História O Psicopata e o Suicida - Capítulo 21


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Categorias Naruto
Personagens Kabuto, Orochimaru, Personagens Originais
Tags Assassinato, Automutilação, Auto-mutilação, Bebida, Bullying, Cigarro, Colegial, Depressão, Hentai, Kabuoro, Kabuto, Masoquismo, Orochimaru, Orokabu, Personagens Originais, Psicopata, Romance, Sadomasoquismo, Suícidio, Yaoi
Exibições 174
Palavras 485
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Aqui está mais um capítulo fresquinho pra vcs.
Espero que gostem...

Capítulo 21 - Chapter Twenty one


Fanfic / Fanfiction O Psicopata e o Suicida - Capítulo 21 - Chapter Twenty one

.:KABUTO ON:.

Me virei rapidamente, assustado. Olhei para trás e lá estava ele rindo da minha cara.

-Seu idiota!-eu disse, dando leves socos em seu peito.

-Devia ter visto a sua cara...-Orochimaru dizia entre risos.

-Para de rir!-eu disse nervoso.

Demorou alguns segundos para ele calar a boca, o mesmo começou a andar a passos lentos até mim com um sorriso encantador nos lábios, ele agarrou minha cintura com ambas as mãos e começou a dar leves beijos em meu pescoço. 

Eu suspirava a cada toque que seus lábios davam em minha pele, seus lábios subiram e encontraram os meus, capturando-os em um beijo quente.

Enquanto nos beijávamos, suas mãos desceram até minhas nádegas, as apertando.

Mas não era como se a gente fosse fazer sexo em um porão imundo e pouco iluminado...

Desgrudamos os nossos lábios e ele me abraçou, passando-me o carinho que eu tanto gostava.

-Estava com saudade...-ouvi ele sussurrar.

-Eu também.

E então, ficamos ali. Abraçados e sentindo o calor um do outro.

Ele separou nossos corpos e olhou em meus olhos.

Amava aquele tom amarelado...

-Então, acho que você já sabe o que aconteceu aqui nessa casa...

-Você sabia?

-Todos da cidade sabem.

-Oh...

Ficamos em silêncio.

-Está com medo?-ouvi ele me perguntar.

-Do que?

-Dessas coisas que aconteceram aqui.

-Acho que não... Pra ser sincero, eu até gosto dessas coisas.

Peguei uma de suas mãos e subimos as escadas, desliguei a luz e tranquei a porta novamente.

-Como entrou aqui?-perguntei.

-Acho melhor você avisar seus pais que essa casa é fácil de invadir.-ele respondeu.

Fui para a cozinha e guardei a chave no lugar onde ela estava, fui para a sala onde ele estava e me sentei ao lado dele no sofá.

-Onde estão seus pais?

-Viajando...

-Eles não tem medo de te deixar sozinho por muito tempo?

-Não, eles fazem de tudo para se verem livres do garoto problemático aqui.-eu disse, apontando para mim mesmo.

-Então, é o meu dever cuidar de você...

Quando foi que ele ficou fofo assim?-me perguntei mentalmente.

-Eu sei me cuidar.-eu disse.

-Nem com os seus pais você está seguro, tenho medo que algo de ruim te aconteça.

Peguei uma de suas mãos e entrelacei nossos dedos, deitei minha cabeça na curva de seu pescoço e senti um de seus braços me abraçar pela cintura.

-Obrigado por cuidar de mim...-sussurrei, minha voz quase não dava para ser ouvida.

-Você é a razão de eu ainda continuar vivo nesse mundo.-ele disse, beijando o topo da minha cabeça logo em seguida.

Ficamos ali, parados, apenas abraçados um com o outro. Sentia seus dedos acariciarem meus fios crisalhos e meus olhos começaram a pesar.

-Está com sono?-ele me perguntou.

Assenti com a cabeça.

-Tudo bem, pode dormir. Ainda vou estar aqui quando acordar.

Sorri e me aproximei mais de seu corpo, deitei minha cabeça em seu peitoral e logo o sono tomou conta da minha mente.

 

 



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