História O proibido é sempre mais gostoso - Capítulo 22


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Categorias Originais
Tags Colegial, Comedia, Drama, Lemon, Originais, Suspense, Yaoi
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Palavras 2.665
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Antes de começar quero me desculpar por excluir os capitulos sem avisar a vocês, mas eu estava começando a perceber que estava saindo do foco e alguns leitores disseram a mesma coisa e bem, resolvi reescrever esses ultimos 7 capitulos.

Bem, agora minhas feris estão proximas e isso quer dizer que a atualização das fics (todas) vão acontecer mais rapido.

espero que gostem do capitulo totalmente mudado, pra melhor!!

Capítulo 22 - Simon


Fanfic / Fanfiction O proibido é sempre mais gostoso - Capítulo 22 - Simon

Pedro.

 

Deixei eles conversando á vontade no quarto e fui para a sala conversar com a mãe do minha, minha sogra. Pelo incrível que pareça eu mal a conheço, mesmo já tendo conversado com ela algumas vezes quando ainda éramos vizinhos. Só deixei o Mike e o Luke sozinhos porque sabia que tinha coisas que ele não contaria comigo estando lá.

Cheguei na sala e a dona Emma estava lendo algum livro que eu não consegui ver o nome, me sentei ao seu lado e ela foi logo fechando o livro e o colocando em cima da mesa.

- Resolveu vir conversar comigo por livre e espontânea vontade ou eles te expulsaram do quarto? – perguntou a ruiva rindo de lado – Eu só estou brincando com você, sei que isso não tem muita graça, mas é que eu estou ficando velha.

-Velha?  Você deve ter no máximo uns trinta anos – disse e ela me bateu com o livro em meu ombro – o que foi? Isso é um elogio. Quero dizer que você está conservada.

Ela se levantou e foi até uma estante de livros no outro lado da sala e voltou com um álbum em mãos. A ruiva se sentou no meu lado e abriu o álbum, só então percebi que eram fotos do Mike na infância e ele tinha a mesma cara até hoje.

-Nunca chame a mãe do seu namorado de conservada – disse ela- parece que você me odeia.

-Mas eu não te odeio – disse abraçando a mesma – eu te amo.

-Pedro- Luke me chamou aparecendo na porta da sala- o Mike está lá em cima, só pra você- disse ele rindo maliciosamente- tchau dona Emma.

-Menino, pra que essa pressa?- perguntou ela se levantando e indo atrás dele.

 Aproveitei e sai da sala e fui para o quarto do Mike, abri a porta e ele estava com os olhos fechado e muito fofo. Me aproximei da cama e sentei no seu lado, seu rosto estava levemente corado e sua boca entreaberta.

-Você vai me sufocar com o travesseiro?- perguntou ele ainda com os olhos ainda fechados e eu me assustei um pouco. Ele se espreguiçou e sentou na cama bocejando e coçando a nuca. Segurei seus ombros e dei um selinho em seus lábios. Ele sorriu e eu também, seu sorriso era contagiante. Abracei o ruivo fortemente e senti sua mão em meus fios loiros- você é maravilhoso, amo  seu cheiro- disse ele afundando seu rosto em meu pescoço e mordendo o mesmo.

-Você não presta.

-Nunca disse que prestava professor- disse ele com um sorriso maldoso em seu lábio- você que tira conclusões precipitadas de mais.

- Isso é algum tipo de jogo seu?- perguntei enquanto o menor subia em meu colo e tirava minha blusa.

-Jogo? Não sei do que você está falando- disse o ruivo mordendo o lóbulo da minha orelha fazendo meu corpo inteiro se arrepiar- acha mesmo que eu faria um jogo para fazer sexo com você?

-Acho sim. Sei que gosta de experimentar coisas novas- disse beijando seu maxilar- as vezes eu esqueço que você só tem dezesseis anos – disse colocando parte do seu cabelo para trás da orelha e beijando seu rosto- já disse como você é lindo?

-Já. Muitas e muitas vezes- disse ele sorrindo – vai me pedir em casamento quando?

Sua pergunta me pegou desprevenido e eu sorri surpreso e acabei ficando sem resposta olhando em seus olhos escuros, peguei sua mão e a beijei.

-Ainda é muito cedo Mike- disse acariciando sua mão- quando for mais velho, quem sabe!

Empurrei seu corpo pequeno na cama e subi no mesmo e beijei seus lábios de um jeito apaixonante, segurei seu pulso a cima da sua cabeça e deslizei os beijos para o seu pescoço. Com uma mão levantei sua blusa deixando seu abdômen à amostra.

- Mike, sabe o que é sexo tântrico?- perguntei roçando meus lábios nos seus.

-N-não- gemeu ele quando eu toquei seu membro com o meu joelho.

-Então, hoje, você vai descobrir- disse desafivelando o cinto enquanto o menor ia tirando suas roupas.

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Acordei com Mike dormindo calmamente em meu peito, olhei no relógio do criado mudo e eram sete horas. Afaguei seu cabelo e o menor apertou minha perna mostrando estar acordado, ouvi o mesmo suspirar alto e se sentar na cama com certa dificuldade.

-Boa noite- disse ao ruivo que ainda estava com os olhos fechados- está tudo bem?

-Só estou com um pouco de dor- reclamou enquanto se espreguiçava- vê se tem algum remédio no meu armário- pediu ele fazendo um biquinho adorável. Me levantei da cama e fui até o guarda roupa dele e abri a porta- está um pouco atrás.

Tateei o fundo do armário e minha mão encostou em um pote, tirei-o de dentro.

-É esse aqui- disse mostrando o pote vermelho ao ruivo. O menor saltou da cama e tentou pegar, levantei o pote e o ruivo bateu em meu peito enquanto pulava para alcançar o pote- o que foi? É só um pote.

-Não é só um pote. O que tem ai dentro é constrangedor- disse ele desistindo e se sentando na cama. Me sentei ao seu lado e abri o pote, realmente o que tinha dentro era muito constrangedor.

-Camisinhas? Seus pais te deram isso?- perguntei remexendo dentro do pote e ele assentiu- isso –podia ter sido útil a algumas horas atrás.

-Pedro- disse ele me repreendendo- fica quietinho e volta a procurar o remédio- mandou ele e eu obedeci. Voltei ao armário e achei a cartela de remédio para dor, entreguei ao mesmo e desci para pegar um copo de água para ele.

Subi novamente com o copo de água em mãos e assim que entrei no quarto dei o copo para o ruivo que colocou o remédio na boca e bebeu toda a água, ele se levantou da cama e desceu as escadas me deixando sozinho no quarto. Aproveitei e fiquei mexendo no pote vermelho, não sei por que estava fazendo aquilo.

Depois de um tempo ele voltou com dois sanduíches em um prato e deixou no criado mudo, sem dizer nada ele se virou e iria sair, mas impedi o mesmo de fazer isso segurando sua mão e fazendo ele virar.

-Por que você esta assim?- perguntei puxando o mesmo para se sentar no meu colo- fiz alguma coisa de errado com você? Perguntei e ele negou encostando sua cabeça em meu ombro.

-Só estou com um pouco de dor de cabeça, mas já vai passar. Acabei de tomar o remédio- disse ele abraçando o meu pescoço- te amo!

-Eu também te amo, muito- disse selando nossos lábios, me afastei um pouco e ele voltou a encostar sua cabeça em mim, afaguei seus fios ruivos vendo o mesmo ficar sonolento. Quando ele adormeceu tirei sua bermuda e o deitei na cama cobrindo seu corpo com um lençol fino. Depositei um beijo em sua testa e sai do quarto depois de ligar o ventilador de teto.

Desci as escadas e sai da casa dele, peguei meu carro estacionado no outro lado da calçada e fui para casa. No caminho recebi algumas mensagens de Luca e logo que cheguei em casa respondi todas e fui tomar um banho.

Estranhei que Britaney não estava em casa, mas ainda eram oito e meia da noite daqui a pouco ela deve estar em casa. Entrei no banheiro e tomei um banho quente e relaxante, fiquei bastante tempo embaixo da água e logo sai com uma toalha enrolada em minha cintura.

Peguei uma blusa larga e uma cueca e vesti, peguei meu celular em cima da mesa que tinha ali e desci para a cozinha. Peguei o numero da Brit anotado em uma folha e disquei o numero. Ocupado.

-Mas que merda! Onde essa garota deve estar?-pensei alto. Estava começando a ficar preocupado com ela. Tudo bem que ela nunca foi de ficar muito em casa, mas ela avisava quando passava o dia todo fora, ela tinha que dar noticia.

Não podia pensar nessas coisas, o melhor a se fazer agora era relaxar. Estava tudo bem com ela, amanhã de manhã ela estaria em casa. Caso contrario iria na casa das amigas dela ou na delegacia.

Fui para o quarto de me deitei, tentando não pensar no pior.

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Acordei com o meu celular tocando e atendi sem olhar o nome. Logo pela voz identifiquei sendo Luca.

-Pedro, me ajuda! – Pediu ele rapidamente- lembra do Simon?

-Simon? Ah sim, Simon! O que tem ele?- perguntei me sentando na cama e bocejando.

-Ele está aqui na cidade- disse ele feliz. Logo despertei completamente e um sorriso se formou em meu rosto- eu estava conversando com ele e ele está em uma pousada aqui por perto.

-Temos que marcar de encontrar com ele- disse olhando as horas no relógio do criado mudo. Cinco e meia da manhã- hoje eu tenho que dar aula até as duas.

-Até as duas, Pedro?! Você não me engana.

-Tá, as aulas acabam uma e meia- disse coçando a nuca- e mais meia hora pra conversar com um aluno... no meu carro- disse rindo maliciosamente e Luca gargalhou no outro lado.

-O seu fogo já está chegando aqui no meu prédio -  disse ele bocejando alto- melhor marcar da gente se encontrar aqui em casa, o que você acha?

-Pode ser. Umas seis horas- disse e ele murmurou um sim em resposta- então, até as seis.

-Até. Ah, boa aula- disse ele e desligou.

Levantei da cama e desci as escadas e fui para a cozinha começar a preparar o meu café, fiz o café e duas torradas com manteiga. Comi e fui ao banheiro fazer minha higiene, acabei e subi para colocar uma roupa para ir para a escola.

Coloquei uma calça jeans, uma blusa preta larga e um all star preto. Assim que acabei de me arrumar já eram seis e vinte. Peguei as chaves do carro em cima do balcão da cozinha junto com minhas coisas e sai de casa, entrei no carro parado em frente a minha casa e segui o caminho da escola.

Assim que cheguei os portões ainda estava fechados, parei o carro no estacionamento para professores e entrei na escola, fui direto para a sala dos professores esperar até que as aulas começassem.

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Assim que as aulas acabaram marquei com Mike de me esperar duas ruas depois da escola, para não dar muita bandeira. E alem do mais, seria muito estranho um aluno entrando no carro de um professor. Logo que entrei na rua ele estava parado encostado em um poste e não resisti da idéia de brincar um pouco com o ruivo. Parei o carro ao seu lado e abri o vidro e o mesmo se aproximou apoiando o braço no vidro. Dei um selinho rápido no mesmo.

-Quanto é a hora?- perguntei e ele corou um pouco e bateu em meu braço.

-Olha, pra você eu faço de graça- disse ele agarrando meu pescoço e me beijando- você é muito gostoso.

-Chega de elogios e entra logo no carro- disse e  ruivo passou pela frente do carro e entrou no mesmo- onde você quer ir?

-Eu não posso entrar em um motel porque eu sou menor de idade- disse ele pensativo- a não ser que você me leve pra sua casa- ele se curvou sobre o banco e ficou com o rosto próximo do meu rosto, podia sentir sua respiração contra o meu rosto- seria uma boa idéia... professor?

Virei meu rosto ficando cara a cara com o mesmo que sorriu maliciosamente e segurou meu pescoço com apenas uma mão, quebrei o espaço que estava nos separando e o beijei.

-Tudo bem, vamos para a minha casa- disse dando partida no carro.

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Estava na cozinha fazendo o café da tarde com Mike pendurado em meu pescoço, era difícil mas não impossível.

-Meu amor, tem como se sentar – pedi tirando o bolo do microondas e colocando na pia – Mike, eu vou acabar te machucando. Por favor senta lá na sala, daqui a pouco eu te chamo para o café.

-Você é muito chato- resmungou ele me soltando e subindo as escadas. Revirei os olhos e deixei tudo em cima da mesa que tinha lá e fui atrás dele, subi as escadas de dois em dois degraus e logo vi que ele estava na biblioteca. Trancado.

-Mike, me deixa entrar- pedi batendo na porta –me deixa conversar com você, deixa de ser chato meu amor. Se não abrir essa porta eu arrombo e te fodo em cima da mesa.

-Pode entrar- disse ele abrindo a porta – suas propostas sempre são tentadoras, mas eu prefiro andar amanhã.

Puxei o ruivo pela mão até a cozinha e peguei o mesmo no colo deixando suas pernas envolta da minha cintura, voltei a fazer minha coisas com o pequeno Mike enroscado no meu corpo.

Acabei de fazer as coisas e coloquei tudo na mesa com a ajuda dele, nos sentamos e lanchamos. E depois do lanche meu fetiche com ele foi finalmente realizado, transamos em cima do balcão da cozinha. E foi uma das melhores até agora.

Quando deu cinco horas, levei Mike em casa e voltei rapidamente para começar a me arrumar.

Tomei um banho quente e coloquei uma blusa pólo azul marinho e uma calça jeans escura com alguns rasgos nos joelhos e nas coxas, passei um pente em meus cabelos e calcei um tênis branco. Peguei as chaves do carro e liguei para Luca avisando que eu já estava indo.

Entrei no carro e fui em direção ao prédio dele, vinte minutos depois estava em frente ao mesmo. Passei pela portaria e avisei ao porteiro que iria subir, já sabia o andar e o numero do apartamento. Entrei no elevador e apertei o numero do andar, assim que as portas abriram senti que meu coração estava prestes a sair pela minha boca.

Fazia anos que eu não via o rosto do dele, estava com saudades daquele babaca Inglês. Toquei a campainha e logo Luca me atendeu sorrindo, percebi pelo seu olhar que Simon já estava ali dentro.

-Ele tá ai dentro- disse ele baixinho- vem. Entra logo – o mesmo me arrastou para dentro do apartamento e fechou a porta com certa força. O cara que estava sentado no sofá se levantou e virou dando um sorriso largo.

-Pê, quando tempo- disse o loiro vindo me abraçar.Ele era quase da mesma altura que a minha só que mais alto. Seus cabelos eram loiros escuros e seu rosto era marcado pelo seu maxilar quadrado, ele estava mais musculoso e mais bonito- um chupão no pescoço? Que bonito.

-O que?!- disse surpreso colocando a mão em meu pescoço- é serio? –Perguntei e os dois assentiram- mas que merda, ele bem que podia se controlar.

-Então está com alguém?- perguntou ele e eu assenti- pensei que fossemos brincar como nos velhos tempos.

-O Pedro tá namorando  o aluno dele- disse Luca e Simon se engasgou com a própria saliva.

-Porra, pensei que tinha esquecido essas coisas proibidas- disse ele se sentando- mas é bom rever os dois. Quem sabe se não der certo com esse garoto... bem, a gente volte a fazer o que fazíamos na adolescência.

-Eu topo- disse Luca levantando a mão e pulando em Simon, logo os dois estavam se beijando como se eu não estivesse ali na sala- o Pedro não vai participar da nossa brincadeira mais tarde, então vamos em algum bar.

-Conheço um lugar muito bom aqui por perto- disse Simon apalpando a bunda de Luca- se quiserem ir lá...

-Vamos- disse decidido- que lugar é esse?

-Vocês vão ver, só não se esqueçam de que ninguém sai lá de dentro com as roupas inteiras.

-Vai levar a gente em um puteiro?- perguntou Luca levantando junto com Simon- gostei!

Eles foram me guiando até a garagem, onde o carro de Simon estava estacionado e entramos todos no carro. Simon ligou carro e saiu do prédio.

-Hoje nós vamos nos divertir!  


Notas Finais


Bem gente é isso ai, espero que tenham gostado.
comentem o que acharam e me digam se preciso mudar alguma coisa.
Bjks e até o proximo


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