História O Quarteto FÃntástico - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Treta


O resto do tempo passou extremamente rápido e logo estamos indo para a aula de Feitiços, que infelizmente é em dupla e ainda por cima com a Corvinal. Se o professor Flitwick é diretor da Corvinal certamente ele os favorecerá e ficaremos para trás, eu não suporto ser ignorada, sinto cheiro de treta.

- Bem vindos, alunos novos, entrem e se acomodem nas mesas, vamos começar a aula- diz o professor

Eu entro e me sento em uma das mesas com o resto da minha casa, nós ficamos do lado oposto dos corvinos, de frente pra eles, o que gera várias encaradas de ambas as partes. Eu estou sem paciência para aquilo, então simplesmente ignoro e presto atenção no professor, que está fazendo a chamada. Sinto algo bater na minha cara e ouço várias risadas da mesa oposta, algum idiota havia jogado uma bolinha de papel em mim e infelizmente acertou, mas eu não sou de deixar barato. Pego emprestado o corretivo do Wesley e encho a bolinha com ele, depois espero não olharem pra mim e jogo no idiota que me acertou. As risadas param na outra mesa, mas em compensação explodem na nossa, todos rindo do garoto com a cara cheia de tinta branca.

- Mas o que está acontecendo aqui?- pede Flitwick

- Aquela idiota jogou uma bolinha de papel com tinta em mim- fala o garoto

- Ele estava merecendo uma lição- fala Beta

- Deixa quieto Beta- digo a ela- eu joguei a bolinha de papel sim, mas ele também jogou professor

- Não interessa senhorita Menezes, vá agora pra sala do diretor- fala o baixinho

- Não, ele vai junto- diz Wesley

- O professor aqui sou eu e já chega!- disse Flitwick- os quatro pra sala do diretor agora!

- Mas eu não fiz nada- disse Léo

- Agora fez! Pra lá agora!- fala o professor

- Sabe, eu acho que não é necessária tamanha algazarra, foi apenas uma bolinha de papel- diz Dumbledore da porta, eu não vi ele antes- quem nunca jogou uma bolinha ou um aviãozinho na aula, lembro-me de você professor Flitwick, não era o que se chama de aluno exemplar e agora que a situação está esclarecida, acho que a aula pode continuar, não é mesmo.

- C-claro diretor, muito bem alunos, vamos continuar- fala o professor

A aula segue normal, naquele dia nós aprendemos a usar a varinha para fazer os feitiços. Logo toca o sinal, anunciando o intervalo. Saímos e fomos em direção ao pátio, sentamos na beira do lago e começamos a imaginar qual seria a próxima história para a qual viajaríamos. Dez minutos depois o sinal toca e vamos para a aula de transfiguração, que felizmente, não é em dupla e todos devem levar seus animais de estimação. A professora Minerva já nos espera na sala e assim que a turma toda chega nós começamos a aula.

- Hoje vamos começar com um feitiço simples de transfiguração, o básico que é ensinado todos os anos aos novatos- fala a professora- o feitiço é Fereverto, vocês devem dar três LEVES tapinhas no seu animal de estimação e falar o feitiço para que o resultado dê certo

Ela faz uma demonstração para a turma e seu falcão vira um cálice. Logo estamos todos tentando e Léo, como uma boa Hermione da vida, consegue fazer seu rato virar um copo de vidro, o que ocasiona uma rodada de aplausos por parte dos alunos. Eu, Beta e Wesley continuamos tentando mas sem nenhum resultado, até que acabo batendo um pouco forte na Susi, o que a irrita e faz com que ela dê um tapa na minha varinha, fazendo-a voar longe. Apanho a varinha xingo a gata, mas isso só a faz rosnar para mim e agora até não é uma má ideia ter um cálice ao invés de um gato que me odeia. Me concentro e imagino a criatura preta na minha frente como uma taça de cristal, com champanhe dentro.

- Um, dois, três, Fereverto- digo

A gata vira exatamente a taça que eu imaginei e calmamente eu tomo um gole do champanhe, saboreando os cinco pontos que a professora Minerva me dá pelo feitiço bem executado. Ao meu lado eu escuto Léo xingar por ter sido passado para trás e se concentrar no seu rato, já de volta a sua forma normal.

- Um, dois, três, Fereverto- fala ele

Seu rato vira uma taça igual a minha, o que gera mais cinco pontos para nossa casa e um brinde de champanhe da nossa parte.

- Como vocês fizeram isso?- pede Wesley

- Se concentra e imagina seu coelho como uma taça igual a nossa- falo

Roberta e Wesley se viram para seus animais e ficam encarando-os, provavelmente imaginando a taça em sua frente.

- Um, dois, três, Fereverto- fala Wesley

Seu coelho vira uma taça igual às duas primeiras e a professora dá mais cinco pontos. Roberta continua se concentrando, mas ao falar o feitiço sua coruja vira uma caneca com asas e dois olhos amarelos, do animal original. A classe inteira explode em risadas, fazendo a garota ficar em uma cor que daria inveja aos tomates. Léo repete o feitiço, fazendo com que sua coruja volte ao normal e ela tenta de novo, dessa vez tendo sucesso e conseguindo os cinco pontos para a nossa casa. Os quatro brindam em nome dos vinte pontos que conseguiram para a Grifinória e curtem o resto da aula transformando seus animais em diferentes copos com o quisessem para beber. No final da aula mais dois alunos haviam conseguido a transformação e no total a casa consegue trinta pontos, o que é ótimo para um primeiro dia.
Como havíamos combinado mais cedo, eu e Léo vamos visitar Hagrid, enquanto Beta e Wesley ficam dormindo. Vamos até a cabana do meio-gigante mas não encontramos ninguém lá e depois de muito bater na porta ouvimos um barulho estranho, como um animal. Resolvo tentar a sorte e entrar na floresta para descobrir a origem do barulho e Léo me segue. Depois de caminhar por uma trilha nós dois chegamos a uma clareira, onde vemos o que fazia aquele barulho e descobrimos onde está Hagrid, e não é coisa boa.

Notas Finais


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Sayonara!!!
(*^^*)


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