História O Professor. - Destiel - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Chuck Shurley, Dean Winchester, Naomi, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel, Supernatural
Exibições 279
Palavras 1.781
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Notas finais. :3

Capítulo 7 - Capítulo 7.


‘’ Se não recordas a mais ligeira loucura que o amor te fez cometer, não amaste. ‘’

                                               Willian Shakespeare

Castiel

Mas não era amor. Era apenas necessidade. Uma necessidade imensa de conseguir o meu livro e com isso obter minha graduação. Uma necessidade de que ele fosse meu professor, mas esta parte não deveria ser revelada, pois  era apenas uma confusão do meu corpo e da minha minha mente, então querido amigo, era uma loucura que eu recordaria a vida inteira, mas não causada por amor.

Definitivamente, não!

Eu pensava na frase enquanto me deixava ser conduzido. Ele dirigia sem prestar atenção em mim. O enjôo causado pelo excesso de bebida começava a me dominar. Nunca chegávamos e, pelo que me lembrava, a casa dele não era tão distante assim da boate. Então por que estava demorando tanto? Passei a prestar mais atenção no percurso que fazíamos.

Ah não! Ele não estava seguindo para casa dele. Estávamos rodando sem rumo. Meu professor estava me enrolando. Eu deveria imaginar. Claro que ele não se renderia tão facilmente. Um homem como Dean Winchester não permitiria que um homem como eu entrasse em sua vida.

Minha vergonha era tanta que tive vontade de chorar. Bravamente engoli o choro tentando ser forte o suficiente para esquecer que ele existia. Pelo menos até o dia seguinte, ou até nossa próxima aula.

– Para onde estamos indo?

– Para a minha casa  – ele respondeu de forma tensa.

– Este não é o caminho da sua casa  – meu professor me olhou surpreso e depois voltou a olhar para a estrada.

– Preciso pensar, Castiel, e consigo fazer isso melhor quando estou dirigindo.

– Pensar em quê? Achei que tínhamos chegado a um acordo  – meu tom de voz parecia mais um acusação que uma afirmação.

– Preciso pensar no que fazer. Em como fazer funcionar.

– Você não sabe como? – comecei a rir. Com certeza só consegui rir porque estava bêbado. Era muito mais fácil falar tudo o que vinha na minha cabeça tendo o álcool como justificativa. – O senhor da sabedoria não sabe como fazer sexo com um garoto.

– Não seja ridículo!

– Foi você quem falou.

– Não foi o que falei.

– Ah, falou sim  – continuei rindo.

Ele acelerou o carro fazendo com que balançasse mais ainda. Minha cabeça girou e meus olhos começaram a forçar para se fecharem.

– Você está bêbado, é meu aluno e virgem, ou seja, tenho uma bomba em meu carro, que, com certeza, não assimila nada do que estou falando.

Encostei a cabeça no banco e me concentrei em respira. O enjôo era forte demais, precisava ficar bem quietinho ou colocaria tudo para fora e não da forma como estava fazendo até agora. Com certeza o professor Winchester não ficaria muito satisfeito se eu vomitasse em seu carro perfeito.

Só percebi que tinha dormido quando ele me segurou em seus braços me retirando do carro. Abri os olhos um pouco atordoado e notei seu rosto muito próximo ao meu. Senti cheiro de álcool, mas me lembrei de que provavelmente era o cheiro que exalava de mim naquele momento.

– Pode me colocar no chão. Consigo andar sozinho  – ele gemeu um pequeno protesto.

– Ainda acordado ?

– Por quê? Esperava que eu dormisse antes de obrigá–lo a cumprir com o nosso acordo?

– Não temos nenhum acordo  – abriu a porta da casa e acendeu a luz da sala. A claridade incomodou meus olhos.

– É claro que temos! – eu queria muito protestar só que meu corpo estava manhoso e o sono me puxava para seus braços.

– Não. Não temos.

– Professor...

– Castiel, não comece, tá? – concordei com um aceno de cabeça. – Agora venha aqui.

O professor me segurou pela mão me levando para o interior da casa. Sua mão quente na minha era uma sensação agradável e um tanto quanto segura. Me senti confortável.

Sem largar minha mão ele ligou o som, através do controle remoto, porque o aparelho mesmo eu não consegui descobrir onde estava, nem de onde vinha a música suave e lenta que começou a tocar. O volume baixo e agradável aos ouvidos.

Ele me puxou para seus braços me acolhendo neles e começou a se movimentar no ritmo da música. Iríamos dançar?

– Não sei dançar  – ele riu da minha confissão.

– Não foi o que vi na boate  – fiquei vermelho do absurdo que cometeria. Longe de tudo eu podia entender com mais clareza a besteira que faria se ele não tivesse aparecido.

–  Não sei o que aconteceu. Realmente não sei dançar.

– Você não sabe muitas coisas, Castiel. Pareci que não tem sido muito justo consigo mesmo. Sei como é desejar muito uma coisa, correr atrás do seu sonho, mas é errado se anular em função disso.

Ele falava e se movimentava  me levando junto. Sua voz doce e aveludada em meu ouvido causava arrepios em minha pele. Suas mãos me envolveram, uma espalmada na base das minhas costas enquanto a outra me segurava pelo pescoço, mantendo meu rosto firme em seu peito. Seus dedos faziam carícias leves em minha pele. Pensei que entraria em combustão.

Ser tocado por outro homem, mais especificamente, pelo que passei a desejar, meu professor, era estranho e, no entanto, tão familiar que não me assustava. Deixei que meu rosto descansasse em seu peito sentindo aquele perfume que eu desejei pouco antes. Era maravilhoso.

O professor Winchester me vendo relaxar em seus braços começou a cantarolar a canção em meu ouvido. Senti –me embalado. A letra falava sobre um amor que chegou sem  avisar e que quando ele percebeu já estava completamente envolvido. Não tinha saída e nem escolha. Por um breve segundo me deixei levar pela idéia de realmente viver um amor tão arrebatador que me dominasse por completo, este pensamento não durou muito, dom o embalo da música e a sua voz em meu ouvido logo estava dormindo.

Só quando uma forte luz conseguiu ultrapassar minhas pálpebras lembrei que havia adormecido nos braços do professor Winchester. Abri os olhos e me deparei com uma enorme porta aberta para uma varanda pequena. As cortinas entravam no quarto, levadas pelo vento e o sol brilhava lá fora.

O lençol roçava a minha pele. Era uma sensação gostosa. Espreguicei –me até notar que o lençol roçava minha pele porque eu não vestia nada. Estava nu por baixo dele. Oh, droga! O que havia acontecido? Levantei de uma vez, assustado demais para me manter quieto. Aquele não era o meu quarto.

– Assustado?

– Professor? – segurei o lençol no corpo, envergonhado pela minha nudez.

– Você não teve vergonha ontem. – foquei em seus olhos.

Ele se divertia com meu embaraço. Aquele sorriso torto se espreguiçava em sua boca. Levei a mão aos olhos para ajustar os óculos e então me lembrei que não estava com eles. Pisquei diversas vezes sentindo a lente incomodar. Merda! Dormir de lente de contato era o fim do mundo.

– O que aconteceu ?

– O que você queria que tivesse acontecido ? – ele falou sorrindo. Puxei o ar com força.

– Queria ao menos lembrar de como foi, já que tenho que escrever sobre o assunto  – afundei na cama sem saber como agir. Ele riu da minha reação.

– Não aconteceu nada, Castiel. Você dormiu em meus braços ontem. Eu o trouxe para o quarto. Não me pergunte como acabou sem roupas. Juro que não encostei um dedo em você. Entrei para saber como estava e quando começou a se mexer fiquei observando, apenas isso.

Agora eu não sabia mais se deveria ficar ou não feliz. Eu queria que tivesse acontecido.Perdi mais um dia e meu tempo era curto demais para desperdiçar dormindo por causa da bebida.

– Precisa de alguma coisa ? Sua cabeça dói? Modificou completamente o rumo da conversa.

– Onde você dormiu?

– No quarto de visitas.

– Ah! – olhei ao redor ainda um pouco confuso. – O que vai acontecer agora? – não podia perder mais tempo. Ele  suspirou pesadamente e passou as mãos pelos cabelos.

– Tome um banho e vamos descer para conversar. – ele continuou sentando me observando.

Ok! Conversar não era bem o que eu tinha em mente, e no meu caso era um banho de água fria. Olhei pelo quarto e vi a porta que provavelmente seria o banheiro. Por que não fazíamos logo aquilo e conversávamos depois? Fiquei vermelho só de pensar no assunto.

– Preciso que saia do quarto para que eu possa levantar – ele riu balançando a cabeça.

– Quer que eu tire sua virgindade, mas tem vergonha de ficar nu na minha frente? É um pouco contraditório não acha? – meu rosto ficou ainda mais quente.

– Então posso considerar que temos um acordo? – seus olhos endureceram. – Não vou me intimidar, professor Winchester. Como o senhor mesmo disse, eu abri mão de coisas demais, agora tenho que recuperá–las.

Sem pensar duas vezes levantei da cama deixando o lençol sobre ela e caminhei até o banheiro. Não olhei para trás nem para seu rosto. Era muito arriscado.  Precisei de toda a coragem, que nem sabia que tinha, para caminhar nu na sua frente, precisava mostrar a ele, que estava decidido e que nada iria me deter.

Tomei banho, escovei os dentes com uma escova que encontrei no banheiro, deduzi que tinha sido deixada para mim já que estava na embalagem e voltei ao quarto. Ele não estava mais lá, porém minhas roupas estavam arrumadas sobre a cama, inclusive meu calção. Demorei alguns segundos para entender que suas mãos estiveram neles.. e Merda! Isso me deixou eufórico.

O que diabos estava acontecendo comigo?

Ao lado da minha bermuda estava uma camisa de manga longa e botões.Ele estava me dando a opção de vestir uma camisa dele? Não me permiti pensar a respeito durante muito tempo, Minha camiseta daria mais trabalho, então vesti o calção, a camisa e saí à procura do meu professor. Estava pronto?

A sala estava silenciosa, o cheiro de ovos e café vindo da cozinha chegava até o andar de cima, que era onde ficava os quartos. Encontrei meu professor. Ele estava de costas, mexendo na frigideira e até assim ficava lindo. Usando uma bermuda solta e camiseta que me permitia ver seus braços musculosos, me peguei pensando em como ele me segurava de uma forma interessante. Eu me dei conta que interessante não era bem a palavra mais adequada para o que eu sentia quando estava em seus braços.

 Havia, sobre a bancada da cozinha americana, alguns alimentos : suco, Paes, uvas, todo o necessário para um café da manhã. Ele virou me encontrando plantado no meio da cozinha. Seus olhos percorreram meu corpo vendo a camisa. Percebi um pequeno sorriso, que ele disfarçou muito bem, se formando.

– Espero que esteja com fome  – Falou depois de praticamente me despir com os olhos e me deixar ainda mais envergonhado.

– Não quero comer e sim resolver a minha situação.  


Notas Finais


AMIGOS, ROMANOS, E TERRÍVEIS GLADIADORES. ( bem scoby doo mesmo )
Queria saber se vocês gostam tanto quanto eu os capítulos que começam com o Shakespeare. <3
EU AMO POESIA.
Enfim, fim de ano tá chegando.. aulas acabando e com isso meu tempo para escrever vai ficando curto.
Eu só queria ressaltar que vou atualizar todas minhas histórias semana que vem normalmente. INCLUSIVE CROSSFIRE. <3
O link : https://spiritfanfics.com/historia/crossfire--todo-seu-4906002
Mais uma coisa. ALGUÉM PODE BATER NO CASS PRA ELE ESQUECER ESSA PORRA DE ACORDO?kakkaajks
vejo vocês nos coments <3


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