História O Professor. - Destiel - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Chuck Shurley, Dean Winchester, Naomi, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel, Supernatural
Exibições 253
Palavras 2.274
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Notas finais. <3

Capítulo 10 - Capítulo 10.


Definitivamente, eu não era normal.

Ir à missa todos os domingos também não me ajudava muito. Claro que não. O que me lembrou que eu estava cometendo uma falha grave pois havia faltado à daquele dia.

– Bom, Deus! É por  uma boa causa. Afinal de contas eu tenho sido um bom filho e o senhor mais do que ninguém conhece a minha vontade de tornar este livro algo real, então, tenha um pouco de paciência que mais tarde eu rezo um rosário  – mordi os lábios sentindo meu rosto corar consideravelmente. – Se eu tiver coragem de tocar em um depois do que pretendo fazer com minhas mãos.

E comecei a me sentir absurdo por falar sozinho.

Se precisava ser feito, então que fosse logo. Não podia esperar meu corpo amolecer e esquecer o que tínhamos feito, por isso peguei o computador que estava sobre a mesa da sala e fui para o quarto dele. Demorei outro tanto olhando para a cama. Merda! Eu não podia simplesmente deitar ali e me tocar.

Não seria tão fácil. Aliás, não seria nada fácil. Complicado. Realmente complicado.

Decidi que seria melhor escrever antes de qualquer coisa. Enquanto ainda as emoções dos amassos no sofá estavam vívidas. Sentei na cama e liguei o computador. O texto estava realmente aberto, comecei quase que imediatamente.

Percebi que, quanto mais descrevia a sensação mais excitado me sentia. Era quente e prazeroso. E meu sexo voltou a pulsar e a umedecer. Será que conseguiria ? Continuei escrevendo, fazendo com que meu personagem fosse se entregando aos poucos, se permitindo, porém travei exatamente no momento em que ele precisava chegar ao orgasmos. Não consegui escrever mais nenhuma linha.

Era o meu limite.

Fiquei deitado na cama observando o tempo passar. O computador continuou ao lado, a tela me acusando. Desci para comer alguma coisa. Encontrei lasanha e refrigerante na geladeira. Esquentei e comi pensando em como faria para conseguir a emoção certa. Teria que fazer o que ele havia dito. Eu precisava mesmo me masturbar, mas onde estava a coragem ?

–  Tudo tem que ter uma primeira vez, Castiel! O mais difícil você já conseguiu  –  coloquei um pedaço de lasanha na boca e sorri enquanto mastigava. –  Um professor experiente, lindo pra cacete e cheio dos macetes  –  ri ainda mais. –  Se masturbar será fichinha perto do que ainda teremos pela frente  –  e com esse pensamento conseguir devorar a comida.

Voltei ao quarto e resolvi tomar um banho. Vestir a mesma cueca estava  me matando. Descobrir, tarde demais, que ficar excitado tinha as suas desvantagens. A cueca molhada era uma delas. Eu tinha sensação de estar sujo. Tudo bem, não sujo de uma forma ruim e sim sujo de uma forma safadamente sujo.  O que me desconcertava bastante.

Dispensei o chuveiro. Já que estava lá como hóspede poderia aproveitar um pouco daquela banheira maravilhosa. Fiquei deitado na água quente, sentindo o cheiro gostoso da espuma que já dominava todo o banheiro.

Inevitavelmente comecei a reviver os momentos em que estava nos braços dele. Deus! Aquilo era gostoso demais. Como pude me permitir não viver sem tudo o que ele me proporcionava, por tanto tempo ? A sensação das suas mãos, seus lábios, sua barba... Era muito, muito bom. Imediatamente voltei a sentir o formigamento em meu ventre. Fechei os olhos e imaginei que ele poderia estar ali, seria ótimo sentir seus dedos em mim.

Sem perceber passei as mãos em minhas pernas. Fiquei arrepiado. Era bom. Eu gostava. Deixei que meus dedos fossem mais ousados e toquei meus mamilos. Claro que imaginei que era ele. Minha imaginação era um ótimo companheiro  nesta hora. Pude sentir meu corpo entrando novamente no clima. Eu gostava ? Sim, gostava. Era bom ser tocado nos mamilos, mesmo que por minhas próprias mãos.

Descobri que esta carícia também era boa e imaginei como deveria ser se no lugar dos dedos fossem os lábios dele. Caramba! Eu queria muito. Toquei meu corpo. Desta vez com mais vontade. Apalpei, puxei, só rocei os dedos até que, finalmente, achei que era o momento de conhecer a outra região, a que sempre fora um tabu para mim.

Levei as mãos para as minhas coxas, acariciei dos joelhos até perto do meu sexo. Deixei  que uma mão apertasse timidamente o local onde a vibração se concentrava. Eu sabia o que era e sabia também que era um dos pontos de prazer do homem, só não sabia como fazer.

Passei a mão ao redor.  Foi bom, mas não maravilhosamente bom. O que seria necessário ? O que deveria fazer ? Apertei um pouco minha mão sobre meu sexo sentindo vibração aumentar e..

–  Castiel? – quase pulei da banheira.

Abracei meu corpo, apavorado. Claro que eu sabia que era ele e que provavelmente estava dentro do quarto, o que não poderia ser considerado uma situação fora do normal, mas daí a deixar que me flagrasse naquela situação era outra história.

– Aqui.

– Tomando banho ? – sua voz estava mais próxima. Ele não entrou no banheiro.

– Já estou acabando.

– Certo... Posso dar uma olhada em como ficou o texto?

– Ah... claro! Fique à vontade – ele riu.

Levantei correndo e peguei a toalha ao lado da banheiro. Não imaginava que fosse voltar tão rápido, ou o tempo passou e eu não percebi ? Enxuguei–me, vesti o roupão e sequei os cabelos com a toalha. Desembaracei, penteei, fiquei longos minutos tentando normalizar a respiração, então decidi que já poderia sair do banheiro.

Ele estava na cama, encostado na cabeceira, com as pernas estiradas e cruzadas sobre o colchão. O computador estava em seu colo enquanto lia o que eu tinha escrito. Subi na cama ficando ao seu lado. Aguardando até que ele dissesse alguma coisa.

– Gostei. Muito bom. Ficou ótimo! Você pegou o espírito da coisa, por que parou ?

– Porque o espírito saiu para passear.

Fiquei vermelho como um tomate. Ele deixou o computador de lado e me puxou para mais perto. Sua mão correu meus cabelos e seus olhos atentos vagaram pelo meu rosto.

– Fez o que pedi ?

Dava para ser menos direto ? Seria muito mais confortável se não tivesse que explicar a ele que eu não sabia como me masturbar.

– Não.

– Foi por isso que parou o texto justo na hora que ele se masturbaria?

– Acho que sim.

– Acha que sim – repetiu me analisando. – Qual foi o problema ?

– Não me sinto à vontade conversando sobre essas coisas.

– Mas se sente à vontade para me pedir para tirar sua virgindade.

Tudo bem! Preciso contar que meu rosto quase virou um tomate maduro e prestes a explodir ?

– Professor... Dean. Não é fácil para mim.

– Eu sei que não, mas eu estou aqui, não estou ? Quero ajudá–lo. E se não conversarmos abertamente não saberei como fazê–lo.

– Tudo bem – falei mais para mim mesmo do que para ele.

– Conte–me o que aconteceu. Por que não fez o que combinamos ?

– Porque não consegui.

– Não conseguiu ?

– Não – ficamos nos olhando. Ele em dúvida e eu com raiva por ter que me abrir daquele forma.

– Ok. O que faltou?

– Não sei – eu queria morrer. O que poderia dizer ?

– Você se tocou ? – fechei os olhos e abaixei a cabeça.

– Toquei sim, fiquei excitado, mas não consegui fazer da maneira certa.

– Não consigo entender. O problema está em sua cabeça, Castiel. Vença esse obstáculo.Vai ser gostoso! Seu corpo deve estar muito tenso, depois de tantos quase orgasmos. Deve ser por isso que está tão furioso.

–  Não estou furioso!

Ok! Quase gritei exaltado e tenho consciência de que meus olhos ficaram imensos.  Ele estreitou os dele e me encarou com um expressão do tipo ‘’ eu te conheço melhor do que você mesmo ‘’ . Era irritante.

– É claro que está.

– Não estou!

Desta vez eu gritei mesmo e ele arqueou uma sobrancelha e brincou com os dedos nos lábios. Claro que minha atenção se voltou para aquela mão e muitas lembranças me invadiram. Era impossível não pensar no que elas fizeram comigo, horas antes.

– Está vendo ?

– Ok, estou furioso. Detesto não conseguir fazer algo que sei que precisa ser feito.

– E o que está faltando ?

– Você! – ficamos os dois em choque pelas minhas palavras ditas impensadamente. – Desculpe, eu não...

– Tudo bem – ele respirou enchendo os pulmões de maneira nítida e passou as mãos nos cabelos. – Como posso ajudar ?

– Você é o professor – mais alguns segundos constrangedores.

Puta merda! Eu estava mesmo pedindo que ele me masturbasse ? Eu merecia o inferno. Com certeza era para lá que iria e, definitivamente, não me confessaria no domingo seguinte.

– Certo – ele olhou para todos os lados, meio confuso. – Certo – repetiu. – Acho que posso dar um jeito.

Dean levantou e me estendeu a mão. Colocar a minha sobre a dele foi o maior gesto de confiança que já fiz em toda minha vida. Estava confiando todo o meu ser a ele.

Segurando firme ele me conduziu ao closet. Era grande, espaçoso e muito bem arrumado. Roupas masculinas perfeitamente organizadas por tom. Ao fundo, um enorme espelho tomava toda a parede. Foi para lá que nós fomos.

Ele acendeu apenas as lâmpadas do teto, deixando o ambiente em uma penumbra confortável. Um som, que eu ainda não identificar de onde vinha, invadiu o closet. Uma música lenta e sensual. Como conseguiria fazer aquilo?

Dean me virou de costas para ele e de frente para o espelho. Separou meus cabelos, deixando–os de lado.  Suas mãos que estavam sobre a minha cintura desceram até as minhas, colocando–se sobre elas.

– Quero que relaxe – disse em meu ouvido. Seus lábios tocando minha orelha, enquanto falava. Estremeci. – Essa é uma boa reação, Castiel. Agora foque em sua imagem no espelho.

Olhei para mim sem conseguir me encarar por muito tempo. Era constrangedor. Extremamente constrangedor.

– Você é lindo! –  aquelas palavras saíram como uma bela melodia. Ele era encantador. – Tem um corpo lindo!

Suas mãos começaram a se movimentar, desta vez levando as minhas como se estivesse me conduzindo, me ensinando. Primeiro tocou minhas pernas, ainda por cima do roupão felpudo. As mãos subiram para minha barriga. Seus dedos ditavam como as carícias deveriam ser.

Ele desfez o nó do roupão. Eu estava nu, completamente nu por baixo.  Fiquei mais envergonhado, mas não o retirou de mim, apenas abriu deixando que o tecido decidisse como ficar.

Dean abaixou os olhos sem me conferir pelo espelho e beijou meu pescoço. Arfei! Não sabia ao certo se o fato de ele não me olhar foi bom ou ruim. Bom pelo fato de não me deixar ainda mais constrangido, já que eu continuava me olhando atentamente, e ruim porque o natural para um homem não seria olhar ?

Perdi o fio do pensamento quando seus lábios se demoraram em minha pele, e esta, como um todo, começou a arder. Inexplicavelmente meu corpo começou a ganhar vida. Eu reagia ao que ele fazia e sem querer fazia alguns movimentos.

As mãos dele, sobre as minhas, me levaram até os meus mamilos. Exatamente como eu tinha imaginado um pouco antes, quando ainda estava na banheira. Ele fechou minhas mão nos meus mamilos. Apertou um pouco e depois afrouxou, repetiu algumas vezes até que eu  entendesse o processo e fizesse com mais vigor. Mordeu minha nuca e lambeu descendo um pouco sua mão para que a minha começasse a trabalhar sozinha.

– Você gosta ? – outra vez sua voz estava baixa, rouca e extremamente sensual.

– Gosto.

– Ótimo!

Com suas mãos ele me fez acariciar meus mamilos, levantando–os e apertando–os, ora suavemente, ora com força. Seus lábios continuavam em meu pescoço. O que estava me enlouquecendo.

Outra vez deixou minhas mãos para que eu repetisse os movimentos sozinho. Já completamente arfando de prazer, deixei minha cabeça tombar para trás, o que lhe deu mais acesso a meu corpo. Ele não reclamou. Suas mãos estavam em minha cintura enquanto eu acariciava meus mamilos como ele tinha me ensinado.

– Assim – gemeu me puxando de encontro a sua ereção.

Meu roupão desceu pelo ombro revelando mais nitidamente  meu corpo. Levantei o rosto, um pouco sem jeito e, quando ia deixar suas mãos para arrumar o roupão, flagrei Dean me olhando pelo espelho. Foi só um breve segundo, mas que quase me fez enlouquecer. Seu olhar era de puro desejo. Decididamente eu me perdia e queimava sob aquele olhar, e era deliciosamente excitante.

Ele mordeu meu pescoço novamente voltando a fechar os olhos. Eu podia sentir sua excitação roçando minha bunda. Dean, ciente de que meu corpo não agüentaria muito mais, segurou minhas mãos, fazendo–as descer em direção ao meio de minhas pernas. Estremeci. Ele me tocaria ?

Ainda parcialmente coberto pelo roupão que descia apenas de um lado, o que me deixou menos tenso, pois não podia ser visto por ele. Senti suas mãos pararem hesitantes na altura do meu ventre.  Ele acariciou a região e, segurando meu pulso esquerdo levou minha mão um pouco mais abaixo, sem segui–la. Ele não iria me tocar. Fiquei frustrado e não sabia o motivo já que tínhamos um acordo.

– Toque – ordenou com a voz rouca.

Tentei seguir sozinho, não foi a mesma coisa. Levei minha mão até meu sexo e me toquei. Era gostoso, mas não o suficiente. Claro que para um primeiro momento era tudo muito estranho, e eu sabia que dali em diante aquela poderia ser a minha realidade. Um dia até poderia fazer por ele, ou para ele, sendo observado... Porra! Era muito sexy ser observado.

Mas não ali, não naquele momento, porque além de estar envergonhado, eu não fazia idéia como começar, que ritmo seguir, qual a melhor maneira. Fiquei perdido, a emoção cedendo aos poucos, perdendo para a incerteza.


Notas Finais


NÃO ME MATEM POR FAVOR.
esse capítulo ficou pequeno, mais é aquele que dividi em três partes. MUITO PROVAVELMENTE O OUTRO SERÁ MENOR.
O que dizer sobre minhas expectativas ? Foram superadas, conseguimos quase 100 favoritos em menos de 10 capítulos, quase 2 mil visualizações e seus comentários. Deus! Eu amo ler cada um, do fundo do meu coração. Não à nada melhor que receber carinho dos meus leitores, claro, tento retribuir pelo menos 1% do que vocês me proporcionam. Obrigado mesmo.
Vocês são demais comigo.


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