História O que há depois da morte? - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Another
Personagens Izumi Akazawa, Kouichi Sakakibara, Mei Misaki, Personagens Originais
Tags Another, Drama, Gore, Horror, Terror
Visualizações 18
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi



postei agora pra ninguém ver



eu vou explicar tudo sobre essa vergonha nas notas finais

Capítulo 1 - Prólogo


— Você já ouviu falar sobre Misaki? Ele estava na nona série, classe 3, em 1972.

— Tinha alguém chamado Misaki na classe 3 de 1972?

— Isso aconteceu 26 anos atrás. Ele era popular desde a sétima série. Era um aluno esperto, bonito e tinha uma ótima personalidade, tanto os professores quanto os alunos gostavam dele.

— Sempre tinha alguém assim em todas as séries.

— Sim, mas pouco depois de começar a nona série, Misaki morreu.

— Como?

— Eu ouvi dizer que foi um acidente. É claro, todos ficaram completamente chocados, até que alguém disse aquilo...

— Disse o quê?

— Ele apontou para a carteira de Misaki e disse: Misaki está bem aqui, ele não morreu!

— E o que foi isso...?

— Bem, foi apenas atuação da parte dele. Mas desde então, por algum motivo, a classe 3 começou agir como se Misaki ainda estivesse vivo.

— Isso é meio assustador.

— Eles continuaram a agir assim até a graduação. O diretor até preparou para que o assento de Misaki fosse incluído na cerimônia de graduação.

— Isso não é uma coisa boa?

— Se isso tivesse sido o fim de tudo, sim.

— E tem mais...?

— Bem, o resto da história é...


[Yomiyama. Abril de 2017. 19 anos após a calamidade de 1998]

— Bem vindo de volta a Yomiyama, Sr. Sakakibara. — a recepcionista da estação disse ao devolver os documentos de Kouichi após analisá-los rapidamente.

Seu olhar cabisbaixo e com inúmeras olheiras agradeceu a jovem loura. O homem que, visivelmente tinha indícios de algumas noites mal dormidas, pôs-se a caminhar para a saída da estação de trem, com a mala de rodinhas sendo puxada por sua mão direita.

Com os olhos semi-abertos por conta da claridade dos raios solares, Kouichi sacou seu aparelho celular do bolso da calça, visualizando o horário atual: meio dia. Desbloqueou a tela e discou o número de algum taxista que estava salvo na sua lista de contatos; provavelmente era algum conhecido de seu pai ou outro parente. Preferiu chamar um táxi até sua casa ao invés de ir a pé. Estava visivelmente cansado e com as vestimentas amassadas após um longo cochilo no trem.

Para Sakakibara Kouichi, estar de volta a Yomiyama não era algo novo. Aos seus 34 anos, ele finalmente voltara à aquela cidade que, mesmo com todo o tempo que passou, nunca deixou de ser a mesma.

Após entrar no táxi, Kouichi foi dando atenção ao ambiente fora da janela. Com todas as tecnologias da atualidade, Yomiyama preferiu seguir à moda antiga. Seus prédios e residências continuavam com os mesmos aspectos de uma cidade pacata. As novidades eram um shopping maior desde o último em 1988, aumento das rodovias e estradas e um museu de artes inaugurado há alguns meses no centro da cidade. Tudo com bases nas informações que Misaki Mei havia lhe passado por mensagens, há muitos e muitos anos.

Não demorou muito para que ele estivesse finalmente em casa, naquela casa, onde passaria a viver sozinho, já que foi deixada de herança pelos seus avós.

Caminhou até a porta, atravessando o pequeno jardim com as folhas altas há meses sem serem aparadas. Sacou um molho de chaves, destrancando a porta.

Analisou o ambiente sujo e empoeirado, enquanto tapava o nariz por conta do pó. Todos os móveis estavam cobertos por lençóis brancos, como se sua avó, a última moradora daquela casa, os quisesse preservar por conta da poeira.

Largou a mala no início do hall de entrada, voltando para a varanda e sentando-se no chão velho de madeira com os pés nos degraus. Seria estranho, para Kouichi, morar sozinho depois de tanto tempo, mesmo depois de adulto.

Seu pai estava internado com suspeita de infecção que adquiriu desde sua última viagem a Índia. Seu avô morreu há oito anos, e sua avó, há seis. E Reiko, bem... sua tia era a última pessoa de quem Kouichi queria se lembrar. Matá-la não foi uma coisa fácil, assim como descobrir que ela era a morta de 1998 também não foi.


— Mande o morto de volta pra morte. — Kouichi repetia a maldita frase enquanto segurava uma picareta de ferro, com sua tia presa por baixo de troncos de árvores bem a sua frente.

— Kouichi... — Reiko tentava se arrastar para fora dos troncos que prensavam contra o seu corpo de uma jovem adulta na época, enquanto implorava para Kouichi não terminar o ato.

— Adeus, querida Reiko... — Kouichi disse antes de erguer o instrumento pontiagudo, pronto para acertar a cabeça de sua tia.

— Espere! Ela está mentindo! — Reiko tentava criar mentiras contra as palavras de Misaki Mei que estava bem atrás de Kouichi, o orientando sobre o que deveria fazer.

Nesse momento, Kouichi interrompeu o que faria, pensando se aquilo era realmente verdade. Se Reiko, sua própria tia, era a "estudante" extra daquele ano. A morta. Se ele estivesse errado, mataria sua própria tia em vão. Será que o que Misaki Mei dizia sobre Reiko estar morta era verdade? Será que ele poderia confiar nela?

— Eu estava me lembrando de algo. — Misaki Mei quebrou o silêncio, como se ouvisse os pensamentos de Kouichi. — Eu a vi. Eu a vi morrer há um ano e meio.

E então, Misaki Mei contou a história. Reiko fora morta por um homem à facadas, sendo jogada no rio de Yomiyama logo após o assassinato. Ela estava ao longe observando tudo aquilo, assustada.

— Há um ano e meio eu a vi sendo assassinada! Ela é a morta! — Mei gritou, fazendo Kouichi voltar para a realidade para terminar com aquilo de uma vez.

Algumas lágrimas foram derramadas pelo rosto de Kouichi antes de erguer a arma novamente e acertar em cheio o crânio de Reiko.

O estudante extra estava morto. A maldição daquele ano tinha chegado ao fim.


Seus pensamentos foram desviados após sentir seu aparelho celular vibrar no bolso de seu jeans. Rapidamente, sacou o celular e se deparou com uma ligação de um número desconhecido.

Hesitou em atender, mas a curiosidade, como sempre, falou mais alto. Então, sem muita importância, Kouichi deslizou o dedo para o símbolo verde de 'aceitar ligação' e aproximou o aparelho de seu ouvido.

Seu corpo estremeceu ao ouvir um "olá" vindo do outro lado da linha. Aquela voz fria e misteriosa, que o cativou por muito tempo. Uma voz inconfundível, mesmo após tantos anos sem ouvi-la. Era Misaki. Misaki Mei.

— Preciso da sua ajuda.


Notas Finais


Eu decidi começar essa fanfic alguns anos após assistir o anime Another. Eu estava com essa ideia na cabeça há tempos, e não via a hora de passá-la para o papel
A fanfic ainda está em construção, por isso não possuo uma data certa para as postagens. Mas vou tentarrrrrrr não atrasar muito (fiquem cientes de que o próximo capítulo pode demorar um pouco para sair, ok?)

Eu queria pedir desculpas por um prólogo meio méh. Faz anos que não escrevo, e provavelmente minha escrita está ruim. Estou tentando me "reacostumar" com isso, então, consequentemente, as chances dos primeiros capítulos saírem assim são de 99%. Por isso, quero demorar para postar o próximo, quero treinar bem antes para não fazer besteira. Me avisem se eu estiver fazendo algo errado :( Aceito críticas também :T
Ah, eu revisei rapidamente o prólogo, desculpe por qualquer erro novamente.

Não sei se já falei, mas não terá um limite de palavras. Irá depender muito do que acontecer no capítulo. Somente o prólogo será curto assim

Agora, eu gostaria de deixar algo claro para quem ainda não assistiu o anime: terá spoilers. Se você ainda não viu, eu recomendo assistir antes. Se não tem interesse, não acho que fará mal continuar, só ficará um pouco confuso, mas sempre irei explicar a história

Algumas explicações para quem não assistiu o anime e não entendeu:

• Basicamente, a primeira parte em itálico foi a primeira cena do anime, aonde 2 estudantes estão conversando sobre a maldição de classe 3. Achei interessante começar igual o anime.
• O primeirO Misaki que eu citei lá em cima foi o estudante que morreu em 1972. A partir daí, uma maldição começava toda vez que o número de alunos da classe 3 subia.
• O anime se passa em 1998, 26 anos após a "calamidade" ou "incidente" de 1972. No anime, Kouichi ainda tem 15 anos.
• Já na minha história, ela se passa nos tempos atuais, mais precisamente em 2017. Kouichi tem 34 anos.
• A segundA Misaki que eu citei foi a Misaki Mei, a do anime. Ela NÃO é o Misaki de 1972, só possuem o mesmo nome.
• A segunda parte em itálico foram quando descobriram a morta de 1988, no anime. Era a tia de Kouichi, professora assistente da sala 3 (não só alunos, mas também professores e pessoas ligadas a classe 3 podem ser vítimas da maldição, como pais e familiares também)

Não sei se colocarei mais personagens do anime, já que a nova classe será de personagens originais. Mas se eu colocar, serão apenas figurantes, por isso não criem expectativas fãs do anime :(

Inicialmente ela seria uma fic interativa, mas eu desisti por achar complicado (mas se alguém quiser, cofcof, criar um personagem com uma ficha, cofcof, eu aceito)

É isso. Kouichi volta a Yomiyama e recebe uma ligação de Misaki, após tantos anos. Hmhm, o que será? (O gore virá nos próximos capítulos)


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