História O que fazer?(Yoonmin) - Capítulo 46


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7, Lu Han
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, J-hope Namjin, Jin, Jungkook, Mpreg, Namjin, Rap Monster, Romance, Suga (yoongi), Vkook, Yaoi, Yoonmin Jimin
Visualizações 133
Palavras 1.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ponto final.

Capítulo 46 - Eram meus sogros.


Eram meus sogros.

2034, 05 de junho.

Kim Taewoon (On).

Estava chovendo, e isso me trazia paz. Adoro a chuva, ela me lembra um música, me dá contade de compor algo, pena que meus pais levaram meu piano. Isso que é o terrível de morar em um apartamento de dois quartos, uma mini-cozinha, sala pequena. Tudo era grande demais.

--Pare de resmungar-- disse Yufi ligando o rádio do meu carro. Afinal, eu não dirigia, não depois do meu pequeno surto no ano passado-- Me diga o que está acontecendo?-- disse sem nem mesmo me olhar.

A verdade era Choi Yufi ficava mais bonito a cada dois minutos, e isso me irritava. Reconheço que parte de sua beleza vinha de sua mãe, a ex-Park mas poxa, ele era lindo até para mim, seu melhor-amigo.

Respiro fundo ignorando minha consciência que pedia para eu calar-me.-- Eu... eu estou ficando com o Bung-- digo rápido e ele me olha com os olhos arregalados, pisa no freio de supetão e o carro desliza na estrada. Prendo a respiração, gritar não iria ajudar numa situação assim.

As coisas passaram tão rápido, que nem vi quando o carro já estava parado e Yufi com uma mão no peito.-- Porra! Nós quase morremos-- diz sério, mordo os lábios com força e ignoro meus olhos lacrimejando. Odiava quando ele gritava comigo-- Ei, desculpa-- pediu com a voz carregada de arrependimento. Merda, eu sou sensível.

--D-desculpa-- falo depois de um tempo. Surpreendo-me quando sintos seus braços ao meu redor, seu cheiro era divino, como tudo em si. Devolve-lhe o abraço, aconchegando-me ainda mais nos seus braços longos e corpo quente.

-- Desculpa por gritar, foi sem querer neném-- ignorei o fato de ser mais velho que si por cinco meses. 

--Tá tudo bem-- digo de uma forma manhosa, apesar de minha voz ser rouca e é um pouco grave, igual de meu pai Tae-Hyung. Eu conseguia amolecer o coração das pessoas.

--Okay, temos que ir. Te busco mais tarde? Aí conversaremos sobre isso?-- confirmei com a cabeça e ele começou a dirigir-- seu pai me ligou ontem, perguntou como você estava e se tava tomando seus remédios direitinho--.

--Papai Tae tem que parar de ser assim, não sou um bebê-- disse olhando para os prédios que passávamos.

--Não é bebê mas ainda o chama de "papai"-- disse debochando de minha pessoa mas não o dei a atenção que queria.

--Chato-- 

--Bebê--

Revirei os olhos e liguei a rádio novamente, pois ele havia desligado depois da "quase morte", estava tocando uma música americana que eu sabia a tradução.

Comecei a cantar baixinho mas logo ouvi a voz de Yufi e uma de suas frescuras-- ou canta ou escuta-- disse dobrando a rua que dava no meu colégio. 

--Se eu quiser eu faço os dois-- disse já pescando minha mochila no banco de trás e vendo meu cabelo no espelho do carro-- está bom-- falo comigo mesmo e sorrio para minha imagem.

--Se você diz que isso é bom né..-- diz o outro e reviro os olhos.

Para o carro e saio numa velocidade que podia se comparar no Flash um pouco drogado-- tchau-- grito quando já estou na calçada.

-- Tchau, pirra-- disse saindo com o carro.

Começo a andar e passo pelos portões da minha escola, estava sete minutos atrasado. Espero que àquele professor desgraçado deixe eu entrar, penso comigo mesmo.

 

 

 

~<>~

 

 

--Então você vai almoçar lá em casa? Já que hoje não temos as outras aulas?-- acontece que nosso Colégio é uma loucura, tem dois dias na semana que os alunos saem cedo (bastante). -- Tae? Woo? Tae!!-- alguém grita perto do meu ouvido e é só aí que saio do meu mundo das luas.

--Ah, oi?-- sorrio amarelo.

-- Almoçar em minha casa, que tal?-- pergunta novamente e digo um "sim"-- ótimo.

 

 

 

 

 

~<>~

 

 

Sento-me a mesa e vejo os dois irmãos gêmeos de Sun ao meu lado, junto com Yerin que come calada, seus pais estão do meu lado direito da mesa e Sun do meu lado.

--Então, como foi a escola hoje meninos?-- pergunta tio Jimin de modo doce.

--Normal, tivemos aulas, só, pai-- fala Sun dando de ombros.

--Ah, sim..-- fala desanimado.

-- Eu apresentei um seminário hoje, tratava-se sobre a inclusão social de pessoas com autismo. Foi legal-- falei sorrindo para meu tio, e não deixei de notar os brilhos em seus olhos sabendo o quê eu estava fazendo, e ao mesmo tempo, orgulhoso.

 

--Que legal, Taewoon.-- elogiou Yoongi e sorri envergonhado para si, tio Yoongi era um pouco calado.-- tenho certeza que teus pais devem estar orgulhosos.

--É... acho que sim-- falo sorrindo de canto.

-- E eles sabem? Hum, digo... sobre seu autismo-- perguntou Jimin entrando na conversa novamente.

--Ah, sim! Eu falei. Eles disseram que nunca iriam adivinhar, achavam que eu só era um cara fechado-- disse e coloquei um pouco de comida em minha boca, depois voltando a falar-- disse que era porquê meu autismo era leve.

 

-- Estou tão orgulho de você, bebê-- falou Jimin e corei, meu tio era um poço de amor, mas me deixava envergonhado.

 

 

 

 

 

 

~<>~ 

 

 

 

Depois de lavarmos nossos pratos e fazermos nossa higiene, eu e Sun começamos a jogar.

 

--Eles gostam de você-- comentou.

 

--É claro, sou sobrinho deles-- disse tentando fazer com que meu carro ultrapassasse o seu.

-- você sabe que é bem mais que isso-- ele disse e parei o jogo.

 

-- você acha? Pois eu não. Não quero falar sobre isso, Sun.-- disse levantando do chão e deitando em sua cama-- isso me magoa-- completei baixinho.

-- falou comigo?-- perguntou ainda no chão.

 

--Não.

 

 

E isso realmente me magoava, pois parecia que  ela estava roubando os meus sogros perfeitos, eles são perfeitos para mim.

 

--Okay, então.-- falou num suspiro e levantou-se do chão-- agora me diga o quê está acontecendo? São os remédios? Estão deixando-te com mau-humor?-- perguntou deitando a cabeça em minha barriga.

--Não. Só estou com dor de cabeça-- menti.

 

--Okay, te deixarei dormir um pouquinho, tá?-- falou de ajeitando e beijando minha testa.

 

--Tá.

 

 



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