História O que cê vai fazer - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Exibições 57
Palavras 1.416
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey guys, essa é uma songfic e a musica que me inspirou foi O que cê vai fazer do Fernando e Sorocaba.

Capítulo 1 - Capitulo Unico


O que cê vai fazer
Quando ele não tiver mais vinte e poucos anos
O que cê vai fazer quando acabar esse desejo insano
E quando perceber que o jeito dele
Já não bate mais com o seu
Tava tão na cara que ele não ia dar o que prometeu

A morena olhava para aquele cara que estava a sua frente, não estava acreditando no que ele havia lhe contado. Aquele não era nem de perto o homem com quem se casou, aquele que era seu melhor amigo, seu confidente.

- Eu não acredito que você chegou a esse ponto Robin! – Regina olhava para ele e já não conseguia segurar sua raiva, esperava aqui de todos, menos de Robin.

- Desculpa Regina, eu sei que estou errado que deveria ter contado antes, mas simplesmente aconteceu e eu não consegui te contar, fui um fraco. Eu sei – ele suspirou derrotado.

Quando os corpos não quiserem mais se abraçar
E os olhos desviarem quando ele te olhar, vai doer
Talvez hoje seja tarde pra gente voltar
Não quero estar na sua pele
Quando me encontrar, vai doer
Vai doer

- A quanto tempo? Hein Robin, a quanto tempo você está com aquela mulher? – Regina por fim liberou sua raiva e começou a gritar.

- 3 anos, Roland tem 3 anos. – Robin enfim encarou Regina e se levantou do sofá. – A morena desviou o olhar.

-  Vai embora Robin, só some daqui. – Ela virou de costas para ele se segurando para não chorar.

Robin se levantou, queria abraçar Regina, mas hesitou e murmurou um pedido de desculpa. Ele seguiu em direção a porta e Regina escutou a mesma bater, então ela se permitiu chorar como a muito tempo não chorava.


As razões que me impedem de estar com você
Vai além de te amar, vai além do querer
Vai saber, vai saber
 

Flashback: Storybrooke – 12 anos atrás

As duas estavam ali tendo sua última conversa, a morena chorava copiosamente enquanto a loira já não sabia mais o que falar e só olhava para morena com os olhos marejados.

- Não podemos ficar juntas, Emma, não assim fugindo. Meu pai está doente e eu não posso ir embora agora.

- Então essa é a sua decisão, Regina? Eu entendo que queira ficar com seu pai, mas eu não posso ficar aqui. – a loira suspirou – eu preciso ir.

A morena já estava soluçando de tanto chorar, a loira então a abraçou, beijou sua testa como sempre fazia e por fim chegou a sua boca. Elas se beijaram sentindo todo amore que uma nutria pela outra.

Ao se separarem, Regina olhou para Emma e ali percebeu que estava perdendo o amor de sua vida. Emma, a abraçou pela última vez, sussurrou um eu te amo para Regina e partiu.

Fim de flashback


Já não somos tão jovens pra enlouquecer
Nem tão velhos pra ver nosso sonho morrer
Vai saber, vai saber
Não consegui te esquecer

 

Alguns dias haviam se passado desde o ocorrido entre Regina e Robin. Ele já tinha pego suas coisas na casa de Regina e desde então não se viram ou se falaram.

A morena decidiu que não dava para continuar sofrendo, sabia que seu casamento estava fadado ao fracasso desde o começo, mas não pensou que Robin a trairia desse jeito.

Regina estava no Granny’s tomando café como sempre fazia antes de trabalhar quando escutou a porta abrindo e olhou para ver quem era. Viu um garotinho de no máximo 10 anos entrar e logo atrás uma mulher loira. Será que é ela? – Pensou Regina sentindo seu coração disparar.

- Todos aqui te conhecem, sério mesmo que você morou nessa cidade? Aqui não tem nada, quero voltar para Nova York – o garoto falou desanimado

- Hey garoto, não faz nem meia hora que chegamos, pare de reclamar – a loira falou para o garoto assim que sentaram.

Regina reconheceria aquela voz em qualquer lugar. Era ela com toda certeza era.

A loira olhou tudo ao redor e tudo era do mesmo jeito que se lembrava. Eles fizeram os pedidos e Regina virou novamente para a loira. E não tinha mais dúvida nenhuma. Então, depois de anos ela sorriu. Um sorriso verdadeiro como não tinha a tempos.

O que cê vai fazer quando ele não ouvir mais o seu coração
E se ele não sentir mais nem vontade de segurar sua mão
E quando a rotina começar a te enlouquecer
Vai lembrar que sou o único que poderia te surpreender

Quando os corpos não quiserem mais se abraçar
E os olhos desviarem quando ele te olhar, vai doer
Talvez hoje seja tarde pra gente voltar
Não quero estar na sua pele
Quando me encontrar, vai doer
Vai doer
 

Regina ficou observando a interação dos dois e resolveu se aproximar, sentia um aperto em seu peito e não entendia o porquê. Levantou da cadeira e foi até a loira quando viu que o garoto tinha ido ao banheiro.

- Emma?!?! – a morena estava com receio e com o olhar incerto. A loira levantou o olhar para ver quem lhe chamava

- Regina? – a morena confirmou com a cabeça e viu a loira sorrir, se levantar e a abraçar – uau, quanto tempo. Você continua.... linda.

- Digo o mesmo de você, Swan – Regina sorriu e quando ia falar mais alguma coisa foi interrompida pelo garoto.

- Mãe, dá pra gente ir pra casa? Preciso carregar meu Nintendo DS. – o garoto olhava para Emma esperando uma resposta.

- Calma garoto, você não vai morrer por ficar 10 minutos sem isso, maldita hora que seu pai te deu esse troço. – Swan estava um pouco irritada – ah sim, Regina, esse é Henry, meu filho. Henry, essa é a Regina, uma amiga de infância.

- Muito prazer Henry - Regina estendeu a mão - sabia que você tem o nome do meu pai? – Regina sorri tentando disfarçar a tristeza que sentiu ao saber que Emma estava possivelmente casada.

- Muito prazer senhorita Regina – Henry pegou a mão de Regina e sorriu tímido. – minha mãe me contou que meu nome era em homenagem ao pai de uma amiga.


As razões que me impedem de estar com você
Vai além de te amar, vai além do querer
Vai saber, vai saber
 

            As semanas passaram, Emma e Regina se falavam com frequência. Regina ainda não havia perguntado sobre o pai de Henry, não sabia como fazer isso.

            Emma por outro lado estava feliz de voltar as suas origens depois de tudo e reencontrar Regina reacendeu todo aquele sentimento que estava adormecido.

As duas sentiam a mesma coisa, porém não tinham de se declarar por achar que o tempo delas já havia passado.


Já não somos tão jovens pra enlouquecer
Nem tão velhos pra ver nosso sonho morrer
Vai saber, vai saber
Não consegui te esquecer
 

            Dois meses já tinham se passado desde a volta de Emma. As duas não conseguiam mais esconder seus sentimentos, mas também não se declaravam e Henry já estava cansado disso. Viu a mãe sentar do seu lado e nem esperou muito tempo, pausou o jogo.

- Vai logo contar pra Regina, já tá chata essa história de vocês – Henry estava indignado com a lerdeza da mãe.

- Contar o que garoto? – Emma o olhou sem entender e Henry suspirou

- Que você a ama e que nunca a esqueceu – Henry falou sério. – Sério mãe?! Todos da cidade já perceberam, vai logo atrás da tia Regina – Emma o olhava espantada, como seu garoto tinha crescido tanto e ela nem percebeu?

- Você tá certo, vou lá agora. – a loira levantou correndo pegando suas coisas e saiu de casa.

- Amém senhor – Henry disse rindo com as mãos levantadas.

Quando Emma apareceu na porta de Regina já era noite. A morena tomou um susto ao escutar tocar e foi abrir. Olhou pelo olho magico e achou estranho ver Emma ali, mas assim que abriu a porta a surpresa foi muito maior.

Emma não esperou Regina falar nada, se não iria perder a coragem. Assim que a morena abriu a porta Emma a puxou pela cintura e a beijou. A beijou com todo amor e desejo que guardou nesses 12 anos. Só se separaram assim que o ar se fez necessário.

- Nesses 12 anos eu nunca te esqueci, Regina – Emma falou com o brilho em seus olhos que só a morena causava. Ao escutar Regina a puxou para outro beijo.

Agora sim tudo estava bem e elas sabiam que nunca mais iriam se separar.

The End.



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