História O Professor. - Destiel - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Chuck Shurley, Dean Winchester, Naomi, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags Castiel, Dean, Destiel, Supernatural
Exibições 289
Palavras 2.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Notas Finais. <3

Capítulo 9 - Capítulo 9.


– Não vou conseguir.

– Quer escrever ou não ? Seu personagem é experiente, vivido, sabe do que gosta, você precisa entender como ele se sente.

– É constrangedor ?

– Constrangedor?  Sabe o que é constrangedor? Um aluno pedir para que eu tire sua virgindade. Se masturbar não é constrangedor. É importante e necessário. Se todas as mulheres fizessem tornariam tudo muito mais fácil para nós homens.

Mordi o lábio inferior, fechei os olhos e quando os abri sentia que chamas lambiam meu corpo. Fiquei confuso. Era ou não para ele assistir ? Porque ele disse para eu fazer, eu não sabia fazer ... eu estava confuso, minha mente mandava imagens indecorosas que só conseguiria raciocinar de forma coerente.

– E como quer que eu faça ? Aqui ? Na sua frente ? –  seus olhos ficaram imensos e ele sorriu largamente.

– Posso lhe garantir que seria um maravilhoso espetáculo. Qualquer homem gostaria de assisti–lo. Mas não. Quero que faça com calma. Sinta o seu corpo, se conheça, experimente... vai ser gostoso – ele falava e acariciava meu rosto, meus braços. Porra! Não dava nem para respirar normalmente.

– E tenho que fazer agora ? – Ele parou por alguns segundos  constrangedores. Desviou os olhos, roçou o polegar nos lábios, mas quando voltou a me olhar eu senti que não estava em seu estado normal.

– Ainda não. Venha aqui – puxou–me para o sofá me deixando muito próximo a ele. – Primeiro, precisa de incentivo, além de algumas instruções.

– Instruções?

– Tenho certeza que estava sendo o virgem idiota, mas não consegui me concentrar direito e ao mesmo tempo queria absorver o máximo possível o que ele me ensinava.

O professor Winchester revirou os olhos.

– Vamos começar.

Seus lábios tomaram os meus quando pensei que conseguiria dizer  mais alguma coisa. Novamente o beijo foi fantástico. Estávamos sentados no sofá, um na frente do outro. Apesar de nossos corpos estarem separados o desejo era tão real que doida em mim.

O professor Winchester  tinha razão. Eu precisava realmente daquele incentivo se quisesse fazer qualquer loucura mais tarde. Precisava que ele me fizesse perder a cabeça. Que me fizesse perder a noção dos meus limites. Que me fizesse desejá–lo a ponto de buscar alívio em mim mesmo. E foi exatamente o que ele fez.

Enquanto me beijava, acariciava minha nuca, levantando o meu cabelo fazendo minha cabeça se movimentar da forma correta para o nosso beijo. Foi delicioso e ao mesmo tempo doloroso. Eu estava excitado. Apesar de nunca ter me sentindo assim antes, eu sabia, o formigamento no ventre, a ansiedade latente e a ereção que estava se formando entre minhas pernas indicavam que era exatamente o que estava acontecendo.

Para minha decepção ele não ultrapassava aquele limite. Era apenas os nossos lábios e suas mãos em mim. Eu queria mais. Muito mais. Mas não sabia como agir.

Ele demorou o máximo de tempo possível me beijando. A angustia me devorava. No entanto, não estava me queixando. O beijo era realmente bom.  Daqueles de deixar o corpo ardendo e o sexo pulsando.  Meu Deus! De onde vinham estas palavras? O que um beijo era capaz de fazer comigo?

Então ele mudou a intensidade. O beijo que até então era calmo foi ganhando força, logo estávamos embalados por um beijo vivo, cheio de necessidades, desejo e completamente intenso. O professor Winchester diminuiu a distância entre nós me puxando para mais perto dele.

Suas mãos percorreram minhas costas subindo pelos meus braços. Não eram toques leves, mas que demonstravam desejo puro. Ele desceu uma mão passando–a pela minha perna, se demorando em minha coxa, apertando– a. Ouvi um gemido escapar de seus lábios  e aquilo mexeu realmente comigo.

Foi quando me puxou, em um movimento abrupto e forte, me colocando sentado em seu colo. Com minhas pernas acolhendo seu corpo entre elas. Meu Deus! Aquilo era mais do que eu poderia esperar para minha primeira aula.

O professor Winchester apertou seu corpo ao meu enquanto sua mão me explorava avidamente. Tudo isso sem interromper nosso beijo. Para me deixar ainda mais louco, ele com uma de suas mãos em meu pescoço desceu a outra até o primeiro botão da camisa abrindo–o. Ofeguei ainda mais.

Nosso beijo foi interrompido, não tive como falar ou dizer nada. Ele simplesmente arrastou seus lábios em minha pele, pinicando–a com sua barba por fazer, seguindo em direção ao local onde antes o botão estava fechado.

Ah, merda! Eu queria que ele me tocasse assim.

Deixou que sua barba brincasse em meu pescoço fazendo meu corpo implorar por mais. Foi minha vez de gemer. Ele intensificou as carícias e sua mão, a que não estava em meu pescoço, acariciou minha bunda. A princípio levemente, quando gemi ele me segurou naquela região e me puxou de encontro ao seu corpo, eliminando o espaço entre nós.

De repente senti algo que não imaginei que sentiria até aquele momento da minha pacata e assexuada vida. O professor Winchester estava excitado. Seu sexo rígido era algo poderoso, mesmo preso a sua calça, foi possível senti–lo. Tive uma imensa vontade de me esfregar em sua ereção. Queria muito saber como seria tê–lo completamente em mim.

Suas mãos avançaram o limite da camisa que eu usava, tocando minha pele. Senti meu calção completamente grudado a minha pele, fiquei envergonhado. Eu sabia que era excitação, porém não sabia como reagir a estas sensações. E se não fosse assim tão normal? E se ele não gostasse desse jeito? E se  eu acabasse sujando a calça dele? Caramba! Seria extremamente constrangedor.

  O professor Winchester afastou os lábios da minha pele e me olhou de uma forma estranha. Sua respiração estava acelerada e seus olhos de um verde profundo estavam tão escuros que por alguns segundos me perguntei se não estava enganada quanto à cor ou seria a pouco luz da sala?

Com a mão em meu rosto ele me afastou. Eu estava atordoado, meu corpo não reagia com muita coerência e nada em mim estava em seu estado normal.

– Acho que já tivemos o suficiente – sua voz estava mais rouca, mais sexy. Suas mãos continuavam no corpo e eu ofegava como se tivesse acabado de correr uma maratona.

– Você acha?

– Você  não ? – um sorriso preguiçoso brincou em seus lábios. Tive vontade mordê–los. – Agora me diga... Como está se sentindo ? – ainda incapaz de respirar normalmente olhei para ele sem saber o que responder.

– Quero que descreva as sensações. O que pensa e como se sente nesse momento.

– Tá...

Eu não conseguiria. Um coisa era escrever coisas eróticas e outra era falar para o meu professor que meu calção estava absurdamente apertado e molhado. Mordi os lábios.

– Feche os olhos – sua voz saiu baixa e melodiosa – Fica mais fácil – ele se movimentou embaixo de mim roçando sua ereção em meu sexo. Oh, Deus! Era muito sensual.

O professor Winchester mais uma vez passeou as mãos por baixo da minha camisa, tocando minha pele que ficou toda arrepiada, assim como o bico dos meus mamilos. Pode não ser o correto, mas eu me senti envergonhado por ter aquela reação na sua presença. Seus lábios tocaram os meus num beijo leve e rápido, depois sua língua percorreu meu pescoço. Gemi manhoso.

– Agora diga – Falou em meu pescoço. Seus movimentos não pararam.

– Estou confuso... – comecei a falar tentando me concentrar em minhas palavras e não nas mãos dele ou em sua língua quente me explorando.

– Por que confuso ?

– Nunca me senti assim, então... Não sei se é normal – confidenciei.

– Fale. Alto e claro!

– Minha cabeça não consegue ter pensamentos coerentes... fica difícil pensar com clareza quando seus lábios estão em mim – fiz questão de manter os olhos fechados. Não queria ver o seu sorriso irônico, debochando do garoto inexperiente.

– É um bom começo – não havia ironia em sua voz o que me estimulou – Continue.

– Minha pele parece queimar nos lugares por onde suas mãos passam – e ele, como provocação apertou minha cintura, para que eu pudesse saborear um pouco mais daquela sensação.

– E você gosta ?

– Muito!

– Ótimo! Já sabemos de alguma coisa – continuou as carícias. Aquela conversa toda mantinha a minha excitação. – Como prefere que eu o toque com leveza ou com mais força?

– Posso gostar dos dois ? – abri os olhos sentindo e absorvendo cada detalhe dos seus ensinamentos. Ele sorriu lindamente e demorou alguns segundos apenas me encarando.

– Claro que sim! Você pode tudo o que quiser – suas mãos quentes e espalmadas brincaram em minhas costas. – ele me apertou com força. Quase, quase mesmo, gemi satisfeito com seu toque, consegui impedir o gemido tão explícito mas não consegui deixar de fechar os olhos e morder os lábios.

– Fale mais – abri os olhos de novo.

– Meu estômago parece que fica cheio de borboletas e existe uma ansiedade por algo que eu não sei o que é, vibrando dentro de mim... não em meu corpo todo, mas... centralizado... – não tive coragem de dizer a ele que meu pau pulsava.

– É uma visão romântica, Castiel – me analisou com atenção depois piscou voltando ao seu modo professor. – Mas o fato é que você está excitado – ele falava naturalmente apesar de continuar passando as mãos em mim e de roçar levemente sua ereção em meu sexo pulsante. – É natural que queira mais. Isso é físico. O que você está sentindo é apenas a resposta do seu corpo aos estímulos. Nesse momento ele só consegue pedir por uma única coisa : um orgasmo.

Céus! Como ele podia me dizer essas coisas como se estivesse me passando uma receita de panquecas?

– Tem algo mais que eu deveria saber ? – questionou como se eu estivesse escondendo alguma coisa.

– Não sei. Acho que não – respondi visivelmente envergonhado. Meu rosto vermelho entregava minha mentira.

– Tem certeza ? – mordi os lábios e fugi do seu olhar. Ele riu baixinho.

– Seu pau, Castiel, não está duro? – respirei profundamente e fechei os olhos. Era óbvio que ele saberia como estava meu pau, Além de perceptível ele era um homem experiente. – Está ou não ?

– Sim.

– Por que tanta vergonha ?

– Porque é estranho.

– Não é estranho. É muito sexy saber que um homem está excitado. Quando tiver um namorado ou namorada ele(a) vai adorar saber o quão duro seu pau está por causa dele (a).

– Você está gostando de saber que meu pau está duro por sua causa, professor ?

De onde vinham aquelas palavras ? Eu nunca imaginei que fosse capaz de fazer uma pergunta daquela a alguém. Ele desfez seu sorriso amigável e me encarou confuso.

– Isso não vem ao caso. Vamos começar eliminando esta formalidade entre nós dois. Não precisa me chamar de professor agora, nem quando estivermos... assim. Dean é o suficiente. Não preciso ser lembrado que estou... fazendo estas coisas com um aluno.

– Tudo bem... Dean – umedeci meus lábios com a língua, sentindo minha garganta seca e quente. – Mas você está gostando ou não ?

Ele acompanhou o movimento dos meus lábios. Os dele levemente abertos, as pupilas dilatadas e a respiração tão irregular quanto a minha. Vi quando fechou a boca, engoliu em seco e suas feições endureceram.

– Isso não importa, Castiel. Não estamos aqui por minha causa. Agora eu preciso sair.

Rapidamente me tirou do seu colo, me colocando ao seu lado. Por que não me respondia ? Será que não tinha gostado ?

– Vai sair? E eu ?

– Você fica. Aproveite para fazer o exercício que passei – voltou a sorrir. – Utilize o meu computador para escrever. Seu texto está aberto nele. Quando voltar verifico sua evolução.

Ele levantou me deixando no sofá com todas as minhas dúvidas e inseguranças, e subiu em direção aos quartos. Fiquei parado sem saber o que fazer. Eu poderia dizer que me frustrava não saber se tinha gostado ou não ?

Permaneci sentado, sentindo tudo o que ele tinha deixado em mim, entendendo como o desejo chegava com força quando meu professor me tocava e como enfraquecia, tornando–se apenas uma lembrança suave, quase uma brisa em minha pele ainda quente, quando ele não estava mais por perto.

Toquei meus lábios e procurei por meus óculos, lembrando–me rapidamente que eles não estavam ali e sentindo a pequena ardência das lentes já quase ressecadas. Nossa! Tudo foi tão... foi muito mais do que eu podia esperar.

O professor Winchester, ou Dean, como me pedira para chamá–lo, desceu as escadas fazendo barulho com seus passos rápidos. Olhei para ele que já estava arrumado como se fosse trabalhar, mas era domingo.

– Ainda aqui ? Pro quarto, Castiel. Seu tempo é curto e precisamos de produção – se aproximou de mim sorrindo. Eu estava de joelhos no sofá, olhando para o meu professor como se ele fosse uma divindade. Ele acariciou meu rosto.

– Não se esqueça do que falei. Você precisa se conhecer. Conhecer o seu corpo. Saber como ele reage –  se afastou voltando ao seu tom normal. Tem comida na geladeira. Vou ficar fora a tarde toda. Se precisar de algo me ligue.

E partiu.

Demorei alguns minutos para me convencer de que precisava ir ao quarto do meu professor, deitar em sua cama e me masturbar. Caramba, como conseguiria ?  Minha  cabeça fervilhava. Estava prestes a fazer algo tão proibido para mim que comecei a me sentir um menino assustado, desobedecendo aos pais e com medo de ser pego.

Ok. Nunca pensaria na masturbação como algo anormal. Apenas não era normal para mim. Podia alguém sentir vergonha de si mesmo? Porque eu poderia fazer aquilo e mentir dizendo que não fiz. Apenas eu saberia a verdade e  ninguém mais. Porém, eu tinha vergonha de saber que eu sabia e isso já era o suficiente.


Notas Finais


Sei que vocês vão me matar mais eu dividi o capítulo em três partes, infelizmente sem as frases motivantes do Shakespeare. Mas quando minhas '' partes 1/2'' acabar teremos uma narração do Dean. ( Sei que quase todo mundo queria ) .. Obrigado pelos 86 favoritos. <3 Obrigado pelo carinho, e por ser tão fofas comigo. Eu amo vocês família. ><
E me indiquem fanfics legais de Destiel. <3
Desculpe qualquer errinho.


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