História O que o futuro me reserva? - Capítulo 7


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo 7


POV America 

Sabe aquela sensação gostosa que você sente quando está começando a se apaixonar por alguém? É assim que me sinto agora. Não queria gostar de alguém novamente, tentei evitar isso de todas as formas possíveis, falhei. Falhei terrivelmente. Faz um mês que eu e Maxon estamos ficando, fui seguir o conselho,  nem tão idiota assim, de Marlee e me aproximei de Maxon Schereave, o que eu não contava era que me apaixonaria por ele no primeiro beijo. Mas, também com um beijo daquele não foi tão difícil assim... E pronto, pra amá-lo foi um pulo.

Não acreditei que o August fez tudo aquilo com ele. Por que ele quis namorar comigo se me trataria que nem lixo? Agora ele deu pra cobrar satisfações. Ele devia era da atenção a sua próxima vítima, porque de uma coisa eu sei, é só ele perder o interesse nela que vai tratá-la como me tratava. E ainda tinha a Daphne, aquela garota está pedindo um olho roxo, tento me controlar ao ouvir os ataques dela, mas cada vez fica difícil.  Vou acabar pulando no pescoço dela, Marlee e Kriss já disseram que eu posso contar com elas quando isso for acontecer.

Estava em casa lendo o livro, que o professor de literatura passou como trabalho, quando escuto a campainha. Estava sozinha em casa, meus pais e meus irmãos foram fazer compras e eu me neguei a ir porque estava em cima pra fazer o trabalho, era pra amanhã. Sempre deixando as coisas pra última hora, tão eu. Me olho no espelho pra verificar o que eu estou vestindo, passei a fazer isso depois que atendi Maxon de todo jeito, estando tudo certo abri a porta e encontrei Maxon com uma pizza na mão e na outra um filme:

Abri a porta e ele me puxou pra um beijo bem demorado...Nos separamos, falta de ar...

-  Vai me deixar aqui na porta é ruivinha?

- Não! Só que você não me deu tempo de falar nada.

- Tá legal, já que insiste eu entro! Trouxe pizza e filme pra passarmos a tarde assistindo no seu quarto. O que acha? - arqueou a sobrancelha.

- Sua proposta é tentadora, só que eu tenho um trabalho pra fazer, na verdade os dois têm. Então...Fica pra próxima.

- Relaxa ruivinha, como eu sabia que você só iria relaxar quando terminasse o trabalho e claro que eu também, trouxe a solução dos nossos problemas - faz um suspense ridiculamente engraçado e me mostra o filme baseado no livro do trabalho.

-  Você nunca ouviu falar que as vezes os filmes não são fiéis aos livros?

- Você não perde um oportunidade de me irritar, né? Gata, não me subestime, eu pesquisei às críticas feitas ao filme e realmente os produtores foram fiéis á obra. Cola comigo que tu se dá bem.

- Nossa!! A humildade mandou lembranças. Convencido. 

- Aprendi com Carter, que isso é pra quem não sabe se garantir e eu me garanto.

- É mesmo- rolei os olhos - Vamos ver logo essa porcaria e passa essa pizza pra cá.

Subimos para o meu quarto, primeira vez que ele vai lá. Assim que entrou se jogou na cama e ficou analisando o espaço. Me senti constrangida, o quarto é o espaço mais íntimo de alguém, quer conhecer uma pessoa entre no quarto dela. Pelo menos não tinha nada de vergonhoso. Era azul com branco, tinha alguns pôsteres nas parede, minha estante com os meus bebês - livros- perto da estante e em baixo da janela um sofazinho, minha cama de casal, na direita o banheiro e ao fundo meus instrumentos junto com alguns quadros que estava pintando. Nada de muito comprometedor.

- Você é uma caixinha de surpresas, além de cantar você também toca e pinta quadros. 

- Sei fazer muitas coisas - fiz ar de convencida jogando os cabelos.

- Depois eu sou convencido - me fitou.

- Aprendi com você amor - joguei uma almofada nele - Vamos ver logo esse filme e terminar logo o trabalho.

Assim que deitei o folgado encostou a no meu ombro e eu devorei a maioria da pizza enquanto o filme passava. Não satisfeita fui na cozinha e voltei com um pote de sorvete de flocos.

- Você tem um buraco fundo é menina? Pra onde vai toda essa comida?

- Shiu! Solta o filme.

- Mandona!

Quando o filme acabou pegamos o computador e depois de uma hora tentando fazer com que Maxon me deixasse escrever e se concentrasse no seu conseguimos terminar. Qualquer coisa era um pretesto pra me beijar, eu estava finalizando o meu trabalho quando ele começou a beijar o meu pescoço até chegar a minha orelha, ficou fazendo isso repetidas vezes, até que eu não aguentei e beijei ele, que me prenssou contra a parede. Beijo vai, beijo vem, não sei como já estava na cama com ele em cima de mim tirando a minha roupa e jogando pelo quarto, fiz o mesmo com ele, quando se afastou e tirou a calça ficando só de cueca. Olhei pra mim e agradeci mentalmente a Marlee que me convenceu a jogar as roupas íntimas da vovó que eu vestia antes. Voltou pra cama e se colocou entre as minhas pernas quando:

- AMÉRICA, TÁ AÍ FILHA?

Empurrei ele que caiu no chão, tive que me segurar pra não rir da cena, não era hora pra isso.

- Meus pais chegaram. TOU AQUI EM CIMA MÃE. Anda se veste logo. 

- Acha que ela vai subir? - assenti.

Começamos a correr que nem barata tonta pelo quarto. Trombamos duas vezes, com certeza vamos ficar com um galo na testa. Arrumamos a cama e descemos como se nada tivesse acontecido.

- Mamãe, papai como foi nas compras?

- Quase tudo bem, só que uma loira deu em cima do seu pai no supermercado - deu um soco no ombro dele.

- Amor eu não tenho culpa, sabe que é a única da minha vida - abraçou ela por trás e começaram a namorar na minha frente, pior o Maxon tava vendo a cena, que constrangedor...Meu Deus, me tira daqui.

-  Vocês dois, se controlem! Que vergonha!! Temos visitas - a última parte falei entre os dentes. Maxon pareceu não se preocupar.

- Deixa de besteira America! Nos amamos e demonstramos, não seja chata. Janta com a gente Maxon?

- Seria um prazer senhor Singer.

- Ótimo, tenho um jogo dos bons. Comprei assim que saiu. Prometo não acabar com você.

Fiquei na cozinha ajudando minha mãe com o jantar.

- Gostei dele! Sem falar que ele é um gatinho - piscou o olho pra mim.

- Já estão namorando? - neguei fitando o chão. 

- Filha, não é porque um namoro não deu certo que todos não  vão e depois do que você me contou sobre ele acho difícil ele fazer algo que te magoe.

- Eu sei mãe, só tou com medo de confiar e quebrar a cara.

- Se jogue menina, a vida é muito curta pra ter medo de se quebrar. Se você se quebrar mamãe  junta os caquinhos e cola.

Fui até ela é abracei bem forte. Ela quase sempre sabia a coisa certa pra falar.

- Vocês já... se sabe. Se sim tão usando camisinha né? E você tá tomando seus remédios? Não quero ser vô antes do tempo Ainda tou muito gostosa pra isso - Como eu disse: quase sempre...

- Mamãe a senhora já vai ser avó. Kenna está grávida. A senhora é inacreditável. 

- Deixa de ser ranzinza e vai arrumar a mesa. 

Rolei os olhos e fui.

O jantar foi muito descontraído. Maxon conquistou meu pai e agora são melhores amigos - não sei se é uma coisa boa ou ruim -May e Gerard brigaram como sempre e como castigo perderam a sobremesa, depois do jantar vimos TV. Eu fiquei deitada no colo de Maxon enquanto ele me fazia um cafuné, já estava quase dormindo. 

- Tenho que ir, já está tarde.

- Não, dorme  aqui. A cama da America tem muito espaço.

- Pai!! - falei da cor de um tomate.

- Fica pra próxima - piscou o olho pra mim - minha mãe tá  me esperando.

Se despediu dos meus pais e fomos pra varanda.

Meus pais me matam de vergonha. Eles são liberais, legal. Mas, não precisa me deixar constrangida. Meus pais eram hippies, sempre me deram liberdade  pra tudo me sentia a vontade com eles pra conversar qualquer assunto. Meu pai era um artista famoso na no estado, pintava muitos quadros e sempre vendia todos, já minha mãe era corretora. Não éramos ricos, mas tínhamos uma boa situação financeira e nos amávamos muito. Sempre fomos unidos,  até com Kota e Kenna morando longe.

 Quando chegamos à varanda Maxon me puxou pra um beijo. Nos separamos por falta de ar.

- Seus pais são gente boa, gostei muito deles.

- Tou ligada, só as vezes que eles passam do limite.

- Eu te amo!

Oi? Foi isso mesmo que eu acabei de ouvir. Alguém me belisca pra eu ver se é verdade.

- Eu seu que você não me ama. Eu posso esperar, o tempo que for. 

Estava paralisada diante dessa declaração. Respirei fundo, fiquei de ponta de pé pra olhá-lo nos olhos e falei:

-Eu também te amo Maxon 

- É sério? - assenti - Quer ser minha namorada?

- É tudo que eu mais quero.

Aproximou nossos corpos e me beijou como se o mundo fosse acabar naquele momento. 






Notas Finais


São lindos... Obrigada por estarem gostando da história.
Bjss e até o próximo Cap.


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