História O que acontece na balada - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Henrique & Juliano
Personagens Henrique, Juliano
Exibições 396
Palavras 1.481
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - Jesus apaga a luz!


Fanfic / Fanfiction O que acontece na balada - Capítulo 34 - Jesus apaga a luz!

Henrique me olhou surpreso.
- Então você lembra? - Ele riu deitando a cabeça.
- Então você lembra do que disse? - Perguntei realmente surpresa. Afinal o que ele pretendia com isso?
- Claro que lembro - Riu outra vez, deitei a cabeça também, ficando próxima a ele - Não estava tão bêbado assim Bibi.
- Não entendo - Digo abismada e meio sem jeito ao mesmo tempo.
- O que você não entende? - Henrique ficou sério - Não se faça de inocente Bianca.
- Você que tem que parar - Disse rígida e ele arqueou a sobrancelha, fiquei em silêncio. Henrique soltou o ar com a boca e continuou me olhando sério.
- O que foi? - Perguntei dando os ombros e ele negou com a cabeça querendo dizer "nada"... Ironicamente é claro, pois  alguma coisa o incomodava. - Ah qual é Henrique, impossível alguém amar uma pessoa e estar apaixonada por outra ao mesmo tempo - Rio alto com a mão na boca, pensando na loucura que seria isso se é que fosse possível - Ainda mais você Henrique - Respiro fundo, pensando em como isso realmente era impossível e me convencendo de vez que o fato de ser impossível me incomodava - Ainda mais você.
- Ta bom então Bianca - Ele respondeu olhando para o céu.
- Eita grosso. - Digo sentando e o olhando pasma com o tom da sua voz.
- Sério? - Henrique perguntou maliciando com um sorriso no canto da boca.
- Deus meu! É impossível falar sério com você por meia hora não é?...
- Vai dizer que você não gosta? - Continuou no mesmo tom lambendo os lábios. Caralho, tem mesmo que fazer isso?
- Não faz isso - Sussurro diminuindo o olhar - Acaba comigo sabia?
- Eu sei de tudo que você gosta - Ele começou enrolar meus cabelos nos dedos e deitou a cabeça sobre o braço... deitei outra vez.
- Sabe mesmo? - Aproximei meu rosto ao dele que assentiu.
- E de tudo que ainda vai gostar também - Sussurou antes de capturar meus lábios... - Você tem o melhor beijo que eu já provei - Disse antes de abrir os olhos respirando fundo. Ri alto outra vez.
- Cantada besta menino.
- Não foi uma cantada - Sentamos juntos - Por que eu te cantaria se já te ganhei?
- Já disse isso pra quantas Senhor Tavares?
- Olha só, ta sabendo legal ne Senhorita- Henrique gargalhou. - Nunca falei isso pra ninguém. - Foi a minha vez de gargalhar.
- Quem te vê falando assim até acredita... Menino inocente. - Henrique sorriu largo sem dizer nada. Claro, não precisa dizer nada, quem não conhece que compre...

Olho para dentro da água percebendo bater no peito da Julinha.
- Nossa, o que aconteceu? - Digo de boca aberta - Isso não era tão fundo gente - Henrique levantou e me pegou no colo.
- Naaaao - Gritei - Se entrar comigo assim eu vou sair e não volto mais... To de biquini - Sussureiu piscando em seguida e ele me soltou rapidamente.
- Deixo você entrar sozinha se me deixar tirar a roupa. - Me olhou safado.
- Chantagista - O olhei franzino a testa e os olhos pequenos...
Henrique me puxou para a frente da camioneta, onde Thiago, Juliano e Julia não nos viam.
- Meu Deus -  Ele Diz com as mãos no rosto - Por que não viemos sozinhos?
- Por que? - Me fiz de boba sentando no capô.
- Por que? - Assinto. - Logo vou te mostrar o porque moça. - Ergueu meus braços e tirou minha blusa com calma, me observando.
- Linda! - Henrique disse doce...
E essa de linda agora? ... Arqueei as duas sobrancelhas.
- Ue gente! Da onde tirou essa ?
- Aaah! - jogou a cabeça pra trás - Como se fosse a primeira vez que te chamo assim.
- Tem razão, me chamou aquele dia que nos conhecemos - Coloco o dedo na boca indicando que estava pensando
- Que você ia me chamar de gostosa e mudou rápido.
- Nossa! - Henrique riu alto - Que vacilo.
- O-ou vocês dois! - Thiago grita parecendo irritado
- Vamos lá - Digo rindo.

             ...

- Ué - Entro surpresa na cozinha sentindo o cheiro maravilhoso da comida, me deparando com a minha mãe na frente do fogão
- Vocês não voltariam só amanhã?
- Teu pai conseguiu resolver tudo hoje cedo - Ela respondeu com um sorriso satisfatório limpando as mãos no avental.
- Que maravilha mãe - Digo animada me virando de costas em seguida
- Lasco! Hoje não tem - Sussurro com beiço para Henrique e Thiago caiu na risada.
- Ué - Juliano ergueu as mãos.
- Meu quarto é ao lado do quarto deles moço - Respondi ainda em sussurros, desanimada.
- Acha que a menina vai fode praticamente na cara dos pais - Julinha diz caindo na gargalhada. - Seria uma maravilha os dois ouvindo tudo não acha?
- O que aconteceu com você? - Pergunto realmente espantada. - Essa não é minha amiga, o que você fez com ela?
- São os efeitos pra frente - Thiago debochou.
- Realmente - Concordo finalizando.
Noto meu pai e André entrar para o almoço.
- Andrezinho! - Exclamo apertando suas bochechas - Ja colocou a bebida pra gelar para a noite?.
- Teu pai fez isso guria.
- Olho só - Bato palmas - Garantindo a mineral?
- Pra vocês minha filha. To morto de cansado e essa noite vou cair cedo na cama.
- Ue pai não vai acompanhar a gente - Sento entre André e Henrique.
- Hoje não Bibi, amanhã minha menina - Ele sorriu forçado, expressando o cansaço ...

- Mas daí - André foge do silêncio após terminar o almoço - Ja sossegou e arrumou um namorado só?
- Que é isso menino - Olho-o repreendendo-o, mas rindo ao mesmo tempo - Me difamando? Pensei que era meu amigo. - Ele riu juntando as mãos sem tirar os olhos de mim, Henrique se contorceu do lado.
- Acho que essa não muda mais tchê - Meu pai entrou na brincadeira.
- Que é isso pai? Até você?... Vou ficar mesmo sem jeito - Coloquei as mãos na cadeira sentando em cima - Não sou assim, sou séria. - Thiago ri na minha frente engasgando.
- Devia deixar você morrer por isso praga - Repreendo-o também - Amigão.
- Não falei nada - Ele diz rindo, com o copo na boca e encarando Henrique.
- Sempre pensei que você fosse um desses namorados André - Minha mãe do lado do meu pai, finalmente disse alguma coisa. Pena que não foi coisa boa... Não sei daonde tiraram essas loucuras.
- Ela nunca me quis Elisa - André disse só para me incomodar mesmo.
- Pare de bobeira doido - Bati na sua perna forte ele riu.

                   ...

- Por que ta tão quieto? - Pergunto sentando no colo do Henrique.
A madrugada caia e todos já dormiam. Thiago, Juliano e Júlia acabavam de entrar... Juliano e Thiago, um pior que o outro... Super bêbados.
- Você não é assim Henrique - Digo dançando no seu colo no ritmo da música que tocava no rádio do carro.
- E você tá doidinha já né - Segurou na minha cintura firme. - Doidinha e bêbada.
- E você não?
- Acho que sim - Sorriu concordando com a cabeça.
- Acho que na verdade nunca estavamos assim - Digo com dificuldade inclinando a cabeça pra frente.
- Acho que não - Henrique concordou outra vez. Olhamos para o lado percebendo a quantidade de garrafas.
- Acho que estou vendo dobrado - Ele diz divertido. Nego com a cabeça - Bebemos tudo isso ali?- Ele apontou com o dedo. Assinto...
- E estamos só nós dois acordados não é? - Sussurei. - E sabe o que eu quero?
- O que você quer? - Henrique deitou a cabeça pra trás fechando os olhos.
- Você sabe o que eu quero...  mas não aqui nessa cadeira. Quero no meu quarto... Na minha cama.
- E seus pais? - Ele abriu os olhos com dificuldade.
- É só a gente fazer com calma. Já ta tarde, eles estão apagados, nem vão perceber. - Henrique sorriu malicioso... - Mas eu juro que não consigo chegar sozinha até lá.
- Será que eu consigo? - Disse se ajeitando na cadeira... - Levanta - Ordenou.. Fiquei em pé sem que ele tirasse as mãos da minha cintura e então ele fez o mesmo. - Acho que consigo - Me pegou no colo.
- Se cair, caímos nós dois. - Digo rindo baixinho.
- E ali vamos ficar. - Henrique diz entrando na casa.
- Então só cai quando chegar na minha cama...



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