História O príncipe (Fillie) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Stranger Things
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Fillie, Finn Wolfhard, Mileven, Millie Bobby Brown, O Príncipe, Principe, Romance, Stranger Things
Visualizações 682
Palavras 2.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pra quem vive debaixo de uma pedra, 'Boca Rosa' é um super canal de youtube de maquiagem kkkk
Aguentem aí meus queridos com essa fic e com as outras, porque a vida não tá fácil! Eu estou muito depressiva e isso tá me impedindo muito de escrever, mas eu estou tentando voltar ao meu normal.
Prontos para um pouco de fluff? kkkkkkk

Capítulo 5 - A princesa


Fanfic / Fanfiction O príncipe (Fillie) - Capítulo 5 - A princesa

"Nada é mais humilhante do que ver os tolos vencer naquilo em que fracassamos." - Gustave Flaubert

 

Millie acordou cedo no dia seguinte e foi para o quintal. Estava decidida a aprender a andar rápido naquelas muletas, pois ela sabia que Finn não ia ficar nada feliz se ela demorasse para completar suas tarefas. Não sabia se ele pegaria leve com ela mesmo que estivesse debilitada. Para falar a verdade, ela sempre estivera debilitada com sua fraqueza, mas isso nunca o impedira de dar tarefas quase impossíveis. Ela não duvidava nada que talvez ele pedisse uma estrela.

Não foi fácil. Era quase impossível ser rápida e não fazia a menor ideia de como subiria as escadas. Millie tentou andar sem suporte algum, mas ela já era fraca e o machucado piorava tudo. Ela podia até andar sem as muletas, mas não significava que podia ter confiança total em suas pernas.

Não eram o tipo normal de muletas. O objeto envolvia o antebraço de Millie e possuía um lugar para que ela apoiasse sua mão. Não precisava colocá-lo debaixo das axilas. Parecia mais como uma... bengala! Talvez se ela andasse só com uma ela conseguiria se locomover mais rapidamente.

E deu certo, Millie aprendeu rapidinho a andar por aí. Não era assim essas coisas. Ainda estava mais devagar que o normal, mas andava feito gente.

Entretanto, seus serviços não foram solicitados o dia inteiro e ela sabia que Finn estava em casa. De manhã quando foi fazer a rotina normal, Finn não a deixou entrar e a mandou embora. Será que havia sido demitida por ter maltratado o cachorro e depois se fazer de vítima?! Não era possível, mas vindo de Finn, tudo era. Ele com certeza estava tramando algo.

Lá pelas 15 horas, Millie se enfezou. Finn só podia estar fazendo de propósito e não porque queria poupa-la depois do ocorrido.

Ela subiu as escadas, com dificuldade, e bateu na porta de Finn que ao descobrir que era ela, mandou-a embora outra vez. Porém, dessa vez, Millie não aceitou e abriu a porta mesmo assim. Ela tinha a chave mesmo, só fora orientada a não a usar, exceto em casos extremos. Não que esse fosse, mas ela fez mesmo assim.

Na hora ouviu duas vozes diferentes gritarem e Finn cobriu tudo com o lençol antes que Millie pudesse ver muita coisa.

Finn estava pelado na cama com uma menina que também estava pelada e estava rindo da situação, mas Finn não estava nem um pouco satisfeito.

– Eu te mandei me deixar em paz! – Ele disse irritado enquanto saía da cama e colocava sua cueca, mas Millie não se virou. Ela já tinha o visto pelado algumas vezes mesmo e tinha certeza que se não fosse demitida naquele momento, veria muito mais.

– Eu fiquei preocupada. Podia ter me avisado que tinha visita! – Ela respondeu assim que ele se aproximou.

Finn a olhou de cima para baixo e fez uma cara de desgosto deixando Millie preocupada.

– Nossa, Millie! Como você tá horrível! – Mas ele queria o que? Ela não tinha dormido bem a noite, por conta da dor e tinha acabado de subir as escadas de bengala. Finn pegou sua carteira em cima do criado-mudo, tirou uma significativa quantidade de dinheiro e entregou para ela como se aquela quantia não fizesse diferença em sua vida – Compre algumas maquiagens, porque pelo amor de Deus! Eu tô meio depressivo de olhar pra você! E pede pra Paris dar um trato no seu cabelo! – Millie franziu a testa.

– Que que tem ele?

– Sério isso? – O cabelo dela parecia palha. Como ela não enxergava isso? – Faz alguma coisa! Lava, hidrata, corta, raspa... Só dá um jeito! – Então Finn empurrou Millie para fora e fechou a porta na cara dela.

Millie bufou. Ela não sabia usar maquiagem. E quem era Paris?

Desceu as escadas e graças a Deus encontrou Callie.

– Callie! – Millie chamou desesperada e a mulher foi ao seu encontro – Finn pediu para que eu saísse e comprasse maquiagem. Você sabe uma loja aqui perto? É que é difícil andar muito longe assim! – Referiu-se à bengala.

– Não, querida! – Millie era tão inocente pensando que teria que andar até tão longe naquelas condições –  Você não sabe dirigir? – Millie negou com a cabeça. Mas também com o pé daquele jeito, mesmo que soubesse, não teria condições – Então, assim que melhorar, vai ter que aprender. Existe o carro dos empregados. Sempre que precisamos sair usamos ele, mas todos sabemos dirigir. No seu caso, pode pedir pra que Matt te leve e ele com certeza sabe um lugar bom!

– Você vai sair, Millie? – Uma vozinha doce perguntou para ela e Millie sorriu. Nunca havia conversado com Ava antes.

– Vou sim, Ava. Precisa de alguma coisa?

– Sim! – A menina também deu bastante dinheiro para Millie – como assim até as crianças tinham dinheiro? – Compra um gloss da Barbie pra mim, por favor?

Millie concordou e Callie a levou até o estacionamento onde ela conheceu um homem que se dizia chamar Matt Duffer. Era o mesmo homem que havia trazido Finn de volta para casa. Como todos os outros empregados, ele foi muito simpático.

Pegaram o carro de serviço e partiram dali.

– Como assim você conhece lojas de maquiagem? – Millie riu do banco do passageiro com o fato dele ser homem.

– É meu trabalho conhecer essa cidade como meu próprio corpo, Mills! E com essa quantia, dá pra fazer uma compra bem legal!

Depois de expulsar Millie, Finn voltou para cama e acendeu um cigarro. A menina loira ficou logo ao seu lado e disse:

– Quem é aquela garota?

– Minha governanta.

– E ela te vê pelado?

– Meu amor, ela dá banho em mim! – Os dois riram.

– Ela é bonita! – Notou com um pouco de ciúmes.

– Mano, por que todo mundo diz isso?! Essa menina é ridícula! Dei uma folga pra ela hoje, já que você tá aqui.

– Hmm, tá apaixonado! – Provocou Finn.

– Se eu tivesse, não estaria aqui com você agora! – Finn deixou o cigarro de lado, voltou a deitar-se e virou-se para ela – Um homem apaixonado não consegue outras mulheres! – Ele sorriu e começou a acariciar o braço dela – Então, vai ter mais uma vez, ou você vai embora, Iris? – Finn tinha uma luxúria nos olhos que ela conhecia muito bem.

Iris sorriu e levantou o lençol para que Finn se enfiasse ali debaixo junto dela e ele foi.

Millie voltou cheia de sacolas e não fazia a menor ideia de como ia usar tudo aquilo. Ava estava no parquinho, por isso antes de entregar o gloss da Barbie para ela, ela procurou o Salão de Beleza no mapa e foi até lá. Devia ser ali que essa tal de Paris ficava e queria estar apresentável a próxima vez que Finn a visse. Queria impressiona-lo depois dele ter sido tão mal-educado. Por que ela se espantava com a falta de educação dele ainda?

– Como posso ajuda-la? – Uma mulher que não parecia ser muito mais velha que a Millie, de olhos azuis - ou verdes? Millie não conseguia se decidir, perguntou assim que ela entrou e ficou espantada. O lugar era gigante e muito bonito. Sua mãe mesma que cortava seu cabelo, mas não o fez nos últimos anos, porque elas não tinham tesoura.

– O Sr. Wolfhard pediu pra que eu desse um trato no meu cabelo, mas eu não sei o que fazer!

– O príncipe? – A mulher gargalhou. Típico.

– Você é a Paris?

A mulher assentiu e começou a mexer no cabelo de Millie.

– Qual seu nome? – Paris perguntou enquanto sentava Millie numa das cadeiras que ali tinha.

– Millie.

– Millie. – Paris sorriu – Combina com você. Bom Millie, seu cabelo está bem danificado. Sugiro que volte toda semana aqui para que possamos fazer uma hidratação. Cortar as pontas ajudaria muito também, mas que tal cortar mais que as pontas? – Paris sorriu maliciosamente – Está disposta a mudar totalmente o corte? Eu tenho uma ideia que vai deixar bem bonito!

Millie sorriu de volta. Algo diferente? Pode apostar!

-

Quando Paris terminou com seu cabelo e acredite se quiser, demorou duas horas, Millie foi atrás de Ava.

– Millie!!! – Ava gritou depois de demorar para reconhecer Millie. Ela estava muito diferente – Você tá tão bonita!

– Obrigada, Ava! Cadê a sua babá? – Ela ficou preocupada. Ava estava sempre acompanhada, mas por algum motivo estava sozinha no corredor.

– Jantando. Eu sempre fico sozinha nesse horário! – Ava franziu o cenho – Comprou o gloss pra mim?

– Sim! – Millie estendeu a sacola e Ava sorriu animada.

– Como posso te agradecer? – A menina disse enquanto desembrulhava o pacote e Millie riu. Era tão nova e muito educada enquanto Finn era aquele estrupício. Como podiam ser irmãos?

– Tudo bem, querida! A não ser que você saiba passar maquiagem. Isso ajudaria muito! – Millie brincou, mas Ava levou a sério.

– Eu sei passar as minhas da Barbie! Mas sei quem pode ajudar. – A menina agarrou Millie pelo braço e trouxe-a para seu quarto

Mais uma vez o queixo de Millie caiu no chão. O quarto era todo rosa inspirado na Barbie. Todos os produtos ali eram da Barbie. Lençóis da Barbie, luminária da Barbie, cortina da Barbie... Millie nem tivera uma Barbie quando era criança, muito menos um quarto daquele jeito. Era muito legal!

Encontrou-se sentada junto de Ava em frente ao computador da Barbie assistindo...

Oi Goxxxxtosas! Tudo bem? Então, hoje eu voltei com um...

– Boca rosa? – Millie perguntou não acreditando no que estava vendo.

Boca rosa! – Ava repetiu – Como você acha que eu me maquio tão bem com a maquiagem da Barbie? – Ela disse passando seu mais novo gloss da boneca. Millie riu outra vez. Ava era um desastre passando maquiagem, mas juro, ela tentava. Pelo menos Ava tinha ajudado e muito.

Ela ajudou Millie a criar sua própria conta no YouTube para que pudesse se inscrever em canais de maquiagem e moda. E logo Millie estava no banheiro dos empregados tentando aperfeiçoar as suas técnicas. Até que maquiagem era legal.

Millie achou graça naquele negócio de canal no YouTube. Ela podia criar seu próprio canal: “Trabalhando para o príncipe”. Ali falaria como era trabalhar para Finn e seus luxos. Pelo menos seria divertido sofrer daquele jeito. Mas Millie sempre se lembrava que já havia passado por coisas piores e deveria ser grata por poder trabalhar ali.

Na hora do jantar, Finn pediu que Millie o encontrasse na sala de jantar e ela foi. Todos de sempre estavam lá acompanhados de Iris. Millie se intimidou um pouquinho. Naquele momento, ela percebeu o quanto Iris era bonita. Millie era somente uma empregada, enquanto Iris podia ser modelo. Ela até apostaria o pouco que tinha para provar que Iris de fato era modelo. Pelo menos agora Millie estava mais apresentável.

Finn notou a mudança de Millie. Ele a analisou de cima para baixo e de baixo para cima e ficou satisfeito com o que viu. Millie pode ver em seus olhos. Imaginou que Finn pensava que finalmente poderia olhar para ela sem desgosto, mas o que ele pensou de verdade era que Millie era realmente bonita. Antes seu cabelo era exageradamente longo e o loiro estava todo desbotado. Parecia mais uma californiana mesmo. Bernadette tinha pintado o cabelo da filha para que seu marido não a reconhecesse, mas isso foi muito tempo atrás. Agora estava bem curto e estiloso. Da cor natural. Dale Paris! Finn até esqueceu o que ia falar e se enrolou todo.

– Millie, eu p-preciso que você... que você... que você... – Ele não se lembrava e bufou. Estava deixando Millie entrar em sua cabeça? Mas de jeito nenhum! – Eu preciso que vá limpar o cu do cachorro! Porque pelo amor de...

– FINN! – Seu pai gritou lá de trás e Finn quase caiu de susto – É assim que você trata seus empregados?

– Não, pai! É-é que... É que... – Ele tentou se explicar, mas seu pai o interrompeu sabendo muito bem o filho que tinha.

– Você tem que parar com essa arrogância! Deixar de tratar as pessoas como lixo, porque socialmente elas são menores que você! – Eric falava entre os dentes cara a cara com Finn – Não é porque são seus empregados que são inferiores a você. Baixa essa bola aí e vê se pelo menos passa de ano! Faz algo que preste. Ainda bem que você não é meu primogênito, porque eu não confio a minha companhia nas suas mãos!

Finn ficou paralisado. Ele não era enfrentado daquele jeito. Só Eric mesmo para fazer aquilo. Então, Finn saiu correndo dali. Não sabia lidar com pessoas o contrariando.

– Me desculpe pelo comportamento de Finn, Millie! – Eric disse num tom bem mais calmo.

– Tá tranquilo! – Ela sorriu meio constrangida também. Sentia a dor de Finn. Sabia muito bem como era ser humilhada pelos pais na frente das pessoas – Me deem licença, por favor.

E assim ela saiu correndo atrás dele. Não, não era algo esperto de se fazer. Finn provavelmente queria ficar sozinho e seria muito violento e grosso, mas Millie não podia evitar. Precisava se certificar de que ele estava bem. Queria que alguém tivesse feito isso quando ela passou por aquilo. Talvez Finn fosse daquele jeito para chamar atenção. Ela não tinha certeza ainda porquê.

Subiu as escadas com dificuldade, mas conseguiu chegar no topo e partiu para o quarto de Finn. Bateu na porta e depois entrou. Impressionantemente estava aberta e ela entrou sem pedir permissão. Finn deveria estar tão alterado quando chegou no quarto que não se lembrou de trancar para sorte dela. Millie tinha a chave, mas nunca se sabe o que passava na cabeça doida dele.

Finn estava sentado na cama, com as pernas para dentro, fumando um cigarro e... chorando? Finn chorava? Quer dizer, ele sabia chorar? Tinha sentimentos? Mas ele soluçava de tanto chorar. Seus olhos completamente vermelhos e seu rosto molhado.

– Vai embora! – Ele disse entre soluços. Millie não sabia como o cigarro dele não tinha apagado ainda já que estava embaixo de tantas lágrimas.

– Finn, eu sei como você se sen... – Millie tentou dizer com uma voz bem calma.

– Sabe? – Ele se levantou furioso e deixou o cigarro aceso no cinzeiro – Você nem pai tem! Na verdade, nem casa tem! Como é que vai saber? Vocês acham que só porque somos ricos que tudo na nossa vida é bom, mas eu vou te dizer uma coisa, você pode ir tirando seu...

Millie o abraçou e ele parou de falar. Ela envolveu a cintura dele com seus braços e o trouxe para perto de si. Talvez Finn só precisasse de carinho. Por que seus pais não davam? Eles pareciam ser pessoas legais. Viu eles sendo carinhosos com Ava, por que não Finn?

O garoto paralisou com o ato. Não estava acostumado e depois de um tempo, envolveu o corpo de Millie também e se rendeu. As lágrimas foram cessando e ele foi se recuperando. Mas não para o seu estado normal que era ser idiota, mas para um Finn mais calmo e amigável.

Sem se afastar, Millie olhou para cima e encontrou os olhos de Finn. Ele parecia tão vulnerável. A tristeza clara em seus olhos e talvez um passado obscuro. É por isso que ela não gostava de julgar as pessoas antes de conhece-las. Príncipe. Será que ele sempre fora um príncipe?

Millie enxugou as lágrimas de Finn com seus dedões e sorriu. A sua presença parecia acalma-lo e ela queria aproveitar aquilo antes que acabasse. A sacada estava fechada e a fumaça do cigarro já quase os intoxicava, mas eles não se mexeram. Somente ficaram se olhando. Millie querendo ter certeza que Finn estava bem e ele tentando entender o que ela fazia com ele.

– O que você acha de um chá de camomila? – Millie sugeriu hesitando. Ela nem sabia se ele gostava de chá, mas estava desesperada para mantê-lo calmo por o máximo de tempo possível. Ela não sabia se ele poderia machucar a si mesmo.

Finn assentiu e Millie saiu ‘correndo’ até a cozinha e pediu pelo amor de Deus para o Chef Harbour se apressar. Ela já estava devagar, por isso não poderiam perder tempo. Quando voltou, Finn estava quieto naquele mesmo lugar na cama, só que sem fumar, mirando a parede.

Millie, devagar, entregou-lhe a caneca. Nunca se sabe quando a fera vai se enfezar. Precaução é sempre bom, mas ele aceitou de bom grado e os dois ficaram ali um bom tempo sem falar nada enquanto ele tomava seu chá. Assim que terminou, disse algo que surpreendeu Millie de várias maneiras diferentes.

– Senta aqui, Millie. – Finn deu tapinhas no lugar ao lado do seu e Millie arregalou os olhos. Só podia ser uma armadilha.

Ela sentou-se na beirada com medo da reação de Finn, mas ele insistiu que ela ficasse logo ao seu lado, bem no meio da cama. Millie teve até que tirar seus sapatos para que conseguisse fazer como foi mandada, ou pedida?

– Sabe, eu já fui como você um dia e morro de medo de ser assim de novo. – Finn já foi pobre? Ele podia estar se referindo a várias coisas. Podia ser para o seu senso de moda, ou sua necessidade de maltratar animais de estimação ou a falta de cuidados com a aparência, mas ela não se atreveu a perguntar. A verdade era difícil demais de acreditar – Você me lembra disso.

Então, o que for que ela tivesse lembrava Finn de como ele era e ele não gostava dela por isso. Mas o que ela podia fazer para evitar aquilo? Talvez ser mais como ele de agora. Era seu dever, afinal estava ali para agrada-lo.

Com o tempo, eles adormeceram e a cabeça de Millie foi caindo no ombro de Finn, que deixou sua cabeça cair sobre a dela. 


Notas Finais


A propósito meus amores, eu esqueci a frase inicial do último capítulo, mas já botei lá e se quiserem voltem para ver, porque ela bem legal. rs


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