História O que eu fiz para o terceiro está quebrado? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Palavras 721
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Poesias

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiewwww, goxtando do assunto, apenax <3

Capítulo 1 - Elevadores, doces, e mais doces...


Quando criança eu costumava acreditar que tudo que acontecia estava nos preparando para o dia do felizes para sempre. O dia dos felizes para sempre, para muitas pessoas, é quando os seus pais realmente percebem sua necessidade de ter um celular, ou quando você consegue comprar todas as suas roupas e comidas  dos seus sonhos, mas não... O meu caso não era bem esse. Eu costumava ser uma criança quieta... Bom já começou a sessão filme americano, cuja a menininha principal sempre é nerd, e no final... bem, vocês sabem o que acontece no final. Gostaria que a personagem principal hoje não fosse eu... Na verdade talvez em meio de todas as histórias feitas desesperadamente improvisadas, nenhuma fosse "eu" o personagem principal...

Quando nós crescemos ficamos amargos, ruins... Provavelmente nenhum adulto ache isso de si mesmo, talvez nem eu tenha me tocado ainda. Costumamos acreditar que o que nos torna tão amargos é o trabalho, ou as contas não pagas, mas na realidade o que realmente me torna a pessoa fria que sou é a falta de iniciativa... Não julgo ninguém, muito menos as culpo, o meu prolema sou eu! Tomo um remédio, depois outro, depois olhe só: outro... E quando a cabeça começa a girar, e parecer que o mundo se revoltou contra mim eu fecho os olhos e agradeço...

Me lembrei que semana passada fui ao shopping. Pessoas frias não declaram guerra, elas testam pisar no chão primeiro com o pé direito, não dá certo, sabem o que vai acontecer: Irão ser frias. Levantam da cama, escovam os dentes, e comem pão com manteiga, para ver se esquecem do que aconteceu naquele dia de aula que lembram, no meio de todas as outras que não lembram. Dá errado. Respiram mais uma vez, saem dando bom dia, sabendo que nenhum vai aliviar a vontade de ouvir aquele único bom dia... Aquele, aquele lá, que nunca foi dito. 

Após comer quatro empanadas resolvi ir embora, ir embora do shopping? Sim! Ir embora, daquele lugar onde acontecem os mais sinistros casos de frieza, e de saudade... Havia quatro elevadores em uma só sala, para que tudo aquilo? Para que serviam tantos elevadores? Com um, poderia ser mais quente, talvez só com um o gelo derretesse... Mais por haver quatro, tinham que se dividir em quatro. Dois homens entraram no primeiro, eles conversavam sobre alguma coisa, talvez um filme que tivesse saído do cinema... Dava para ver o ódio "cinematográfico" que estavam em seus olhos... No segundo estava uma mulher com dois filhos, eles pareciam felizes, havia dois pirulitos em suas mãos, e cada lambida era um agradecimento pelo doce estraga dentes. No terceiro... bom o terceiro estava fechado, estava fechado porque estava em manutenção, pessoas que não experimentaram pirulito na vida, ou que nunca perderam aquele filme incrível, resolveram o interditar, para não haver mais motivos de cada um daqueles homo sapiens se tornarem gelo ao perceberem que era apenas um filme, ou que quando estivessem gordas ao ponto de não conseguirem se mexer pensarem no pirulito um dia mastigado... O começo de tudo... Tudo tem um começo! Ou... Pode ser ao avesso! Começamos terminando e terminamos começando... Não seria estranho? Bem... seria estranho, seria estranho como um sapo bater suas asas e gritar que estão grávidos.

Quando aquela máquina processadora de frieza me levou para baixo, pelo visto mais baixo do aonde eu já estava, abri meus olhos e continuava ali, parada na frente de um elevador esperando que algo bom acontecesse... É possível? É possível olhar para os considerados "má influência" com um olhar diferente? Diferente daquele que diz que o único lugar em que ela fica bem é abaixo do que já está embaixo? É possível? Como sou estúpida, como a minha viagem de elevador só fez com que os pensamentos sobre o nosso felizes para sempre prevalecessem...

Sim! É possível! É possível virarmos as costas e percebermos que algo nos persegue... Algo, quer algo nosso... Me passe o celular foi o que eu ouvi... Me passe o celular... Fiquei parada por um tempo na minha imaginação, o que meu celular tinha a ver com aquilo? O que aquele objeto tinha além de frases de superação? Não sei... Mas ele levou... E além de ter levado o meu celular, provavelmente tenha levado também minha coragem de voltar a acordar...


Notas Finais


Quem terá sido o tal que levou seu celular? Bom, não se preocupem, ela vai achar outro daqueles em que cabe músicas e fotos...


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