tia Zoe havia preparado mais cedo e então nos sentamos em frente a tv assistindo porcarias enquanto jogávamos conversa fora.

Com esse clima altamente tranquilo não demorou nada para que o começo da noite chegasse nos surpreendendo. Sem querer demorar mais do que já havíamos demorado, eu e Matt nos despedimos da minha vó e de minha tia para que saíssemos relutantemente para fora de casa caminhando em direção ao pequeno portão de madeira que dava acesso a rua. Com um aceno pude ver vovó se despendido de dentro de casa, nesse momento senti algo estranho invadir meu coração, mas pro meu alívio foi só um sentimento passageiro. Acho...

-obrigada pela tarde Nic, sua avó é um amor - Matt comenta enquanto caminhávamos para o meio da calçada. 

-eu sei que sim, não imagino minha vida sem ela. E não precisa agradecer Matt, você sabe que ela te adora e que é sempre bem-vindo - sorri colocando uma mão em seu ombro.

-olha que daqui a pouco eu mudo meu sobrenome para Summers hein - ele gesticula com uma mão sorrindo.

-ah, por favor, isso não - indaguei fingindo horror.

-não espere para ver, mas bem agora vou caminhando... nos vemos depois - se despedindo ele me dá um rápido abraço e então caminha em direção oposta já que sua casa é em direção contrária a minha.

-até mais Matt - suspirei com um meio sorriso o observando se afastar. 

Vendo que já estava mais que na hora de mexer meus pés, apenas ajustei a mochila em meu ombro e então me virei dando alguns passos preguiçosos pela calçada a qual estava. Por alguns instantes infelizmente notei que o ar estava ficando mais pesado, de ameno estava passando para quente e seco... Hm, a noite não costuma ser tão quente assim em Cincinnati... Sem nenhum segundo a mais pra pensar no que poderia estar acontecendo meus pensamentos foram direto para Hunter e eu já podia ouvir meu coração acelerado que batia freneticamente no peito por conta do súbito medo que invadia meu corpo. Parando feito uma estátua fiz uma varredura geral com meus olhos ao meu redor em busca de algum sinal de Hunter ou algo parecido, eu havia esquecido sua existência por algumas horas até esse momento. Não havia me dado conta de que estava totalmente sozinha. 

Ainda alarmada olhei para todos os lados que me rodeavam, mas não consegui detectar ninguém... O ar continuava a ficar mais quente e isso só comprovava que ele devia estar aqui em algum lugar, com medo do que poderia acontecer eu até quis voltar para casa da minha avó, mas achei melhor continuar andando pela rua em busca de alguém. Correr... era isso que eu precisava fazer, porém minhas pernas mal me obedeciam, com a garganta seca e os olhos atentos a qualquer movimento eu consegui dobrar a esquina sem que nenhum ser do mal aparecesse em minha frente. Talvez você esteja só delirando e não há Hunter nenhum por aqui...minha mente logo acusa, sem querer saber se eu estava delirando ou não eu continuei a andar quando de repente colidi com alguém que vinha em minha direção. Com o coração quase saindo pela boca levantei a cabeça para olhar a pessoa que eu havia esbarrado e pra minha felicidade minutos de tensão foram transformados em alívio quando localizei aqueles olhos azuis me fitando com seu brilho de sempre. 

-Andy! - exclamei soltando minha respiração que estava presa o abraçando em seguida.

-minha flor do inverno, o que aconteceu? Parece assustada - com os olhos ainda fixos em mim, Andrew me olha de cima abaixo tentando decifrar meu comportamento. 

-não sei, eu achei que havia alguém atrás de mim - expliquei passando a mão em meu rosto olhando para os lados.

-alguém? Por acaso seria Hunter? - ele pergunta mudando seu tom de voz para áspero agora inspecionando a rua em busca de algum detalhe.

-talvez. Eu estava na casa da minha avó com o Matt e quando resolvi caminhar pela calçada senti o ar subitamente ficar quente. 

-oh... Hunter está passando dos limites com essa perseguição idiota - Andy reclama irritado passando seu braço ao redor de mim.

-estava com medo que ele pudesse aparecer - suspirei fundo fechando os olhos por alguns segundos.

-eu sabia que não deveria ter te deixado sozinha - com um tom de voz baixo Andy me abraça como se estivesse desculpando-se. 

-agora está tudo bem, você já está aqui e talvez eu só tenha tido uma impressão errada de que fosse mesmo o Hunter - respondi calma.

-não posso e não irei permitir que nada de mal te aconteça Nicole - afastando-se um pouco Andrew me olha sincero e então passando a mão em meu rosto com delicadeza, ele sela nossos lábios de forma gentil me causando aquela venha e boa sensação de borboletas em meu estômago. Impressionante como seu beijo tem a capacidade de me fazer esquecer tudo o que me rodeia.

-bem, receio que devo te levar até sua casa. Você precisa descansar - após alguns minutos nos beijando, Andrew logo se pronuncia fazendo com que eu apenas concordasse com a cabeça. 

Durante o caminho não faltou assunto para conversamos, ele contou tudo sobre sua pequena tour com os meninos e disse que assim como ele quando chegou por aqui todos ficaram intrigados com os costumes deste mundo. Não pude evitar de sorrir quando ele contou sobre a experiência deles com a comida, eu já podia idealizar a cara de todos provando os pratos que costumamos comer. Durante os minutos que conversávamos, eu já não sentia nenhum tipo de medo ou pânico, conversar com o Andrew me trazia paz e por estar ao seu lado eu me sentia segura, eu adorava observar e memorizar todas suas feições enquanto ele falava, seu sorriso tão lindo me deixava inebriada e sua postura de príncipe a cada dia só me fazia ficar ainda mais encantada por ele...

-está entregue senhorita - me rodopiando de leve com uma mão Andy sorri enquanto parávamos em frente a minha casa.

-obrigada alteza, não posso duvidar que haja melhor acompanhante do que você - com um sorriso bobo nos lábios respondi fazendo uma reverência. 

-bem, creio que além de acompanhante, sou um ótimo guarda-costas também - ele indaga exibindo uma lança de gelo perfeita que o mesmo acabara de criar. 

-quanto a isso eu não tenho o que argumentar - gesticulei positivamente com a cabeça vendo que nunca me acostumaria com sua demonstração de poderes.

-amo você - falando de repente e de um modo sério Andy me pega de surpresa com suas palavras... Eu não consigo nem explicar o que eu sinto quando ouço isso dele. 

-também amo você - repliquei me aproximando. Com os olhos fixos um no outro, senti sua mão enlaçar minha cintura me puxando para mais perto dele enquanto seus lábios tocaram os meus de forma precisa, aprofundando mais o beijo passei minhas mãos ao redor do seu pescoço e por mim sinceramente eu não o soltaria nunca mais. Minutos e mais minutos se passaram enquanto dávamos uma pequena pausa entre um beijo e outro para que depois resolvêssemos nos afastar. 

-está na hora de você entrar - acariciando meus cabelos com as pontas dos dedos ele se expressa de forma divertida.

-pior que está mesmo. Preciso tomar banho, jantar e afundar na minha cama - assenti sentindo-me cansada.  

-então descanse minha flor do inverno e não se preocupe com nada - me dando um pequeno beijo de despedida Andrew sorri e então me dá espaço para que eu pudesse subir as escadas da varanda.

-fique bem Andy - antes de abrir a porta murmurei desejando o melhor e então entrei em casa com um sorriso imenso de alegria nos lábios.

-mas que sorriso é esse hein filha? - minha mãe logo aponta nem deixando mesmo eu entrar direito na sala.

-só estou contente - dei de ombros olhando para meu pai que fazia uma cara de desconfiança. 

-foi tudo bem na casa da sua avó?

-sim mãe, foi ótimo para falar a verdade - respondi dando mais um sorriso largo ao lembrar desta tarde. 

Antes que minha mãe pudesse fazer mais perguntas, o telefone tocou a interrompendo no meio da conversa. Sentindo minha garganta um pouco seca, resolvi aproveitar a brecha e então fui até cozinha pegar um copo de água bebericando o líquido no caminho de volta até a sala. Assim que voltei a olhar para minha mãe notei que ela estava petrificada com o telefone ainda em mãos, meu pai já estava se levantando com ar de preocupação rumando em sua direção.

-Helena, o que ouve? 

-uma coisa terrível - ela responde com a voz trêmula. Ok, isso não é nada bom... 

-o que aconteceu mãe? Quem era no telefone? - logo perguntei nervosa com seu estado.

-era as autoridades avisando que... que a casa da sua avó pegou fogo - com lágrimas nos olhos ela balbucia abraçando meu pai em seguida. 

Nessa hora não consegui pensar e nem reagir de imediato, tudo que pude sentir foi algo parecido com um enorme soco no estômago, enquanto o sangue se esvaziava das minhas veias fazendo com que minhas forças sumissem deixando que o copo de vidro escapulisse automaticamente da minha mão se estilhaçando em vários pedaços para todos os cantos onde eu me encontrava.

 


Notas Finais


E aí, gostaram?
Esse final está me cheirando a algo bem ruim...
Enfim, digam o que acharam babes!
Até o próximo!
Beijinhos <3


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