História O Príncipe Rebelde - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondam, Bts/ Imagine Bts, Imagine Jimin, Imagine Park Jimin, Jeon Jungkook, Namjoon, Park Jimin, Seokjin, Taehyung, Yoongi
Visualizações 12
Palavras 1.281
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá xuxus
Então eu disse que ia postar ontem né? e não postei, me desculpe!
Estou postando hoje e espero que gostem.
Desculpe qualquer erro
Bjus

Capítulo 9 - Momentos de pavor


Capitulo 8

 

“Como eu poderia chegar até os pequeninos? ”- Theola perguntou a si mesma.

Ficou um tanto pensativa até que se lembrou de que no quarto que Sun Hee ocupava uma porta dava para uma saída lateral e não para o corredor principal, só esperava que não houvesse guardas ali.

Theola foi até o quarto, abriu a porta devagar e observando não viu ninguém, saiu e fechou a porta cuidadosamente e caminhou na ponta dos pés, ao chegar ao canto da parede olhou ao redor e viu que os guardas conversavam distraidamente à porta da sala de estar que ela agora ocupava. Theola achava-se a uma boa distância deles, e o trecho do corredor principal por onde precisava passar estava escuro, então tirou os sapatos segurando-os firmes em uma das mãos, respirou fundo e correu. Atravessou o corredor em silêncio, parou e esperou apreensiva, os guardas pareciam não a ter visto. A próxima etapa era descer para o andar seguinte, o que não foi difícil, sempre fugindo da grande escadaria central passou por corredores e escadas secundários e sem guardas. Ajudada pelo seu bom senso de direção, Theola chegou ao quarto que ficava logo abaixo daquele da rainha.

Como esperava, havia uma sentinela à porta, mas está achava-se de costas, olhando para o hall onde certamente devia haver outros guardas, talvez eles não estivessem levando suas tarefas muito a sério, pois no palácio se encontravam somente as crianças e ela para serem vigiadas. O choro estava bem próximo, e em alguns segundos Theola viu-se entre as crianças no grande cômodo, na verdade um escritório convertido em dormitório. Ali havia três camas de solteiro, três colchões no chão e um berço onde se via o brasão real artisticamente pintado. Não havia sinal de uma pessoa adulta ali, e os pequeninos choravam, Theola ficou com o coração partido ao ver os pequeninos chorando daquele jeito. A criança que mais gritavam tinha a bandagem da cabeça sobre os olhos, Theola arrumou a faixa sobre os ferimentos e a acalmou e ela parou de chorar e dizia agarrada à sua benfeitora:

 -Mamãe! Quero mamãe!

-Ela virá logo! – Respondeu Theola acalmando a. – tente dormir, sua mãe quer que você descanse hum!.

 Na outra cama uma garotinha com a mão machucada, tinha sua atadura enrolada nos lençóis e lutava para desvencilhar-se daquele emaranhado. No berço, o problema do bebê era obviamente fome, pois sua mamadeira estava caída, o leite estava frio mais assim que Theola a colocou na boca do bebê este sugou-a avidamente todo o seu conteúdo. As outras crianças pareciam assustadas apenas com o choro dos menores, depois que Theola as acalmou e lhes disse que suas mães viriam vê-las silenciaram e logo adormeceram. Theola se preparava para sair do quarto quando ouviu um barulho vindo da porta, virando-se percebeu que um dos guardas a encarava.

-As crianças estavam chorando, então desci para cuidar delas.

O homem nada disse e continuou a fita-la.

-Todas estão bem agora. Há alguém cuidando delas?

-Ela foi dançar – disse o soldado com a voz arrastada.

Theola percebeu que ele estivera bebendo, pois, seu quepe estava meio caído sobre a testa, os botões do alto de sua túnica se encontravam abertos, e ele carregava o mosquete negligentemente.

-Bem, creio que agora as crianças ficarão quietas até que a responsável por elas volte.

Olhou mais uma vez para o guarda, meio desconfiada, achando que ele não era o tipo de pessoa adequada para montar guarda
àquelas crianças. Era um homem atarracado, de uns trinta anos, sua pele era escura, e os cabelos longos demais para um soldado, parecia nunca ter usado um uniforme antes.

Dando mais uma volta para ver as crianças, Theola ficou tranquila, pois, todas estavam quietas e dormindo tranquilamente. Andou até a porta e disse:

-Acho melhor eu voltar para meu quarto.

O soldado não se moveu, apenas cambaleou e seu olhar deixou Theola inquieta.

-Por favor, deixe-me passar.

Ele não fez o menos esforço para obedece-la. Achando que este estava bêbado demais para compreendê-la, Theola tentou passar pelo soldado, espremendo-se um pouco contra a porta. Assim que a mesma se aproximou, deixou cair o mosquete e tentou abraça-la deixando Theola desesperada.

-Deixe-me ir! Como ousa tocar em mim? – Ela gritou horrorizada, notando que ele era muito forte.

O soldado agarrou-a com força e puxou-a para bem junto de si, seu hálito lembrava vinho, mesmo lutando desesperadamente, Theola não conseguia libertar-se dos braços que a apertavam fortemente.

-Solte-me! Deixe-me ir!

Não houve resposta, ela foi carregada e jogada no colchão com brutalidade, dando um grito ao cair, em seguida sentiu o corpo pesado daquele homem repugnante sobre o dela, pensando que ele fosse beija-la virou seu rosto, mais ele deu um puxão em seu vestido, rasgando-o fazendo Theola temer o que poderia acontecer consigo. Ela gritou muitas vezes mais parecia que ninguém iria ajudar-lhe naquele momento.

Seu peito já se encontrava desnudo e, aterrorizada sentiu que fosse morre ali, subitamente, ocorreu uma explosão ensurdecedora, o soldado caiu num baque sobre ela, e o impacto deixou-a inconsciente por alguns segundos. Ao voltar a si, alguém arrastava o corpo do guarda, e institivamente ela cobriu o peito nu com as mãos. Mal podia acreditar que fora salva daquele homem.

-O que está fazendo aqui? Por que não está no seu quarto?

Ainda deitada no colchão, ela ergueu a cabeça e viu Park Jimin.

Chocada e assustada como estava, não conseguiu responder. Jimin segurou-a pelos braços e a levantou, as pernas de Theola estavam tão trêmulas que ela cambaleou e encostou-se nos ombros de seu salvador.

-Dei-lhe ordens para ficar na suíte da rainha! – Ele disse severamente. – Por que me desobedeceu?

-As crianças...estavam chorando- Conseguiu responder Theola, num fio de voz que nem parecia a sua.

O general olhou ao redor e viu que não havia mais ninguém no dormitório.

-Dei ordens para que cuidassem desses pequeninos! - Disse ele zangado.

-Acho que ela foi dançar... – Ela murmurou.

-Cuidarei desse assunto mais tarde. Podes andar?

-Creio...que...sim...

Tentou caminhar, mais tudo escureceu, e o assoalho pareceu erguer-se contra si. Ao desfalecer, a última coisa que sentiu foram os braços forte do general envolvendo-a fortemente.

Depois de um tempo que lhe pareceu longo de mais Theola teve consciência de que estava sendo carregada, nos braços do general sentia-se segura e protegida e seus temores desapareceram e a escuridão foi gradualmente se afastando de sua mente, então um discreto sorriso adornou em seus lábios.

Quando o general entrou no quarto da rainha, Theola descerrou os olhos, foi colocada na cama, recostada nos travesseiros, envergonhada por se achar quase despida, mantinha as mãos sobre o peito.

-Você está bem?

-Muito bem...agora.

-Então troque de roupa. Voltarei para vê-la depois, irei me certificar que as crianças estão bem e tranquilas.

O general saiu do quarto e Theola ouviu-o falando severamente com os guardas do corredor.

No conforto de sua cama, enquanto recobrava o fôlego, ficou pensando com horror no que lhe acontecera e no modo como havia sido salva pelo general. Lembrando-se de que ele retornaria ao quarto em breve, apresou-se em trocar de vestido. Margara havia trazido toda a sua bagagem para o guarda-roupas de Catherine, ao lado dos lindos, delicados e primaveris trajes da prima, os de Theola pareciam ainda mais feios, pesados e tristes. Cansada demais para vestir-se, Theola preferiu usar um dos confortáveis robes brancos de Catherine, o de mangas largas, sem botões e transpassados na frente, arrumou os cabelos automaticamente e foi para a sala de estar esperar pelo general. Seu coração batia aceleradamente só de pensar que falaria com ele e sua ansiedade aumentava a cada minuto passado.

Depois de algum tempo, ela ouviu uma batida à porta.

-Entre.


Notas Finais


E ai o que acharam?
comentem a opinião de vocês.
bjus até o próximo capitulo.


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