História O que se podia fazer de errado quando ela era ele? - Capítulo 45


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Categorias EXO, Girls' Generation
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Personagens Originais, Taeyeon, Xiumin
Tags Baekhyun, Baeksoo, Byun Baekhyun, Do Kyungsoo, Kim Minseok, Kyungsoo, Minseok, Saico, Soobaek, Xiuyeol
Visualizações 55
Palavras 527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 45 - Alarmado


Fanfic / Fanfiction O que se podia fazer de errado quando ela era ele? - Capítulo 45 - Alarmado

A senhora Park havia dito a Kyungsoo que ele não poderia viajar na sexta-feira, pois o castigo tinha que ser respeitado, independente, de que se sua mãe houvesse lhe dado a autorização. Ele ficou grato que ela tivesse conversado em particular, que Chanyeol não precisou saber do assunto, o seu corpo estava dolorido e a sua memória o envolvia em gemidos, mãos finas e pernas grossas... o tempo inteiro, desde que acordara. Kyungsoo não conseguia se livrar da sensação da cintura de Baekhyun esfregando-se na sua e entrando dentro dele.

“Eu vou para o treino de futebol e depois pra detenção, chego no cinema as seis e meia, aí você não precisa me esperar em casa para irmos juntos”, Chanyeol sorriu enquanto empurrava a bicicleta e Kyungsoo suspirou, encolheu os ombros ao dizer, “Tudo bem, só não vai se decepcionar por eu ser uma péssima companhia hoje”, “Você é sempre a melhor companhia que eu poderia querer, Soo”.

“Preciso falar com o hyung”, “Hum?”, Chanyeol disparou os batimentos ao encarar Kyungsoo de novo e pensar furtivo em Minseok, “Preciso falar com Minseok hyung”, “Sobre o quê?”, “Deixei um livro com ele, não posso esquecer de buscar”. Chanyeol mudou de assunto, agora eles falavam sobre programas de televisão e anúncios estúpidos das lojas de fast foods, a risada desengonçada e os passos mais animados mostravam dois amigos que, momentaneamente, pareciam estar voltando ao que eram antes de toda a bagunça interna.

Minseok fechava o armário e lá estava Kyungsoo novamente, após o baque metálico, as argolinhas de suas orelhas balançando e o seu rosto pequeno com a boca grossa falava depressa, “Oi hyung”, “Oi Soo...”, “Preciso desmarcar o encontro que te obriguei a ir no começo da semana”, Kyungsoo destrambelhou as palavras de tal modo que esquecera de como se respirava, o som saiu estridente e nervoso. “Porque? Eu não sou mais o seu crush? Estou desapontado com você”, “Ah... quem me dera que fosse meu crush, eu não teria tido tantos problemas quanto eu estou tendo agora”, e aquilo era a máxima verdade de todas, porque qualquer pessoa que fosse namorar Minseok estaria depois do sétimo céu e bastante satisfeito.

Antes que ele pudesse responder, Minseok perdera a concentração e sorriu bastante envergonhado. Jongdae surgiu do absoluto vazio do corredor, pondo o braço territorialista nos ombros de Kyungsoo que sempre rolava os olhos, Minseok riu mais ainda e estava completamente vermelho. Jongdae e Kyungsoo trocaram olhares perplexos pela beleza que era ter aquela visão apaixonante cedo da manhã, digna de filmes de romance. “Parem de me olhar assim, pelo amor de Deus!”.

“Eu estou ficando louco ou você dispensou o Minseok?”, Jongdae perguntou e Kyungsoo sinalizou que sim, “Você é louco, hyung, e eu não dispensei ninguém, só estou de castigo por isso não posso sair de casa por um mês”, “Ah... a senhora Park deve ser mesmo dureza, pois então esse deve ser o meu, tão sonhado, dia de sorte”. Kyungsoo queria entrar em algum buraco depois do piso da escola, assim que Jongdae começou a flertar descaradamente com Minseok, bem na frente dele, sem se importar (como sempre) com ninguém que estivesse ao seu redor.



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